Caderno Do Aluno 2014 Vol1 Historia EF 6S 7A

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Material Didtico usado pelos alunos do 7 ano no Primeiro Semestre, na rede pblica do Estado de So Paulo

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  • 6a SRIE 7oANOENSINO FUNDAMENTAL ANOS FINAISCaderno do AlunoVolume 1

    HISTRIACincias Humanas

  • MATERIAL DE APOIO AOCURRCULO DO ESTADO DE SO PAULO

    CADERNO DO ALUNO

    HISTRIAENSINO FUNDAMENTAL ANOS FINAIS

    6a SRIE/7o ANOVOLUME 1

    Nova edio

    2014-2017

    GOVERNO DO ESTADO DE SO PAULO

    SECRETARIA DA EDUCAO

    So Paulo

  • Governo do Estado de So Paulo

    Governador

    Geraldo Alckmin

    Vice-Governador

    Guilherme Af Domingos

    Secretrio da Educao

    Herman Voorwald

    Secretrio-Adjunto

    Joo Cardoso Palma Filho

    Chefe de Gabinete

    Fernando Padula Novaes

    Subsecretria de Articulao Regional

    Rosania Morales Morroni

    Coordenadora da Escola de Formao e Aperfeioamento dos Professores EFAP

    Silvia Andrade da Cunha Galletta

    Coordenadora de Gesto da Educao Bsica

    Maria Elizabete da Costa

    Coordenadora de Gesto de Recursos Humanos

    Cleide Bauab Eid Bochixio

    Coordenadora de Informao, Monitoramento e Avaliao

    Educacional

    Ione Cristina Ribeiro de Assuno

    Coordenadora de Infraestrutura e Servios Escolares

    Ana Leonor Sala Alonso

    Coordenadora de Oramento e Finanas

    Claudia Chiaroni Afuso

    Presidente da Fundao para o Desenvolvimento da Educao FDE

    Barjas Negri

  • Caro(a) aluno(a),

    Neste volume, sero trabalhados oito temas muito importantes para a histria: o Feudalismo

    em suas relaes sociais, econmicas, polticas e religiosas; as Cruzadas e os contatos entre as so-

    ciedades europeias e orientais; o Renascimento Comercial e Urbano; o Renascimento Cultural e

    Cientfico; a Formao das Monarquias Europeias Modernas; os fundamentos tericos do Abso-

    lutismo e as prticas das Monarquias absolutistas; A Reforma e a Contrarreforma; e a Expanso

    Martima nos sculos XV e XVI.

    Quando falamos em Idade Mdia, certamente lembramos a antiga definio que trata esse

    perodo como sendo a Idade das trevas, esse tipo de denominao pretende vincular uma imagem

    negativa ao tempo medieval, como sendo uma experincia de pouco valor e que nada pde acres-

    centar ao desenvolvimento dos homens.

    Entretanto, a Idade Mdia foi um perodo de importantes descobertas. Nesse perodo, por

    exemplo, foi inventado o moinho, o livro, a universidade, foi quando houve um grande desenvolvi-

    mento das cidades e o incio das transformaes que influenciariam a colonizao e a explorao do

    continente americano.

    Bom estudo!

    Equipe Curricular de Histriarea de Cincias Humanas

    Coordenadoria de Gesto da Educao Bsica CGEBSecretaria da Educao do Estado de So Paulo

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    SITUAO DE APRENDIZAGEM 1 O FEUDALISMO EM SUAS RELAES SOCIAIS, ECONMICAS, POLTICAS E RELIGIOSAS

    Para dar incio s atividades deste Caderno, trabalharemos com um texto que define alguns conceitos importantes para compreendermos as principais caractersticas da sociedade feudal.

    Leia atentamente o texto a seguir e grife as ideias centrais. Em seguida, realize o exerccio.

    O Feudalismo e os laos de suserania e vassalagem

    A expresso feudalismo ou sistema feudal, para caracterizar a estrutura socioecon-mica da Europa medieval, tem como ponto de partida a designao da principal unidade econmica do perodo, o feudo: grande propriedade rural, base da organizao econmi-co-social durante a Idade Mdia, tambm chamado senhorio ou domnio. Essa unidade de produo, predominantemente agrcola, tambm poderia ser um cargo ou ttulo de nobreza, uma rea de terra, o direito de cobrar pedgio ou taxas pelo uso do lagar ou do moinho. Dessa forma, o feudo pode ser compreendido tambm como um benefcio con-cedido atravs da outorga, isto , uma permisso pela qual o nobre, ao receber o feudo, se obrigava a prestar auxlio militar a seu suserano, passando a ser vassalo.

    As relaes de suserania e vassalagem davam estabilidade sociedade feudal. O con-trato feudo-vasslico era estabelecido por uma relao pautada na igualdade e na recipro-cidade, institudo em trs atos: homenagem, fidelidade e investidura, todos carregados de simbolismo. A submisso e dependncia do vassalo ao senhor feudal era representada pelo ato do vassalo de se ajoelhar; a lealdade era simulada no juramento sobre a Bblia. E, por fim, a investidura selava a concesso do feudo. Desse modo, ambos estavam ligados por lealdades e subordinaes, compromissos e dependncia.

    Elaborado especialmente para o So Paulo faz escola.

    Leitura e anlise de texto

    1. Quais so os significados das palavras a seguir, presentes no texto? Para realizar essa tarefa, alm do texto, voc pode tambm pesquisar em seu livro didtico ou na biblioteca, consi-derando que o significado das palavras est relacionado ao contexto histrico que estamos estudando.

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    Feudo:

    Benefcio:

    Vassalo:

    Outorga:

    2. Escreva um pequeno texto apresentando o papel das relaes de suserania e vassalagem no feu-dalismo.

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    Sculo Data Acontecimento

    V

    XV

    Leitura e anlise de texto

    A expresso Idade Mdia (Medium Aevum, em latim) foi utilizada inicialmente para dizer que, entre o Imprio Romano e a Idade Moderna, houve um perodo interme-dirio. Nos sculos IV e V, diversos povos germnicos, chamados de brbaros pelos romanos, conquistaram a maior parte da Europa Ocidental e chegaram at a capital do Imprio Romano do Ocidente, Roma, em 476, depondo o imperador Rmulo Augstu-lo. Esse fato assinala a queda do Imprio Romano do Ocidente e marca o incio da Idade Mdia, uma longa etapa da histria da humanidade, ou mais precisamente da Europa, entre os sculos V e XV, quando, em 1453, ocorreu a queda de Constantinopla, com a invaso dos turcos otomanos.

    Elaborado especialmente para o So Paulo faz escola.

    Organizando uma linha do tempo

    1. A partir da leitura do texto, organize uma linha do tempo, apresentando os marcos cronolgicos da Idade Mdia. Para isso, circule as datas e os sculos que aparecem no texto.

    t &NTFHVJEBQSFFODIBBUBCFMBFTDSFWFOEPBPMBEPEPTDVMPPBOPFPTBDPOUFDJNFOUPTcitados no documento. Essa linha do tempo vai facilitar a sua compreenso sobre o perodo da Histria em que aconteceram os fatos histricos que vamos estudar neste Caderno.

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    Leitura e anlise de imagem

    Observe a gravura a seguir:

    Michael Wolgemut e Wilhelm Pleydenwurff, Magdeburg [cidade medieval fortificada], 1493, xilogravura. In: SCHEDEL, Hartmann. Liber Chronicarum [Crnicas de Nuremberg]. Nuremberg: Anton Koberger, 1493. p. 179 verso.

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    1. Escreva trs elementos de uma cidade medieval que podem ser observados na gravura.

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    2. Qual a importncia das torres para uma cidade medieval?

    3. Crie um ttulo para a gravura a partir dos elementos identificados de uma cidade medieval.

    A leitura de textos muito importante para que voc tenha contato com informaes sobre os mais diferentes assuntos e, assim, ampliar o seu vocabulrio. No texto apresenta-do a seguir, vamos trabalhar os conceitos de duas palavras ligadas Idade Mdia: feudo e feudalismo.

    Lembre-se sempre de grifar as palavras desconhecidas e procurar no dicionrio o seu significado. Alm disso, muito importante grifar as ideias centrais para facilitar o registro escrito do texto.

    Leitura e anlise de texto

    A origem das palavras feudo e feudalismo

    A palavra feudal, que vem de fief, feodum, de origem germnica ou celta, designa o direito de desfrutar qualquer bem, geralmente terra, mas que podia ser tambm o direito de cobrar uma taxa de pedgio para passar em uma ponte ou pelo uso de um moinho ou lagar, ou ainda um ttulo ou cargo que desse algum privilgio. O feudo no era uma propriedade como conhecemos nos dias de hoje, mas pode ser considerado uma forma de posse sobre alguns bens reais. Tudo o que se relacionava a ele passou a ser chamado de Feudalismo. A palavra feudalismo significa um conjunto de caractersticas econmicas, culturais, filos-ficas, artsticas, religiosas, entre outras, ligadas ao feudo.

    No se sabe o tamanho mdio dos feudos, mas alguns documentos apresentam medi-das de 120 a 150 hectares1, unidade de medida agrria correspondente a cem ares.

    11 hectare = 10 000 m2.

    Elaborado por Raquel dos Santos Funari especialmente para o So Paulo faz escola.

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    1. A partir das ideias do texto, crie uma definio, com suas palavras, para a palavra feudal.

    2. Segundo o texto, quais so os quatro exemplos de bens relacionados ao feudo?

    3. Elabore uma definio para a palavra feudalismo.

    LIO DE CASA

    1. Pesquise em seu livro didtico como ocorriam as concesses de terras no Feudalismo.

    2. Os senhores feudais tinham o direito de cobrar uma srie de taxas dos servos e camponeses, em especial, a corveia, a talha, a banalidade e a mo-morta. Escreva no espao a seguir uma defini-o para cada um desses impostos.

    Corveia:

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    Talha:

    Banalidade:

    Mo-morta:

    3. No desenho da pirmide social a seguir, identifique a posio dos trs estamentos da sociedade feudal, destacando o clero, a nobreza e os trabalhadores, como tambm suas respectivas funes.

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    1. A partir da leitura do texto e das caractersticas apresentadas, desenhe o sistema de trs campos. Em seguida, organize uma legenda com cores diferentes.

    Leia atentamente o texto seguinte e grife as ideias centrais.

    O funcionamento do sistema de trs campos nos feudos

    No feudo, unidade de produo do Feudalismo, a partir do sculo XI iniciou-se a prtica da adubagem das terras com estrume animal, o que levou necessidade de conciliar a criao de bois, vacas e cavalos com a lavoura. Assim, em muitos feudos, criou-se a ne-cessidade de cultivar a terra, dividindo-a em folhas, nome dado a uma das partes em que se dividia o campo a ser trabalhado, pelo sistema de afolhamento. Nesse sistema de duas folhas, uma ficava em descanso e a outra era cultivada. O afolhamento estava ligado ao sistema de campo aberto e tinha como regra a ao comunitria, pois todos os possuidores de parcelas em uma folha praticavam o mesmo tipo de cultura.

    A necessidade de deixar uma parte dessas terras descansando para aumentar a produti-vidade deu origem ao sistema de trs campos ou de rotao de culturas: dividia-se a terra em trs partes (folhas) e a cada trs anos deixava-se uma parte em pousio, nome dado s terras no cultivadas por um perodo, com o objetivo de evitar seu esgotamento. Muitas vezes, nessa parte, colocava-se o gado para pastar, visando adubao da terra. Enquanto isso, nas duas outras, eram cultivados trigo, aveia, centeio e cevada.

    Elaborado por Raquel dos Santos Funari especialmente para o So Paulo faz escola.

    Leitura e anlise de texto

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    Montagem de um painel ilustrado sobre as partes de um feudo

    O painel ilustrado uma das maneiras de visualizar os temas pesquisados a partir da coleta e da sistematizao de informaes. A pesquisa um momento importante para adquirir dados sobre os mais diferentes temas. As etapas da pesquisa so fundamentais para que voc e seus colegas, ao final, com a orientao de seu professor, possam compor textos, analisar imagens e produzir painis informativos.

