CABEAMENTO - ?· ABNT 14565 –Norma Brasileira para cabeamento Estruturado CAT. 6 Cabling / CAT. 7…

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  • CABEAMENTO

  • LARGURA DE BANDA ou

    BANDWIDTHCapacidade de transmisso de um computador ou canal

    de comunicaes, definida em MHz, para os sinais

    analgicos. Para os sinais digitais a definio em

    megabits por segundo (Mbps), variando de acordo com o

    padro de rede utilizado.

    A utilizao da Largura de banda ou BandWidth

    matematicamente pode ser definida como a razo de

    nmeros de bits transmitidos durante um especfico

    perodo de tempo pelo nmero total de bits que puderam

    ser transmitidos durante tal perodo, normalmente

    expressa em porcentagem.

  • LARGURA DE BANDA ou

    BANDWIDTHToken-ring 4/16 Mbps,

    Ethernet 10 Mbps,

    FDDI 100 Mbps,

    ATM 45/100/155/622 Mbps e 1.2 Gbps,

    Fast-Ethernet 100 Mbps e

    GigaBit Ethernet a 1000 Mbps.

  • LARGURA DE BANDA

    COMPARTILHADAshared Bandwidth:

    Configurao convencional, onde todas as

    estaes esto atachadas a um HUB e

    compartilham 10 ou 100 Mbps de largura

    de banda. Somente uma estao por vez

    pode efetuar a transmisso.

  • LARGURA DE BANDA

    COMUTADAswitched Bandwidth:

    Configurao suportada por um HUB com

    capacidade de efetuar bridging ou switching,

    provendo para cada port 10 ou 100 Mbps de

    largura de banda. Transmisses separadas

    podem ocorrer, filtrando-se inclusive trfego

    baseado em endereo MAC.

  • O meio de transmisso constitui o canal por onde fluem as informaes

    (dados, arquivos, programas etc.). Existem basicamente quatro tipos de

    meios de transmisso atualmente considerados para ambientes em rede:

  • O CABO COAXIAL

    - Relativa facilidade de instalao, baixo custo e boa

    imunidade a rudos eltricos;

    - Pode ser utilizado tanto em redes departamentais, como

    em ambientes industriais;

    - Dificuldade de remanejamento fsico (layout) e baixo nvel

    de segurana;

    - Complexidade de manuteno, quando o nmero de ns

    for grande.

  • O CABO PAR TRANADO

    - Custo por metro atraente, instalao simples e eficiente;

    - timo gerenciamento de manuteno;

    - Velocidades de at 1000Mbps com padro GigaBIT

    Ethernet;

    - Grande flexibilidade de Layout;

    - Baixa imunidade a rudos eltricos, com limitaes de

    distncia (100 m);

    - Aplicao em ambientes internos (Redes

    Departamentais).

  • A FIBRA PTICA

    - No conduz eletricidade (dieltrico), totalmente prova

    de campos eletromagnticos;

    - Baixa atenuao, no necessitando de elementos

    amplificadores;

    - Requer mo-de-obra especializada para conectorizao e

    instalao;

    - Custa o dobro do investimento realizado com as solues

    anteriores;

    - Teme ambientes midos, exigindo tipos especiais de

    Fibra.

  • O WIRELESS (transmisso sem fios)

    - Ideal para instalaes onde a cabeao normal passa a

    ser um fator crtico;

    - A rede fica livre de interferncias fsicas dentro do espao

    da empresa;

    - Delicada relao custo/velocidade de transmisso;

    - Tecnologias por LUZ ou RADIO FREQNCIA.

  • O Hardware de conexo implementado determina o

    PADRO de REDE, sendo constitudo por interfaces de

    Rede e cabeamento de conexo; elementos que esto

    relacionados porque as placas de rede realizam o

    interfaceamento do micro com o cabeamento,

    determinando assim o tipo de cabo a ser utilizado.

    Sistemas Operacionais de Rede podem trabalhar com

    qualquer padro de rede existente, desde que sejam

    satisfeitas as condies de hardware e software em

    relao s placas de rede (drivers).

  • ETHERNET: Capacidade de transmisso de at 10 Mbps

    em implementaes 10base-2, 10 base-5, 10 base-T e 10

    base FL. Esses termos designam a velocidade(10), o tipo

    de sinalizao utilizada (BandaBase) e o cabeamento

    utilizado.

