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Será que ele é mesmo imortal?

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  • A msica brasileira e seu dilogo com as outras culturas vm sendo o campo de atividade deste instrumentista, ar-ranjador, compositor e produtor. Como msico, ele atua em diver-sas formaes que vo do solo a Orquestra Sinfnica em apresenta-es no Brasil e exterior. Em Lon-dres, ele apresenta um show solo, com as msicas de seu lbum

    mais recente, gravado ao vivo em Nova York em 2007. Na ocasio, ele gravou o disco tocando na Fazioli Salon, espao de uma das mais importantes marcas de piano da atualidade. No Reino Unido, ele faz sua estria no dia 28 de julho, na tradicional casa de jazz, o Vor-tex Jazz Club.

    w w w . b r a z i l i a n n e w s . u k . c o mLondres, 16 a 22 de Julho de 2009 Ano 9 / Nmero 381

    banda navidadbanda navidadLula alfineta ante-cessores, mas elogia Collor em discurso em Alagoas

    222107

    brAsiLA Viso da Estrelas: Os culos escurosusados pelas celebridades

    EsPECiALMaior Estudo da comunidade latino- americana no reino Unido procura voluntrios

    CULtUrA

    Continua nas pginas 18 e 19

    Continua na pgina 23

    ser que ele mesmo imortal?

    Ele ocupa os espaos da editoria Brasil toda se-mana no Brazilian News e destaque na maior parte da mdia brasileira que cobre a polti-ca nacional. Desde o comeo do ano, Jos Sarney tem sido notcia junto a revelaes acerca do Sena-do Federal. Aos 79 anos, membro

    da academia brasileira de letras e por isso, um imortal -, dono de uma cadeia de comunicao no Maranho e patriarca da famlia mais influente do estado, Sarney o tpico exemplar da velha escola da poltica brasileira, o coronelis-mo. No entanto, na ltima sema-na, um conselho parlamentar est

    avaliando denncias contra ele e contra Renan Calheiros. Sarney foi denunciado por quebra de decoro parlamentar pela edio dos atos secretos e tambm pela suspeita de ter usado o cargo para interferir a favor da fundao que leva seu nome. Acuado pelas denncias que envolvem a famlia, cobrado

    por aliados e emparedado por opo-sicionistas, o presidente do senado corre o risco de ter que renunciar do cargo. Mas com ele, provavel-mente, outros tambm iro. Vamos descobrir em breve at onde vai a imortalidade de Jos Sarney

    Pianista brasileiro benjamim taubkin apresenta-se em Londres

  • 16 a 22 de Julho de 2009

    Argentina se torna 2 pas com mais mortes por gripe AH1N1O nmero de casos confirmados chega a 3.056, menos que o Mxico e o Chile, mas o pas possui maior nmero de mortos pela doena.

    Dados divulgados nes-ta tera-feira, 14, pelo ministrio da Sade da Argentina indicam que o pas j o 2 com maior nmero de mortes por gripe suna no mundo, atrs apenas dos Estados Unidos. Se-gundo o ministrio, o nmero de vtimas da doena na Argentina aumentou para 137 - superando as 124 mortes pela doena re-gistradas no Mxico, pas onde surgiram os primeiros casos da influenza A (H1N1), e atrs apenas do total de 211 mortes registrado nos Estados Unidos.

    Os novos dados anunciados pelo ministrio da Sade argen-tino indicam ainda que o total de pessoas infectadas no pas subiu para 3.056. O total de casos con-firmados e vtimas da gripe suna na Argentina do um indcio de como a doena est se alastran-do no pas. No boletim anterior, divulgado no ltimo sbado, o Ministrio argentino informou que eram 94 mortes confirmadas e 2.928 casos da doena. Ou seja, entre os dados divulgados no final de semana e nesta tera-feira, 43 novas mortes foram registradas na Argentina, alm de 128 novos casos.

    Apesar disso, o nmero de casos confirmados na Argentina bem inferior ao total registrado no Mxico, onde o governo con-firmou, no ltimo sbado, 12.645 casos da doena. Nos Estados Unidos, esse nmero j chega a 37.246, segundo dados divulga-dos na sexta-feira.

    PreocupaoO total de vtimas fatais da in-

    fluenza A no pas em relao aos casos confirmados tem chama-do a ateno dos especialistas, j que superaria, proporcional-mente, o Chile, que j registra mais que o triplo de casos que a Argentina, mas menos mortes apenas 25.

    O caso argentino ainda mais grave que o cenrio mexicano da doena, onde j foram registrados 12.645 casos da nova gripe cer-ca de quatro vezes mais que a Ar-gentina - e 124 mortes.

    O ministrio da Sade argen-tino argumenta que pelo menos 40% das vtimas fatais da gripe suna no pas j apresentavam outros problemas de sade. Por conta da situao da doena no pas, o governo da cidade de Buenos Aires recomendou, na tera-feira, que as grvidas permaneam em casa por uma semana a mais do que o reces-so programado, que terminaria nesta sexta-feira. Queremos que as grvidas estejam seguras, em suas casas, afirmou o secretrio de sade, Jorge Lemus.

    Segundo ele, a capital argenti-na j registrou 13 mortes provoca-das pela gripe suna.