    Verifique com seu professor quais sero os critrios para a diviso dos grupos. Em seguida, discuta com seu grupo a organizao das tarefas, lembrando sempre que um dos princpios bsicos para o trabalho em equipe a cooperao.

    O tema do painel ilustrado ser as partes de um feudo. Elabore com o grupo pequenos textos, a partir de pesquisas, para enriquecer as informaes visuais apresentadas ao final da atividade.

    Primeira etapa Leitura

    Leia o texto a seguir e grife as ideias centrais. Utilize as partes grifadas para produzir o painel informativo.

    As partes do feudo

    Por volta dos sculos IX e X, os feudos estavam divididos em trs partes: o manso senhorial, que correspondia parte das terras de uso do senhor feudal; o manso servil, correspondente s terras arrendadas pelos camponeses e servos; e uma terceira parte, as terras comunais, que eram tanto dos senhores feudais quanto dos servos e camponeses.

    Manso

    Nome dado diviso das villas os mansi que eram entregues aos camponeses pelo possuidor da terra a ttulo de posse. O mansus variava de tamanho, dependendo da regio ou da condio de quem os recebia. Em geral, era calculado um tamanho necessrio para abastecer as necessidades de uma famlia.

    Havia dois tipos de manso: o servil e o senhorial. O detentor de um manso servil esta-va obrigado a prestar diversos servios, entre eles trabalhar nas pocas de plantio e colheita, prestar servio de transporte e corveia semanal. O manso senhorial correspondia a cerca de metade da terra cultivada e pertencia ao senhor feudal.

    Terra comunal

    rea que pertencia reserva senhorial, mas que podia ser utilizada pelos pos-suidores dos mansi. Nesse local, onde havia bosques, prados, charnecas e regies

    Leitura e anlise de texto

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    Segunda etapa Montagem do painel

    Agora, prepare a montagem do painel pesquisando no livro didtico, em outros livros de apoio, em enciclopdias e em sites especializados. Organize com seu grupo os textos e as legendas para a montagem do painel ilustrado sobre as partes do feudo. Para que isso ocorra, muito im-portante a pesquisa no material didti co sobre o assunto, bem como a organizao de reunies na classe, na biblioteca ou na casa de um dos integrantes, para que vocs possam apresentar aos colegas o material coletado e iniciar os registros (inicialmente sob a forma de rascunho).

    arenosas, os servos e camponeses levavam seus animais para pastar, colhiam frutos silves-tres e cortavam madeira para utilizar nos fornos e nas construes, e os senhores, por sua vez, praticavam a caa. Das terras comunais, os servos retiravam seu sustento, alm dos recursos para cumprir as obrigaes feudais.

    Castelo

    Era a residncia fortificada do senhor feudal e tem sua origem na palavra latina castellum, diminutivo de castrum, que significa acampamento fortificado. Era uma cons-truo com fins defensivos, protegida com muralhas, torres e fossos. Havia uma porta principal que, em geral, se alcanava, na maior parte das vezes, por uma ponte levadia, protegida com portes gradeados de madeira e movimentada por roldanas e tornos.

    Havia ainda um ptio central, em torno do qual se distribuam todas as dependncias do castelo, e, por ltimo, um ncleo principal, que, em caso de perigo, poderia ser defen-dido de forma independente. Uma das caractersticas dos castelos era o fato de possurem poucas janelas, substitudas por aberturas estreitas que proporcionavam um pouco de lu-minosidade e favoreciam a defesa. Inicialmente, os castelos eram construdos de madeira e murados por uma paliada. Somente a partir do sculo XI comearam a ser edificados e rodeados de pedra.

    Moinho

    Engenho que se destinava moagem, especialmente de cereais, composto de duas ms postas uma sobre a outra. A m uma pedra grande, circular, de pequena espessura, com a qual se trituram gros nos moinhos, girando-a sobre outra pedra. Os moinhos na Idade Mdia eram movidos pelo vento ou pela gua.

    Aldeia

    Povoao de pequena proporo, menor do que a villa, onde viviam os camponeses e servos, cujas casas, em geral, se agrupavam em volta da capela.

    Elaborado por Raquel dos Santos Funari especialmente para o So Paulo faz escola.

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    Coloque legendas nos desenhos ou nas imagens da reserva senhorial, do manso servil, das terras comunais, dos moinhos, dos celeiros, das oficinas artesanais, dos fornos, dos estbulos e do castelo. Verifique com seu professor se os textos e as legendas esto claros ou se sero necessrias alteraes. Observe o uso dos espaos da folha de papel, o registro dos nomes dos participantes, do professor e da disciplina, como tambm a grafia, a organizao do texto e a utilizao das margens, legendas e ttulos.

    Ao final, verifique com seu professor como ser feita a apresentao e quais critrios sero usados para a exposio dos painis para os seus colegas.

    Calendrio de horas semeadura.

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    Calendrio de horas colheita.

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    Irmos Limbourg, As mui ricas horas do Duque de Berry, c. 1413-1489, guache sobre pergaminho. Museu Cond, Chantilly, Frana.

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    VOC APRENDEU?

    1. Explique o funcionamento do sistema de trs campos utilizado nos feudos.

    2. Segundo a frmula concebida pelo bispo Adalbero, no comeo do sculo XI, a casa de Deus era formada por trs grupos: o dos que oravam, o dos que guerreavam e o dos que trabalhavam.

    A sociedade qual ele faz referncia denominada de:

    a) urbana.

    b) estamental.

    c) rural.

    d) comercial.

    e) religiosa.

    3. A terra cedida a um nobre, cuja concesso implicava o estabelecimento de vassalagem, recebia o nome de feudo, e o poder exercido pelo senhor sobre os que habitavam suas terras recebia o nome de:

    a) vila.

    b) gleba.

    c) manso.

    d) terras comunais.

    e) senhorio.

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    4. A relao que mantinha os trabalhadores presos terra e subordinados a uma srie de obrigaes em servios e impostos estava baseada no(a):

    a) servido.

    b) colonato.

    c) feudalismo.

    d) campesinato.

    e) escravido.

    Livro

    t PAIS, Marco Antnio de Oliveira. A formao da Europa: a Alta Idade Mdia. So Paulo: Atual, 1994. (Histria Geral em Documentos). A obra apresenta a queda do Imprio Romano e o processo de formao e desenvolvimento das novas sociedades no territrio europeu, com base em documentos, ilustraes e mapas do perodo.

    PARA SABER MAIS

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    SITUAO DE APRENDIZAGEM 2 AS CRUZADAS E OS CONTATOS ENTRE AS SOCIEDADES EUROPEIAS E ORIENTAIS

    Observe a imagem e leia o texto a seguir. Grife as ideias centrais e responda questo.

    Leitura e anlise de texto e imagem

    Representao de batalha das Cruzadas em vitral de uma igreja francesa.

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    As Cruzadas foram expedies de carter religioso e militar, organizadas pelos cristos da Europa Ocidental durante a Idade Mdia para reconquistar Jerusalm das mos dos muulmanos. Oito Cruzadas oficiais partiram da Europa Ocidental, entre os anos de 1096 e 1270.

    Em geral, a Cruzada era convocada e tinha sua data marcada por um papa, con-siderado pelos cristos a autoridade mxima da Igreja Catlica. O financiamento dos recursos materiais provinha dos participantes das Cruzadas, de impostos criados espe-cialmente para esse fim, de senhores feudais, que recebiam donativos de seus vassalos, e de verbas da Igreja, provenientes de donativos e taxas pagas pelos fiis ou, ainda, de emprstimos feitos a mercadores ou ordens religiosas.

    O termo Cruzadas, como muitos outros utilizados na historiografia, no era co-nhecido no momento histrico para o qual o empregamos. A expresso Cruzadas s

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    Aps ter lido o texto e observado a imagem do vitral, escreva trs elementos que esto presentes na representao de um cavaleiro que participava de uma Cruzada.

    LIO DE CASA

    1. Pesquise em um dicionrio o significado da palavra conclio e registre as informaes no espao a seguir.

    passou a ser utilizada em meados do sculo XIII. Os documentos medievais usam ex-presses como peregrinao, Guerra Santa, expedio da cruz e passagem.

    A origem do termo Cruzada est ligada ao fato de que seus participantes tinham uma cruz bordada nas roupas, por se considerarem soldados de Cristo.

    Alm das roupas bordadas com a cruz, diversas relquias sagradas podiam ser utilizadas em uma campanha convocada para uma Cruzada: rplicas da lana utilizada pelos solda-dos romanos durante a crucificao de Cristo; o Santo Sudrio, manto que segundo a tra-dio crist teria servido de mortalha a Jesus e teria poder de cura e proteo; o clice que teria sido usado na ltima Ceia; e a Arca da Aliana, que guardaria os dez mandamentos.

    Elaborado por Raquel dos Santos Funari especialmente para o So Paulo faz escola.

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    lbum de figurinhas sobre as Cruzadas

    A palavra lbum, no sentido original empregado pelos romanos, era uma tabuinha onde se escrevia a lista de senadores ou de ocupantes de outra funo poltica. Atualmente, o lbum de figu-rinhas uma publicao que apresenta pequenas estampas coloridas, comercializadas em srie para serem coladas, divertindo colecionadores. Nossa proposta que voc pesquise sobre os armamentos, a cidade de Jerusalm (a Terra Santa) e outras curiosidades sobre as Cruzadas e que organize um lbum de figurinhas sobre esses temas.

    2. Agora, busque informaes em seu livro didtico sobre o que foi o Conclio de Clermont.

    3. Pesquise o significado da palavra indulgncia e, em seguida, leia o texto. Explique qual a sua relao com o movimento das Cruzadas convocadas pelo Papa Urbano II.

    A primeira Cruzada foi formada pela nobreza normanda e francesa e ficou conhecida como Cruzada dos Bares, que partiu para Jerusalm em agosto de 1096. Entretanto, aps o discurso do Papa Urbano II em Clermont (novembro de 1095), milhares de peregrinos se dispuseram a participar da empreitada e, em abril de 1096, partia a Cruzada Popular ou Cruzada dos Mendigos. Em 1212, um movimento liderado por um menino francs, cha-mado Estevo, reuniu filhos de camponeses, dando incio Cruzada das Crianas, na cren-a de que poderiam libertar Jerusalm. Muitos morreram no caminho, foram escravizados ou sequestrados.

    Elaborado especialmente para o So Paulo faz escola.

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    Primeira etapa

    Com o auxlio de seu professor, organize um roteiro de pesquisa, consi-derando o tema proposto: as Cruzadas, a cidade de Jerusalm e os armamen-tos utilizados. Registre, a seguir, outros aspectos que devero ser pesquisados e que integram o tema.

    Verifique com seu professor os critrios de organizao dos grupos para a montagem de um roteiro de pesquisa.

    Data para o trmino do processo de

    pesquisa: ____/____/________.

    Segunda etapa

    Faa um levantamento dos lbuns de figurinhas que voc conhece e leve um exemplar para a sala de aula, com o objetivo de analisar, com seus colegas, como ele se organiza, qual a sua esttica, os tipos de letras e outros detalhes que vocs considerem importantes na sua orga-nizao. Essa anlise dever servir de referncia para que seu grupo decida como ser o lbum de figurinhas que vai produzir. Tambm ser preciso definir como as imagens ou os desenhos sero reproduzidos.

    Registre no espao a seguir as decises tomadas por voc e seu grupo, que devero orientar a confeco do lbum de figurinhas.

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    Terceira etapa

    Data de entrega do lbum de figuri-nhas: ____/____/________.

    Considerando as decises tomadas co-letivamente, inicie a confeco do lbum. Sugerimos que voc inclua de oito a dez fi-gurinhas para que todos consigam contribuir com a pesquisa realizada, de modo a garantir que os assuntos sejam diversificados.

    Lembre-se de que o grupo dever estar atento ao cronograma de trabalho acordado com o professor, em especial data de en-trega e aos cuidados com a finalizao do lbum, garantindo uma esttica caprichada para o trabalho.

    VOC APRENDEU?

