BOOK GEO SPFE 2014 3S CAA VOL1 ?· CURRÍCULO DO ESTADO DE SÃO PAULO CADERNO DO ALUNO GEOGRAFIA ENSINO…

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  • 3a SRIE ENSINO MDIOCaderno do AlunoVolume 1

    GEOGRAFIACincias Humanas

  • MATERIAL DE APOIO AOCURRCULO DO ESTADO DE SO PAULO

    CADERNO DO ALUNO

    GEOGRAFIAENSINO MDIO

    3a SRIEVOLUME 1

    Nova edio

    2014-2017

    GOVERNO DO ESTADO DE SO PAULO

    SECRETARIA DA EDUCAO

    So Paulo

  • Governo do Estado de So Paulo

    Governador

    Geraldo Alckmin

    Vice-Governador

    Guilherme Afif Domingos

    Secretrio da Educao

    Herman Voorwald

    Secretrio-Adjunto

    Joo Cardoso Palma Filho

    Chefe de Gabinete

    Fernando Padula Novaes

    Subsecretria de Articulao Regional

    Rosania Morales Morroni

    Coordenadora da Escola de Formao e Aperfeioamento dos Professores EFAP

    Silvia Andrade da Cunha Galletta

    Coordenadora de Gesto da Educao Bsica

    Maria Elizabete da Costa

    Coordenadora de Gesto de Recursos Humanos

    Cleide Bauab Eid Bochixio

    Coordenadora de Informao, Monitoramento e Avaliao

    Educacional

    Ione Cristina Ribeiro de Assuno

    Coordenadora de Infraestrutura e Servios Escolares

    Ana Leonor Sala Alonso

    Coordenadora de Oramento e Finanas

    Claudia Chiaroni Afuso

    Presidente da Fundao para o Desenvolvimento da Educao FDE

    Barjas Negri

  • Caro(a) aluno(a),

    O ano que se inicia trar muitos desafios para voc. o ano que voc deve concluir o Ensino Mdio. Este fato representa uma etapa muito importante na sua vida, j que voc poder dar con-tinuidade aos seus estudos e se preparar para o mercado de trabalho.

    Retomaremos, neste volume, o estudo da regionalizao do espao mundial por meio da lin-guagem cartogrfica. fundamental que voc compreenda que h diferentes critrios geopolticos e socioeconmicos de regionalizao do espao mundial.

    As atividades e Situaes de Aprendizagem propem um aprofundamento do estudo da dimen-so espacial dos fenmenos e acontecimentos que marcam a geografia mundial. O mundo con-temporneo marcado por uma forte instabilidade no espao mundial, notadamente nos mbitos poltico, econmico, social, tnico-racial e ambiental. Este volume tambm faz um mergulho em um desses conflitos o conflito de civilizaes mostrando que, na verdade, um conflito no est dissociado de outro e que, muitas vezes, vrios conflitos podem ter a mesma raiz, ou origem.

    Por meio do estudo dos conflitos entre as civilizaes, voc ter a oportunidade de refletir sobre as relaes de poder que esto postas no mundo, sobretudo aquelas de carter no institucional, que, muitas vezes, acabam por delimitar verdadeiros territrios, sendo tambm estes de carter no institucional, manifestos nas mais diversas escalas geogrficas.

    Tenha um excelente estudo!

    Equipe Curricular de Geografiarea de Cincias Humanas

    Coordenadoria de Gesto da Educao Bsica CGEBSecretaria da Educao do Estado de So Paulo

  • Geografia 3a srie Volume 1

    5

    !?

    SITUAO DE APRENDIZAGEM 1 REGIONALIZAO DO ESPAO MUNDIAL

    IBGE. Atlas geogrfico escolar. 6. ed. Rio de Janeiro: IBGE, 2012, p. 34. Mapa original. Adaptado (supresso do mapa de hemisfrios). Disponvel em: . Acesso em: 7 nov. 2013.

    1. Observe o mapa a seguir que apresenta a diviso dos continentes. Qual critrio embasou a propos-ta de regionalizao do mundo representada no mapa? Quais so as limitaes dessa proposta?

  • Geografia 3a srie Volume 1

    6

    IBGE. Atlas geogrfico escolar. Rio de Janeiro: IBGE, 2004, p. 70. Mapa original (sem indicao de norte geogrfico). Adaptado (supresso de escala numrica).

    IBGE. Atlas geogrfico escolar. 6. ed. Rio de Janeiro: IBGE, 2012, p. 74. Mapa original (as informaes referem-se ao Sudo antes da diviso com o Sudo do Sul). Adaptado (supresso de escala numrica).

    2. Comparando o mapa anterior com os dois apresentados a seguir, pode-se afirmar que foi usado o mesmo critrio para selecionar os aspectos neles representados? Comente.

    0

    30

    30

    60

    90

    90

    60

    ESCALA

    PROJEO DE ROBINSON

    1000 2000 km0

    Vegetao

    Fonte: Atlas geogrfico. 3. ed. Rio de Janeiro: IBGE: Fundao de Assistncia ao Estudante, 1986.Nota: Mapa atualizado pelo IBGE, 2002.

    Tundra

    Floresta de conferas

    Floresta temperada

    Mediterrnea

    Formaes herbceas

    Formaes de regies semiridas

    Deserto

    Floresta estacional e savana

    Floresta pluvial tropical e subtropical

    Alta montanha

    0 60 02106120 180180

    Fonte: Basic indicators. In: The state of the worlds children 2011. New York: United Nations Childrens Fund - UNICEF, 2011. Table 1. Disponvel em: . Acesso em: mar. 2012.

    PROJEO DE ECKERT III

    800 1 600 km0

    Taxa de mortalidade infantil ( nascidos vivos)

    menos de 10

    de 10 a 25

    de 25 a 45

    de 45 a 65

    de 65 a 100

    mais de 100

    sem dados

    Mortalidade infantil 2009

  • Geografia 3a srie Volume 1

    7

    3. Que outras possibilidades ou tipos de diviso regional do mundo voc conhece? Cite exemplos.

    4. Com base na anlise dos mapas, explique o que significa regionalizar.

  • Geografia 3a srie Volume 1

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    Leitura e anlise de quadro e mapa

    1. Observe o quadro a seguir que apresenta a classificao de alguns pases segundo proposta do Banco Mundial.

    Banco Mundial: classificao das economias, 2008 (em Rendimento Nacional Bruto* per capita)

    Economias de alto

    rendimento (US$ 11905 ou mais)

    Alemanha, Arbia Saudita, Austrlia, ustria, Barein, Blgica, Brunei, Canad, Catar, Chipre, Cingapura, Coreia do Sul, Crocia, Dinamarca, Emirados rabes Unidos, Eslovquia, Eslovnia, Espanha, Estados Unidos, Estnia, Finlndia, Frana, Grcia, Holanda, Hungria, Irlanda, Islndia, Israel, Itlia, Japo, Kuwait, Malta, Noruega, Nova Zelndia, Porto Rico, Portugal, Reino Unido, Repblica Tcheca, Sucia, Sua.

    Economias de mdio-alto rendimento (de US$ 3856 a

    US$ 11905)

    frica do Sul, Arglia, Argentina, Belarus, Bsnia-Herzegovina, Botsuana, Brasil, Bulgria, Casaquisto, Chile, Colmbia, Costa Rica, Cuba, Gabo, Letnia, Lbano, Lbia, Litunia, Macednia, Malsia, Mxico, Nambia, Panam, Peru, Polnia, Repblica Dominicana, Romnia, Rssia, Srvia, Suriname, Turquia, Uruguai, Venezuela.

