breve história da ciência moderna

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BREVE HISTRIA DA CINCIA MODERNA

BREVE HISTRIA DA CINCIA MODERNAVOL. 03: Das Luzes ao Sonho do Dr. Frankenstein (sc. XVIII)Marco Braga, Andreia Guerra e Jos Cludio Reis

Captulos 6 a 10

Alunos:Elcielle Bonomo Rocha MachadoElias JacobsenBrbara Stowner dos Santos

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPRITO SANTOCENTRO UNIVERSITRIO NORTE DO ESPRITO SANTOA Natureza se Desvenda pela MatemticaNo sculo XVII, Galileu havia defendido que a matemtica era a linguagem da natureza;Os filsofos naturais desenvolveram uma matemtica que possibilitou a aplicao de leis gerais e de estudo;Vrios matemticos trabalharam na ampliao da abrangncia das leis de Newton. Desenvolveu-se, assim, no sc. XVIII, a geometria analtica e o clculo infinitesimal;

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Entre os matemticos e filsofos naturais do sc XVIII podemos citar:Os suos da famlia Bernoulli,Leonard Euler,DAlembert,Lagrange,Laplace,Entre outros.

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Euler ampliou o conceito de vetor. Velocidade e acelerao tambm passaram a ser consideradas grandezas vetoriais.Euler criou a noo de centro de massa ou inrcia.DAlembert desenvolveu seu trabalho com a perspectiva de construir leis mecnicas sem recorrer ao conceito de fora.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPRITO SANTOCENTRO UNIVERSITRIO NORTE DO ESPRITO SANTOUma possvel confirmao do Programa LaplacianoCharles Coloumb trabalhou na ideia de que a eletricidade era derivada de dois fluidos distintos que agiam distncia um sobre o outro, como dois corpos de massas diferentes de zero;A partir dessa anlise, ele concluiu a expresso matemtica da gravitao:F = K . m1 . m2 / r

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A utilizao da linguagem matemtica estava ligada tentativa de apagar da cincia os vestgios da metafsica;A partir de 1785, passou a existir uma estreita relao entre cincia e Estado;Lavoisier teve uma participao especial. Filho de advogado, entrou na faculdade de direito mas no abandonou seus estudos cientficos e foi decapitado em 1794.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPRITO SANTOCENTRO UNIVERSITRIO NORTE DO ESPRITO SANTOA Qumica adquire o Estatuto de Cincia GeralLavoisier realizou investigaes experimentais com um olhar distinto dos que trabalhavam com qumica na poca. Toda pesquisa que ele fazia tinha um propsito de realizar medidas precisas;Pesar as substncias e investigar elementos foi prtica recorrente das pesquisas de Lavoisier;Contava tudo o que entrava nas misturas e tudo o que saa para confirmar que nada se perdia.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPRITO SANTOCENTRO UNIVERSITRIO NORTE DO ESPRITO SANTOA Descoberta do OxignioOs estudos experimentais envolvendo calcinao e combusto eram intensos e a explicao desses fenmenos se fazia pela antiga teoria do flogisto;O ingls Priestley obteve mercrio produzindo o aquecimento por meio de lentes. Na anlise do gs liberado no processo notou que ele era diferente e o chamou de ar deflogisticado.

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O suo Carl Scheele percebera que o dixido de mangans, quando aquecido, liberava um certo tipo de gs. Verificou que o aquecimento de algumas outras substncias produziam o mesmo tipo de ar coletado por Priestley.

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Lavoisier teve contato com os trabalhos de Priestley e mostrou que quando a reao de reduo se dava por aquecimento produzido por carvo, o processo liberava um gs diferente daquele em que o aquecimento se dava por meio de lentes e deu o nome de Oxignio.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPRITO SANTOCENTRO UNIVERSITRIO NORTE DO ESPRITO SANTODecomposio da guaLavoisier concluiu que 4/5 do ar que respiramos no era respirvel e 1/5 era respirvel. Assim, o ar seria um composto, sendo a respirao e a combusto frutos de uma parte dele;Priestley verificou a formao de gua pura a partir da combinao de gases, defendeu que a gua, como o ar no era uma substncia pura.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPRITO SANTOCENTRO UNIVERSITRIO NORTE DO ESPRITO SANTOA Reforma da NomenclaturaA reforma dos conhecimentos veio empreendida pelo movimento iluminista que compreendia tambm a linguagem;Nomes simples deveriam ser associados a substncias simples;Nomes compostos deveriam ser associados a substncias compostas;Nomes arbitrrios s substncias desconhecidas.