    1. O Conclio de Clermont:

    Urbano II (1095)

    Carssimos irmos, eu, Urbano, portando, pela misericrdia de Deus a tiara apostlica, e supremo pontfice de toda a terra, venho at vs, servidores de Deus, encarregado em des-vendar-vos os ensinamentos divinos [...]. urgente socorrer aos nossos irmos do Oriente que esperam a ajuda to necessria e tantas vezes j prometida. Os turcos e os rabes ataca-ram-lhes, assim como muitos dentre vs ouviram os relatos, e invadiram as fronteiras da Romnia at aquele local do mar Mediterrneo chamado o Brao de So Jorge, aumentando mais e mais as suas conquistas nos territrios cristos, eles j os venceram sete vezes em bata-lhas, matando ou fazendo grande nmero de prisioneiros, destruindo as igrejas e devastando todo o pas sob o domnio cristo [...]. Por isso eu vos instruo e conjuro, no em meu nome, mas em nome do Senhor, vs os arautos de Cristo, a conclamar sem cessar os Francos de

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    No Conclio de Clermont, em 1095, quando o Papa Urbano II fez essa aclamao, a quem ele se dirigia e por qu?

    2. As Cruzadas, em geral, eram expedies de carter religioso e militar, organizadas pelos cristos e convocadas pela autoridade mxima da Igreja Catlica, que recebe a denominao de:

    a) bispo.

    b) abade.

    c) padre.

    d) jesuta.

    e) papa.

    todas as classes, caminhantes e cavaleiros, pobres e ricos, apressei-vos em assistir os adorado-res de Cristo, porque ainda h tempo, e expulsar para longe das regies onde impera a nossa f esta raa mpia dos devastadores. Falo queles que esto presentes e clamo aos ausentes, mas Cristo quem ordena. Quanto queles que partiro para esta guerra santa, se perderem a vida, seja durante a viagem por terra, seja atravessando os mares, seja combatendo os id-latras, todos os seus pecados sero perdoados imediatamente, eu o ordeno em virtude da autoridade da qual fui investido por Deus.

    Urbano II apud Foucher de Chartres. Histoire Les Croisades. Disponvel em: . Acesso em: 27 jun. 2013. Traduo Clia Gambini.

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    3. O objetivo religioso das Cruzadas era reconquistar a Terra Santa, por causa das dificuldades impostas aos peregrinos para visitar Jerusalm. Assinale, entre as alternativas seguintes, o grupo que foi convocado para participar das Cruzadas.

    a) Muulmanos.

    b) Cristos.

    c) Judeus.

    d) rabes.

    e) Turcos.

    4. Os participantes das Cruzadas tinham uma cruz bordada em suas roupas, pois consi-deravam-se:

    a) soldados de Cristo.

    b) um exrcito.

    c) soldados da esperana.

    d) soldados da paz.

    e) soldados da Salvao.

    Filme

    t Cruzada (Kingdom of heaven). Direo: Ridley Scott, EUA, 2005. 144 min. 12 anos. O filme ambientado durante a Segunda e a Terceira Cruzadas. Nele, Orlando Bloom interpreta o ferreiro francs Balian. Aps perder a famlia e sua crena na Igreja, Balian vem a conhecer o pai, o nobre guerreiro ingls Godfrey de Ibelin (Liam Neeson), que o abandonara quando criana. Godfrey segue em direo a Jerusalm com seu minie-xrcito de cruzados e convida Balian para juntar-se misso. Quando Godfrey ata-cado e morto, Balian decide continuar a jornada, procurando sua salvao de esprito em Jerusalm.

    PARA SABER MAIS

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    SITUAO DE APRENDIZAGEM 3 O RENASCIMENTO COMERCIAL E URBANO

    As migraes dos povos denominados brbaros pelos romanos ocasionaram obst-culos ao comrcio. Mas, ainda que a produo fosse destinada quase exclusivamente para a subsistncia, pois os feudos eram autossuficientes e a economia, fechada e voltada para satisfazer s necessidades locais, o comrcio existiu em pequena escala e nunca deixou de existir. No feudo, produziam-se alimentos, velas, sabes, carroas, tecidos e roupas.

    Desde o sculo X, a Europa Ocidental passou por diversas mudanas, e o comrcio marti-mo, em especial na ligao entre o Mar do Norte e a Pennsula Itlica, permitia manter conta-to com o Oriente, o que possibilitou lucros para investimentos comerciais. Nas cidades, o comrcio terrestre aumentou com a formao de companhias (palavra que quer dizer partilha do po, ou seja, dividir os lucros proporcionais aos participantes, em geral, membros de uma mesma famlia que se associavam para aumentar a riqueza), resultando no aumento dos investimentos.

    Elaborado por Raquel dos Santos Funari especialmente para o So Paulo faz escola.

    Leitura e anlise de texto

    1. A partir da leitura do texto e do ttulo da Situao de Aprendizagem, escreva no espao a seguir o significado que voc atribui palavra renascimento. Neste momento, importante que voc discuta com seus colegas e registre as informaes que surgiram a partir das conversas.

    2. Agora, registre as informaes que voc tem sobre a palavra urbano e outras expresses que esto relacionadas ao espao urbano.

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    3. A partir da leitura do texto, voc concorda com a utilizao da expresso Renascimento Urbano e Comercial para o perodo que vamos comear a estudar? Justifique sua resposta.

    4. Escreva uma definio conceitual para Renascimento Urbano e Comercial.

    LIO DE CASA

    1. Leia atentamente o texto seguinte e grife as ideias centrais.

    Atrados pela cidade

    A Europa Ocidental, na Idade Mdia, era composta de uma imensa populao rural, que vivia no campo, em aldeias. Esses camponeses prestavam servios aos senhores e no podiam locomover-se livremente. Viviam uma vida de privaes, cheia de agruras e poucas perspectivas.

    Quando as cidades comearam a se desenvolver, a partir do sculo XI, ainda que de forma lenta e gradual, elas passaram a oferecer muitas possibilidades para esses campone-ses. Nas cidades, eles podiam se dedicar a afazeres menos duros que o trabalho agrcola. Os ofcios urbanos compreendiam uma infinidade de atividades que iam da alfaiataria carpintaria, passando pelo corte de cabelos. Para um campons, a perspectiva de tornar-se um arteso era uma atrao muitas vezes irresistvel.

    Leitura e anlise de texto

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    2. Para facilitar o entendimento do texto, procure no dicionrio o significado das palavras a seguir. Lem-bre-se sempre da importncia do uso do dicionrio.

    Ofcios urbanos:

    Alfaiataria:

    Carpintaria:

    Urbanidade:

    Corporaes:

    No era fcil, nem permitido, se desligar da regio senhorial no campo. Alm disso, o recm-chegado cidade no sabia nenhum ofcio. Mas a fuga era sempre possvel. Em par-ticular, nem todos os jovens tinham como trabalhar na terra e a ida para a cidade podia ser uma maneira de se resolver o problema da falta de terras nas aldeias e feudos. Para facilitar a aprendizagem de um ofcio, havia as corporaes, que no s defendiam os interesses desses novos indivduos urbanos, mas funcionavam como uma espcie de escola para os novatos.

    Porm, no eram apenas os camponeses que aspiravam urbanidade, mas tambm os prprios senhores, em especial os filhos mais jovens, que no tinham direito herana paterna. Para esses jovens, a vida urbana era uma maneira de escapar da situao em que vi-viam e de conseguir trabalho. Nas cidades, podiam se dedicar aos negcios, que comeavam a florescer, ou podiam se voltar para os servios pblicos, que tambm retomavam flego.

    Elaborado por Raquel dos Santos Funari especialmente para o So Paulo faz escola.

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    Identifique no texto quatro informaes importantes que possibilitem entender de forma clara as alteraes ocorridas na Europa Ocidental a partir do sculo XI. O desafio desta atividade ser, aps a leitura do texto, escrever pequenas frases apresentando as mudanas ocorridas na Europa Ocidental.

    Leitura e anlise de texto

    A origem da palavra burgo

    As cidades, desde a Antiguidade, localizavam-se em pequenas elevaes, s margens de um rio. Isso permitia que o assentamento urbano fosse mais facilmente defendido por uma muralha. Os atacantes vinham de baixo, deviam subir ladeiras e acabavam se de-frontando com uma muralha, da qual os moradores podiam arremessar todo tipo de coisas para impedir a tomada da cidade. Por isso, j os celtas e germanos chamavam suas cidades de elevaes: dunum, em celta, e burg, em germnico. Assim, Lugdunum, hoje Lyon, na Frana, era a elevao de Lug e Teutoburgo, na atual Alemanha, elevao teuta ou alem. Portanto, os antigos romanos j conheciam a palavra burg, que acabou sofrendo mudanas para burgus.

    Na Alta Idade Mdia, o latim era a lngua escrita dominante e os documentos referiam--se s cidades com diversas palavras: algumas antigas e clssicas, como urbs e civitas, mas tambm burgus (principalmente para se referir quelas cidades das regies em que as popu-laes falavam lnguas de origem germnica).

    A partir do sculo XI, pouco a pouco, as lnguas locais foram sendo usadas na escrita. Elas eram as lnguas do povo por oposio lngua culta, o latim. Em ingls e alemo, burg passou a ser escrito para designar a cidade, como Peterborough (burgo de Pedro) ou Estrasburgo (burgo da estrada). Nas regies de lngua romnica, passou-se a utilizar, nos documentos escritos, as palavras cidade, ciudad, cit e citt, todas elas derivadas do termo latino civitas.

    Elaborado por Raquel dos Santos Funari especialmente para o So Paulo faz escola.

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    PESQUISA INDIVIDUAL

    Nesta atividade, voc vai pesquisar no seu livro didtico, em enciclopdias e em sites especializados dois temas importantes para entender o Renascimento Comercial e Urbano.

    As corporaes de ofcio

    Pesquise o significado da expresso; os tipos e membros; as funes e exemplos das corporaes de ofcio.

    As feiras medievais

    Pesquise a definio da expresso; os principais locais em que se realizavam; em que poca do ano; quais produtos eram comercializados; quais eram as principais feiras medievais.

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    Com base nos dados pesquisados em seu livro didtico, enciclopdias, livros de apoio, registros do caderno e sites especializados, organize uma ficha informativa sobre o Renascimento Comercial e Urbano.

    Verifique com seu professor como sero realizadas as atividades desta Situao de Aprendizagem. Elabore um cronograma para que voc e seus colegas possam organizar a pesquisa e o registro das informaes na ficha informativa.

    Ao pesquisar, procure no ndice o tema proposto e, em seguida, inicie o registro dos dados pesquisados, lembrando sempre a importncia de comparar as informaes e utilizar o dicionrio para tirar dvidas acerca das palavras desconhecidas. Organize os temas pes-quisados e anote no espao da prxima pgina.

    A ficha informativa uma maneira de organizar seus estudos e colaborar na sua apren-dizagem.

    Vamos dar um exemplo de uma ficha informativa sobre os fatores que possibilitaram o cresci-mento urbano na Europa Ocidental, a partir da Baixa Idade Mdia:

    Ficha informativa: as mudanas das tcnicas agrcolas

    t A diversificao da produo agrcola ocorreu devido utilizao da charrua e do arado com rodas e uma lmina de ferro e, tambm, drenagem dos pntanos.

    t A utilizao do sistema de rotao de culturas possibilitou um aumento na produo de aveia, centeio, cevada e trigo e a obteno de duas colheitas por ano.

    t Com a utilizao de esterco e o aumento do cultivo de forragens, o solo passou a recu-perar-se mais rapidamente e, consequentemente, cresceu a produtividade.

    t O uso de ferraduras, o novo sistema de atrelagem dos cavalos e a coleira peitoral davam maior aproveitamento fora de trao animal.

    t Aps a leitura dessas mudanas, a produo de alimentos aumentou e as condies de sade melhoraram. O consumo de leguminosas, carne, ovos e derivados do leite tam-bm pos sibilitou o crescimento populacional. Estima-se que a populao da Europa Ocidental passou de 18 milhes de indivduos no ano 800 para 22 milhes no ano 1000, chegando a 50 milhes no ano de 1300.

