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BRICS e cooperação Sul-Sul. Paulo M. Buss Diretor, CRIS/FIOCRUZ Professor, ENSP/FIOCRUZ BRICS e a Cooperação Sul-Sul: O Futuro da Cooperação Internacional para o Desenvolvimento Centro de Estudos e Pesquisas BRICS Rio de Janeiro, 26 de outubro de 2012. BRICS: Indicadores de Saúde. - PowerPoint PPT Presentation

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  • BRICS e cooperao Sul-SulPaulo M. BussDiretor, CRIS/FIOCRUZProfessor, ENSP/FIOCRUZ

    BRICS e a Cooperao Sul-Sul: O Futuro daCooperao Internacional para o Desenvolvimento

    Centro de Estudos e Pesquisas BRICSRio de Janeiro, 26 de outubro de 2012

  • BRICS: Indicadores de Sade

    BRICSIndicadorAnoBrasilRssiandiaChina frica SulPopulao total (milhes)2011196,70141,901241,501344,1050,60Expectativa de vida ao nascer (anos)20107369657352Taxa de mortalidade < 5 anos (por 1.000 NV)20111612611547Taxa de mortalidade infantil (por 1.000 NV)20111410471335Taxa de mortalidade materna (por 100 mil NV)2010563420037300Gasto per capita com sade (US$ PPC)20101.028998132379935Gasto pblico per capita com sade (US$ PPC)201048362038203412Fonte: Banco Mundial, 2012. Indicadores.

  • Sade: Contexto recenteDeclarao da Cpula dos BRICS: Sanya, Abril de 2011Reforar o dilogo e a cooperao nos domnios da proteo social (...) e sade pblica, incluindo a luta contra o HIV/AidsProposta de realizao da 1 reunio de Ministros da Sade, na China, ainda em 2011; e deReunio de altos funcionrios para promoo da cooperao cientfica, tecnolgica e de inovao, incluindo o estabelecimento de GT sobre cooperao na indstria farmacuticaPrimeira reunio de Ministros da Sade de BRICS: Pequim, Julho de 2011

  • BRICS Sade: Declarao de Pequim (1/3)Discutir e coordenar posies sobre questes de interesse comum, bem como para identificar reas de cooperao em sade pblicaSade pblica elemento essencial para o desenvolvimento social e econmico, o que deve estar refletido nas polticas nacionais e internacionaisIntegrar sade pblica nas respectivas agendas da AGNU e de outras conferncias e fruns internacionais, visando contribuir para consenso poltico e gerar aes planejadas, amplas e sustentadas para a sade pblicaNum ambiente cada vez mais complexo, reforar sade pblica a nvel global e melhorar papel de liderana e coordenao da OMS na cooperao internacional de sade

  • BRICS Sade: Declarao de Pequim (2/3)Segurana alimentar, mudanas climticas, ambiente, comrcio e outras questes globais tm impacto na sade pblicaProjetos de cooperao para sade pblica mundial inclusiva, em relaes Sul-Sul e de cooperao triangularCoordenao e cooperao entre organismos internacionais de sade e agncias de desenvolvimento, de modo a otimizar uso de recursos e integrar, de forma coerente, polticas globais de sadeApoiar OMS com recursos necessrios para cumprimento do seu mandato; mecanismos inovadores de financiamento para a sade; reforma da OMS; papel importante no acesso aos medicamentos, transferncia de tecnologias e capacitao

  • BRICS Sade: Declarao de Pequim (3/3)BRICS enfrentam uma srie de desafios de sade pblica similares, incluindo acesso desigual aos servios de sade e medicamentos, custos cada vez maiores, doenas infecciosas como HIV e tuberculose, e crescimento das doenas no-transmissveisAtuar nos prprios pases e empenho em apoiar outros pases nos esforos de promover sade para todosBRICS como frum de cooperao, coordenao e consulta sobre assuntos relevantes para a sade pblica globalInstitucionalizar, de forma permanente, o dilogo entre os Ministros da Sade, bem como entre Representantes Permanentes, em Genebra, para acompanhar e implementar os resultados relacionados sade da cpula dos BRICS.

  • reas prioritrias de cooperao (1/3)Colaborao para fortalecer os sistemas de sade e superar os obstculos ao acesso a produtos mdicos de qualidade, eficazes, seguros e a preos acessveis, a vacinas e outras tecnologias de sade para HIV/AIDS, tuberculose, hepatites virais, malria e outras doenas infecciosas e no transmissveisOMS: facilitar processo de pr-qualificao, fortalecimento das autoridades reguladoras nacionais e reforo das condies de exportao de produtos mdicos produzidos em pases BRICSCompromissos: Declarao de Moscou da Reunio Ministerial Global sobre Vida Saudvel e DCNT; Reunio de Alto Nvel da AGNU sobre DCNT; Conferncia Mundial sobre DSS; e Conf. HIV/AIDS

  • reas prioritrias de cooperao (2/3)Transferncia efetiva de tecnologias em sade entre BRICS para fortalecer capacidade de inovaoEstabelecer prioridades de pesquisa e desenvolvimento, e efetiva-las por meio da cooperao entre BRICSPapel de BRICS na Estratgia Global e Plano de Ao sobre Sade Pblica, Inovao e Propriedade IntelectualColaborao com organizaes internacionais, como OMS e UNAIDS, e programas globais como UNITAIDS, Fundo Global de Combate AIDS, TB e Malria e Aliana GAVI (vacinas)Garantir que acordos de comrcio bilateral e regional no prejudiquem flexibilizao do TRIPS. Salvaguardas do TRIPS e disposies da Declarao de Doha sobre TRIPS e Sade Pblica, e da Estratgia Global e Plano de Ao sobre Sade Pblica, Inovao e Propriedade Intelectual