    FAST-ETHERNET: Capacidade de transmisso de at 100

    Mbps. As trs opes de implementao so 100BASE-

    TX, para UTP nvel 5 (dois pares) ou STP tipo 1;

    100BASE-T4 para UTP nvel 5 (quatro pares) e 100BASE-

    FX, para fibra ptica multimodo( MM ).

  • FDDI/FDDI II: Capacidade de 100 Mbps (FDDI) e 200

    Mbps (FDDI II) com cabos de fibra ptica ou cobre CDDI.

    GIGABIT ETHERNET: Capacidade de transmisso de at

    1000 Mbps. Como opes de cabeamento temos o cabo

    UTP (cat. 5 e 4 pares), fibra ptica monomodo e

    multimodo.

    ASYNCRONOUS TRANSFER MODE (ATM): Capacidade

    de transmisso em 25/45/100/155/622 Mbps e 1.2 Gbps.

    Cabeamento em cabos UTP (cat. 5 em dois pares at 155

    Mbps, quatro pares para 622 Mbps e 1.2 Gbps) e Fibras

    monomodo (SM) e multimodo (MM).

  • O Padro ETHERNET (10 Mbps)

    Desenvolvido pela XEROX, DEC e INTEL em meados de 1972 com

    uma BANDWIDTH de 1Mbps, sendo posteriormente padronizado a 10

    Mbps pelo Institute of Electrical e Electronic Engineers (IEEE) sob

    a normatizao IEEE 802.3 e inicialmente introduzido na topologia em

    Barramento. Utiliza como mtodo de acesso ao meio fsico o

    protocolo CSMA-CD e sinalizao DIGITAL Manchester-encoded

    Digital Baseband. Os meios fsicos possveis so:

    COAXIAL = 10 BASE-2 conector BNC, para um mximo de 30 ns e

    185 m por segmento;

    COAXIAL = 10 BASE-5 conector AUI, para um mximo de 100 ns e

    500m por segmento;

  • PAR-TRANADO = 10 BASE-T conector RJ-45, para um mximo de 100m por

    segmento;

    FIBRA PTICA = 10 BASE-FL conector SMA / ST, mximo de 2000 m por

    segmento.

  • O Padro FAST-ETHERNET (100 Mbps)

    O padro FAST-ETHERNET atende ao crescente nmero

    e gnero de aplicaes, solicitando cada vez mais

    BANDWIDTH ou LARGURA de BANDA. Dentre vrias

    tecnologias de alta velocidade existentes, esse padro

    preserva os investimentos realizados em LANs 10 BASE-

    T. Utiliza o mesmo mtodo de sinalizao do ETHERNET

    a 10 Mbps (CSMA-CD), com opes em 100 Mbps em

    FULL-DUPLEX. Sua largura de Banda pode ser

    compartilhada/shared ou comutada ou switched.

  • Como opes de cabeamento temos: 100 BASE - TX = 2 pares UTP (

    cat5 ) ou STP/100 BASE-T4 = 4 pares UTP (cat. 3, 4 ou 5). Para

    Fibras pticas 100 BASE - FX (2 fibras pticas).

    Auto-sensing 10/100 A opo conhecida como auto-sensing permite

    ao port do adaptador de rede, HUB ou SWITCH transmitir em 10

    BASE-T ou 100 BASE-T, permitindo a mais rpida condio de

    comunicao disponvel na outra extremidade. A NIC comunica sua

    capacidade de transmisso 10/100 por meio de um trem de pulsos

    chamado de Fast Link Pulse (FLP), gerado automaticamente durante o

    power-up. Esses pulsos recebidos pelo port do concentrador so

    detectados e posteriormente o mesmo enviar novos (FLPs) que

    por algoritmos matemticos efetivar a conexo da NIC/HUB em 100

    Mbps.

  • Regras de Topologias:

    100 m do HUB at a Estao / 200 m para um Repetidor classe I (100

    R 100);

    205 m para at dois Repetidores classe 2 (100 R 5 R 100);

    412 m do HUB at a Estao em Fibras pticas 62,5 / 125 multimodo;

    272 m entre um Repetidor CLASSE 1 (somente um repetidor por

    segmento 136 R 136);

    320 m entre um Repetidor CLASSE 2 (somente um repetidor por

    segmento 160 R 160);

    228 m entre dois Repetidores CLASSE 2 (dois repetidores por

    segmento 111 R 6 R 111 ).