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    Registre agora os dados pesquisados na ficha informativa:

    Ficha informativa: o Renascimento Comercial e Urbano

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    VOC APRENDEU?

    1. Trabalhando com documento.

    O aparecimento de um burgo novo: Bruges (sculo XIII)

    Para satisfazer os hbitos e as necessidades dos moradores do castelo, logo comea-ram a afluir diante da porta, junto ponte do castelo, negociantes, e depois mercadores de artigos de valor, em seguida taberneiros, depois hospedeiros que se dedicaram a construir casas e preparar alojamentos, para oferecer alimentao e albergue para aqueles que man-tinham negcios com o prncipe durante suas frequentes estadias naquele local, e que buscavam o abrigo que no podiam encontrar no castelo. Eles diziam: Vamos ponte, e as habitaes tornaram-se ali to numerosas que logo se transformaram em uma grande cidade, que conserva ainda na linguagem vulgar o nome de ponte, pois Brugghe significa ponte na lngua local.

    Jean Lelong. Apud L. A. Warckoenig. Histoire de la Flandre et de ses institutions civiles et politiques. Disponivel em: . Acesso em: 27 jun. 2013. Traduo Clia Gambini.

    a) A partir da leitura do documento, pesquise o significado das palavras apresentadas.

    Castelo:

    Taberneiro:

    Mercador:

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    Hospedeiro:

    b) Apresente argumentos, a partir do documento, que comprovem ou no a seguinte afirmativa: A cidade de Bruges foi planejada.

    2. Qual o significado da palavra burgus?

    3. O chamado Renascimento Urbano, ocorrido entre os sculos XI e XIII, atingiu uma pequena parte da sociedade da Idade Mdia. Mais de 80% da populao continuou a viver no campo, o que caracterizava essa sociedade como agrria feudal.

    Vrios fatores podem ser considerados responsveis pelo crescimento das cidades. Assinale aquele que no pode ser considerado desencadeador do crescimento das cidades na Baixa Idade Mdia.

    a) O crescimento demogrfico.

    b) As feiras medievais.

    c) O aumento da circulao das moedas.

    d) As migraes brbaras.

    e) O sistema de rotao de culturas.

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    4. As feiras medievais eram realizadas uma ou duas vezes por ano, principalmente nas regies de contato entre o Mar Mediterrneo e o Mar do Norte. As mais famosas foram as de Champagne, especialmente a partir do sculo XII.

    A regio onde estava localizada a feira de Champagne corresponde atualmente a que pas europeu?

    a) Alemanha.

    b) Frana.

    c) Portugal.

    d) Holanda.

    e) Espanha.

    5. Os mercadores europeus da Baixa Idade Mdia, em especial os mercadores italianos, para me-lhor organizar os seus negcios, iniciaram uma srie de medidas para conseguir mais lucros e dar mais segurana s suas atividades. Entre essas atividades no podemos destacar:

    a) letras de cmbio.

    b) seguros martimos.

    c) contrato de vassalagem.

    d) contratos de seguros.

    e) grupos de caravanas.

    Livro

    t PAIS, Marco Antnio de Oliveira. O despertar da Europa: a Baixa Idade Mdia. So Paulo: Atual, 1992. (Histria Geral em Documentos). Apresenta documentos sobre o surgimento das cidades e o fortalecimento do comrcio.

    PARA SABER MAIS

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    SITUAO DE APRENDIZAGEM 4 O RENASCIMENTO CULTURAL E CIENTFICO

    Leitura e anlise de texto

    Leia o texto a seguir:

    O Renascimento Cultural e Cientfico, verificado a par-tir da Baixa Idade Mdia, pos-sibilitou diversas mudanas na percepo sobre o prprio ser humano e suas capacidades. As cidades italianas, especialmen-te Veneza, Florena, Roma, Milo e Npoles, atraram pin-tores, escritores, escultores, ar-quitetos e homens da cincia, devendo-se a eles importantes obras que marcaram o Renas-cimento.

    Por diversas razes, a Itlia passou a ser um dos centros pro-dutores de grandes obras de arte, com destaque para as artes pls-ticas, arquitetnicas e literrias. Atualmente, podemos encontrar nesse pas obras de artistas como Michelangelo Buonarroti, Rafael Sanzio e Leonardo da Vinci, e algumas das obras mais famosas do Renascimento, como os afres-cos no teto da Capela Sistina, no Vaticano.

    Elaborado por Raquel dos Santos Funari especialmente para o So Paulo faz escola.

    Leonardo da Vinci, Mona Lisa, 1503-1507, leo sobre madeira, 77 cm 3 53 cm, Museu do Louvre, Paris.

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    stock

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    1. Escreva os trs nomes dos artistas renascentistas citados no texto.

    2. Pesquise no seu livro didtico, em enciclopdias ou em livros de apoio o significado das seguin-tes expresses.

    Renascimento Cultural e Cientfico:

    Baixa Idade Mdia:

    Afrescos:

    LIO DE CASA

    Para entender o contexto histrico do Renascimento Cultural muito importante que voc saiba o significado das palavras selecionadas a seguir. Pesquise no seu livro didtico, em enciclo-pdias ou em sites especializados o significado de cada uma delas.

    Racionalismo:

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    Humanismo:

    Antropocentrismo:

    Teocentrismo:

    PESQUISA EM GRUPO

    Biografias dos artistas do Renascimento Cultural

    Nesta Situao de Aprendizagem, voc e seus colegas, a partir das orientaes de seu profes-sor, vo pesquisar informaes para organizar fichas biogrficas sobre os trs artistas renascentistas citados no texto. Verifique com o seu grupo as etapas da pesquisa biogrfica.

    Primeira etapa Pesquisa

    Qual o significado da palavra biografia? Em grupo, utilizem um dicionrio para ajud-los.

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    Michelangelo Buonarroti

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    ages

    Segunda etapa Registro

    Nesta etapa, organize um pequeno roteiro selecionando as informaes que vo compor a biografia dos artistas renascentistas, por exemplo: local e data de nascimento, curiosidades sobre a infncia, principais obras, caractersticas de suas obras e ainda algumas curiosidades. Para enri-quecer a pesquisa, selecione alguns dos trabalhos desses artistas, destacando as datas em que foram produzidos e o nome dado a eles pelos pintores.

    muito importante que voc e seus colegas fiquem atentos organizao do texto, registrando as informaes para compor as biografias e tentando entender o contexto histrico em que ocorreu o Renascimento Cultural.

    Apresente para o seu professor a produo escrita das biografias que vocs esto elaborando, assim ele poder sinalizar as informaes que precisam ser modificadas e outras que podero ser enriquecidas.

    No espao a seguir registre os dados pesquisados.

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    Rafael Sanzio

    Leonardo da Vinci

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    Ao final, verifique com o seu professor como ser feita a apresentao da pesquisa e se possvel, organize um grande mural com as informaes biogrficas.

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    VOC APRENDEU?

    1. O individualismo, expresso em muitas obras renascentistas, representa a capacidade de cada um de alcanar o sucesso e o fracasso, opondo-se a ideias de coletivismo da Idade Mdia. Explique o individualismo como um dos valores contemplados pelo Renascimento Cultural ocorrido na Europa Ocidental.

    2. O franciscano Roger Bacon, que viveu durante o sculo XIII, escreveu a seguinte frase: Parem de ser dominados por dogmas e autoridades; olhem para o mundo!. Explique o racionalismo a partir dessa maneira de pensar.

    3. O Renascimento Cultural o melhor exemplo das mudanas culturais ocorridas entre os scu-los XV e XVI e teve como referncias principais as cidades:

    a) francesas.

    b) espanholas.

    c) portuguesas.

    d) alems.

    e) italianas.

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    4. Michelangelo Buonarroti (1475-1564), importante escultor, pintor e arquiteto, tornou-se mui-to conhecido por causa de seus afrescos na Capela Sistina, onde apresentou um painel de pin-tura com vrias passagens bblicas, desde a criao do mundo e do homem at o juzo final, retra tando mais de 400 figuras humanas. A Capela Sistina localiza-se:

    a) em Milo.

    b) no Vaticano.

    c) em Roma.

    d) em Florena.

    e) em Veneza.

    5. Os filsofos do Renascimento consideravam que o homem era a mais importante criatura de Deus, uma vez que, por intermdio da razo, podia esclarecer muitas informaes e, por sua perspiccia, podia inventar outras tantas. Assim, o homem tornava-se mais prximo do mundo espiritual, caracterstica que conhecemos como:

    a) antropocentrismo.

    b) teocentrismo.

    c) humanismo.

    d) racionalismo.

    e) realista.

    Livros

    t ACKER, Teresa Van. Renascimento e humanismo O homem e o mundo europeu do sculo XIV ao sculo XVI. So Paulo: Atual, 1992. (Histria Geral em Documen-tos). A autora aborda o movimento renascentista sob a tica da histria das mentalida-des. A coleo reproduz documentos e obras renascentistas do sculo XIV ao XVI que podem ser um importante recurso visual para as aulas.

    t CASELLI, Giovanni. A renascena e o novo mundo. So Paulo: Melhoramentos, 1990. O Humanismo propunha uma nova educao, baseada na razo, na crtica e na obser-vao da natureza.

    PARA SABER MAIS

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    t OLIVIERI, Antonio Carlos. O Renascimento. So Paulo: tica, 1991. O autor apre-senta a transio da Idade Mdia para a Idade Moderna, a partir da mudana de mentalidade expressa em documentos variados, alm de mapas e obras de arte.

    t QUEIROZ, Tereza Aline Pereira de. Cidades renascentistas. So Paulo: Atual, 2005. O livro apresenta diferentes aspectos do Renascimento, ilustrados pela ao de dois personagens: um pintor; o outro, banqueiro e comerciante.

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    SITUAO DE APRENDIZAGEM 5 FORMAO DAS MONARQUIAS EUROPEIAS MODERNAS

    Voc j deve ter estudado a origem do nosso pas. Geralmente nesse estudo abordada a ques-to do descobrimento, a chegada dos portugueses e o contato com os habitantes do territrio que viria a se tornar o Brasil.

    A esquadra comandada por Pedro lvares Cabral aportou no Brasil, no atual Estado da Bahia, no dia 22 de abril de 1500. Voc j deve saber que as ndias eram o destino da esquadra de Cabral. Os interesses dos portugueses, e demais povos europeus, por esta regio da sia eram econmicos, visando ampliar o comrcio com o Oriente, e territoriais, para estender as terras sob domnio do rei de Portugal. Tais interesses tinham tambm carter religioso, uma vez que se pretendia expandir a f catlica a outros povos.

    Mas voc j se perguntou qual seria a origem de Portugal? Esse pas teria sempre existido? Que povos viveram na regio que viria a se tornar Portugal?

    Voc sabia que o nico pas que faz fronteira terrestre com Portugal a Espanha? Ser que a origem desses dois pases tem algo em comum?

    Nesta Situao de Aprendizagem, estudaremos a origem de Portugal e veremos como, governa-do por um rei, tornou-se uma monarquia. Veremos, tambm, que sua origem est relacionada de sua vizinha, a Espanha. Vamos saber, ento, um pouco mais da histria desses dois pases, que tm relaes estreitas com a histria da Amrica e do Brasil.

    !?

    IBGE. Atlas geogrfico escolar. 6. ed. Rio de Janeiro: IBGE, 2012, p. 32. Mapa original (sem escala; sem orientao de norte geogrfico). Adaptado (seleo apenas do quadro-destaque com pases europeus em detalhe).