    Economias de mdio-baixo rendimento

    (de US$ 976 a

    US$ 3855)

    Albnia, Angola, Armnia, Azerbaijo, Bolvia, Camares, China, Congo, Costa do Marfim, Egito, El Salvador, Equador, Filipinas, Guatemala, Guiana, Honduras, ndia, Indonsia, Ir, Iraque, Marrocos, Monglia, Nicargua, Nigria, Paquisto, Paraguai, Sria, Sri Lanka, Suazilndia, Sudo, Tailndia, Timor-Leste, Tunsia, Ucrnia.

    Economias de baixo

    rendimento (US$ 975 ou menos)

    Afeganisto, Bangladesh, Burkina Faso, Burundi, Camboja, Chade, Coreia do Norte, Eritreia, Etipia, Gmbia, Gana, Guin, Guin Bissau, Haiti, Imen, Laos, Libria, Madagascar, Malau, Mali, Mauritnia, Mianmar, Moambique, Nepal, Nger, Qunia, Rep. Centro-Africana, Rep. Dem. Congo, Ruanda, Senegal, Serra Leoa, Somlia, Tadjiquisto, Tanznia, Togo, Uganda, Vietn, Zmbia, Zimbbue.

    * Esta terminologia foi adotada pelo Banco Mundial em 1993, em substituio ao termo Produto Nacional Bruto.Fonte: Banco Mundial. Classificao dos pases. Disponvel em: . Acesso em: 7 nov. 2013. Adaptado.

    a) Com base nos dados do quadro, e com o auxlio de um atlas geogrfico escolar, elabore um mapa na prxima pgina que represente a regionalizao do mundo proposta pelo Banco Mundial.

  • Geografia 3a srie Volume 1

    9

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    Projection J. Bertin, 1950

  • Geografia 3a srie Volume 1

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    b) Com base na anlise do mapa que voc elaborou, explique a regionalizao do mundo ado-tada pelo Banco Mundial.

    c) Qual hemisfrio concentra o maior nmero de pases com economias de alto rendimento? Quais so os motivos que justificam essa concentrao?

    2. Observe o mapa a seguir, que representa uma regionalizao no mundo em pases do Norte e em pases do Sul.

    Organizado por Srgio Adas especialmente para o So Paulo faz escola, 2008.

    Regionalizao do mundo em Norte e Sul

    REINOUNIDO

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    Por que, no mapa, a regionalizao em Norte e Sul no corresponde aos Hemisfrios Norte e Sul definidos a partir da Linha do Equador?

    Com a orientao de seu professor, realize uma pesquisa com um ou mais colegas. Para tanto:

    recorte imagens e mapas de revistas e jornais que representem diferentes regionalizaes do espao mundial;

    cole as imagens e mapas numa folha de cartolina ou papel-carto. Elabore um texto explicativo ou interpretativo sobre o material escolhido ou encontrado, ressaltando os critrios de regiona-lizao adotados na sua confeco, mediante os conhecimentos adquiridos e consultas a enciclo-pdias, publicaes e sites.

    VOC APRENDEU?

    1. Volte a observar o mapa Regionalizao do mundo em Norte e Sul. Assinale a alternativa que indica, corretamente, o critrio utilizado nessa regionalizao.

    a) Degradao do meio ambiente.b) Situao geogrfica dos pases e seus principais problemas geopolticos.c) Diviso do mundo em pases capitalistas e socialistas e regimes polticos.d) Aspectos naturais e localizao geogrfica dos pases.e) Condies socioeconmicas dos pases, de suas populaes e nveis de industrializao.

    Combine com seu professor como sero apresentados os resultados da pesquisa.

  • Geografia 3a srie Volume 1

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    2. Fuvest 2007 Observe o mapa:

    a) A diviso por continentes, no mapa acima, representa adequadamente a atual regionalidade do mundo? Justifique.

    b) Apresente, em forma de texto, outra possibilidade de diviso regional do mundo. Justifique.

    Fonte: IBGE. Atlas geogrfico escolar, 2002.

  • Geografia 3a srie Volume 1

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    SITUAO DE APRENDIZAGEM 2 AS REGIES DA ONU

    Para comeo de conversa

    O ndice de Desenvolvimento Humano (IDH) um indicador idealizado pelo Programa das Naes Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), da Organizao das Naes Unidas (ONU). Para a composio desse indicador, so considerados dados de trs pilares bsicos do desenvolvimento humano:

    Educao: taxa de escolarizao bruta; taxa de escolarizao de adultos; Sade: esperana de vida ao nascer; Renda: Rendimento Nacional Bruto (RNB) per capita, expressa em poder de paridade de

    compra (PPP) constante, em dlar, tendo 2005 como ano de referncia.

    A escala do IDH varia de 0 a 1, sendo mais desenvolvido quanto mais prximo de 1 estiver o pas. As classificaes do IDH so relativas, baseadas nos quartis da distribuio do IDH dos pases e territrios que possuem um IDH considerado muito elevado, elevado, mdio e baixo.

    Observe o mapa ndice de desenvolvimento humano (IDH), 2010:

    !?

    Atelier de Cartographie de Sciences Po. Disponvel em: . Acesso em: 7 nov. 2013. Mapa original (base cartogrfica com generalizao; algumas feies do territrio no esto representadas em detalhe; sem escala; sem

    indicao de norte geogrfico).

    baixomuitoelevado

    Nvel de desenvolvimento humano

    Mtodo estatstico: quartis

    0,940,790,670,470,14

    Ausncia de dados

    Em Ceriscope 2, 2012, thme : Pauvrethttp://ceriscope.sciences-po.fr/pauvreteFonte: PNUD, Rapport sur le dveloppement humain 2010, www.undp.org

    Ceri

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    011

    ndice de desenvolvimento humano (IDH), 2010

  • Geografia 3a srie Volume 1

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    Considerando o IDH como um critrio de regionalizao, identifique quatro regies e descreva-as. Elas so contguas? Explique.

    1. O IDH foi criado com a inteno de oferecer um panorama mais abrangente do desenvolvimento humano do que o medido por outro indicador, o PIB per capita. Observe os mapas ndice de Desen-volvimento Humano, 2010 e Produto Interno Bruto per capita, 2010 e responda s questes a seguir.

    Atelier de Cartographie de Sciences Po. Disponvel em: . Acesso em: 7 nov. 2013. Mapa original (base cartogrfica com generalizao; algumas feies do territrio no esto representadas em detalhe;

    ampliao de alguns pases europeus; sem escala; sem indicao de norte geogrfico).

    PIB per capita, 2010(em milhares de dlares PPP)

    mtodo estatstico: mdias ajustadas

    0,35 4,6 13,6 29,6 86,1

    ausnciade dados

    Fonte: Banco Mundial, http://data.worldbank.org

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    012

    Produto Interno Bruto per capita, 2010

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    a) Com o apoio de um atlas geogrfico escolar, identifique no mapa Produto Interno Bruto per capita, 2010 pases da Amrica do Sul e da frica que apresentem a mesma faixa de PIB per capita que o Brasil.

    b) Pela anlise do mapa ndice de Desenvolvimento Humano, 2010, esses pases esto na mes-ma faixa de IDH que o Brasil? Comente.

    2. Voc concorda que o IDH oferece um panorama mais abrangente do desenvolvimento humano do que o medido pelo PIB per capita? Justifique.