  • O Padro GIGABIT ETHERNET (1000Mbps)

    Em desenvolvimento desde 1995 e quase totalmente

    padronizada, a tecnologia GIGABIT ETHERNET ou o

    ETHERNET a 1000 Mbps baseia-se em NICs GIGABIT,

    SWITCHES conectando segmentos Ethernet de 100Mbps

    e 1Gbps, SWITCHES ethernet GIGABIT, repetidores

    ethernet GIGABIT e ROTEADORES GIGABIT. A proposta

    desse padro prende-se em solues para aplicaes em

    alta performance com baixo custo de implantao. A

    tecnologia GIGABIT serve a segmentos de rede que

    necessitam de grande largura de banda, como

    BACKBONES de campus ou edifcios.

  • Como principais caractersticas temos:

    BandWidth de 1000 Mbps;

    Reconhecido pelo IEEE 802.3z;

    Pacotes (frames) compatveis com o Ethernet;

    Mtodo de acesso CSMA-CD;

    Estaes Multimdia e CAD/CAM;

    Conexes entre Servers, Switchs e implementao de

    Backbones;

    Largura de banda compartilhada e comutada;

    Topologia em estrela;

  • Como principais caractersticas temos:

    Fibra ptica Multimodo (62,5/125 micrmetros) 1000

    base LX (janela 1300 nm = 550 m;

    Fibra ptica Multimodo (62,5/125 micrmetros) 1000

    base SX (janela 850 nm) = 220-275 m (depende do tipo

    do emissor Led emissor de superfcie e de borda);

    Fibra ptica Monomodo (9/125 micrmetros) 1000

    base LX = 5000 m;

    Cabo UTP (cat. 5) a 4 pares = 1000 base X = 100 m.

  • O Padro ATM

    O padro Asynchronous Transfer Mode (ATM) ou Cell

    Rellay, foi desenvolvido pelo Telecommunications

    Standarization Sector da International Telecommunication

    Union (ITU), sendo um padro de comunicao em alta

    velocidade para LANs, MANs e WANs que processem

    aplicaes de grande largura de banda simultaneamente,

    como vdeo, voz e dados. O ATM pode alcanar

    velocidades como 44,7Mbps, 100Mbps, 155,5Mbps,

    622Mbps e 1.2Gbps (no totalmente padronizada),

    tornando-se uma excelente opo para a integrao de

    redes espalhadas geograficamente, com as aplicaes

    atuais.

  • O Padro ATM

    As informaes (dados, voz e imagem) so divididas em

    pacotes (clulas) de 53 bytes (tamanho fixo), cinco

    com funo de Header e 48 para os Dados. As clulas

    podem carregar informaes de voz, dados ou imagem,

    digitalizadas. Quando as clulas atingem seu destino, a

    estao receptora decodifica-os no formato original. A

    movimentao das informaes contidas nas clulas

    realizada por meio de SWITCHES ATM (equipamentos

    que fazem o roteamento dos dados, encapsulados em

    clulas, dentro da rede ATM). As informaes so

    enviadas conforme a maior necessidade dos

    transmissores.

  • O Padro ATM

    Assim opera o ATM, priorizando determinadas clulas

    (imagem, por exemplo), as quais no devem sofrer

    retardos por serem transmisses em tempo real (real time).

    Esse recurso promove uma alocao dinmica de banda,

    ou seja, se em determinado instante houver um volume

    grande de VOZ a ser transmitido, a banda ou canal de

    transmisso ter uma faixa maior reservada para essa

    transmisso, dando maior throughput para as clulas de

    VOZ. Finalmente, podemos afirmar que se trata de uma

    excelente opo, inclusive para sistemas em rede local,

    porm o custo do hardware envolvido altssimo, se

    comparado s tecnologias j existentes como o padro

    FDDI, Fast-Ethernet etc.

  • Como principais caractersticas temos:

    Largura de banda comutada e topologia em estrela;

    Cabo UTP cat. 5 em dois pares 155Mbps at 100 m;

    Cabeamento em fibra ptica MultiModo 155 Mbps =

    1000m / 2000 m;

    Cabeamento em fibra ptica MonoModo 155 Mbps =

    15000 m;

    Cabeamento em fibra ptica Multimodo 622 Mbps =

    300m / 500m;

    Cabeamento em fibra ptica Monomodo 622 Mbps =

    15000m.