    60 S

    75 S

    CRCULO POLAR ANTRTICO

    165 O

    REPBLICATCHECA

    MACEDNIA

    LUXEMBURGO

    LIECHTENSTEIN

    SANMARINO

    VATICANO

    MNACO

    HUNGRIA

    HOLANDA

    ESLOVNIA

    ESLOVQUIA

    CROCIA

    BSNIAHERZEGOVINA

    BLGICA

    USTRIA

    ANDORRA

    ALBNIA

    SUA

    ITLIA

    ESPANHA

    ALEMANHA

    FRANA

    PORTUGAL

    ROMNIA

    BULGRIA

    TURQUIA

    DINAMARCA

    POLNIA

    BELARUS

    UCRNIA

    GRCIA

    IRLANDA

    MOLDVIA

    LITUNIA

    LETNIA

    REINO

    UNIDO

    ESTNIA

    FEDERAO RUSSA

    FED. RUSSA

    SUCIA

    NORUEGA

    SRVIA

    MONTENEGRO

    0

    0 15 E

    15 E

    30 E

    30 E

    45 N 45 N

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    a) Reconquista:

    Fontes de pesquisa:

    b) Monarquias Nacionais:

    Fontes de pesquisa:

    Trabalhando com dicionrio

    Os dicionrios e as enciclopdias so importantes instrumentos de pesquisa para identificao das palavras desconhecidas, possibilitando ainda a ampliao do seu vocabulrio. Pesquise os sig-nificados das palavras indicadas a seguir, que esto relacionadas ao tema que estamos estudando. Registre-os nos espaos em branco e informe a fonte de sua pesquisa.

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    1. Anote as palavras que voc grifou e, em seguida, procure no dicionrio o seu significado.

    Leia o texto, grifando as palavras cujo significado voc desconhece.

    Leitura e anlise de texto

    A Pennsula Ibrica foi ocupada, desde a Antiguidade, por muitos povos e recebia di-ferentes denominaes, sempre conforme o grupo que a dominava. Os gregos foram os primeiros que a chamaram de Pennsula Ibrica. J para os romanos, durante o domnio que exerceram sobre o territrio, seu nome era Hispnia.

    Com o declnio do Imprio Romano e as invases brbaras, surgiram vrios reinos na pe-nnsula. A princpio, chegaram os alanos, suevos e vndalos; depois, seguiram-se os visigodos. As invases islmicas (tambm conhecidas como invases rabes ou muulmanas) ocorreram a partir de 711, quando, partindo do Norte da frica, os mouros cruzaram o mar Mediter-rneo, pelo Estreito de Gibraltar, e iniciaram um domnio que somente teria fim em 1492.

    O perodo da presena muulmana na Pennsula Ibrica foi marcado por muitas lutas entre os povos que habitavam a regio. Um dos fatores que impulsionava a guerra eram as diferenas religiosas entre os cristos, que j habitavam o territrio, e os muulmanos, os conquistadores.

    Reconquista a denominao atribuda ao movimento de recuperao do territrio eu-ropeu que havia passado para o controle dos muulmanos pelos reinos cristos. O obje-tivo da Reconquista, alm de religioso, era econmico, j que se buscava recuperar as terras e tudo o que existia sobre elas.

    A Reconquista teve carter de Guerra Santa, e seus participantes, considerados soldados de Cristo, levaram a espada e a cruz para as frentes de combate. Como conse qun cia, ampliaram--se os contatos culturais e comerciais entre a Europa e o Oriente.

    A luta pela reconquista do territrio resultou na formao das Monarquias portuguesa e espanhola. Portugal surgiu como Estado em 1143, enquanto a Espanha somente se unificaria em 1492, aps o casamento de Fernando II de Arago e Isabel I de Castela.

    Elaborado especialmente para o So Paulo faz escola.

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    ARRUDA, Jos Jobson de A. Atlas histrico bsico. So Paulo: tica, 2002. p. 18. Mapa original (sem escala; sem orientao de norte geogrfico; mantida a grafia).

    1. Qual o tema de cada um dos mapas?

    Mapa 1 Tema:

    Mapa 2 Tema:

    2. Identifique as ideias centrais do texto:

    3. Escreva um ttulo para o texto, tomando por base as ideias centrais que voc identificou.

    Leitura de mapas

    Para compreender a formao de Portugal e Espanha, faa a leitura dos mapas a seguir, com a ajuda de seu professor:

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    A elaborao da sntese de um texto uma estratgia de estudo por meio da qual o leitor seleciona as ideias principais e indica as relaes entre os contedos e os conceitos apresentados.

    2. Leia as legendas dos mapas e identifique as informaes que elas fornecem, observando os dados de cada um deles. Depois da observao, responda:

    a) Que momentos da histria cada mapa retrata e a que sculos eles correspondem?

    b) Que territrios so descritos nos mapas?

    c) O que podem indicar as referncias a cristos e a muulmanos nas legendas dos mapas?

    d) Quais mudanas so observadas entre o mapa de 1150 e o de 1275?

    3. Que data e acontecimento marcam o fim da Guerra de Reconquista?

    Sntese de texto

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    Mas, antes de prosseguir, voc no acha bom esclarecer o que conceito?

    Conceito uma palavra ou termo utilizado por determinada rea do conheci-mento, como a Histria. Por exemplo, Cruzada um conceito histrico e est rela-cionado s expedies de carter religioso que tinham como objetivo reconquistar Jerusalm, a Terra Santa, do domnio dos muulmanos durante a Baixa Idade M-dia. Veja como uma nica palavra, no caso, Cruzada, sintetiza uma ampla explicao sobre o que aconteceu.

    Ttulo do livro:

    Autor:

    Editora:

    Ttulo do texto:

    t Ideias centrais:

    t Palavras-chave:

    t Conceitos:

    b) Leia o texto sempre tendo como referncia o tema principal a formao de Portugal e grife as ideias centrais, as palavras-chave e os conceitos histricos que aparecerem. Depois, liste-os nos espaos a seguir. Privilegie as ideias principais que sejam esclarecedoras do tema proposto no ttulo do texto:

    1. Pea ajuda ao seu professor para selecionar, em livros didticos, um texto sobre a formao de Portugal como Monarquia Nacional.

    a) Identifique os dados do texto selecionado:

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    c) Para fazer uma sntese do texto, interessante, primeiro, organizar as ideias. Elabore frases cur-tas relacionadas ao tema central e liste os principais conceitos.

    Formao de Portugal

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    VOC APRENDEU?

    1. Pesquise em dicionrios, enciclopdias, sites de busca e em seu livro didtico palavras da lngua portuguesa que tm origem rabe, mostrando a influncia da ocupao dos mouros na Penn-sula Ibrica, entre os sculos VIII e XIII. Para enriquecer a pesquisa, anote o significado das palavras e faa desenhos ou coloque imagens para ilustr-las.

    Palavra e significado Imagem

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    2. Explique por que os habitantes da Pennsula Ibrica chamaram de Reconquista as batalhas con-tra os mouros.

    3. O domnio da Pennsula Ibrica pelos mouros, iniciado entre os anos 711 e 725, no foi aceito de forma pacfica e desencadeou um conjunto de campanhas militares que recebeu o nome de Reconquista. Dessa Reconquista originaram-se as seguintes monarquias europeias:

    a) Frana e Espanha.

    b) Portugal e Inglaterra.

    c) Portugal e Espanha.

    d) ustria e Frana.

    e) Frana e Portugal.

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    4. Entre os reinos cristos da Pennsula Ibrica do sculo VIII, destacam-se os que estavam locali-zados ao Norte, nas regies montanhosas. Marque a alternativa que no corresponde ao reino cristo desse perodo.

    a) Navarra.

    b) Castela.

    c) Leo.

    d) Arago.

    e) Andaluzia.

    5. Assinale o ltimo local reconquistado pelos cristos, em 1492, na Pennsula Ibrica.

    a) Castela.

    b) Valncia.

    c) Lisboa.

    d) Madri.

    e) Granada.

    Livros

    t PERLMAN, Alina. Dirio de Portugal. Uma conversa de bar, uma mesa, uma inves-tigao histrica. So Paulo: DCL, 2003. Em frias com os pais em Portugal, Rui e Lucinha visitam lugares como Lisboa, vora, Sintra e Estoril e interessam-se pela histria dos judeus que viveram na Pennsula Ibrica no perodo da Inquisio. As ex-perincias vivenciadas pelos irmos so registradas em um dirio. A autora utiliza fatos verdicos que permitem aos jovens leitores compreender esse perodo e, alm disso, discutir tolerncia e diferenas religiosas, entre outros assuntos.

    t YAZBEK, Mustaf. A Espanha muulmana. So Paulo: tica, 1993. Neste livro, o au-tor discute sobre a invaso da cidade de Toledo pelas tropas do rei cristo Afonso VI e os aspectos mais importantes dos oito sculos em que os rabes ocuparam territrios da Pennsula Ibrica.

    PARA SABER MAIS

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    SITUAO DE APRENDIZAGEM 6 OS FUNDAMENTOS TERICOS DO ABSOLUTISMO E AS PRTICAS DAS MONARQUIAS ABSOLUTISTAS

    Releia o texto e grife suas ideias centrais.

    1. Pesquise em seu livro didtico e registre no espao a seguir o significado da palavra Absolutismo.

    2. Qual o significado da expresso tericos do Absolutismo?

    !?

    O Absolutismo e suas teorias sobre o poder absoluto do soberano resultaram, em par-te, das convulses derivadas da Reforma Protestante e da Contrarreforma Catlica no s-culo XVI. O protestantismo, especialmente, fundava-se na liberdade individual, como se cada fiel fosse o prprio sacerdote. Lutero negava a santidade do clero e dessa forma ques-tionava seus privilgios e autoridade exclusiva para interpretar a Bblia. Todos tinham con-dies de compreender a palavra divina, sem precisar de intermedirios. As congregaes luteranas seriam, ento, uma reunio espontnea e autnoma de fiis, sem submisso a uma estrutura hierrquica tal como a Igreja Catlica impunha e que havia prevalecido na Europa at aquele momento. Embora a autonomia proposta pelo protestantismo fosse, na origem, religiosa, ela desafiava, de forma direta, as estruturas de poder que eram o alicerce das sociedades europeias. Havia, portanto, uma crtica ordem vigente, por parte dos ho-mens dos sculos XVI e XVII, fundamentada por importantes tericos.

    Elaborado especialmente para o So Paulo faz escola.

    Leitura e anlise de texto

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    PESQUISA EM GRUPO

    Nesta atividade voc trabalhar as biografias de dois importantes tericos do Absolutismo: Jac-ques Bossuet e Thomas Hobbes.

    1. Neste primeiro momento, de acordo com as orientaes de seu professor, discuta com seus co-legas quais informaes uma biografia deve conter e anote-as no espao a seguir.

    2. No segundo momento, verifique com seu professor como ser feita a seleo dos grupos e a organizao do cronograma para a entrega dos dados pesquisados.

    Em seguida, voc encontrar um breve roteiro, para facilitar a organizao e sistematizao dos dados biogrficos:

    Anote a data para a entrega da pesquisa:

    ____/____/________.

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    t QSJODJQBJTBUJWJEBEFTFGPSNBPPOEFFT-tudou e como foi a sua vida de estudante);

    t QSJODJQBJTPCSBT

    t UFPSJBTRVFEFGFOEJB

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  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    Para facilitar a organizao da ficha coletiva de seu grupo durante o trabalho, registre os dados biogrficos pesquisados no espao a seguir:

    Jacques Bossuet:

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    Thomas Hobbes:

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    Para finalizar, verifique com seu professor como ser feita a apresentao dos dados pesquisados.

    Todo poder vem de Deus. Os governantes, pois, agem como ministros de Deus e seus representantes na Terra. Consequentemente, o trono real no o trono de um homem, mas o prprio trono de Deus. Resulta de tudo isso que a pessoa do rei sagrada, e que atac-lo de qualquer maneira sacrilgio. [...] O Poder real absoluto. O Prncipe no precisa dar conta de seus atos a ningum.

    BOSSUET, Jacques. Poltica tirada da Sagrada Escritura, 1670/1680. In: Coletnea de documentos histricos para o 1o grau. So Paulo: SEE/CENP, 1980. p. 79.

    a) Quem o autor desse documento?

    b) Que ttulo voc daria para esse documento?

    c) Como o autor do documento justifica a origem do poder absolutista?

    d) Os reis absolutistas utilizavam-se da teoria do direito divino para justificar o poder que exerciam sobre seus sditos. Pesquise em seu livro didtico as principais caractersticas des-sa teoria e registre no espao a seguir.