  • Geografia 3a srie Volume 1

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    Analise a tabela com informaes sobre o IDH 2010, a seguir:

    IDH 2010

    Esperana de Vida

    ao nascer (anos)

    Mdia de anos de

    escolaridade (anos)

    Anos de escolaridade

    esperados (anos)

    Rendimento Nacio-nal Bruto (RNB)

    per capita (PPC em USD de 2008)

    Mdia dos pases com ndice de desenvolvi-

    mento humano muito elevado

    0,878 80,3 11,3 15,9 37,225

    Mdia dos pases com ndice de desen-volvimento humano

    elevado

    0,717 72,6 8,3 13,8 12,286

    Mdia dos pases com ndice de desenvolvi-

    mento mdio

    0,592 69,3 6,3 11,0 5,134

    Mdia dos pases com ndice de desenvolvi-mento humano baixo

    0,393 56,0 4,1 8,2 1,490

    Mdia mundial 0,624 69,3 7,4 12,3 10,631Brasil 0,699 72,9 7,2 13,8 10,607

    Mdia dos pases da Amrica Latina e

    Caribe

    0,704 74,0 7,9 13,7 10,642

    Fonte: PNUD. Relatrio do Desenvolvimento Humano 2010. A verdadeira riqueza das Naes: Caminhos para o Desenvolvimento Humano, 2010. Disponvel em: . Acesso em: 7 nov. 2013.

    1. Compare a posio do IDH brasileiro em 2010 com o IDH da mdia mundial. Qual dos ndi-ces que compem o IDH mais contribui para a diferena observada? Comente.

  • Geografia 3a srie Volume 1

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    2. Compare os indicadores de desenvolvimento humano do Brasil com relao ao conjunto da Amrica Latina e Caribe em 2010. Comente as principais semelhanas e diferenas.

    Observe o mapa Evoluo do IDH, 1990-2010 e responda:

    Atelier de Cartographie de Sciences Po. Disponvel em: . Acesso em: 7 nov. 2013. Mapa original (base cartogrfica com generalizao; algumas feies do territrio no esto representadas em detalhe; sem escala; sem indicao de norte geogrfico).

    reduo aumento

    Evoluo do IDH entre 1990 e 2010 (em %)

    8024140- 50

    Ausncia de dados

    Em Ceriscope 2, 2012, thme : Pauvrethttp://ceriscope.sciences-po.fr/pauvreteFonte: PNUD, Relatrio sobre desenvolvimento humano 2010, www.undp.org

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    011

    Evoluo do IDH, 1990-2010

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    1. Em que regio esto concentrados os pases que apresentam reduo nos ndices de desenvolvi-mento humano entre 1990 e 2010?

    2. Em quais regies houve evoluo nos ndices de desenvolvimento humano entre 1990 e 2010?

    3. Com base em seus conhecimentos, apresente hipteses para explicar essas tendncias de reduo e evoluo no IDH entre 1990 e 2010.

  • Geografia 3a srie Volume 1

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    !? SITUAO DE APRENDIZAGEM 3

    O CONFLITO NORTE E SUL

    Observe o mapa a seguir e, com o auxlio dos conhecimentos discutidos em sala de aula, respon-da s questes propostas:

    1. Quais relaes podem ser estabelecidas com base nos dados expressos na representao cartogrfica das emisses de CO2 com a regionalizao do mundo em pases do Norte e do Sul? Justifique.

    missions de CO2 et ratifications du Protocole de Kyoto, 2012. Atelier de Cartographie de Sciences Po. Mapa original (base cartogrfica com generalizao; algumas feies do territrio no esto representadas em detalhe; sem escala; sem indicao de norte geogrfico). Traduo: Benjamin Potet.

    NauruIlhas do Pacfico

    Ilhas CookFiji, TongaKiribati, Samoa,Vanuatu

    9 000

    1 800500

    5016

    Fontes: BP, www.bp.com; Conveno-Quadro das Naes Unidas sobre Mudana do Clima (CQNUMC), http://unfccc.int ; Naes Unidas, World Population Prospects, the 2010 Revision, http://esa.un.org/unpd/wpp

    Emisses de CO2(em milhes de toneladas, 2011)

    Protocolo de K oto (dezembro 2012)

    (em toneladas por habitante, 2008)0

    Estimativas BP para 2011

    1,5 4,5 10 20 74,1

    Ausnciade dados

    Pases que no ratificaram

    Pases que se comprometeram emlimitar ou reduzir as emisses de CO2

    Conferncia das Partes (COP)

    mdia mundial

    Emisses de CO2 e ratificaes do Protocolo de Kioto, 2012

    Mximo

    MximoCatarBareinEm. r. Un.Trin. e TobagoCingapuraKuwait

    74,143,243,141,034,631,6

    ChinaEstados UnidosndiaRussiaJapoAlemanha

    8 9006 0001 8001 6001 300

    800

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    2

  • Geografia 3a srie Volume 1

    20

    2. O controle das emisses de CO2 na atmosfera constitui um dos conflitos entre o Norte (princi-palmente por parte dos Estados Unidos da Amrica) e o Sul. Explique as razes desse conflito.

  • Geografia 3a srie Volume 1

    21

    Les migrations, fin du XXe sicle. Atelier de Cartographie de Sciences Po. Mapa original (base cartogrfica com generalizao; algumas feies do ter-ritrio no esto representadas em detalhe; sem escala; sem indicao de norte geogrfico).

    Analise o mapa As migraes, final do sculo XX. Na sequncia, com a orientao do seu pro-fessor e com base em conhecimentos, responda s questes 1 e 2.

    1. O que o mapa representa? Justifique.

  • Geografia 3a srie Volume 1

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    2. Seu Cristo judeu. Seu carro japons. Sua pizza italiana. Sua democracia, grega. Seu caf, brasileiro. Seu feriado, turco. Seus nmeros, rabes. Suas letras, latinas. S o seu vizinho estrangeiro. Em 1994, esses dizeres foram estampados em cartazes espalhados pelas ruas de Berlim, capital da Alemanha.

    a) De acordo com o que foi estudado, possvel dizer que a situao do imigrante no contexto mundial sofreu alteraes? Justifique sua resposta.

    b) A ironia do cartaz mostra situaes significativamente contraditrias. Em sua opinio, quais so as contradies que podem ser apontadas no texto do cartaz? Justifique sua resposta.

    Com a orientao de seu professor, voc e seu grupo vo pesquisar um dos temas a seguir elencados.

    Tema 1: As bases histricas do preconceito, da discriminao, do racismo e da xenofo-bia de parcelas do povo europeu com relao aos estrangeiros.

    Tema 2: Fatores que impulsionam ou causam as migraes internacionais. Tema 3: Os principais fluxos de refugiados no mundo.

  • Geografia 3a srie Volume 1

    23

    Para isso, consultem textos e captulos em livros didticos de Geografia na biblioteca da escola e/ou em sites da internet. Durante sua consulta e leitura, anote em seu caderno informaes e ideias interessantes e importantes. Em seguida, com base nas anotaes de cada um do grupo, organizem um relatrio a respeito do tema pesquisado.

  • Geografia 3a srie Volume 1

    24

    Considerando o mapa As migraes, final do sculo XX, apresente um exemplo de fluxo migra-trio entre:

    a) pases e regies em desenvolvimento.

    b) pases ou regies desenvolvidas.

    2. Explique por que esses fluxos ocorrem.

    As discusses sobre a migrao comeam tipicamente com uma descrio dos fluxos entre pases em desenvolvimento e pases desenvolvidos, ou aquilo que por vezes livremente e inade-quadamente designado por fluxos de Sul-Norte. [...]

    Mesmo que concentremos a nossa ateno nas deslocaes internacionais, o grosso das mesmas no ocorre entre pases com nveis de desenvolvimento muito diferentes. Apenas 37% das migra-es de todo o mundo so de pases em desenvolvimento para pases desenvolvidos. A maior parte das migraes ocorre entre pases com o mesmo nvel de desenvolvimento: cerca de 60% dos mi-grantes desloca-se ou entre pases em desenvolvimento, ou entre pases desenvolvidos (os restantes 3% referem-se a deslocaes de pases desenvolvidos para pases em desenvolvimento).

