caderno azul 1 dia 2014

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  • A COR DA CAPA DO SEU CADERNO DE QUESTES AZUL. MARQUE-A EM SEU CARTO-RESPOSTA.

    PROVA DE CINCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIASPROVA DE CINCIAS DA NATUREZA E SUAS TECNOLOGIAS

    H uma doce luz no silncio.

    LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUES SEGUINTES:

    1. Este CADERNO DE QUESTES contm 90 questes numeradas de 1 a 90, dispostas da seguinte maneira:

    a) as questes de nmero 1 a 45 so relativas rea de Cincias Humanas e suas Tecnologias;

    b) as questes de nmero 46 a 90 so relativas rea de Cincias da Natureza e suas Tecnologias.

    2.quantidade de questes e se essas questes esto na ordem mencionada na instruo anterior. Caso o caderno esteja incompleto, tenha defeito ou apresente qualquer divergncia, comunique ao aplicador da sala para que ele tome as providncias cabveis.

    3. Para cada uma das questes objetivas, so apresentadas 5 opes. Apenas uma responde corretamente questo.

    4. O tempo disponvel para estas provas de quatro horas e trinta minutos.

    5. CARTO-RESPOSTA.Os rascunhos e as marcaes assinaladas no CADERNO DE QUESTES no sero considerados na avaliao.

    6. Quando terminar as provas, acene para chamar o aplicador e entregue este CADERNO DE QUESTES e o CARTO-RESPOSTA.

    7. Voc poder deixar o local de prova somente aps decorridas duas horas do incio da aplicao e poder levar seu

    prova nos 30 minutos que antecedem o trmino das provas.

    EXAME NACIONAL DO ENSINO MDIO

    ATENO: transcreva no espao apropriado do seu CARTO-RESPOSTA,

    Ministrioda Educao

    1 DIACADERNO

    1AZUL2015

    *AZUL75SAB1*

  • CH - 1 dia | Caderno 1 - AZUL - Pgina 2

    2015*AZUL75SAB2*

    CINCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS

    Questes de 1 a 45

    QUESTO 01

    BRASIL. Ministrio do Meio Ambiente/IBGE. Biomas. 2004 (adaptado).

    No mapa esto representados os biomas brasileiros que, em funo de suas caractersticas fsicas e do modo de ocupao do territrio, apresentam problemas ambientais distintos. Nesse sentido, o problema ambiental destacado no mapa indicaA

    B poluio dos rios temporrios.C queimadas dos remanescentes vegetais.D desmatamento das matas ciliares.E contaminao das guas subterrneas.QUESTO 02

    Dominar a luz implica tanto um avano tecnolgico quanto uma certa liberao dos ritmos cclicos da natureza, com a passagem das estaes e as alternncias de dia e noite. Com a iluminao noturna, a escurido vai cedendo lugar claridade, e a percepo temporal comea a se pautar pela marcao do relgio. Se a luz invade a noite, perde sentido a separao tradicional entre trabalho e descanso todas as partes do dia podem ser aproveitadas produtivamente.

    SILVA FILHO, A. L. M. Fortaleza: imagens da cidade. Fortaleza: Museu do Cear; Secult-CE, 2001 (adaptado).

    Em relao ao mundo do trabalho, a transformao apontada no texto teve como consequncia aA melhoria da qualidade da produo industrial.B reduo da oferta de emprego nas zonas rurais.C permisso ao trabalhador para controlar seus prprios

    horrios.D diminuio das exigncias de esforo no trabalho

    com mquinas.E ampliao do perodo disponvel para a jornada

    de trabalho.

    QUESTO 03

    Apesar de seu disfarce de iniciativa e otimismo, o homem moderno est esmagado por um profundo sentimento

    paralisado, para as catstrofes que se avizinham. Por isso, desde j, saliente-se a necessidade de uma permanente atitude crtica, o nico modo pelo qual o homem realizar sua vocao natural de integrar-se, superando a atitude do simples ajustamento ou acomodao, apreendendo temas e tarefas de sua poca.

    FREIRE, P. Educao como prtica da liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2011.

    a apreenso da realidade atual ser obtida pelo(a)

    A desenvolvimento do pensamento autnomo.B

    C resgate de valores tradicionais. D realizao de desejos pessoais.E aumento da renda familiar.

    QUESTO 04

    AMARILDO. Disponvel em: www.amarildo.com.br. Acesso em: 3 mar. 2013.

    Na charge h uma crtica ao processo produtivo agrcola brasileiro relacionada ao

    A elevado preo das mercadorias no comrcio.B aumento da demanda por produtos naturais.C crescimento da produo de alimentos.D hbito de adquirir derivados industriais. E uso de agrotxicos nas plantaes.

  • CH - 1 dia | Caderno 1 - AZUL - Pgina 3

    2015 *AZUL75SAB3*

    QUESTO 05

    A casa de Deus, que acreditam una, est, portanto, dividida em trs: uns oram, outros combatem, outros,

    suportam ser separadas; os servios prestados por uma so a condio das obras das outras duas; cada uma por sua vez encarrega-se de aliviar o conjunto... Assim a lei pode triunfar e o mundo gozar da paz.

    ALDALBERON DE LAON. In: SPINOSA, F. Antologia de textos histricos medievais. Lisboa: S da Costa, 1981.