    Trabalhando com texto e imagem

    1. Leia o documento, e em seguida, responda as perguntas.

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    Hyacinthe Rigaud, Lus XIV, 1701, leo sobre tela, 277 cm x 194 cm.

    2. Observe a imagem ao lado. Trata-se de uma pin-tura do sculo XVIII que retrata o rei da Frana, Lus XIV, que ficou conhecido pela frase: O Es-tado sou eu.

    a) Observe e descreva os elementos que consti-tuem a imagem.

    b) Por que o Sol foi o smbolo escolhido para represent-lo?

    c) A frase dita por Lus XIV, O Estado sou eu, demonstra um sistema poltico centralizado ou descentralizado? Justifique sua resposta.

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    1. A grande maioria dos reis absolutistas encomendava retratos para que sua imagem ficasse co-nhecida nos diferentes locais de seu reino. Nesses retratos, eram colocados vrios smbolos da Monarquia.

    Assinale o item que no corresponde a um dos smbolos da monarquia absolutista.

    a) A coroa, que simbolizava a soberania e a dignidade do rei.

    b) O cetro, sinal de autoridade e fora.

    c) A espada, smbolo militar.

    d) O trono, local que marca o centro do poder poltico.

    e) A Constituio, que garantia os direitos individuais.

    2. A partir dos sculos XVII e XVIII, as prticas absolutistas passaram por modificaes inspiradas no racionalismo iluminista. Caracterize essas prticas.

    3. No Absolutismo europeu, o poder do monarca era transmitido de um rei para outro por meio de:

    a) eleio.

    b) aclamao.

    c) hereditariedade.

    d) golpe de Estado.

    e) nomeao.

    VOC APRENDEU?

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    Jogo

    Versalhes 1685 Conspirao na Corte do Rei-Sol. CD-ROM. Aventura histrica, em que o jogador assume o papel de Lalande, funcionrio do palcio de Versalhes, durante o governo de Lus XIV.

    PARA SABER MAIS

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    !?

    SITUAO DE APRENDIZAGEM 7 A REFORMA E A CONTRARREFORMA

    1. Grife a segunda frase do texto e escreva no espao a seguir a principal caracterstica do Estado a que a frase est fazendo referncia.

    2. Pesquise em um dicionrio o significado da palavra reforma e registre-o no espao a seguir.

    3. Explique o significado histrico dos termos Reforma e Contrarreforma.

    Com o fim do Imprio Romano, a Igreja Catlica exerceu posio de destaque desde o incio do sculo V d.C. Sem um Estado forte, como havia sido o romano, a Igreja pas-sou a ser a referncia universal. O prprio nome da Igreja demonstra isso, pois a palavra catlico significa, em grego, universal ou, literalmente, de todos.

    As mudanas ocorridas na Baixa Idade Mdia provocaram diversas transformaes no contexto sociocultural da Europa Ocidental, alterando a concepo dos homens quanto vida crist e culminando com a Reforma e a Contrarreforma.

    Elaborado especialmente para o So Paulo faz escola.

    Leitura e anlise de texto

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    PESQUISA INDIVIDUAL

    Pesquise o significado das palavras selecionadas a seguir. Lembre-se de utilizar o seu livro didtico, enciclopdias e sites que tratam deste assunto e, sempre que possvel, cole imagens ou faa desenhos relacionados ao tema em estudo.

    a) Indulgncia:

    b) Index:

    c) Martinho Lutero:

    d) Predestinao:

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    Hugo Vogel, Lutero afixa as 95 teses na Catedral de Wittenberg, em 31 de outubro de 1517, quadro de fins do sculo XIX.

    A

    lbum

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    stock

    e) Conclio de Trento:

    Tomando por base a observao da imagem a seguir e os estudos realizados, escreva um ttulo para a imagem e um pequeno texto utilizando informaes histricas sobre a Reforma e a Contrarreforma.

    Leitura e anlise de imagem

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    Resumo hierarquizado

    Nesta atividade, elaboraremos uma sntese com base no significado das frases do texto, hierar-quizando as ideias que o compem. Com este exerccio, voc perceber a importncia da leitura para o processamento de informaes de um texto escrito, visando sua interpretao.

    Etapas para a montagem de um resumo hierarquizado

    a) grife as ideias centrais do texto;

    b) organize as informaes do texto em diferentes sees, separadas por letras ou por nmeros referentes a cada pargrafo lido, para preparar o esquema do texto;

    c) utilize o dicionrio sempre que necessrio;

    d) escreva, com suas prprias palavras, duas ou trs frases para cada item selecionado, dando o mximo de informao com o mnimo de palavras.

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    Modelo de resumo hierarquizado

    1. Absolutismo

    1.1. Poder absoluto do soberano.1.2. Resulta, em parte, das convulses derivadas da Reforma Protestante e da Contrar-

    reforma Catlica.

    2. Protestantismo

    2.1. Fundava-se na liberdade individual.2.2. As congregaes eram uma reunio espontnea de fiis, sem submisso a uma

    estrutura hierrquica.2.3. Rompia radicalmente com a submisso hierrquica no mbito religioso e conse-

    quentemente poltico.

    As reformas religiosas

    O principal movimento reformista comeou no interior da prpria Igreja Catlica. O monge Martinho Lutero, em 1517, props que a venda de indulgncias, ou seja, do perdo aos pecados, fosse discutida. Depois, rompeu com Roma e fundou as bases do protestantis-mo, que, em linhas gerais, so as seguintes: a alfabetizao dos fiis para leitura da Bblia, possibilitando a interpretao pessoal das Escrituras; a eliminao de toda a estrutura cleri-cal, ou seja, no haveria mais papas, arcebispos, bispos ou qualquer outro ttulo hierrquico.

    As igrejas protestantes no tinham imagens de santos, pois se considerava o seu culto algo supersticioso e contrrio ao monotesmo (crena em um s Deus). O latim deixou de ser utilizado nas cerimnias religiosas, e a confisso e a comunho foram abolidas.

    O protestantismo foi combatido pela Igreja Catlica, com a excomunho dos hereges, ou seja, daqueles que passaram a seguir esses novos preceitos. Mesmo assim, ele ganhou o apoio de alguns membros da Igreja Catlica, que viram na nova orientao religiosa uma maneira de se livrar do poder do clero.

    Os nobres alemes tambm aderiram ao protestantismo, o que acabou por deflagrar vrios conflitos entre catlicos e protestantes, uma vez que o Imperador alemo Carlos V era catlico. A partir da, os preceitos protestantes inspiraram o surgimento de novas religies por toda a Europa, como o calvinismo.

    Leitura e anlise de texto

    Para facilitar a organizao do resumo hierarquizado, apresentamos a seguir um modelo.

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    1. Retome, se necessrio, as etapas de um resumo hierarquizado.

    2. Para organizar o trabalho, verifique com seu professor a possibilidade de trabalhar em dupla.

    3. Registre o resumo hierarquizado sobre a Reforma da Igreja Catlica no espao a seguir. No se esquea do ttulo.

    Diante desse avano do protestantismo em diversos reinos europeus, a Igreja convocou o Conclio de Trento (1545-1563), a fim de discutir os rumos da Igreja e tratar de questes que iam das indulgncias perda de fiis para a Reforma. Os cardeais participantes do Con-clio reafirmaram os principais dogmas questionados pelos protestantes: a salvao dos fiis por aes e pela f, a comunho, o culto aos santos, as procisses e a venerao da Virgem Maria. Alm disso, encomendaram a elaborao de um catecismo, com os princpios dos ensinamentos tradicionais da Igreja, e reviram a organizao da Igreja. As ordens religiosas foram importantes para a consolidao da reao catlica, especialmente a Companhia de Jesus, ordem missionria que tinha como objetivo a catequese. Todo esse processo foi cha-mado de Contrarreforma.

    Os conflitos entre catlicos e protestantes, nessas circunstncias, se intensificaram ao longo da segunda metade do sculo XVI. Seguiram-se muitas guerras motivadas pela religio, a comear pelas ocorridas na Frana entre 1562 e 1598. Foram muitos os massacres nas bata-lhas entre catlicos e huguenotes, como eram chamados os protestantes franceses. Um deles ocorreu em 24 de agosto de 1572, Dia de So Bartolomeu, quando milhares de huguenotes foram massacrados por foras reais. Os conflitos na Frana s foram superados quando Hen-rique IV (1589-1610), para ascender ao trono, converteu-se ao catolicismo, ao mesmo tempo que permitiu, pelo dito de Nantes, que os protestantes praticassem sua religio livremente.

    Elaborado especialmente para o So Paulo faz escola.

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    LIO DE CASA

    1. Os antecedentes da Reforma comearam a aparecer durante a Idade Mdia. Apresente dois fatores considerados importantes para as crticas feitas Igreja Catlica nesse perodo.

    2. Ao estudar as decises tomadas pelo Conclio de Trento, verifica-se que a Contrarreforma pro-curou eliminar, principalmente, os fatores que geravam as crticas mais duras contra a Igreja Catlica, proibindo a venda de indulgncias e reafirmando o princpio de que a salvao se dava pela f e pelas boas obras. Explique por que essas decises foram tomadas no Conclio de Trento.

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    VOC APRENDEU?

    1. O documento de Martinho Lutero, que criticava algumas prticas da Igreja Catlica, ficou co-nhecido como 95 teses e foi afixado na catedral de Wittenberg, localizada na:

    a) Alemanha.

    b) Holanda.

    c) Gr-Bretanha.

    d) Frana.

    e) Espanha.

    2. O monge Martinho Lutero, em sua doutrina religiosa, utilizou como lema a frase da epstola de So Paulo, pela f sereis salvos, para afirmar que a salvao dos fiis no dependia das indulgncias (o perdo dos pecados concedido pelo papa aos catlicos) nem da confisso dos pecados. A doutrina religiosa fundada por Martinho Lutero ficou conhecida como:

    a) catolicismo.

    b) luteranismo.

    c) mercantilismo.

    d) calvinismo.

    e) absolutismo.

    3. Martinho Lutero, ao propor uma nova Igreja, incentivou a discusso do Evangelho com seus fiis e, para isso, traduziu a Bblia para o alemo, pois, at aquele momento, ela s era conhe-cida no idioma oficial da Igreja Catlica. Esse idioma era o:

    a) ingls.

    b) francs.

    c) italiano.

    d) portugus.

    e) latim.

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    Livro

    t VEIGA, Luiz Maria. A Reforma Protestante. So Paulo: tica, 1992. (O Cotidiano da Histria). Em 1517, a autoridade espiritual da Igreja Catlica, hegemnica durante a Idade Mdia, sofreu um grande abalo. Martinho Lutero, monge alemo, fez crticas severas a determinadas prticas da Igreja, dando origem a um cisma do qual nasceu o protestantismo. No livro, a Reforma Protestante contada a partir da histria dos irmos Hermann e Lund.

    PARA SABER MAIS

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    !?

    SITUAO DE APRENDIZAGEM 8 EXPANSO MARTIMA NOS SCULOS XV E XVI

    72

    1. Grife as ideias centrais do texto.

    2. Com base na leitura do texto e nas aulas dadas para sua classe, identifique os fatores importantes que podem ser considerados desencadeadores da Expanso Martima ocorrida nos sculos XV e XVI.

    3. Escreva um ttulo para o texto, levando em conta suas ideias centrais.

    LIO DE CASA

    O cotidiano a bordo das naus

    Pesquise sobre as grandes navegaes em seu livro didtico, livros de apoio didtico, enciclopdias e sites de busca. Procure informaes sobre como era o cotidiano a bordo das naus durante as viagens, quais alimentos eram levados nas embarcaes, como era armazenada a gua, a estrutura das caravelas, a distribuio dos espaos entre os viajantes, os locais onde as embarcaes ancoravam e o papel dos grumetes. Pesquise tambm sobre os instrumentos nuticos utilizados no cotidiano das naus.

    No se esquea de grifar ou registrar as ideias centrais dos textos lidos e de anotar os ttulos dos livros, das enciclopdias e o endereo dos sites de busca ao final da pesquisa.