    Fonte: PNUD. Relatrio de Desenvolvimento Humano 2009: Ultrapassar fronteiras: mobilidade e desenvolvimento humanos, p. 21. Disponvel em: . Acesso em: 7 nov. 2013.

    1. Leia o seguinte texto:

  • Geografia 3a srie Volume 1

    25

    SITUAO DE APRENDIZAGEM 4 GLOBALIZAO E REGIONALIZAO ECONMICA

    1. Observe o mapa A bipolaridade e a ordem westfaliana, 1950-1980 e descreva a posio de cada continente com relao s alianas militares e polticas.

    !?

    La bipolarit et lordre westphalien (1950-1980). Atelier de Cartographie de Sciences Po. Disponvel em: . Acesso em: 7 nov. 2013. Mapa original (base cartogrfica com generalizao; algumas feies do territrio no esto

    representadas em detalhe; sem escala; sem indicao de norte geogrfico). Traduo: Rene Zicman.

    Proje

    o d

    e J. B

    ertin

    , 195

    0

    A BIPOLARIDADE E A ORDEM WESTFALIANA - 1950-1980

    Os territrios

    A bipolaridadePases ligados aos EUA por um acordo militar, como a Otan

    Fronteiras fechadaspela Guerra FriaImplante do EstadoConflitos ligados definio das identidades territoriais ou separatistas

    Outros pases ligados ao bloco do Oeste (1980)

    Outros pases ligados ao bloco do Leste (em torno de 1980)Conflitos ou crises ligadosao enfrentamento Leste-Oeste

    Pases ligados URSSpor um acordo militar, como o Pacto de Varsvia

    Coreia, 1950-53

    Cuba 1962

    Nicargua1979-90

    Irlanda

    Pas Basco

    Saara Ocid.

    Ex-Iugoslvia

    Curdisto

    Nigria 1970-75Etipia

    Somlia

    Sri Lanka

    Grandes Lagosanos 1960 e 1990

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  • Geografia 3a srie Volume 1

    26

    Organizao militar de seguranacoletiva da Comunidade dos EstadosIndependentes (CEI)

    Organizao de Cooperao de Xangai (OCS)

    Pases designados pelos Estados Unidos como sendo hostis

    Organizao do Tratado do Atlntico Norte (OTAN)

    Pases que assinaram um acordo militar com os Estados Unidos ou lhes concederam a utilizao de bases ou facilidades

    Intervenes militares dos Estados Unidos e de seus aliados

    Tratado de segurana regional

    Observatrio da OCS

    Pases candidatos adeso OTAN

    Pases que possuem armas nucleares

    Cuba

    Coreiado Norte

    MianmarEstados Unidos

    ChinaCanad

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    Turquia

    2. Com base na anlise do mapa Mundo: o surgimento do mundo multipolar a recomposio das alianas, 1991-2006, descreva a rea de influncia militar dos Estados Unidos da Amrica.

    Mundo: o surgimento do mundo multipolar a recomposio das alianas, 1991-2006

    LAtlas du monde diplomatique. Paris: Armand Colin, 2006. Mapa original (base cartogrfica com generalizao; algumas feies dos territrios no esto representadas em detalhe; sem escala).

  • Geografia 3a srie Volume 1

    27

    3. Comparado com os dois mapas anteriores, o que o mapa Mundo: as potncias do sculo XXI traz de novo para entender a distribuio de poder no mundo contemporneo? Justifique.

    Mundo: as potncias do sculo XXI

    LAtlas du monde diplomatique. Paris: Armand Colin, 2006. Mapa original (base cartogrfica com generalizao; algumas feies dos territrios no esto representadas em detalhe; sem escala).

    Grandes potncias tradicionaiseconmicas e militares da TradePotncias econmicas ou polticas regionaisPotncia econmica estagnada

    China

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  • Geografia 3a srie Volume 1

    28

    4. Com base no mapa a seguir, comente a atuao dos EUA.

    La Documentation Franaise. La prsence des forces armes amricaines dans le monde en 2006. In: Questions internationales, n. 26, jul.-ago. 2007. Disponvel em: . Acesso em: 7 nov. 2013. Mapa original (base cartogrfica com generalizao; algumas feies do territrio no esto representadas em detalhe; sem escala; sem indicao de norte geogrfico). Traduo: Rene Zicman.

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    Projection cylindrique de Gall (correction de J. Bertin pour les ples

    A presena das foras armadas americanas no mundo, 2006

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    Fonte: US Department of Defense, www.defenselink.mil/ eONU, Departamento de operaes de manuteno da paz, www.un.org /peace /peace /index.asp

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    Contribuies em homens dos EUA nas misses de paz da ONU(setembro de 2006)

    Mobilizao das foras armadasamericanas(efetivos em setembro de 2006)

    Efetivos inferiores a 100 homensInterveno no mbito de uma misso de paz da ONU

  • Geografia 3a srie Volume 1

    29

    5. Defina os termos bipolaridade e multipolaridade. Fundamente sua resposta com base nos mapas apresentados nas questes anteriores.

    1. Observe o mapa a seguir e responda questo: qual a relao entre os principais processos de integrao regional e a globalizao? Justifique.

  • Geografia 3a srie Volume 1

    30

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    Ateli de Cartografia da Sciences Po, 2012

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  • Geografia 3a srie Volume 1

    31

    Leitura e anlise de grfico e mapa

    1. Com base no grfico e no mapa responda s questes a seguir.

    volution du nombre dinternautes. Atelier de Cartographie de Sciences Po. Disponvel em: . Acesso em: 7 nov. 2013.

  • Geografia 3a srie Volume 1

    32

    Atelier de Cartographie de Sciences Po. Disponvel em: . Acesso em: 7 nov. 2013. Mapa original (base cartogrfica com generalizao; algumas feies do territrio no esto representadas em detalhe; sem escala; sem indicao de norte geogrfico).

    a) O que o grfico revela?

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    Internautas, 2010

  • Geografia 3a srie Volume 1

    33

    b) Comparando o mapa Internautas, 2010 com o mapa Regionalizao do mundo em Norte e Sul, aponte caractersticas comuns entre eles e discuta a questo das desigualdades no mundo globalizado.

    c) O mapa Internautas, 2010 poderia fundamentar a afirmao de que a globalizao ocorre de forma assimtrica? Explique.

    Consulte um ou mais textos em livros de Geografia na biblioteca da escola e/ou em sites da internet sobre os aspectos polticos, econmicos, militares, tecnolgicos e socioeconmicos da Nova Ordem Mundial. Durante a consulta e leitura, anote as informaes e ideias mais rele-vantes. Isso poder ser realizado na forma de um fichamento escrito ou por meio de um quadro sntese dos aspectos estudados, completando-o com as informaes coletadas. Aps reunir as informaes, elabore um texto dissertativo sobre o tema proposto.

  • Geografia 3a srie Volume 1

    34

    A Nova Ordem Mundial

    Caractersticas

    Militares Econmicas Polticas Tecnolgicas Socioeconmicas

  • Geografia 3a srie Volume 1

    35

  • Geografia 3a srie Volume 1

    36

    Com base em seus conhecimentos, responda:

    1. A globalizao e a formao de blocos econmicos so processos excludentes? Justifique.

    2. Estabelea uma diferena de objetivos entre a Unio Europeia (UE) e outros blocos econmicos.

    1. Leia as alternativas sobre alguns blocos econmicos:

    I. Unio Europeia (UE) uma organizao supranacional dedicada a incrementar a interao econmica e reforar a cooperao entre seus Estados-membros. Entre outras caractersticas que a distinguem dos demais blocos da atualidade est o fato de outorgar a cidadania europeia a cidados de todos os Estados-membros, permitindo aos cidados europeus maior liberdade para viver, trabalhar ou estudar em qualquer um dos pases-membros.