  • reas prioritrias de cooperao (3/3)Estabelecer Grupo Tcnico de Trabalho para discutir propostas especficas, incluindo a possvel criao de rede de cooperao tecnolgica dos BRICSRealizar Reunies de Ministros da Sade peridicas (Cpula de Nova Delhi, 2012). Prxima reunio de MS: Brasil, 2013

  • Prioridades do Brasil nacooperao internacional em sadeRobusta poltica externa, seja nas relaes com o sistema das Naes Unidas, seja com pases desenvolvidos e em desenvolvimentoPases, grupos e regies prioritrias G 20CPLP Comunidade de Pases de Lngua Oficial Portuguesa, inclundo PALOP (Pases Africanos de Lngua Oficial Portuguesa)UNASUL Unio de Naes Sul-americanas. CELAC.BRICS. Cpulas inter-regionais.Participao ativa COERENTE em instituies multilaterais, como OMC, OMPI, OMS e OPASExemplos: Conveno Marco sobre Controle do Tabaco; Declarao de Doha sobre Acordo TRIPS e Sade Pblica; e o Grupo de Trabalho Inter-governamental (IGWG) sobre Sade Publica e Propriedade Intelectual; Reforma da OMSSade como prioridade da poltica externa do Brasil

  • Desafios para BRICSna agenda global da sadeNovas governana global para a sade e governana da sade globalGovernana da sade global: Reforma da OMSGovernana global para a sade: atuar de forma coerente com objetivos de sade nas demais agencias das Naes UnidasMDG e post-2015. Sade entre os ODS: Cobertura universal de sade. DSS.Materializar cooperao Sul-Sul (ou CTPD ou cooperao horizontal) e cooperao triangular Norte-Sul-Sul no contexto BRICS

  • Governana global para a sadeUTILIZAO da ASSEMBLIA GERAL da ONU e ECOSOCDeterminantes sociais da sade: Conferncia Mundial, Rio de Janeiro (Outubro de 2011) e desdobramentos: Resoluo EB 130 e AMS 65. AG-ONU 2012 ou seguintes www.cmdss2011.orgDoenas crnicas no-transmissveis: AG-ONU 2011Cobertura universal em sade: AG-ONU 2012 ou seguintesCommission The Lancet University of Oslo Harvard Univ.MDGs e ps-2015: diversas iniciativas em andamentoRio + 20: Governana da sade e ambiente no desenvolvimento sustentvel http://cupuladospovos.org.br/2012/01/rascunho-zero-do-documento-final-para-a-rio20/

  • Governana da sade globalReforma da OMShttp://www.who.int/dg/reform/en/index.htmlGovernana global em sade (diversas iniciativas)Conveno-quadro sobre sade global (JALI) https://www.law.georgetown.edu/oneillinstitute/documents/2011-06-08_O'Neill%20Institute%20Briefing%20Paper.pdfECOSOC: Sade na poltica externa, como parte da cooperao para o desenvolvimento (2009) http://www.un.org/en/ecosoc/docs/pdfs/achieving_global_public_health_agenda.pdfGrupo de Oslo: Diplomacia da sade. Grupo de sete pases (Brasil, Noruega, Frana, Senegal, Indonsia, Tailndia e frica do Sul) que colocam sade como prioridade na sua poltica de cooperao para o desenvolvimento. Declarao de Oslo http://www.who.int/trade/events/Oslo_Ministerial_Declaration.pdf

  • Reforma da OMS e governana global (1/4)Processo em curso desde Janeiro de 2010Motivao inicial: equacionar o financiamento da OMS, cada vez mais inadequado (insuficiente e earmarked)Estados-membros: reforma ampla (da OMS e da governana da sade global) para responder aos desafios contemporneosEB 130 (Janeiro 2012) e AMS 65 (Maio 2012): Anlise das propostas do EBSS (Novembro 2011)http://apps.who.int/gb/e/e_ebss.htmlPropostas insuficientes, resultantes de acordos possveis. Discusso de formas, no de contedos.

  • Reforma da OMS e governana global (2/4)Trs grandes linhas de reforma:Estabelecimento de prioridades e programasGovernanaReformas gerenciais

    Estabelecimento de prioridades e programasProcesso impulsionado pelos E-M visando formular recomendaes sobre mtodos de estabelecimento de programas e prioridades da organizao nos trs nveis (Genebra, Regionais e pases)

  • Centro de Relaes Internacionais em Sade da FIOCRUZ (CRIS/FIOCRUZ)Criado em Janeiro de 2009Coordenao de toda a cooperao internacional em sade da FIOCRUZ, inclusive o Escritrio da fricaCmara Tcnica de Cooperao Internacional em Sade: Representantes de todas as UnidadesAssessoria Presidncia e Diretores nesta matriaEstudos e pesquisas em sade global e diplomacia da sadeObservatrio de Sade GlobalRepresentao da FIOCRUZ em fruns, como: Rede Pasteur, IANPHI, DNDi e outrosDocncia: Curso de Especializao e Mestrado Profissional em Sade Global e Diplomacia da Sade

  • Intercmbio internacional da Fiocruz

  • Propostas concretas e imediatasCriao das Redes de Instituies Estruturantes dos sistemas de sade:Institutos Nacionais de SadeEscolas de Governo em SadeEscolas Tcnicas de SadeInstitutos estratgicosElaborao de seus planos operativos, de acordo com as orientaes das Cpulas e das Reunies setoriais de MS, alm de influenciar a ambas

  • RECIIS R. Eletr. de Com. Inf. Inov. SadeRio de Janeiro, v.4, n.1, Mar., 2010http://www.reciis.cict.fiocruz.br/index.php/reciis/issue/view/30

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