    A ideologia apresentada por Aldalberon de Laon foi produzida durante a Idade Mdia. Um objetivo de tal ideologia e um processo que a ela se ops esto indicados, respectivamente, em:

    A

    B Subverter a hierarquia social / centralizao monrquica.

    C Impedir a igualdade jurdica / revolues burguesas.

    D

    E Questionar a ordem divina / Reforma Catlica.

    QUESTO 06

    A lngua de que usam, por toda a costa, carece de trs letras; convm a saber, no se acha nela F, nem L, nem R, coisa digna de espanto, porque assim no tm F, nem Lei, nem Rei, e dessa maneira vivem desordenadamente, sem terem alm disto conta, nem peso, nem medida.

    GNDAVO, P. M. A primeira histria do Brasil: histria da provncia de Santa Cruz a que vulgarmente chamamos Brasil. Rio de Janeiro: Zahar, 2004 (adaptado).

    A observao do cronista portugus Pero de Magalhes de Gndavo, em 1576, sobre a ausncia das letras F, L e R na lngua mencionada, demonstra a

    A simplicidade da organizao social das tribos brasileiras.

    B dominao portuguesa imposta aos ndios no incio da colonizao.

    C superioridade da sociedade europeia em relao sociedade indgena.

    D incompreenso dos valores socioculturais indgenas pelos portugueses.

    E

    aprendizado da lngua nativa.

    QUESTO 07

    O principal articulador do atual modelo econmico chins argumenta que o mercado s um instrumento econmico, que se emprega de forma indistinta tanto no capitalismo como no socialismo. Porm os prprios chineses j esto sentindo, na sua sociedade, o seu real significado: o mercado no algo neutro, ou um instrumental tcnico que possibilita sociedade

    Ele , ao contrrio do que diz o articulador, um instrumento do capitalismo e inerente sua estrutura como modo de produo. A sua utilizao est levando a uma polarizao da sociedade chinesa.

    OLIVEIRA, A. A Revoluo Chinesa. Caros Amigos, 31 jan. 2011 (adaptado).

    No texto, as reformas econmicas ocorridas na China so colocadas como antagnicas construo de um pas socialista. Nesse contexto, a caracterstica fundamental do socialismo, qual o modelo econmico chins atual se contrape a

    A desestatizao da economia.B instaurao de um partido nico.C manuteno da livre concorrncia.D formao de sindicatos trabalhistas.E extino gradual das classes sociais.

    QUESTO 08

    perderam suas casas e outros 4 milhes corriam o risco de ser despejadas. Os valores das casas despencaram em quase todos os EUA e muitas famlias acabaram devendo mais por suas casas do que o prprio valor do imvel. Isso desencadeou uma espiral de execues hipotecrias que diminuiu ainda mais os valores das

    atingisse a cidade. Casas abandonadas, com tbuas em janelas e portas, dominaram a paisagem nos bairros pobres, principalmente negros. Na Califrnia, tambm se

    HARVEY, D. O enigma do capital. So Paulo: Boitempo, 2011.

    Inicialmente restrita, a crise descrita no texto atingiu propores globais, devido ao()

    A superproduo de bens de consumo.B colapso industrial de pases asiticos.C interdependncia do sistema econmico.D isolamento poltico dos pases desenvolvidos.E al dos pases em desenvolvimento.

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    2015*AZUL75SAB4*

    QUESTO 09

    Voz do sangue

    Palpitam-meos sons do batuque e os ritmos melanclicos do blue.

    negro esfarrapado do Harlem danarino de Chicago negro servidor do South

    negro da fricanegros de todo o mundo

    Eu junto

    a minha pobre vozos meus humildes ritmos.

    Eu vos acompanhopelas emaranhadas fricas do nosso Rumo.

    Eu vos sintonegros de todo o mundoeu vivo a nossa histriameus irmos.

    Disponvel em: www.agostinhoneto.org. Acesso em: 30 jun. 2015.

    Nesse poema, o lder angolano Agostinho Neto, na dcada de 1940, evoca o pan-africanismo com o objetivo de

    AAmrica e na frica.

    B reconhecer as desigualdades sociais entre os negros de Angola e dos Estados Unidos.

    C descrever o quadro de pobreza aps os processos de independncia no continente africano.

    D solicitar o engajamento dos negros estadunidenses na luta armada pela independncia em Angola.

    E conclamar as populaes negras de diferentes pases a apoiar as lutas por igualdade e independncia.

    QUESTO 10

    Iniciou-se em 1903 a introduo de obras de arte com representaes de bandeirantes no acervo do Museu Paulista, mediante a aquisio de uma tela que homenageava o sertanista que comandara a destruio do Quilombo de Palmares. Essa aquisio, viabilizada por verba estadual, foi simultnea emergncia de uma interpretao histrica que apontava o fenmeno do sertanismo paulista como o elo decisivo entre a trajetria territorial do Brasil e de So Paulo, concepo essa que se consolidaria entre os historiadores ligados ao Instituto

    primeiras dcadas do sculo XX. MARINS, P. C. G. Nas matas com pose de reis: a representao de bandeirantes e a

    tradio da retratstica monrquica europeia. Revista do LEB, n. 44, fev. 2007.

    A prtica governamental descrita no texto, com a escolha dos temas das obras, tinha como propsito a construo de uma memria que

    Ado pas.

    B resgatava a importncia da resistncia escr