    II. A Apec (Cooperao Econmica da sia e do Pacfico) foi criada no ano de 1989, na Austrlia, como um frum de conversao entre os pases-membros da Asean (Associao das Naes do Su-deste Asitico) e seis parceiros econmicos da regio do Pacfico, como EUA e Japo. Porm, ape-nas no ano de 1994, adquiriu caractersticas de um bloco econmico na Conferncia de Seattle, quando os membros se comprometeram a transformar o Pacfico em uma rea de livre-comrcio.

    III. O Acordo de Livre-Comrcio da Amrica do Norte (Nafta) integra as economias dos EUA, do Canad e do Mxico. Iniciado em 1988 por estadunidenses e canadenses, o bloco recebeu a adeso dos me-xicanos em 1993. Com ele, consolidou-se um intenso comrcio regional na Amrica do Norte para enfrentar a concorrncia representada pela UE, alm da livre circulao de pessoas entre seus pases--membros, de modo a resolver a imigrao ilegal de mexicanos para os Estados Unidos.

  • Geografia 3a srie Volume 1

    37

    IV. O Mercosul (Mercado Comum do Sul) um bloco criado em 1991 pela Argentina, Brasil, Uruguai e Paraguai, com o objetivo de reduzir ou eliminar impostos, proibies e restries entre seus produtos. Em 2004, os pases chamados andinos, como Chile, Bolvia, Equador, Colmbia e Peru, associaram-se ao Mercosul. No ano de 2005, a Venezuela procurou sua adeso ao acordo, mas teve que cumprir algumas exigncias, como adotar a TEC Tarifa Externa Comum.

    As afirmativas corretas so indicadas pelas afirmaes:

    a) I e II.

    b) III e IV.

    c) I e IV.

    d) I, II e IV.

    e) I, II, III e IV.

    2. No final do sculo XX, uma regio europeia foi considerada um verdadeiro barril de plvora tnico, abrigando ondas nacionalistas que embalaram o sonho de uma grande Srvia, de uma grande Albnia ou de uma Crocia etnicamente pura. Essa afirmao refere-se regio:

    a) dos Balcs, fragmentada por movimentos nacionalistas.

    b) da Chechnia, unificada aps a desintegrao sovitica.

    c) do Curdisto, dividida entre o Iraque e a Turquia.

    d) da Palestina, que no aceita a criao de Israel.

    e) da Alemanha, unificada aps a queda do muro de Berlim.

  • 38

    Geografia 3a srie Volume 1

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    SITUAO DE APRENDIZAGEM 5 CHOQUE DE CIVILIZAES?

    Para comeo de conversa

    Leia as Fichas I e II, apresentadas nas prximas pginas, e responda s questes a seguir.

    1. Qual a inteno dos autores ao afirmarem que Os avies que destruram as torres gmeas do World Trade Center, em 11 de setembro de 2001, e a marcha das tropas estadunidenses sobre Bagd refletem tragicamente esse estranhamento e introduzem, na poltica mundial, o espectro do choque de civilizaes.?

    2. Qual a relao entre os atentados de 11 de setembro de 2001 e os protestos desencadeados por jovens imigrantes ocorridos na Frana em 2005?

  • 39

    Geografia 3a srie Volume 1

    As torres gmeas do World Trade Center, em Manhattan, Nova Iorque, um dos principais smbolos do poderio econmico dos Estados Unidos, antes e no momento do atentado de 11/9/2001. Pela primeira vez em sua histria em tempos de paz, os Estados Unidos foram vtimas de ataques a seu territrio continental. Ao mesmo tempo, outro avio tambm sequestrado iria se chocar com o edifcio do Pentgono, prximo de Washington, D.C., atingindo o principal smbolo militar da superpotncia. Ao todo, os atentados resultaram na morte de mais de 3 mil pessoas.

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    Aspecto da ocupao militar estadunidense no Iraque em 2003, com soldados hasteando a ban-deira dos Estados Unidos em uma das ruas de Bagd.

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    O estranhamento que separa o Ocidente do Isl fruto de sculos de histria. Os avies que destruram as torres gmeas do World Trade Center, em 11 de setembro de 2001, e a marcha das tropas estadunidenses sobre Bagd refletem tragicamente esse estranhamento e introduzem, na poltica mundial, o espectro do choque de civilizaes. O antdoto existe, mas depende de um dilogo entre o Ocidente e o Isl, centrado nos valores da Reforma e do Iluminismo. Entre rabes e muulmanos, h incontveis interessados nesse dilogo e h uma tradio modernista que resiste ao fundamentalismo. O obstculo o rudo ensurdecedor das bombas e a humilhao da ocupao.

    MAGNOLI, Demtrio; SENISE, Elaine. Por um dilogo entre o Ocidente e o Isl. Folha de S.Paulo, So Paulo, 20 abr. 2003.

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    FICHA IOs atentados ao World Trade Center (11/9/2001)

    e a ocupao estadunidense do Iraque (2003)

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    Geografia 3a srie Volume 1

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    FICHA IIA revolta dos jovens na Frana (2005)

    Manifestao de jovens dos subrbios de Paris, capital da Frana, contra a discriminao e a violncia dirigida aos imigrantes e seus descendentes no pas, nov. de 2005.

    Em 2005, vrios especialistas no concordaram com uma interpretao largamente divulgada em jornais televisivos e impressos sobre a realidade francesa, segundo a qual os protestos dos jovens imi-grantes nos subrbios de Paris e outras cidades estariam vinculados com movimentos religiosos e fundamentalistas. Em vez de associ-los de maneira apressada com os movimentos terroristas inter-nacionais, considerando-os como mais uma etapa do avano do choque de civilizaes, argumen-taram que as manifestaes tiveram o Estado francs como alvo principal ou, mais precisamente, a ausncia dele na vida dos jovens residentes em bairros socialmente desfavorecidos. Ao contrrio das notcias, portanto, os estudiosos chamaram a ateno para o fato de que se tratava de um movimento poltico quase catico, verdade, mas essencialmente poltico questionador da excluso social e do neoliberalismo intolerante.

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    Geografia 3a srie Volume 1

    1. Leia o texto a seguir.

    O crtico literrio e ativista da causa palestina Edward Said critica a tese de choque de civilizaes defendida por Huntington. Para ele, essa ideia deve ser considerada uma poltica de Estado que visa reestruturar a estratgia ocidental tendo em vista afirmar sua autoridade sobre o Oriente, envolvendo interesses de dominao.

    a) Considerando as medidas tomadas por George W. Bush aps o 11 de setembro de 2001, quais interesses os EUA teriam ao incentivar a ideia de choque de civilizaes?

    b) Considerando as discusses realizadas durante a aula sobre a ideia de choque de civiliza-es, quais os interesses que os pases do Ocidente teriam no Oriente Mdio?

    2. O socilogo anglo-americano Michael Mann, professor da Universidade da Califrnia, em seu livro O Imprio da incoerncia, afirma que o mundo deveria saber que o governo de George W. Bush adota o novo imperialismo. Para ele, as polticas estadunidenses quanto a Kyoto, minas terrestres, Guerras nas Estrelas, Iraque e Ir no so ocasionais e isoladas. Todas elas fazem parte de uma estratgia desencadeada pela nova direita estadunidense, desde os anos 1970, para que se construa o Imprio Americano Global, vislumbrado primeiramente como teoria e, depois de 11 de setembro, e durante todo o governo de Bush, como realidade.

