caderno linha azul 19 de setembro 2014

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Jornal O Estado (Ceará)

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  • Linha Azul FORTALEZA - CEAR - BRASILSexta-feira, 19 de setembro de 2014

    Ora, sem f impossvel agradar-lhe; porque necessrio que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que galardoador dos que o buscam

    (HEBREUS 11 : 6)

    IDEAL CLUBE 83 ANOSDurante o tradicional baile realizado no Salo Edson Queiroz, foi comemorado os 83 anos do

    Ideal Clube, a foto rene a diretoria do clube no momento dos parabns.Pgs. 2, 4, 6 e 7

    Parabns!Rebeca e Alexandre Guimares realizaram

    festa, no Happy Day Kids Buffet, para festejar os 05 aninhos da princesinha Alexia. A festa foi inspirada no filme Frozen uma aventura congelante e a princesa Elsa. Pg. 5

  • 2LINHA AZUL

    E D I TO R A: Wanda Palhano C O O R D E N A O G E R A L :

    Soraya de Palhano COLABORAO: Iratu Freitas PROJE TO: Kelton Vasconcelos DIAGRAMAO E ARTE FINAL: Wevertghom e J. Jnior.

    EXPEDIENTE

    IAN GOMESian.gomes2008@gmail.com

    O vendedor de tapioca atendia a todos com um sorriso contagiante. A chegou uma moa e disse: uma de queijo com caf. O feliz vendedor responde: pode ser caf com queijo? Resposta da cliente: hoje no estou pra brinca-deira. E a cara seguiu amarrada. Lamentvel presenciar cenas assim. Penso que pessoas felizes sabem aproveitar melhor os prazeres pequenos, entre eles degustar uma tapioca feita na hora com caf quentinho. Mas para aquela mulher nada parecia conduzir ao pra-zer. A fome dela era outra... Uma pena, pois pessoas felizes sabem enxergar o lado positivo das situaes adversas e, procuram partilhar com quem est por perto. Fica o desejo de que da prxima vez ela consiga estar pra brincadeira e, s assim sentir o sabor da tapioca, pois sem amargura, tudo fi ca melhor.

    CONVERSANDO A GENTE SE ENTENDE

    MATUSAHILA SANTIAGOmatusahilasantiago@hotmail.com

    Assistindo a um programa no qual um ex-pert moderno em etiqueta social, falava sobre o que j pode e que no podia antes, falou ento, sobre os cotovelos mesa: quando no estamos nos servindo, podemos pr um sobre a mesa e ficarmos conversando. O que no podemos fazer de forma alguma, co-locar o brao abraando e debruando-nos sobre o prato. Outra cousa que ele salientou, foi que os homens no deveriam, em hipte-se alguma, colocar as mos nos bolsos, pois d uma pssima impresso.

    Outro assunto que suscitou interesse quando saem vrios amigos para jantarem e, na hora do garom apresentar a nota, existem pessoas que fingem dormir, ou vo ao toalete, querem a todo custo fugir da res-ponsabilidade financeira e isto denota falta de carter. Deve-se fingir que no se enten-deu a escapada e cobrar, se pagarem vira um hbito e desonestidade e deslealdade com quem paga.

    Lembrar sempre que: se nos convidam para algo e vo nos homenagear, jamais de-vemos nos interessar pelo contedo da nota e quem vai efetuar o pagamento no deve apresentar ou deixar que a pessoa homena-geada veja. Coloca-se o pagamento junto gorjeta e fim. O uso do palito foi abordado. Ainda se v pessoas palitando os dentes e olhando o palito, isto indica falta de higiene e deve ser evitado a todo custo, mas se quer usar que use fazer o qu?

    Finge-se no se v e assim passa-se me-lhor, no se deve repreender. Em ambos os casos, h exigncias de bom tom que nunca devem ser relegadas ao esquecimento, mes-mo tratando-se de estreita amizade.

