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Exclusivo: ídolo de Portugal, o jogador Deco revela que deseja voltar a morar no Brasil

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  • O jogador brasileiro An-derson Luis de Souza, dolo de Portugal e atu-al meia do time ingls Chelsea, abriu as portas de sua casa em

    no bairro de Fulham para conver-sar com a equipe do jornal Brazi-lian News.

    Num papo descontrado, Deco como internacionalmente co-

    nhecido falou sobre a vinda para Europa, seu recm inaugu-rado Instituto Deco20, amigos, fa-mlia e, claro, futebol inclusive sobre a controvertida demisso

    do tcnico Luis Felipe Scolari! Confira a entrevista exclusiva

    com o craque.

    w w w . b r a z i l i a n n e w s . u k . c o mLondres, 14 a 20 de maio de 2009 Ano 9 / Nmero 372

    banda navidadbanda navidadSavana aumentar 170% na Amaznia at 2050, diz Inpe

    352007

    BRASILRevelao da MPB Mariana Aydarfaz show dia 19

    BRAZILIAN BEATSRhalf disputa 2 etapa nestefinal de semana

    ESPORTE

    Continua na pgina 12

    Continua nas pginas 18 e 19

    Exclusivo: dolo de Portugal, o jogador Deco revela que deseja voltar a morar no Brasil

    Gordon Brown pede desculpas por despesas abusivas dos deputados

    O primeiro-ministro britni-co pediu desculpas nesta segunda-feira, 11, em nome de todos os partidos, pelo comporta-mento de dezenas de deputados que utilizaram as ajudas de custas do Parlamento para pagar despe-sas no previstas ou obter ganhos pessoais. Gordon Brown seguiu o exemplo de David Cameron, que no domingo disse compreender a revolta da opinio pblica.

    Quero pedir desculpas em

    nome de todos os polticos, de todos os partidos, por aquilo que aconteceu e pelos acontecimentos dos ltimos dias, declarou Gordon Brown, no incio de um discurso no congresso anual do Real Colgio de Enfermagem. E dirigindo-se audincia, acrescentou: Tal como vocs tm os mais elevados pa-dres na vossa profisso, tambm ns [polticos] temos de mostrar padres mais elevados para a nos-sa profisso.

  • 14 a 20 de maio de 2009

    O governo pode anunciar nesta quarta-feira, 13, a cobrana do Imposto de Renda (IR) das cadernetas de pou-pana acima de R$ 50 mil a partir de 2010. A nova regra ser acom-panhada de um corte temporrio, vlido apenas este ano, na tribu-tao dos fundos de investimento. Essas propostas sero levadas pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, ao presidente Luiz Incio Lula da Silva.

    At a noite de tera-feira, a equi-pe econmica ainda avaliava se a cobrana do IR na poupana deveria ser adotada por meio de projeto de lei ou medida provisria (MP). Tambm estava em discus-so se os investimentos em renda fixa seriam taxados com a alquo-ta de 15%, independentemente do prazo, ou se haveria alquotas diferenciadas. A Receita Federal calcula que deixar de arrecadar em torno de R$ 2 bilhes at o fim do ano.

    Como o governo cedeu s pres-ses polticas e recuou da propos-ta de alterar o rendimento mnimo (alm da variao da TR) de 6,17% da poupana, a reduo do IR in-cidente sobre os fundos de inves-timentos tornou-se necessria para que o ganho dessas aplicaes continuem mais atrativos que os rendimentos das cadernetas. Sem isso, o BC no conseguir manter o processo de queda da taxa de juro bsica, a Selic, atualmente de 10,25%.

    O governo poderia esperar pela prxima reunio do Copom, mar-cada para o dia 9 de junho, para anunciar as novas regras. No en-tanto, o nvel de irritao com os ataques da oposio reforou o entendimento de que no pos-svel ficar a reboque das crticas, muito menos deixar a populao na dvida sobre se os ganhos da poupana sero ou no reduzidos pelo governo.

    Os ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Paulo Bernardo, insistiram, mais uma vez, que o governo no vai prejudicar o pequeno poupador. O objetivo, segundo eles, inibir a migrao de recursos dos fundos de inves-timento para a poupana, atrados pelo melhor ganho.

    Bernardo garantiu que o governo no far alteraes nas regras de rentabilidade da caderneta "da noi-te para o dia". "A poupana um instrumento sagrado de proteo da economia popular e no seria o presidente Lula que mudaria isso", afirmou o ministro, durante audin-cia pblica da Comisso Mista do Oramento no Congresso.

    Ele voltou a criticar o "carter es-peculativo" que a discusso tomou, em razo de propagandas dos par-tidos de oposio, e expressou a preocupao de que os grandes bancos privados tambm direcio-nem as aplicaes para a poupan-a, o que colocaria em risco a rola-gem da dvida pblica.

    "No queremos que o George Soros, que j se autointitulou es-peculador, abra uma poupana de US$ 20 milhes no Brasil e diga: agora estou com meu dinheiro pro-tegido no Brasil."

    "O governo deve criar um dificul-tador para o especulador que qui-

    ser vir para a poupana. O ministro garantiu que no vai prejudicar o poupador de maneira alguma", dis-se o deputado federal e presidente da Fora Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, aps reunio on-tem com Mantega.