  • 42

    Geografia 3a srie Volume 1

    a) Qual a inteno do autor ao afirmar que o mundo deveria saber que o governo de George W. Bush adotou o novo imperialismo?

    b) Considerando os argumentos defendidos por Michael Mann, ele seria favorvel ou desfavorvel tese do choque de civilizaes de Huntington? Justifique a sua resposta.

    c) Considerando o atual momento da poltica estadunidense, possvel afirmar que esse pas ainda desenvolve uma poltica imperialista? Justifique sua resposta.

    1. Leia o texto e observe a imagem que o acompanha.

    Em 30 de setembro de 2005, o jornal dinamarqus Jyllands-Posten publicou 12 charges asso-ciando Maom ao terrorismo. Em seguida, outros 50 jornais em todo o mundo republicaram os de-senhos. No tardou para que fortes polmicas e reaes eclodissem nas comunidades muulmanas, adentrando o ano de 2006, causando, em alguns casos, ofensivos ataques motivados pela indigna-o diante da forma irnica como a cultura muulmana e o profeta Maom foram retratados. Em todo o mundo, as principais agncias de notcias publicaram os inmeros efeitos que se seguiram larga divulgao daquelas imagens: a retirada dos embaixadores saudita e srio da Dinamarca, os boicotes por parte dos pases islmicos aos produtos dinamarqueses, os protestos, incndios e pro-blemas diplomticos em pases da Europa (como na Dinamarca, Sucia, Noruega e ustria) como tambm de outros continentes (como na Nova Zelndia, no Egito, na Indonsia, na Turquia e na Tailndia). Em 13 de fevereiro de 2008, cinco grandes jornais dinamarqueses voltaram a publicar as charges depois que foi descoberto um plano para assassinar um de seus desenhistas; novamente, no faltaram reaes em meio comunidade muulmana espalhada pelo mundo.

    Elaborado por Srgio Adas especialmente para o So Paulo faz escola.

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    Geografia 3a srie Volume 1

    Protestos diante da embaixada dinamarquesa em Berlim, Alemanha, em funo da publicao das charges de Maom pelo jornal dinamarqus Jyllands-Posten (2005).

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    Com base no texto e na imagem anteriores:

    a) Discorra sobre o contexto de surgimento e o significado da expresso choque de civilizaes.

  • 44

    Geografia 3a srie Volume 1

    b) Aponte, ao menos, duas crticas que so dirigidas teoria do choque de civilizaes.

    2. Enem 2003 Segundo Samuel Huntington (autor do livro O choque de civilizaes e a recom-posio da ordem mundial), o mundo est dividido em nove civilizaes, conforme o mapa adiante.

    Fonte: Enem-2003.

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    Geografia 3a srie Volume 1

    Na opinio do autor, o ideal seria que cada civilizao principal tivesse pelo menos um assento no Conselho de Segurana das Naes Unidas. Sabendo-se que apenas EUA, China, Rssia, Frana e Inglaterra so membros permanentes do Conselho de Segurana, e analisando o mapa, pode-se concluir que:

    a) atualmente, apenas trs civilizaes possuem membros permanentes no Conselho de Segurana.

    b) o poder no Conselho de Segurana est concentrado em torno de apenas dois teros das civilizaes citadas pelo autor.

    c) o poder no Conselho de Segurana est desequilibrado, porque seus membros pertencem apenas civilizao ocidental.

    d) existe uma concentrao de poder, j que apenas um continente est representado no Conselho de Segurana.

    e) o poder est diludo entre as civilizaes, de forma que apenas a frica no possui representante no Conselho de Segurana.

  • 46

    Geografia 3a srie Volume 1

    SITUAO DE APRENDIZAGEM 6 GEOGRAFIA DAS RELIGIES

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    1. Analise as imagens a seguir:

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    Cristo Redentor. Rio de Janeiro (RJ), Brasil, 2002.

    Esttua de Buda na Tailndia, dez. 2004. Hindustas no Rio Ganges, ndia, 2006.

    Fiis diante do Muro das Lamentaes em Jerusalm, fev. 1997.

    Grande Mesquita de Meca, na Arbia Saudita, com peregrinos muulmanos em torno da Caaba, o smbolo do monotesmo islmico, 25 fev. 1995.

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    Geografia 3a srie Volume 1

    2. Localize no mapa os pases aos quais se referem as imagens colocando as suas respectivas letras.

    3. Levando-se em conta as trs maiores religies em nmero de fiis no mundo, indique no mapa em que continente elas surgiram. Consulte seu livro didtico e outros materiais e explique como ocorreu a difuso dessas religies.

    Planisphre, projection Bertin1950, 2011. Atelier de Cartographie de Sciences Po. Disponvel em: . Acesso em: 7 nov. 2013. Mapa original (base cartogrfica com generalizao; algumas feies do

    territrio no esto representadas em detalhe; sem escala; sem indicao de norte geogrfico).

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    Geografia 3a srie Volume 1

    Leitura e anlise de grfico e mapa

    Nesta atividade, cada grupo pesquisar uma das cinco religies representadas nas imagens an-teriores. Defina com o professor e o seu grupo sobre qual religio ir pesquisar. Fique atento s orientaes do professor.

    1. Observe os mapas e os grficos a seguir:

    Diversit du christianisme, 2005. In: DURAND, Marie-Franoise et al. Atlas de la mondialisation. dition 2008. Paris: Presses de Sciences Po, 2008, p. 79. Mapa original (base cartogrfica com generalizao; algumas feies do territrio no esto representadas

    em detalhe; sem escala; sem indicao de norte geogrfico). Traduo: Rene Zicman.

    Brasil 134,2

    Rssia 79,5

    Mxico 92,8

    Etipia 29,5

    Estados Unidos 70,2

    Ucrnia 22,3

    Filipinas 64,9

    Romnia 19,0

    Frana 51,0

    Grcia 10,9

    Itlia 48,3

    Belarus 7,9

    Colmbia 39,8

    Srvia e Mont. 7,2

    Espanha 39,6

    Casaquisto 6,6

    Argentina 35,0

    Bulgria 6,5

    Polnia 34,7

    Estados Unidos158,0Reino Unido 35,6Alemanha 28,1Brasil 27,2frica do Sul 17,1Qunia 14,7Canad 13,9Indonsia 10,9RDC 10,8Uganda 8,9

    Moldvia 4,1

    Catlicos

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    Os 10 primeiros pases cristos, 2005em milhes de pessoas

    Fonte: CIA Factbook 2005, http://www.cia.gov/

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    Mtodo estatstico: limites observados

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    Protestantes (em % da populao)

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    Ortodoxos (em % da populao)

    Diversidade do Cristianismo, 2005

  • 49

    Geografia 3a srie Volume 1

    De acordo com os dados expressos nos mapas e grficos, identifique os pases com maior concentrao de protestantes, catlicos e cristos ortodoxos. Que fatores histrico-geogrficos podem ser considera-dos para explicar a maior concentrao de protestantes, catlicos e cristos ortodoxos nesses pases?

    2. Analise os mapas e o grfico das prximas pginas para responder s questes a seguir.

    a) Com base no mapa Os muulmanos, 2006, quais so os quatro pases em que h o maior nmero de muulmanos?

    b) Com base no mapa Os muulmanos, 2006, identifique quatro pases com o maior percentual de muulmanos em sua populao.

    c) Por que os quatro pases com maior nmero de muulmanos no correspondem aos quatro pases que apresentam a maior porcentagem de muulmanos na populao?

    d) Com base no mapa Principais lugares sagrados do Isl, identifique os lugares considerados mais sagrados para os muulmanos.

    e) Quais hipteses podem ser consideradas para explicar o contnuo crescimento do nmero de fiis em peregrinao rumo cidade de Meca aps 1990, conforme demonstra o grfico Peregrinos a Meca, 1935-2006?