    No se aperta a mo de quem j est instalado mesa. Apenas um cumprimento com a mo o suficiente, ou um beijo para todos se for uma dama.

    O garom s apresentar o cardpio aps a instalao de todos os convidados. Quando desconhecemos algum prato, ou em caso de alguma dvida, perfeitamente admissvel pedir explicaes sobre o mes-mo, e, se algum prato servido no estiver em condies, ou no satisfez o pedido, pode-mos delicadamente comunicar ao matre dhotel, que certamente providenciar para substitu-lo por outro. Isto no poder ser fei-to se for self-service.

    COTOVELOS NA MESA

    Variedades

    Toque Social

    A tua salvao espero, SENHOR!GNESIS 49 : 18

    FORTALEZA - CEAR - BRASILSexta-feira, 19 de setembro de 2014

    CASAMENTO

    83 ANOS DE IDEAL CLUBE

    Yrio Bulhes e Emanuelle casam-se em Juazeiro do Norte. O Linha Azul estava l.

    Amarlio Cavalcante, presidente do Ideal Clube, comandou o baile em comemorao aos 83 anos de um dos mais tradicionais clubes da cidade.

    TALENTOS - Atitude - A agn-cia OPEN POINT Viagens e Turismo vai patrocinar, em parceria com insti-tuies e empresas apoiadoras, a 2 edio do projeto Meu Primeiro Voo, no dia 12 de outu-bro.

    MODA - Here Comes The Sun a nova coleo vero 2015 da Via Direta, inspirada na beleza do fundo mar.

    AVANAR - A parceria institucional entre o IFA7 (Cear ) e a Saint Paul - Escola de Negcios

    (So Paulo) foi reali-zada, ontem, quinta--feira, com palestra de Jos Cludio Securato, durante caf da manh.

    ESTILO - Especializada em mveis feitos com material de demoli-o, a loja Carro de Boi, dos empres-rios Ana Cludia e Mrcio Bonavides completa 15 anos no mercado.

    PALADAR - Erasmo Firmino Nascimento Jnior, instrutor do Senac, conquistou o certi-ficado internacional de ProChef I, em Braslia.

    Yrio e Emanuelle Bulhes, Paulinha Bulhes, Maria, Jos Mariano e Paulo Bulhes Neto

    Macrio Batista Yrio e Emanuelle Bulhes, Roberto e Neta Bulhes

    Neta Bulhes e Emanuelle Bulhes

    Antonio Kilson, Monique, Yrio e Emanuelle Bulhes

    Yrio e Emanuelle Bulhes com amiga do casal

    Ariana, Melqui, Yrio e Emanuelle Bulhes

    Samuel, Ariadna, Emanuelle e Yrio Bulhes

    Emanuelle, Yrio Bulhes, Sonistenes e famlia

    Yrio e Emanuelle Bulhes, Jnior Bulhes e Cristiane Bulhes

    FOTOS IRATU FREITAS

    Juvenal e Ftima Duarte

    Ana e Nelson Montenegro

    Parab ns aos 83 anos do Ideal Clube

    Gra a e Roberto Srgio Ferreira

    Amaurilio Cavalcante e Victor Frota

    Kaia Catunda e Luiz Zanchy

    Jos Teles, Al dia Guimar es e Amar lio Cavalcante

    Amarilio, Jamile, Amarilio e Natasha Cavalcante

  • Emilly Monteiro e Miguel Gonzalez Tiago Vieira, Stella Vieira e Felipe Vieira Jorge Henrique, Manuela Bessa, Nerinha Teixeira, Rafaela Teixeira, Lys Bessa, Gabriel Brasil, Marcella Brasil, Benjamin Brasil e Jorge Filho

    Carlos Gustavo e Nath lia Pimenta

    Eridan Costa e Juliana Costa Thiago Frota, Alessandra, Thais Frota, Maissa e Patr cio Albuquerque

    Dr. Adail Bessa e Germana Bessa Breno de Holanda, Ivana Carneiro, Hyder Carneiro e Joc lia Carneiro

