Brasil - 1946-1964 - turma 301

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repblica liberal

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<ul><li><p>HistriaA REPBLICA LIBERAL POPULISTA (1946 1964):Eurico Dutra PSD (1946 1951):Eleito com o apoio do PTB e de Getlio Vargas: Ele disse: para presidente vote Dutra.Constituio de 1946: liberal e redemocratizantePromulgada;Repblica Federativa;Presidencialismo (mandato presidencial de cinco anos);Independncia entre os Trs Poderes;Autonomia estadual e municipal;Votao (em separado) para Presidente e Vice-Presidente;Voto universal e obrigatrio para alfabetizados c/ + de 18 anos</p></li><li><p>Histria Eurico Dutra:Alinhamento do Brasil aos EUA no contexto da Guerra Fria (Imperialismo Cultural);Rompimento das relaes diplomticas com a URSS;Ilegalidade do PCB;Os polticos do PCB so cassados;Aumento das importaes e Dficit Comercial;Aumento do custo de vida;Proibio de greves e interveno em sindicatos;Plano Salte (sade, alimentao, transporte e energia);Pavimentao da Rio - So Paulo (Via Dutra).Proibio do jogo do bicho e fechamento dos cassinos;</p><p>A REPBLICA LIBERAL POPULISTA</p></li><li><p>HistriaA REPBLICA LIBERAL POPULISTAGetlio Vargas PTB (1951 1954):Cristiano Machado PSPEduardo Gomes - UDNPoltica econmica nacionalista e intervencionista.Criao do BNDE (Banco Nacional de Desenvolvimento Econmico);Campanha O petrleo nosso, com o apoio de Monteiro Lobato, que culminou em 1953 com a criao da Petrobrs; criao da Eletrobrs;Aumento de 100% do salrio mnimo, concedido pelo Ministro do Trabalho Joo Goulart;Empresrios nacionais, associados ao capitais internacionais, financiaram a oposio ao governo atravs da UDN e do seu lder e governador da Guanabara Carlos Lacerda (dono da Tribuna da Imprensa). Campanha de desestabilizao</p></li><li><p>Getlio Vargas PTB (1951 1954): crise institucionalAtentado a Carlos Lacerda (da rua Toneleros) Repblica do GaleoSuicdio de Getlio Vargas (24 de agosto de 1954). Carta Testamento: ...saio da vida para entrar na Histria - ADIA O GOLPE!Carlos Lacerda foge para Portugal; os militares recolhem-se aos quartis; Assumem Caf Filho Carlos Luz Nereu Ramos. HistriaDIA 5</p></li><li><p>Carta TestamentoGetlio VargasMais uma vez, a foras e os interesses contra o povo coordenaram-se e novamente se desencadeiam sobre mim. No me acusam, insultam; no me combatem, caluniam, e no me do o direito de defesa. Precisam sufocar a minha voz e impedir a minha ao, para que eu no continue a defender, como sempre defendi, o povo e principalmente os humildes. Sigo o destino que me imposto. Depois de decnios de domnio e espoliao dos grupos econmicos e financeiros internacionais, fiz-me chefe de uma revoluo e venci. Iniciei o trabalho de libertao e instaurei o regime de liberdade social. Tive de renunciar. Voltei ao governo nos braos do povo. A campanha subterrnea dos grupos internacionais aliou-se dos grupos nacionais revoltados contra o regime de garantia do trabalho. A lei de lucros extraordinrios foi detida no Congresso. Contra a justia da reviso do salrio mnimo se desencadearam os dios. Quis criar liberdade nacional na potencializao das nossas riquezas atravs da Petrobrs e, mal comea esta a funcionar, a onda de agitao se avoluma. A Eletrobrs foi obstaculada at o desespero. No querem que o trabalhador seja livre. </p></li><li><p>Escolho este meio de estar sempre convosco. Quando vos humilharem, sentireis minha alma sofrendo ao vosso lado. Quando a fome bater vossa porta, sentireis em vosso peito a energia para a luta por vs e vossos filhos. Quando vos vilipendiarem, sentireis no pensamento a fora para a reao. Meu sacrifcio vos manter unidos e meu nome ser a vossa bandeira de luta. Cada gota de meu sangue ser uma chama imortal na vossa conscincia e manter a vibrao sagrada para a resistncia. Ao dio respondo com o perdo. (...) E aos que pensam que me derrotaram respondo com a minha vitria. Era escravo do povo e hoje me liberto para a vida eterna. Mas esse povo de quem fui escravo no mais ser escravo de ningum. Meu sacrifcio ficar para sempre em sua alma e meu sangue ser o preo do seu resgate. Lutei contra a espoliao do Brasil. Lutei contra a espoliao do povo. Tenho lutado de peito aberto. O dio, as infmias, a calnia no abateram meu nimo. Eu vos dei a minha vida. Agora vos ofereo a minha morte. Nada receio. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na Histria.(Rio de Janeiro, 23/08/54 - Getlio Vargas)</p></li><li><p>Dia 24 de Agosto</p><p>O Suicdio!