    Como a discusso foi conta-minada pela presso poltica dos partidos de oposio, contrrios a mudana nas regras das caderne-tas, o governo recuou da soluo tcnica - a de vincular o ganho da poupana variao de, por exem-plo, 65% da taxa Selic. Essa era a proposta de consenso entre os tcnicos do ministrio da Fazenda e Banco Central. No entanto, ela foi rejeitada pelo presidente Lula porque no contemplava a dife-renciao entre os pequenos e os grandes poupadores.

    A soluo paliativa a reduo do Imposto de Renda dos fundos de investimento, que pode entrar em vigor imediatamente e no de-ver enfrentar resistncia dos par-tidos de oposio. O presidente do DEM, deputado Rodrigo Maia, j disse que ser difcil algum da oposio ser contra uma proposta que baixe o imposto dessas aplica-es, tornando-as mais competiti-vas.

    "Mas os partidos de oposio es-to fechados com a ideia de barrar qualquer medida que prejudique os poupadores. Portanto, se com essa medida vier algo que altere as regras das cadernetas, no apoia-remos."

    Atualmente, a tributao dos fundos ocorre da seguinte forma: 22,5% para aplicaes de at seis meses; 20% para aplicaes de seis meses a um ano; 17,5% de um a dois anos; e 15% acima de dois anos. (AE)

    Poupana deve pagarIR em 2010; tributao de fundos cai

    Proposta ser levada hoje para Lula; apenas cadernetas com saldo a partir de R$ 50 mil devero ser tributadas

    Caderneta de Poupana sagrada, afirmou o Ministro do Planejamento, Paulo Bernardo.

  • 14 a 20 de maio de 2009

    ltima Hora

    Parlamento italianoaprova lei que criminaliza imigrao ilegalA um ms das eleies europeias, Itlia refora perseguio a ilegais; projeto ainda passar pelo Senado

    O Parlamento (Cmara Baixa) da Itlia aprovou nesta quarta-feira, 13, o polmico projeto de lei que crimi-naliza a imigrao ilegal no pas. A legislao, que precisa ser apro-vada pelo Senado, transforma em crime a entrada irregular em territ-rio italiano, prevendo punio com multa, e at mesmo a priso de at trs anos para qualquer pessoa que alugar um apartamento para imigrantes ilegais.

    Em uma medida para facilitar a aprovao da proposta, os alia-dos do premi italiano, Silvio Ber-lusconi, colocaram a medida para voto de confiana. A proposta foi aprovada com facilidade 316 a 258. A um ms das eleies para o Parlamento Europeu, o governo do premi Silvio Berlusconi quer dar um sinal populao de que est lidando com o problema da imigra-o. Roma decidiu devolver para a Lbia qualquer barco de imigrantes africanos encontrado em sua cos-ta. Os ilegais no podero registrar filhos, casar-se e ainda podem ser denunciados polcia por mdi-cos, enfermeiros, professores ou qualquer funcionrio pblico.

    Na Itlia, a populao de imi-grantes legais dobrou entre 2001 e 2007, atingindo 4 milhes. No incio da semana Berlusconi alertou que no aceitar uma "Itlia multitni-ca", o que provocou reaes nega-tivas at do Vaticano. "No vamos abrir a porta a todos, como fez a esquerda, que tem uma ideia de uma sociedade multitnica. Ns no. S queremos receber quem tenha condies de obter asilo po-ltico", disse Berlusconi.

    O Vaticano respondeu ao co-

    mentrio de Berlusconi. "A Itlia j multitnica e o governo deveria se dar conta disso", afirmou Marianno Crociata, secretrio-geral da Con-ferncia Episcopal da Itlia.

    Em menos de uma semana, a Itlia j devolveu para a Lbia mais de 500 pessoas. Segundo a ONU, 75% dos estrangeiros que che-gam aos portos italianos pedem asilo. Mas com a nova poltica do governo de interceptar barcos em alto-mar, essas pessoas no teriam nem condies de fazer o pedido.

    No incio da crise econmica, alguns dos ministros italianos che-garam a sugerir que os vistos de trabalho fossem suspensos por al-gum tempo, literalmente fechando as fronteiras.

    Para a ONU, o projeto de endure-cer a poltica de imigrao vai alm das motivaes eleitorais. "Esta-mos preocupados que a poltica adotada pela Itlia mine o acesso de refugiados Unio Europeia", afirmou Ron Redmond, porta-voz do Alto Comissariado da ONU para Refugiados. A poltica de Berlusco-ni, segundo ele, ameaa violar um dos princpios da ONU, o de que refugiados no podem ser devolvi-dos. A entidade afirmou que estava encaminhando uma carta de pro-testo ao governo italiano.

    Nas ltimas semanas, a Marinha italiana passou a patrulhar a costa sul da Itlia em busca de barcos com imigrantes. Os barcos encon-trados em guas territoriais e inter-nacionais so entregues Marinha

    da Lbia.A ONU est alarmada com essa

    situao, lembrando que a Lbia no faz parte dos acordos sobre refugiados e no garante proteo a essas pessoas. Alguns dos imi-grantes so originrios da Somlia e Eritreia e esto fugindo de com-bates. Na Lbia, os imigrantes esto sendo colocados em uma priso nas proximidades da capital, Trpo-li. Em uma semana, duas mulheres j se suicidaram na priso.

    A situao tambm deve se tor-nar crtica para os imigrantes que vivem irregularmente na Itlia. O governo italiano est criando uma lei que estabelecer "crime de clan-destinidade" e pessoas sem visto de trabalho sero p