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Ao indicar uma nova metodologia, Lavoisier tinha a pretenso de mostrar s futuras geraes que os antigos manuais alqumicos deveriam ser esquecidos.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPRITO SANTOCENTRO UNIVERSITRIO NORTE DO ESPRITO SANTOLuzes sobre o estudo da vidaA gerao dos seres:Pr-formismoDeus, ao criar os primeiros seres vivos, colocara neles as matrizes de todos os outros que viriam a se constituir posteriormente.EpignesisO surgimento de seres vivos a partir da prpria matria inerte, por meio da ao de um principio vital ou pela existncia de partculas orgnicas que seriam capazes de se agrupar.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPRITO SANTOCENTRO UNIVERSITRIO NORTE DO ESPRITO SANTOPr-formistasFrancesco Redi (1626-1698):Conhecido pelo seu experimento realizado em1668que se considera um dos primeiros passos para a queda de reputao da abiognese.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPRITO SANTOCENTRO UNIVERSITRIO NORTE DO ESPRITO SANTOPr-formismo-ovistaWilliam Harvey (1578-1657)

Defendia a ideia que no s os animais conhecidos como ovparos provinham do ovos. Os vivparos tambm considerando que os ovrios e os casulos eram ovos.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPRITO SANTOCENTRO UNIVERSITRIO NORTE DO ESPRITO SANTOPr-formista-espermistaAntony Van Leeuwenhoek (1632-1723)Um fabricante de lente holands que apesar de no possuir formao acadmica, realizou um conjunto de observaes fundamentais para a histria natural em fins do sculo XVII.Ele observou pequenos animais no smem masculino, ele acreditava que esses minsculos animais poderiam ser miniaturas de seres humanos.

Nicolas Andry (1658-1725)Formulou uma tese mecnica para a fecundao:Os vulos femininos possuam uma abertura como uma vlvula por onde o espermatozoide podia passar. Ao penetrar no ovulo, a vlvula se fecharia imediatamente, no permitindo que nada mais entrasse. Essa tese servia de explicao para algumas deformaes congnitas ento observadas.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPRITO SANTOCENTRO UNIVERSITRIO NORTE DO ESPRITO SANTOEpignesisAbraham Tembley (1710-1784)

Joseph Gottlieb Klreuter (1733-1806)Experimentao com plantas produzindo hibridizao.

Pierre-Louis de MapertuisPassou a defender que o embrio era formado por partculas provenientes do macho e da fmea.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPRITO SANTOCENTRO UNIVERSITRIO NORTE DO ESPRITO SANTOGeorge Louis Buffon (1707-1788)

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPRITO SANTOCENTRO UNIVERSITRIO NORTE DO ESPRITO SANTOO plano divino e os sistemas de classificaoNo sculo XVIII, classificar significava fundamentalmente encontrar o plano de Deus para os seres vivos.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPRITO SANTOCENTRO UNIVERSITRIO NORTE DO ESPRITO SANTOEletricidade: A essncia da vida?Luigi Galvani (1737-1798)

Experincia com rs mortas;Fluido neuroeltrico;

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPRITO SANTOCENTRO UNIVERSITRIO NORTE DO ESPRITO SANTOA inveno da pilha eltricaAlessandro Volta (1745-1827)

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPRITO SANTOCENTRO UNIVERSITRIO NORTE DO ESPRITO SANTOBUSCA DE UM PADRO UNIVERSALNo final do sculo XVIII, na Frana, buscou-se estabelecer um padro que fosse capaz de ser aceito e usado por todos sem restries;Propuseram que a unidade do novo padro fosse a quadragsima milionsima parte de um meridiano terrestre, que foi medido por meio do processo de triangulao;

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPRITO SANTOCENTRO UNIVERSITRIO NORTE DO ESPRITO SANTOOptaram por um sistema decimal, pelo fato de termos 10 dedos nas mos. A moeda tambm foi adotada como decimal;Para reproduzir o novo padro, filsofos de vrios pases da Europa, em 1799 foram convidados a uma reunio na Frana e receberam uma cpia em ferro do novo sistema mtrico para ser reproduzido;Atualmente, a definio de metro diferente daquela reproduzida no sculo XVIII.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPRITO SANTOCENTRO UNIVERSITRIO NORTE DO ESPRITO SANTOA REVOLUO FRANCESA UNIVERSALIZA A ESCALA CELSIUSNo sculo XVIII, Galileu desenvolveu o termoscpio, que possibilitava a medio da temperatura de um corpo, mas no associava essa medida a um nmero;Fahrenheit percebeu que para construir uma boa escala, era preciso estabelecer pontos fixos, por serem facilmente reproduzveis. Ele associou o valor 0 ao estado trmico da gua com gelo e sal amonaco, associou o valor 32 a agua com gelo puros e associou o valor de 96 a temperatura de uma pessoa sadia;

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPRITO SANTOCENTRO UNIVERSITRIO NORTE DO ESPRITO SANTOAndres Celsius tambm estabeleceu uma escala satisfatria. Ele definiu o ponto fixo da fuso do gelo ao valor 100 e a ebulio da gua ao valor de 0. O fato de que a escala Celsius ser centgrada tornou-a vantajosa com relao a escala Fahrenheit;Em 1794, a comisso de pesos e medidas, inverteu o 0 foi atribudo fuso do gelo e a ebulio da gua foi associada a 100.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPRITO SANTOCENTRO UNIVERSITRIO NORTE DO ESPRITO SANTONAVEGAONo sculo XV, a direo norte-sul j era bem definida, mas a leste-oeste ainda no. Era necessrio um relgio realmente preciso resistente a longas viagens martimas. A coroa britnica estipulou em 1714 um prmio de 20 mil libras para quem resolvesse esse problema;O relojeiro John Harrison conseguiu resolver o problema e em 1762 testou o H4 que ficou 81 dias no mar e atrasou somente 5 segundos. Com isso o cons

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