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    Geografia 3a srie Volume 1

    Les musulmans, 2006. In: DURAND, Marie-Franoise et al. Atlas de la mondialisation. dition 2008. Paris: Presses de Sciences Po, 2008, p. 77. Mapa original (base cartogrfica com generalizao; algumas feies do territrio no esto representadas em detalhe; sem escala; sem

    indicao de norte geogrfico). Traduo: Rene Zicman.

    Ilhas do Caribe

    Antgua e Barbuda, Trinidad e Tobago

    Ilhas do PacficoFiji, Nova Calednia

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    China

    ndiaMalsiaIndonsia

    Bangladesh

    Esto indicados os nomes dos pases com valor superior a 10 milhes.

    Fontes: compilao de Robert GIMENO a partir de: CIA, The World Factbook, https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/2005 Annual Report on International Religious Freedom, http://www.state.gov/j/drl/rls/irf/2005/Europe: http://news.bbc.co.uk/2/hi/europe/4385768.stm

    Efetivos(em milhes)

    Estimativas CIA, incio de 2006

    Esto representados apenas os valores superiores a 10 000.de 0,1 a 0,5

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    MXIMAArbia S. 100Imen 100Somlia 100Mauritnia 100Maldivas 100Saara Ocid. 100Turquia 99,8

    Os muulmanos, 2006

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    Geografia 3a srie Volume 1

    Fonte: DURAND, M.-F. et al. Atlas de la mondialisation. dition 2008. Paris: Presses de Sciences Po, 2008, p. 76.

    1935 1940 1945 1950 1955 1960 1965 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 2006

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    Fonte: a partir de infogrfico publicado no Le Monde de 29 de dezembro de 2006, ministrio saudita da Peregrinao

    em milhares de participantes por ano

    Do total de 2 378 636 peregrinos no ano de 2006, 70% eram estrangeiros, um tero dos quais provenientes do Sudeste Asitico.

    A Arbia Saudita fixa cotas por pas para definir o nmero de peregrinos autorizados a participar da peregrinao.

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    Peregrinos a Meca, 1935-2006

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    AbadanBasra

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    JORDNIA

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    GERGIA

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    xiita outrasunita

    Os nmeros indicam a importnciada cidade para os fiis.

    Cidade santa:

    11

    a partir de Questions Internationales, isl, isls, n 21,La Documentation franaise, Paris, setembro-outubro 2006.

    Principais lugares sagrados do Isl

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    Principaux lieux saints de lIslam. In: DURAND, Marie-Franoise et al. Atlas de la mondialisation. dition 2008. Paris: Presses de Sciences Po, 2008, p. 76. Mapa original (base cartogrfica com generalizao; algumas feies do territrio no esto representadas em detalhe; sem indicao de norte geogrfico). Traduo: Rene Zicman.

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    Geografia 3a srie Volume 1

    Mundo: populao judaica, 1970-2020

    Regies e pasesPopulao judaica

    1970 2006 Projees para 2020

    Israel 2582000 5308000 6228000Amrica do Norte 5686000 5648000 5581000Estados Unidos 5400000 5275000 5200000Canad 286000 373000 381000Amrica Latina 514000 394000 364000Argentina 282000 184000 162000Brasil 90000 96000 90000Mxico 35000 40000 42000Outros pases 107000 74000 70000Europaa 1331000 1160000 1030000Frana 530000 492000 482000Reino Unido 390000 297000 238000Alemanha 30000 118000 108000Hungria 70000 50000 34000Outros pases-membros da Unio Europeia (UE)b 171000 150000 134000

    Outros pases fora da UEc 140000 53000 34000CEI (Comunidade dos Estados Independentes)d 2151000 366000 173000

    Rssia 808000 228000 130000Ucrnia 777000 80000 25000siae 104000 20000 21000frica 195000 78000 60000frica do Sul 118000 72000 57000Oceania 70000 110000 101000Austrlia 65000 103000 95000Conjunto do Mundo 12633000 13084000 13558000a Sem pases da CEI; b Sem pases blticos; c Incluindo a Turquia; d Com pases blticos; e Sem Israel, pases asiticos da CEI e Turquia.

    Fonte: Institut de Planification dune Politique pour le Peuple Juif. Rapport annuel du JPPPI 2005/2006. Le peuple juif en 2005/2006: entre renaissance et dclin. Jerusalm: JPPPI, 2006, p. 25.

    52

    3. Com base na tabela a seguir, responda s questes:

  • 53

    Geografia 3a srie Volume 1

    a) Excetuando-se os pases do Leste Europeu e da CEI, em quais pases do mundo se encontram as maiores comunidades judaicas? Como voc justificaria esse fenmeno?

    b) Em qual pas ocorreu o maior crescimento da comunidade judaica entre os anos de 1970 e 2006? Quais motivaes explicam esse crescimento?

  • 54

    Geografia 3a srie Volume 1

    Por tolerncia entende-se a capacidade de admitir modos de pensar, de agir e de sentir diferen-tes dos de um indivduo ou de grupos determinados, sejam grupos polticos ou religiosos. Tolern-cia a capacidade de aceitar o outro, sobretudo quando este estranho, extico, diferente daquilo que conhecemos e aceitamos como certo, normal ou verdadeiro.

    Mas para que haja a tolerncia, fundamental o conhecimento do outro que diferente de ns. Geralmente, a intolerncia a expresso do preconceito em relao ao outro que diferente. O preconceito tambm fruto do desconhecimento ou de um deturpado ou falso conhecimento da realidade do outro.

    [...] Etnocentrismo (etno: cultura; centrismo: ter como centro) a tendncia ou a atitude de considerar a nossa cultura ou religio como a medida de todas as demais. Quando subestimamos ou menosprezamos a cultura ou a religio do outro e, sobretudo, quando avaliamos a cultura ou a religio do outro a partir da nossa, supostamente superior, estamos praticando etnocentrismo.

    SANTOS, Alberto Pereira dos. Introduo geografia das religies. Revista GEOUSP, Espao e Tempo, So Paulo, n. 11, 2002. p. 22.

    1. Leia o texto a seguir.

    Aps a leitura do texto, voc e seu colega devero elaborar um texto sobre as principais ideias apresentadas.

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    Geografia 3a srie Volume 1

    1. Observe o mapa a seguir e identifique trs pases que apresentaram os seguintes tipos de conflitos:

    a) Litgios fronteirios na Amrica do Sul:

    b) Movimentos de independncia na Europa:

    c) Continentes que apresentaram o maior nmero de conflitos no sculo XX:

    SITUAO DE APRENDIZAGEM 7 A QUESTO TNICO-CULTURAL

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  • 56

    Geografia 3a srie Volume 1

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    Cartografia de Philippe Rekacewicz (philippe.rekacewicz@monde-diplomatique.fr), Le Monde diplomatique, Paris

  • 57

    Geografia 3a srie Volume 1

    2. Observe os mapas apresentados na prxima pgina e responda s questes.

    a) Com base no mapa 1947 A diviso da ONU, quais foram os Estados criados pela ONU na partilha da Palestina em 1947?

    b) Quais as modificaes de fronteiras ocorridas na regio da Palestina aps a primeira guerra entre rabes e israelenses, em 1948-49? Por que elas ocorreram?

    c) De acordo com o mapa 1967 Aps a Guerra dos Seis Dias, identifique os territrios tomados por Israel na Guerra dos Seis Dias.

  • 58

    Geografia 3a srie Volume 1

    La Documentation Franaise. Cration de ltat dIsral et premire guerre isralo-arabe (1949); Guerre des Six jours, guerre du Kippour et recompositions territoriales. In: Questions internationales, 28, nov.-dez. 2007. Disponvel em: .