    Na vspera, o prefeito da ci-dade, Maurcio Macri, afirmou que caiu o nmero de consultas nos hospitais pblicos pela do-ena informao confirmada na tera-feira por vrios infectologis-tas argentinos. Na ocasio, Macri afirmou que os turistas j pode-riam voltar cidade e recomendou aos residentes da capital para que retomassem suas atividades nor-mais.

    Na quinta-feira, 16, os teatros privados reabrem suas portas, aps dez dias sem espetculos. Os empresrios do setor teatral haviam decidido fechar os locais por medida de precauo diante do avano da doena no pas. A Argentina convocou os ministros da Sade do Cone Sul para uma reunio na quarta-feira, 15, em Buenos Aires. No encontro, os representantes devem avaliar o avano da gripe suna na regio e definir medidas conjuntas de com-bate doena.

  • 16 a 22 de Julhoo de 2009

    ltima Hora

    Honduras: Zelaya ameaa usar outros meios' para retornar ao poder caso negociaes fracassem

    Jose Manuel Zelaya, pre-sidente deposto de Hon-duras, deu um ultimato: se as negociaes no o levarem de volta ao poder, ele disse que vai considerar outros meios para retor-nar presidncia em Tegucigalpa. A prxima rodada de negociaes est marcada para sbado, 18, na Costa Rica.

    A declarao de Zelaya foi feita em Mangua, capital da Nicargua. O lder deposto no esclareceu que meios ele poderia usar para rever-ter a situao em Honduras. Embo-ra o golpe tenha tido grande apro-vao popular, segundo pesquisas de opinio, seguidores de Zelaya continuam realizando protestos - principalmente o fechamento de estradas.

    Zelaya exigiu "que as determi-naes explcitas das organiza-es internacionais sejam executa-das", em referncia s resolues aprovadas pela Organizao dos Estados Americanos (OEA) e pela Organizao das Naes Unidas (ONU), que pedem o seu pronto retorno presidncia.

    Retirado do poder pelo Exrci-to no ltimo dia 28, com apoio da Suprema Corte e do Congresso, e expulso para a Costa Rica, Zelaya tenta desde ento voltar ao poder, contando com apoio internacio-nal - nenhum pas reconheceu o governo interino, comandado por Roberto Micheletti-, mas com uma sociedade aparentemente dividi-da em relao aos seus projetos, como a polmica mudana cons-titucional que foi o estopim para a deposio.

    No comunicado, intitulado "Ultimato", Zelaya disse que vai permanecer na mesa de negocia-es, sob a mediao de Arias e a precondio bsica de que se res-tabelea a ordem constitucional e se garanta seu "imediato, seguro e incondicional" regresso Presidn-cia. O presidente deposto acusou o "regime de fato" de promover t-ticas para atrasar o processo de mediao e aumentar a "represso sistemtica" do povo hondurenho.

    Desde o golpe de 28 de junho, Zelaya e Roberto Micheletti, presi-dente interino de Honduras, vm se mantendo firmes, ambos afirman-do que o processo democrtico

    os respalda. Na semana passada, os dois chegaram a conversar se-paradamente com o mediador do conflito, Oscar Arias, presidente da Costa Rica e Nobel da Paz, mas no houve avanos.

    Presidente deposto convo-cou hondurenhos "insurreio"

    Manuel Zelaya, pediu nesta tera-feira, 14, que o povo hondu-renho se rebele e force a queda do governo interino do pas, que assumiu depois que ele foi derru-bado no ms passado pelo Exrci-to, com apoio do Congresso e da Suprema Corte.

    A declarao, feita durante uma visita Guatemala, onde foi recebido com honras de chefe de Estado, um passo em direo ao confronto aberto com o gover-no de Roberto Micheletti e lana uma sombra de incerteza sobre as negociaes mediadas pelo presi-dente da Costa Rica, Oscar rias, entre o presidente de fato e o go-vernante deposto de Honduras. "A insurreio um direito do povo que est consignado no artigo ter-ceiro da Constituio de Honduras e os hondurenhos devem fazer va-ler seus direitos constitucionais", declarou Zelaya. Ele, que convo-cou o levante em uma entrevista coletiva na residncia presidencial da Guatemala, tambm afirmou que, em breve, voltar Presidn-cia hondurenha.

    "Eu no me rendi nem vou me render. Vou voltar ao pas o quanto antes. No quero avisar a hora nem o dia, para no deixar as foras opositoras em alerta, que sabemos que so criminosas. Vamos retor-nar ao pas. Estamos planejando nosso retorno", afirmou.

    Protagonista de um voo em direo a Honduras no dia 4, que anunciou como um retorno ao pas, mas que seguiu para a Nicargua porque a pista do aeroporto de Te-gucigalpa foi bloqueada por carros militares, Zelaya pediu aos hondu-renhos "que no deixem as ruas", que o nico espao "ainda no tirado" da populao, afirmou. Dois apoiadores de Zelaya morreram no protesto em frente ao aeroporto no dia da fracassada tentativa de retorno --governo e manifestantes responsabilizam-se mutuamente

    pelas mortes. "O direito insurreio um

    direito constitucional. Ningum co-mete um delito contra um governo de facto por protestar pacificamen-te em diferentes campos da socie-dade", disse Zelaya, acrescentando que "a greve, as manifestaes, as ocupaes, a desobedincia civil so um processo necessrio quan-do a ordem democrtica de um pas violentada". "Ningum deve deixar a luta. preciso mant-la at que os golpistas deixem o r