    A Expanso Martima resultou de acontecimentos ocorridos na Europa Ocidental, com destaque para a centralizao poltica decorrente da formao das Monarquias Na-cionais, a aliana entre o rei e a burguesia, a poltica econmica dos Estados Modernos e o Mercantilismo. Em resumo, caracterizou-se por ser um grande empreendimento econ-mico, poltico, social, militar e religioso.

    As viagens martimas eram muito arriscadas, e estudos feitos por especialistas tm mostrado que muitos viajantes da poca dos descobrimentos enfrentaram os mares sem a garantia de chegada ao fim da viagem.

    Elaborado especialmente para o So Paulo faz escola.

    Leitura e anlise de texto

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    Ttulo da pesquisa:

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    Fontes de pesquisa:

    PESQUISA INDIVIDUAL

    1. Com base nas informaes levantadas na pesquisa, escreva uma legenda para as imagens a seguir e explique sua importncia para a Expanso Martima.

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  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

    76

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    Portulano:

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    ty Im

    ages Vela latina:

    2. O mapa que vir a seguir apresenta as principais rotas de navegadores portugueses e espanhis. Identifique a principal consequncia das grandes navegaes nos sculos XV e XVI.

    3. Pesquise e organize um texto informativo sobre as rotas de navegao de Bartolomeu Dias, Vas-co da Gama, Pedro lvares Cabral e Cristvo Colombo.

    M

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    el N

    eelo

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    ages

    Sextante:

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    S

    PL/L

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    stock

    Bartolomeu Dias:

    ARRUDA, Jos Jobson de A. Atlas histrico bsico. So Paulo: tica, 2002. p. 19. Mapa original (sem escala; sem orientao de norte geogrfico; mantida a grafia).

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  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

    78

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    Pedro lvares Cabral:

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    Cristvo Colombo:

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    Vasco da Gama:

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

    79

    A pesquisa tem como objetivo a elaborao de uma histria em quadrinhos sobre a expanso martima.

    Verifique com seu professor quando voc e seus colegas devero levar as revistinhas de his-tria em quadrinhos. Assim que for feito o agendamento, organize com seu grupo como cada um vai contribuir. Veja a possibilidade de conseguirem exemplares na biblioteca, com vizinhos e colegas.

    PESQUISA EM GRUPO

    Ao final do processo de trabalho, o professor vai combinar com voc uma forma de todos os grupos socializarem as histrias em quadrinhos produzidas. Aguarde orientao!

    Etapas

    Primeira Com os exemplares em mos, observem os elementos principais de uma histria em quadrinhos, como as personagens, a moldura da histria, conhecida como qua-dro, e as diferentes cenas.

    Segunda Escolha, com seu grupo, um tema relacionado Expanso Martima para a montagem da histria em quadrinhos e o material em que ser realizada, por exemplo, dife-rentes papis, como canson, sulfite, carto, cartolina, jornal, e os materiais necessrios, como lpis grafite, lpis de cor e canetinhas coloridas.

    Terceira Selecionem as personagens e faam um rascunho da histria, de acordo com o tema escolhido. Verifiquem a importncia da criao das falas das personagens nos chama-dos bales. Observem, ainda, que h diversos tipos de bales, como o da fala, do sussurro, do grito e do pensamento e que um recurso muito interessante colorir o balo. Atente tambm para o uso de outras formas de representao dos sons, como, por exemplo, a do barulho de alguma coisa batendo: blan.

    Quarta Utilizem os diferentes recursos apresentados em uma histria em quadrinhos, como transportar para um objeto o sentido de uma palavra ou frase, dando a ele um sentido figurado que a figura de linguagem conhecida como metfora. Em geral, nas histrias em quadrinhos, as metforas so visuais e indicam um sentimento ou acontecimento, como, por exemplo, o corao saltar pela boca de um marinheiro que vai avisar ter visto sinais de terra. No se esqueam de desenhar representaes caractersticas na composio das cenas, como nuvens, Sol, estrelas, gua, aves, matas, montes e outras embarcaes.

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    LIO DE CASA

    Para a prxima aula voc dever levar para a classe pequenas amostras de pimenta-do-reino, cravo, gengibre, cominho, aafro e canela, embaladas em saquinhos plsticos transparentes. Com-bine com seu professor quem ficar responsvel por qual especiaria. O objetivo ser realizar, na sala de aula, a montagem de um painel coletivo com a definio de especiarias e sua utilidade. Cada um de vocs dever trazer, alm da amostra da especiaria, informaes a respeito das suas origens, for-mas de obteno e utilizao.

    Use o espao a seguir para registrar o rascunho do painel:

    Ja

    cek/

    Kin

    o Pimenta-do-reino:

    E

    mel

    y/C

    USP

    /Cor

    bis/

    Latin

    stock

    Canela:

    Th

    eres

    a R

    affet

    to/S

    tock

    Food

    /Lat

    insto

    ck

    Cravo:

    E

    l/C

    USP

    /Cb

    /Lk

    Th

    Rff

    /SkF

    d/L

    ik

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    VOC APRENDEU?

    1. O Oceano Atlntico, no perodo das grandes navegaes, era chamado de Mar Tenebroso. Explique as razes desse nome em um pequeno texto.

    A

    rco

    Imag

    es G

    mbH

    /Ala

    my/

    Glo

    w Im

    ages

    Gengibre:

    K

    eith

    Lei

    ghto

    n/Al

    amy/

    Glo

    w Im

    ages Cominho:

    G

    eoffr

    ey K

    idd/

    Alam

    y/G

    low

    Imag

    es Aafro:

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    M. Bardo, Ameaas tenebrosas que os marinheiros enfrentam, gravura. Observe a figura do Anjo da Morte no canto supe-rior esquerdo.

    K

    ean

    Col

    lect

    ion/

    Get

    ty Im

    ages

    a) espanhol.

    b) genovs.

    c) portugus.

    d) holands.

    e) ingls.

    2. Em 1492, o navegador Cristvo Colombo comandou uma esquadra, a servio do rei da Espanha, com o objetivo de chegar ao Oriente navegando em direo ao Oeste. Colombo era:

  • Histria 6a srie/7o ano Volume 1

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    3. Um dos instrumentos mais importantes para os navegadores era a bssola, composta de uma agulha magntica que aponta sempre para o Norte. Difundido pelos rabes e aperfeioado pelos europeus, esse instrumento de origem:

    a) chinesa.

    b) egpcia.

    c) portuguesa.

    d) espanhola.

    e) holandesa.

    4. Portugal foi o primeiro Estado Nacional a envolver-se com grandes expedies martimas, e vrios fatores foram importantes para o pioneirismo portugus. Assinale a alternativa que no contribuiu para a Expanso Martima portuguesa.

    a) A burguesia enriquecida e atuante de Portugal.

    b) A centralizao do poder.

    c) A existncia de bons portos.

    d) A falta de unidade poltica.

    e) A posio geogrfica.

    Livros

    t AMADO, Janana; FIGUEIREDO, Luiz Carlos. Colombo e a Amrica: quinhentos anos depois. 4. ed. So Paulo: Atual, 1992. (Histria Geral em Documentos). Neste volume, voc conhecer melhor as expedies de Colombo, desde seu sonho de uma viagem s ndias at a chegada Amrica, depois de diversas intempries.

    t _____. Magia das especiarias: a busca de especiarias e a expanso martima. So Paulo: Atual, 2001. (Nas Ondas da Histria). A autora analisa a relao entre o mundo das especiarias e a Expanso Martima.

    t UEHARA, Helena M. O Brasil de Pero Vaz de Caminha. So Paulo: Ideia Escrita, 2008. Neste livro, a autora apresenta um texto da Carta de Pero Vaz de Caminha e snteses temticas (a vida em alto-mar, as especiarias, curiosidades etc.) sobre as gran-des navegaes.

    PARA SABER MAIS

  • CONCEPO E COORDENAO GERALNOVA EDIO 2014-2017

    COORDENADORIA DE GESTO DA EDUCAO BSICA CGEB

    Coordenadora Maria Elizabete da Costa

    Diretor do Departamento de Desenvolvimento Curricular de Gesto da Educao Bsica Joo Freitas da Silva

    Diretora do Centro de Ensino Fundamental dos Anos Finais, Ensino Mdio e Educao Prossional CEFAF Valria Tarantello de Georgel

    Coordenadora Geral do Programa So Paulo faz escolaValria Tarantello de Georgel

    Coordenao Tcnica Roberto Canossa Roberto Liberato Suely Cristina de Albuquerque Bomm

    EQUIPES CURRICULARES

    rea de Linguagens Arte: Ana Cristina dos Santos Siqueira, Carlos Eduardo Povinha, Ktia Lucila Bueno e Roseli Ventrela.

    Educao Fsica: Marcelo Ortega Amorim, Maria Elisa Kobs Zacarias, Mirna Leia Violin Brandt, Rosngela Aparecida de Paiva e Sergio Roberto Silveira.

    Lngua Estrangeira Moderna (Ingls e Espanhol): Ana Paula de Oliveira Lopes, Jucimeire de Souza Bispo, Marina Tsunokawa Shimabukuro, Neide Ferreira Gaspar e Slvia Cristina Gomes Nogueira.

    Lngua Portuguesa e Literatura: Angela Maria Baltieri Souza, Claricia Akemi Eguti, Id Moraes dos Santos, Joo Mrio Santana, Ktia Regina Pessoa, Mara Lcia David, Marcos Rodrigues Ferreira, Roseli Cordeiro Cardoso e Rozeli Frasca Bueno Alves.

    rea de Matemtica Matemtica: Carlos Tadeu da Graa Barros, Ivan Castilho, Joo dos Santos, Otavio Yoshio Yamanaka, Rodrigo Soares de S, Rosana Jorge Monteiro, Sandra Maira Zen Zacarias e Vanderley Aparecido Cornatione.

    rea de Cincias da Natureza Biologia: Aparecida Kida Sanches, Elizabeth Reymi Rodrigues, Juliana Pavani de Paula Bueno e Rodrigo Ponce.

    Cincias: Eleuza Vania Maria Lagos Guazzelli, Gisele Nanini Mathias, Herbert Gomes da Silva e Maria da Graa de Jesus Mendes.

    Fsica: Carolina dos Santos Batista, Fbio Bresighello Beig, Renata Cristina de Andrade

    Oliveira e Tatiana Souza da Luz Stroeymeyte.

    Qumica: Ana Joaquina Simes S. de Matos Carvalho, Jeronimo da Silva Barbosa Filho, Joo Batista Santos Junior e Natalina de Ftima Mateus.

    rea de Cincias Humanas Filosoa: Emerson Costa, Tnia Gonalves e Tenia de Abreu Ferreira.

    Geograa: Andria Cristina Barroso Cardoso, Dbora Regina Aversan e Srgio Luiz Damiati.

    Histria: Cynthia Moreira Marcucci, Maria Margarete dos Santos e Walter Nicolas Otheguy Fernandez.

    Sociologia: Alan Vitor Corra, Carlos Fernando de Almeida e Tony Shigueki Nakatani.

    PROFESSORES COORDENADORES DO NCLEO PEDAGGICO

    rea de Linguagens Educao Fsica: Ana Lucia Steidle, Eliana Cristine Budisk de Lima, Fabiana Oliveira da Silva, Isabel Cristina Albergoni, Karina Xavier, Katia Mendes e Silva, Liliane Renata Tank Gullo, Marcia Magali Rodrigues dos Santos, Mnica Antonia Cucatto da Silva, Patrcia Pinto Santiago, Regina Maria Lopes, Sandra Pereira Mendes, Sebastiana Gonalves Ferreira Viscardi, Silvana Alves Muniz.

    Lngua Estrangeira Moderna (Ingls): Clia Regina Teixeira da Costa, Cleide Antunes Silva, Edna Boso, Edney Couto de Souza, Elana Simone Schiavo Caramano, Eliane Graciela dos Santos Santana, Elisabeth Pacheco Lomba Kozokoski, Fabiola Maciel Saldo, Isabel Cristina dos Santos Dias, Juliana Munhoz dos Santos, Ktia Vitorian Gellers, Ldia Maria Batista Bomm, Lindomar Alves de Oliveira, Lcia Aparecida Arantes, Mauro Celso de Souza, Neusa A. Abrunhosa Tpias, Patrcia Helena Passos, Renata Motta Chicoli Belchior, Renato Jos de Souza, Sandra Regina Teixeira Batista de Campos e Silmara Santade Masiero.