  • A definio da escolha de uma padronizao de Rede uma tarefa

    delicada, uma vez que devem ser levados em considerao vrios

    tpicos. Os mais importantes atualmente considerados so:

    Largura de Banda ou BandWidth;

    Aplicao em LANs / MANs e WANs;

    Estudo do trfego (unicast ou multicast);

    Nmero de NS (por aplicao/por segmento);

    Suporte a REAL-TIME VDEO e MULTIMDIA;

    Distncias e condies de instalao, custo de instalao e

    migrao;

    Tendncias futuras e suporte a novas tecnologias, proteo do

    investimento e migrao.

  • O Cabeamento Principais

    NORMAS tcnicasAmerican National Standards Institute

    (ANSI)

    Electronic Industries Association (EIA)

    Telecommunications Industry

    Association (TIA)

  • O Cabeamento Principais

    NORMAS tcnicasANSI EIA/TIA 568-A Commercial Building Wiring

    Padronizao Americana para sistemas de cabeao

    estruturada que objetivam a implementao

    de cabeao para telecomunicaes como tipo de mdia,

    topologias de rede, comprimentos mximos do

    cabeamento, determinao de parmetros eltricos,

    configurao de conectores, codificao de cores e

    classificao de categorias de cabos e elementos de

    conexo de acordo com bandas de freqncia e os

    respectivos requisitos de desempenho.

  • O Cabeamento Principais

    NORMAS tcnicasANSI EIA/TIA 569-A Pathways & Spaces

    Estabelece projeto especfico e prticas de construo dentro e entre

    edifcios comerciais que iro suportar meios fsicos e equipamentos de

    telecomunicaes. Especificao de infra-estrutura para lanamento

    de cabos, distncias, interferncias de ordem eletromagntica,

    estrutural etc.

    ANSI EIA/TIA 606 Administrao fsica / ANSI EIA/TIA 607

    Aterramento

    ANSI EIA/TIA 568-A-5 Cat. 5E cabling / ANSI EIA/TIA 568-B.3 -

    Optical Fiber Cabling

    ANSI EIA/TIA 570-A Residential Cabling

    ABNT 14565 Norma Brasileira para cabeamento Estruturado

    CAT. 6 Cabling / CAT. 7 Cabling

    Padronizaes do hardware de conexo

  • O Cabeamento Principais

    NORMAS tcnicasISO/IEC 11801

    Padronizao mundial desenvolvida na Europa que trata de um

    sistema de cabeamento genrico, independente da aplicao e que

    suporte aplicao em mercado aberto. As especificaes contidas

    nessas normas foram definidas para instalaes comerciais que

    suportam servios como voz, dados e vdeo em geral. A ISO/IEC

    11801 especifica estruturas e configuraes mnimas para um sistema

    de cabeamento genrico, requisitos de implementao, requisitos de

    desempenho para o cabeamento e verificao tcnica do sistema

    implementado.

    Essa norma em questo ainda trata de instalaes de infra-estrutura

    de sistemas de telecomunicaes que na norma Americana realizada

    pela ANSI EIA/TIA 569-A.

  • NBR 14565: 2007

    O Brasil, tambm com intuito de padronizar o

    cabeamento de redes, publicou sua prpria norma,

    que foi a ABNT 14565: 2000. Esta norma foi

    substituda pela ABNT 14565: 2007 por ter ficado

    desatualizada. Esta norma foi baseada na ISO/IEC

    11801.

    A ABNT NBR 14565 foi elaborada no Comit

    Brasileiro de Eletricidade (ABNT/CB-03) pela

    Comisso de Estudo de Cabeamento de

    Telecomunicaes (CE-03:046.05). Apesar de ter uma

    norma prpria, o conjunto de normas usado no Brasil

    , em sua maioria, o Americano ANSI/TIA, devido aos

    fabricantes terem escolhido esse padro.

  • Cabo Par Tranado

    UTP (Unshielded Twisted Pair)

    Cabo Par Tranado Sem Blindagem

    STP (Shielded Twisted Pair)

    Cabo Par Tranado Com Blindagem

    Malha em volta do cabo protegendo-o

    contra interferncias eletromagnticas.