    Cavalcante J nior, Andr Feitosa, Yuri Sales e Ivna Sales

    Anna Silvia Fa anha e Rog rio Malveira Andr Morais, Isabel Castelo Branco, Andr Bizerril e Alana Fontenelle

    Anna Karolline, Ivna Mary, Astrid Filgueiras, Crist v o J nior e Gleidson Solano

    Fernando Magno, Diego Saraiva, Jo o Wirlon, Let cia Vasconcelos, Arnete Fialho, Juliana Fialho, Monique Holanda e Ana Daielly da Silva

    3FORTALEZA - CEAR - BRASILSexta-feira, 19 de setembro de 2014LINHA AZUL

    A quem tenho eu no cu seno a ti [Deus]? E na terra no h quem eu deseje alm de ti (SALMOS 73.25)

  • Deus o meu rochedo, nele confi arei; o meu escudo, e a fora da minha salvao, o meu alto retiro, e o meu refgio. meu Salvador, II SAMUEL 22 : 3

    Quem no conhece a verda-de no passa de um tolo; mas

    quem a conhece e a chama de mentira um criminoso! Ber-

    told Brecht (1898-1956), escritor alemo.

    O escritor francs Marcel Proust (1871-1922) foi sempre mais comentado que lido. Consideravam-no, sua poca, diletante e presunoso. An-tes da chegada do sculo XXI, exato no ano 2000, citada pelo jornalista brasileiro Francisco Quinteiro Pires, surge a rese-nha Marcel Proust: A Life, escrita por William C. Carter, professor da Universi-dade Yale, EEUU. Nessa histria consta que o jornal francs Le Temps, em no-vembro de 1913, entrevistou Proust sobre a sua obra No Caminho de Swan. Em resposta, Proust teria dito: Minha obra est dominada pela distino entre a memria voluntria e a memria involun-tria. Segundo ele, a voluntria uma memria da inteligncia e dos olhos. Por outro lado, a involuntria pretende ser o objetivo da preocupao, pois foge ra-zo e possui a marca da autenticidade.

    Carter, o resenhador, acrescenta que Proust cresceu em mundo sem energia eltrica, telefone ou automvel, mas at 1910 ele testemunhou a inveno da

    energia eltrica, do telefone, do autom-vel, do cinema, do avio e do metr de Paris. Um choque. A esse conjunto de invenes, Proust chamou de era da ve-locidade.

    Agora, 2014, estamos vivendo uma era em que as mltiplas faces da Inter-net, por suas ditas mdias sociais, falam a verdade e/ou propagam mentiras, ila-es, opinies desencontradas, dados, fi lmetes e imagens que so repetidos ad nauseam. difcil para muitos fazer a distino entre a realidade, o mito e as inseres com objetivo de fantasiar, lou-var ou denegrir. Vencem, nesse preo, os que forem mais enfticos, tiverem mais seguidores ou propagadores do que seja verdade, mentira, criao ou mera espe-culao. O que escrevi acima se lastreia em parte - em observaes do jorna-lista Quinteiro Pires, hoje, residente nos EEUU, para o Eu&Cultura.

    Para ele: Pensadores contempor-neos comearam a questionar, entre os efeitos de uma personalidade construda em sites como Facebook, Twitter e Ins-tagram, estaria uma suposta ameaa espontaneidade das relaes humanas. Dessa forma, as pessoas passariam a agir como personas, livres para criarem uma identidade que as projetam para os

    outros como dessemelhantes de suas prprias naturezas e viveriam em um mundo paralelo ao mundo real que re-jeitam, pretendem esquecer, despre-zam ou que as angustiam.

    Nestes tempos que nos apro-ximam das eleies de 05 de ou-tubro, bom fi car atento ao que o controverso Marcel Proust classifi -cou como os dois tipos de memrias que usamos para formar um juzo de valor: a voluntria(a da Inteligncia) e a involun