</p></li><li><p>HistriaTentativa de golpe dos udenistas (com o apoio de Carlos Luz), que queriam impedir a posse de JK e Jango, por no terem conseguido a maioria absoluta de votos. Tiveram o apoio de oficiais da Aeronutica sediados em Santarm (PA). A tentativa de golpe foi desarticulada pelo general Henrique Teixeira Lott (Ministro da Guerra). Juscelino Kubitschek PSD - Juarez Tvora UDN Ademar de Barros PSPJK - o presidente Bossa Nova;Tentativa de pacificao poltica do pas: anistia aos envolvidos na tentativa de golpe;Plano de Metas: 50 anos de desenvolvimento em 5 de governo;</p><p>Interiorizao do desenvolvimento Emprstimos e investimentos estrangeirosO Plano de Metas previa investimentos em energia, transporte, alimentao, indstria de base e educao.Poltica econmica modernizadora e desnacionalizadora;</p></li><li><p>A Interiorizao do Brasil</p></li><li><p>HistriaA REPBLICA LIBERAL POPULISTA: Juscelino Kubitschek JK:Instalao de indstrias de bens durveis, principalmente multinacionais automobilsticas, concentradas em SP, RJ e MG;Criao da SUDENE (Superintendncia de Desenvolvimento do Nordeste);Incio do processo de sucateamento das ferrovias brasileiras, com a priorizao pelo governo federal das rodovias, satisfazendo os interesses das multinacionais automobilsticas;O aumento da inflao, do custo de vida e da dvida externa, levou o governo a romper com o FMI e a decretar moratria, medidas sem nenhuma consequncia mais imediata.Braslia (arquitetos: Oscar Niemeyer e Lcio Costa), construda pelos candangos;</p></li><li><p>Juscelino Kubitscheck</p></li><li><p>Plano Piloto</p></li><li><p>Memorial JK</p></li><li><p>Ponte JK</p></li><li><p>Histria A REPBLICA LIBERAL POPULISTA: Jnio Quadros PTN (1961)Eleito com o apoio da UDN: Jnio Quadros a UDN de porre!;Teve como smbolo de campanha a vassoura, que varreria a corrupo do pas;Medidas de carter liberal: adoo do cmbio flutuante, acordos com o FMI, controle de gastos do governoManteve uma poltica externa independente: reatou relaes diplomticas com a URSS e China Popular.Condecorou o ministro cubano e lder revolucionrio de esquerda, Ernesto Che Guevara, com a comenda da Ordem do Cruzeiro do Sul.A UDN rompe com o Governo e Carlos Lacerda, em rede de TV, acusa Jnio de abrir as portas do Brasil ao comunismo internacional;Sem apoio, Jnio Quadros tenta uma ltima cartada: a renncia (26 de Agosto de 1961): ... foras terrveis levantaram-se contra mim e me intrigam ou infamam... A mim no falta a coragem da renncia. </p></li><li><p>A REPBLICA LIBERAL POPULISTA:Com a renncia de Jnio, deveria assumir o vice-presidente: Jango, que estava em visita oficial a China Popular e era considerado pelos grupos reacionrios um simpatizante do comunismo.Setores ligados ao grande capital nacional e internacional, com o apoio de parte das Foras Armadas, tentaram impedir a posse de Goulart;Foi quando eclodiu em Porto Alegre, depois se espalhando pelo RS e Brasil, o Movimento da Legalidade, liderado pelo governador Leonel Brizola (que costurou o apoio do III Exrcito) e que exigia o cumprimento da constituio e a posse de Joo Goulart.HistriaO Movimento da Legalidade</p></li><li><p>HistriaA REPBLICA LIBERAL POPULISTA:Joo Goulart PTB (1961 - 1964):Adoo do sistema Parlamentarista, que deveria ser referendado por um plebiscito em 1965; teve como Primeiro-Ministro Tancredo Neves;Realizao do plebiscito antecipado (1963): de 12 milhes de votos, quase 10 milhes de cidados votaram contra o parlamentarismo;Governo nacionalista e poltica externa independente;Plano Trienal de Desenvolvimento Econmico e Social:Buscar melhor distribuio das riquezas, atacando os latifndios improdutivos;Encampar as refinarias particulares de petrleo;Reduzir a dvida externa brasileira;Diminuir a inflao mantendo o crescimento econmico; </p></li><li><p>HistriaA radicalizao poltica:</p><p>Comcio da Central do Brasil no Rio de Janeiro (com a presena de 300 mil pessoas). Jango anuncia um conjunto de medidas denominadas de Reformas de Base por bem ou por mal:Reforma Agrria;Reforma Urbana;Reforma Educacional;Reforma Eleitoral;Reforma Tributria.Lei de remessas de lucros para o exterior.Os trabalhadores comearam greves para pressionar os deputados e senadores a aprovarem as reformas, as classes dominantes, em oposio, organizavam ,em vrias cidades, as Marchas com Deus pela Liberdade, em So Paulo a Marcha teve como uma de suas lderes a socialite Hebe Camargo. Em 31 de maro de 1964 comeou o Golpe Militar em MG (gal Olmpio Mouro Filho, apoiado pelo governador Magalhes Pinto), que recebeu a adeso de unidades no RS, SP e GB. Em 1 de abril Jango deixou Braslia e rumou para Porto Alegre, onde Brizola, com o apoio da BM, tentou convenc-lo inutilmente a resistir, ambos fugiram para o Uruguai.Quando Jango chegou a Porto Alegre, Leonel Brizola, de fuzil na mo, j organizava a resistncia, forando o governador do RS, Ildo Meneghetti, a fugir para Passo Fundo, para onde transferiu a capital do estado e instaurou o seu governo. O Golpe Militar no Brasil contou com o apoio dos EUA (Operao Brother Sam)</p></li><li><p>13 de maro: Comcio da Central do Brasil19 de maro: Marcha da Famlia com Deus pela Liberdade</p></li></ul>