    Lngua Portuguesa: Andrea Righeto, Edilene Bachega R. Viveiros, Eliane Cristina Gonalves Ramos, Graciana B. Ignacio Cunha, Letcia M. de Barros L. Viviani, Luciana de Paula Diniz, Mrcia Regina Xavier Gardenal, Maria Cristina Cunha Riondet Costa, Maria Jos de Miranda Nascimento, Maria Mrcia Zamprnio Pedroso, Patrcia Fernanda Morande Roveri, Ronaldo Cesar Alexandre Formici, Selma Rodrigues e Slvia Regina Peres.

    rea de Matemtica Matemtica: Carlos Alexandre Emdio, Clvis Antonio de Lima, Delizabeth Evanir Malavazzi, Edinei Pereira de Sousa, Eduardo Granado Garcia, Evaristo Glria, Everaldo Jos Machado de Lima, Fabio Augusto Trevisan, Ins Chiarelli Dias, Ivan Castilho, Jos Maria Sales Jnior, Luciana Moraes Funada, Luciana Vanessa de Almeida Buranello, Mrio Jos Pagotto, Paula Pereira Guanais, Regina Helena de Oliveira Rodrigues, Robson Rossi, Rodrigo Soares de S, Rosana Jorge Monteiro,

    Rosngela Teodoro Gonalves, Roseli Soares Jacomini, Silvia Igns Peruquetti Bortolatto e Zilda Meira de Aguiar Gomes.

    rea de Cincias da Natureza Biologia: Aureli Martins Sartori de Toledo, Evandro Rodrigues Vargas Silvrio, Fernanda Rezende Pedroza, Regiani Braguim Chioderoli e Rosimara Santana da Silva Alves.

    Cincias: Davi Andrade Pacheco, Franklin Julio de Melo, Liamara P. Rocha da Silva, Marceline de Lima, Paulo Garcez Fernandes, Paulo Roberto Orlandi Valdastri, Rosimeire da Cunha e Wilson Lus Prati.

    Fsica: Ana Claudia Cossini Martins, Ana Paula Vieira Costa, Andr Henrique Ghel Runo, Cristiane Gislene Bezerra, Fabiana Hernandes M. Garcia, Leandro dos Reis Marques, Marcio Bortoletto Fessel, Marta Ferreira Mafra, Rafael Plana Simes e Rui Buosi.

    Qumica: Armenak Bolean, Ctia Lunardi, Cirila Tacconi, Daniel B. Nascimento, Elizandra C. S. Lopes, Gerson N. Silva, Idma A. C. Ferreira, Laura C. A. Xavier, Marcos Antnio Gimenes, Massuko S. Warigoda, Roza K. Morikawa, Slvia H. M. Fernandes, Valdir P. Berti e Willian G. Jesus.

    rea de Cincias Humanas Filosoa: lex Roberto Genelhu Soares, Anderson Gomes de Paiva, Anderson Luiz Pereira, Claudio Nitsch Medeiros e Jos Aparecido Vidal.

    Geograa: Ana Helena Veneziani Vitor, Clio Batista da Silva, Edison Luiz Barbosa de Souza, Edivaldo Bezerra Viana, Elizete Buranello Perez, Mrcio Luiz Verni, Milton Paulo dos Santos, Mnica Estevan, Regina Clia Batista, Rita de Cssia Araujo, Rosinei Aparecida Ribeiro Librio, Sandra Raquel Scassola Dias, Selma Marli Trivellato e Sonia Maria M. Romano.

    Histria: Aparecida de Ftima dos Santos Pereira, Carla Flaitt Valentini, Claudia Elisabete Silva, Cristiane Gonalves de Campos, Cristina de Lima Cardoso Leme, Ellen Claudia Cardoso Doretto, Ester Galesi Gryga, Karin SantAna Kossling, Marcia Aparecida Ferrari Salgado de Barros, Mercia Albertina de Lima Camargo, Priscila Loureno, Rogerio Sicchieri, Sandra Maria Fodra e Walter Garcia de Carvalho Vilas Boas.

    Sociologia: Anselmo Luis Fernandes Gonalves, Celso Francisco do , Lucila Conceio Pereira e Tnia Fetchir.

    Apoio:Fundao para o Desenvolvimento da Educao - FDE

    CTP, Impresso e acabamentoEsdeva Indstria Grca Ltda.

  • A Secretaria da Educao do Estado de So Paulo autoriza a reproduo do contedo do material de sua titularidade pelas demais secretarias de educao do pas, desde que mantida a integri-dade da obra e dos crditos, ressaltando que direitos autorais protegidos*devero ser diretamente negociados com seus prprios titulares, sob pena de infrao aos artigos da Lei no 9.610/98.

    * Constituem direitos autorais protegidos todas e quaisquer obras de terceiros reproduzidas no material da SEE-SP que no estejam em domnio pblico nos termos do artigo 41 da Lei de Direitos Autorais.

    * Nos Cadernos do Programa So Paulo faz escola so indicados sites para o aprofundamento de conhecimentos, como fonte de consulta dos contedos apresentados e como referncias bibliogrcas. Todos esses endereos eletrnicos foram checados. No entanto, como a internet um meio dinmico e sujeito a mudanas, a Secretaria da Educao do Estado de So Paulo no garante que os sites indicados permaneam acessveis ou inalterados.* Os mapas reproduzidos no material so de autoria de terceiros e mantm as caractersticas dos originais, no que diz respeito graa adotada e incluso e composio dos elementos cartogrcos (escala, legenda e rosa dos ventos).

    Cincias Humanas Coordenador de rea: Paulo Miceli. Filosoa: Paulo Miceli, Luiza Christov, Adilton Lus Martins e Ren Jos Trentin Silveira.

    Geograa: Angela Corra da Silva, Jaime Tadeu Oliva, Raul Borges Guimares, Regina Araujo e Srgio Adas.

    Histria: Paulo Miceli, Diego Lpez Silva, Glaydson Jos da Silva, Mnica Lungov Bugelli e Raquel dos Santos Funari.

    Sociologia: Heloisa Helena Teixeira de Souza Martins, Marcelo Santos Masset Lacombe, Melissa de Mattos Pimenta e Stella Christina Schrijnemaekers.

    Cincias da Natureza Coordenador de rea: Luis Carlos de Menezes. Biologia: Ghisleine Trigo Silveira, Fabola Bovo Mendona, Felipe Bandoni de Oliveira, Lucilene Aparecida Esperante Limp, Maria Augusta Querubim Rodrigues Pereira, Olga Aguilar Santana, Paulo Roberto da Cunha, Rodrigo Venturoso Mendes da Silveira e Solange Soares de Camargo.

    Cincias: Ghisleine Trigo Silveira, Cristina Leite, Joo Carlos Miguel Tomaz Micheletti Neto, Julio Czar Foschini Lisba, Lucilene Aparecida Esperante Limp, Mara Batistoni e Silva, Maria Augusta Querubim Rodrigues Pereira, Paulo Rogrio Miranda Correia, Renata Alves Ribeiro, Ricardo Rechi Aguiar, Rosana dos Santos Jordo, Simone Jaconetti Ydi e Yassuko Hosoume.

    Fsica: Luis Carlos de Menezes, Estevam Rouxinol, Guilherme Brockington, Iv Gurgel, Lus Paulo de Carvalho Piassi, Marcelo de Carvalho Bonetti, Maurcio Pietrocola Pinto de Oliveira, Maxwell Roger da Puricao Siqueira, Sonia Salem e Yassuko Hosoume.

    Qumica: Maria Eunice Ribeiro Marcondes, Denilse Morais Zambom, Fabio Luiz de Souza, Hebe Ribeiro da Cruz Peixoto, Isis Valena de Sousa Santos, Luciane Hiromi Akahoshi, Maria Fernanda Penteado Lamas e Yvone Mussa Esperidio.

    Caderno do Gestor Lino de Macedo, Maria Eliza Fini e Zuleika de Felice Murrie.

    GESTO DO PROCESSO DE PRODUO EDITORIAL 2014-2017

    FUNDAO CARLOS ALBERTO VANZOLINI

    Presidente da Diretoria Executiva Antonio Rafael Namur Muscat

    Vice-presidente da Diretoria Executiva Alberto Wunderler Ramos

    GESTO DE TECNOLOGIAS APLICADAS EDUCAO

    Direo da rea Guilherme Ary Plonski

    Coordenao Executiva do Projeto Angela Sprenger e Beatriz Scavazza

    Gesto Editorial Denise Blanes

    Equipe de Produo

    Editorial: Amarilis L. Maciel, Anglica dos Santos Angelo, Bris Fatigati da Silva, Bruno Reis, Carina Carvalho, Carla Fernanda Nascimento, Carolina H. Mestriner, Carolina Pedro Soares, Cntia Leito, Eloiza Lopes, rika Domingues do Nascimento, Flvia Medeiros, Gisele Manoel, Jean Xavier, Karinna Alessandra Carvalho Taddeo, Leandro Calbente Cmara, Leslie Sandes, Main Greeb Vicente, Marina Murphy, Michelangelo Russo, Natlia S. Moreira, Olivia Frade Zambone, Paula Felix Palma, Priscila Risso, Regiane Monteiro Pimentel Barboza, Rodolfo Marinho, Stella Assumpo Mendes Mesquita, Tatiana F. Souza e Tiago Jonas de Almeida.

    Direitos autorais e iconograa: Beatriz Fonseca Micsik, rica Marques, Jos Carlos Augusto, Juliana Prado da Silva, Marcus Ecclissi, Maria Aparecida Acunzo Forli, Maria Magalhes de Alencastro e Vanessa Leite Rios.

    Edio e Produo editorial: Jairo Souza Design Grco e Occy Design projeto grco!.

    CONCEPO DO PROGRAMA E ELABORAO DOS CONTEDOS ORIGINAIS

    COORDENAO DO DESENVOLVIMENTO DOS CONTEDOS PROGRAMTICOS DOS CADERNOS DOS PROFESSORES E DOS CADERNOS DOS ALUNOS Ghisleine Trigo Silveira

    CONCEPO Guiomar Namo de Mello, Lino de Macedo, Luis Carlos de Menezes, Maria Ins Fini coordenadora! e Ruy Berger em memria!.

    AUTORES

    Linguagens Coordenador de rea: Alice Vieira. Arte: Gisa Picosque, Mirian Celeste Martins, Geraldo de Oliveira Suzigan, Jssica Mami Makino e Sayonara Pereira.

    Educao Fsica: Adalberto dos Santos Souza, Carla de Meira Leite, Jocimar Daolio, Luciana Venncio, Luiz Sanches Neto, Mauro Betti, Renata Elsa Stark e Srgio Roberto Silveira.

    LEM Ingls: Adriana Ranelli Weigel Borges, Alzira da Silva Shimoura, Lvia de Arajo Donnini Rodrigues, Priscila Mayumi Hayama e Sueli Salles Fidalgo.

    LEM Espanhol: Ana Maria Lpez Ramrez, Isabel Gretel Mara Eres Fernndez, Ivan Rodrigues Martin, Margareth dos Santos e Neide T. Maia Gonzlez.

    Lngua Portuguesa: Alice Vieira, Dbora Mallet Pezarim de Angelo, Eliane Aparecida de Aguiar, Jos Lus Marques Lpez Landeira e Joo Henrique Nogueira Mateos.

    Matemtica Coordenador de rea: Nlson Jos Machado. Matemtica: Nlson Jos Machado, Carlos Eduardo de Souza Campos Granja, Jos Luiz Pastore Mello, Roberto Perides Moiss, Rogrio Ferreira da Fonseca, Ruy Csar Pietropaolo e Walter Spinelli.

  • Valid

    ade: 2014 2017