  • Cabo Par Tranado

    UTP (Unshielded Twisted Pair)

    Cabo Par Tranado Sem Blindagem

  • Cabo Par Tranado

    STP (Shielded Twisted Pair)

    Cabo Par Tranado Com Blindagem

  • Cabo Par Tranado

    Conector RJ-45

  • Cabo Par Tranado

    Possui tima proteo contra rudos,

    usando uma tcnica chamada

    cancelamento e no atravs de uma

    blindagem. Atravs desta tcnica, as

    informaes circulam repetidas em dois

    fios, sendo que no segundo fio a

    informao possui a sua polaridade

    invertida.

  • Cabo Par Tranado

    EIA/TIA (Eletronic Industries Alliance

    Telecommunications Industry Association)

    rgo norte-americano responsvel pela

    padronizao.

    Norma 568

    Os cabos so classificados em categorias, de

    1 a 7.

  • Cabo Par Tranado

    Cabo categoria 1: cabo de fios tranados, com

    capacidade de transmisso de dados at 1Mbps.

    Cabo categoria 2: cabo de pares tranados para voz e

    dados at 4Mbps.

    Cabo categoria 3: cabo de pares tranados para voz e

    dados at 10Mbps, utilizado em redes Ethernet.

    Cabo categoria 4: cabo de pares tranados voz e

    dados at 20Mbps utilizados em redes Token-ring.

    Cabo categoria 5: cabo de pares tranados voz e

    dados at 100Mbps. Substitudos pelos cabos

    categoria 5e que podem ser usados em redes Gigabit

    ou 1000Mbps.

  • Cabo Par Tranado

    Cabo categoria 6: cabo de pares tranados para voz e

    dados para utilizao em redes Gigabit Ethernet a

    velocidades de 1Gbps (1000Mbps).

    Cabo categoria 7 CAT7: tem o objetivo de atender

    velocidades de 10 Gbps.

  • Instalao e lanamento de cabos UTP

    Os cabos UTP Cat. 5 devem ser lanados mediante o auxlio de

    cabos-guia, obedecendo-se os seguintes procedimentos:

  • Instalao e lanamento de cabos UTP

    Obs.: No se recomenda utilizar tubulaes com dimetro inferior a .

    O projeto deve prever entre 40% e 60% (ABNT 5410) de ocupao dos

    dutos e calhas at 90%. Altura mnima de 38 cm em relao ao piso.

  • Instalao e lanamento de cabos UTP

    Os cabos UTP devem ser lanados obedecendo-se o raio de

    curvatura mnimo do cabo que de quatro vezes o dimetro do

    cabo Multi-Lan, ou seja, 21,2 mm.

    Os cabos UTP devem ser lanados obedecendo-se a carga de

    tracionamento mximo que no dever ultrapassar o valor de 11,3

    Kgf, pois tracionamentos excessivos podero alongar os

    condutores, podendo alterar suas caractersticas eltricas e

    construtivas originais.

    Os cabos UTP no devem ser estrangulados, torcidos ou

    prensados.

    No caso de haver grandes sobras de cabos, os mesmos devero

    ser armazenados preferencialmente em bobinas, evitando-se o

    bobinamento manual, que pode provocar tores no cabo.

  • Instalao e lanamento de cabos UTP

    Cada lance de cabo UTP no dever, em nenhuma hiptese,

    ultrapassar o comprimento mximo de 90 m permitido por norma.

    No utilize produtos qumicos para facilitar o lanamento dos cabos

    UTP no interior de dutos, pois esses produtos podem atacar a capa

    de proteo dos cabos UTP, reduzindo a vida til dos mesmos.

    No lance cabos UTP no interior de dutos que contenham umidade

    excessiva, permitindo que os cabos UTP fiquem expostos a

    intempries.

    Evite que os cabos sejam lanados prximos a fontes de calor, pois

    a temperatura mxima de operao permissvel ao cabo de 60C.

    No realize EMENDAS nos cabos UTP, com o risco de provocar um

    ponto de oxidao e ATENUAO no cabo e, com isso, provocar

    falhas na comunicao.

    Evite instalar cabos UTP em mesma infraestrutura com cabos de

    energia e/ou aterramento, e em infraestruturas metlicas que no

    estejam em concordncia com as normas de instalaes eltricas.

  • Instalao de cabos UTP junto infraestrutura eltrica

    Quando a infraestrutura no for composta de materiais metlicos,

    nunca instale os cabos Multi-Lan prximos a fontes de energia

    eletromagntica como condutores eltricos, transformadores, motores

    eltricos, reatores de lmpadas fluorescentes, estabilizadores de

    tenso, no-breaks etc. aconselhvel que se deixe a distncia mnima

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