    Acesso em: 7 nov. 2013. Mapa original (sem indicao de norte geogrfico). Traduo: Rene Zicman.

    100 km 100 km

    Territrios ocupados em 1978e restitudos em 2000

    Territrios palestinos

    Territrios ocupados em 1967,restitudos em 1974, 1982 e 2000

    Territrios ocupadospor Israel em 2007

    Anexao deJerusalm Leste

    Linha de armistcio em outubro de 1973

    Sul do Lbano

    MAR MEDITERRNEO

    MAR VERMELHO MAR VERMELHO

    MAR MEDITERRNEO

    1967Aps a Guerrados Seis Dias

    1973-2007Aps a Guerrado Kippour

    Fonte: F. W. Putzger, Historischer Weltatlas. Cornelsen, Berlim, 1992.

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    Pases rabes

    Estado de Israel

    Anexao de Jerusalm Leste

    Territrios ocupados por Israel

    Eilat Eilat

    Tel Aviv

    Haifa

    GazaPorto Said

    Suez

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    Haifa

    GazaPorto Said

    Suez

    Beersheba

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    EGITO

    ARBIA SAUDITA ARBIA SAUDITA

    EGITO

    JORDNIA

    SRIA

    LBANO

    JORDNIA

    SRIA

    LBANO

    Golan Golan

    Estadode Israel

    As fronteiras de Israel

    MAR MEDITERRNEO MAR MEDITERRNEO

    MAR VERMELHO MAR VERMELHO

    1947A diviso daONU

    1949Aps a primeiraGuerra israelo-rabe

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    Proposio de Estado judeu

    Pases rabes Pases rabes

    Zona internacional (Jerusalm)

    Zona militar britnica de 1936 a 1954

    Proposio de Estado rabe

    Estado de Israel

    Administrao militar egpcia em Gaza

    Jerusalm dividida em Israel e a Jordnia

    Anexao da Cisjordnia pela Jordnia em 1950

    Tel Aviv

    Haifa

    GazaPorto Said

    Suez

    Beersheba

    Eilat

    Hebron

    Nabulus

    Eilat

    Tel Aviv

    Haifa

    GazaPorto Said

    Suez

    Beersheba

    Nabulus

    Jerusalm

    E G I T O E G I T O

    TRANSJORDNIA

    SRIA

    LBANO

    ARBIA SAUDITA ARBIA SAUDITA

    JORDNIA

    SRIA

    LBANO

  • 59

    Geografia 3a srie Volume 1

    Pesquise as ocorrncias mais significativas de conflitos regio-nais e a questo das identidades socioculturais (tnicas, tribais e religiosas) no espao mundial e elabore um resumo das causas desses conflitos expondo os resultados de seu trabalho para a sala.

    Com base em seus conhecimentos de Geografia e no mapa a seguir, quais hipteses podem explicar o grande interesse da Rssia em manter o controle sobre a Chechnia?

    Cucaso: rotas de gasodutos e oleodutos, 2007

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    Combine com seu pro-fessor o modo de apre-sentao da pesquisa.

    Fonte: Le Monde Diplomatique, 1 ago. 2008. Disponvel em: . Acesso em: 7 nov. 2013. Adaptado (supresso de altimetria; supresso da escala). Traduo: Rene Zicman.

    Sochi

    Abkhazia

    Sokhumi

    AdygheaMaikop

    Armavir

    Kropotkin

    Stavropol Stavropol

    Oleodutos e gasodutos

    Budyonnovsk NeftekumskNevinnomysk

    Mineralnye Vody

    KarachaiCherkessia

    KabardinoBalkaria

    Zugdidi

    KuleviPoti

    Supsa

    BatumiSamsun

    Ajaria

    Kutaisi

    Vladikavkaz

    Grozny

    Chechnia

    Ingushetia

    Komsomolsk

    Makhachkala

    Daghestan

    Telavi

    Rustavi

    Gyumri

    Yerevan

    Gyanja

    Nagorno-Karabakh

    Stepanakert

    Kapan(AZ)

    Agaran Lenkoran

    Ali-Bairamly

    Sangachaly Baku

    DyubendiSumgait

    Para Teer

    LachinNakhchevan

    Nakhchevan

    Armavir

    Para Ankara

    Para Ceyhan

    BTC

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    Dilijan

    Sartichala

    Aktau

    Derbent

    Sheki

    Tbilisi

    Ossetiado Sul

    Ossetiado Norte

    Krasnodar

    Krasnodar

    Tuapse

    Jubga

    Novorossiisk

    GERGIA

    FEDERAO RUSSA

    TURQUIA

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    Mar NegroMar Cspio

    Lago Van

    Akhatskhe

    Reservatrio Mingechevir

    LagoSevan

    OleodutosExistentes

    Rotas Alternativas

    Portos petrolferos

    Refinarias

    Oleodutos fechados

    GasodutosExistentes

    Projetados ouem construo

    NSGP Rota norte-sulBTC Baku-Tbilisi-Ceyhan

  • 60

    Geografia 3a srie Volume 1

    Leia o texto a seguir e responda s questes:

    Hamas principal alvo de Israel em Gaza

    Em dezembro de 2008, Israel iniciou ferrenho ataque Faixa de Gaza, tendo como principal objetivo desmantelar as bases de sustentao do Movimento de Resistncia Islmica, grupo funda-mentalista conhecido como Hamas.

    O Hamas foi criado em 1987, tendo como principal lder o xeque Ahmed Yassin, assassinado em 2004. Em sua carta fundamental, assinada em agosto de 1988, o Movimento no aceita a existncia de um Estado judeu na Palestina e exorta o fim do Estado de Israel, bem como o estabelecimento de um nico Estado em todo o territrio palestino. Em seus ataques contra Israel, o Hamas utiliza aes suicidas tendo como alvo a populao civil israelense, alm de direcionar msseis contra os territrios fronteirios entre Israel e Gaza.

    Financiado por fundamentalistas externos, alm das aes terroristas, a organizao desenvolveu uma ampla rede de assistncia social populao palestina na Faixa de Gaza, o que lhe rendeu apoio nas eleies de 2006. Os interesses polticos e a disputa entre lideranas do Hamas e do Fatah, organizao palestina fundada por Yasser Arafat, em 1964, tm provocado enormes dificuldades para se negociar a existncia de um Estado Palestino de fato na regio. Como resultado, desde junho de 2007, o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, decretou a ilegalidade do Hamas.

    Com intuito de coibir o fortalecimento e os avanos das foras do Movimento, Israel passou a controlar o espao areo e o acesso martimo a Gaza, da mesma forma que cercou Gaza com enormes muralhas, tanto do lado egpcio quanto do israelense. Essa estreita faixa de terras, situada s margens do Mar Mediterrneo, faz fronteira com o Egito e Israel. Em seus 367 km2 vivem mais de 1,4 milho de habitantes, o que representa uma das maiores concentraes populacionais do mundo, com cerca de 3 800 habitantes por km2.

    Elaborado por Angela Corra da Silva especialmente para o So Paulo faz escola.

  • 61

    Geografia 3a srie Volume 1

    1. Por que Israel considera o Hamas uma organizao terrorista?

    2. Qual a relao entre o Hamas e a populao palestina?

    3. Por que a Autoridade Palestina decretou a ilegalidade do Hamas?

    1. Na Espanha, no Cucaso e na ndia ocorrem conflitos polticos separatistas motivados:

    a) pela dominao colonial.

    b) por antagonismos tnicos.

    c) por ocupao estrangeira.

    d) por problemas econmicos.

  • 62

    Geografia 3a srie Volume 1

    Quais so os interesses russos na regio da Chechnia?

    3. Territrio montanhoso, com aproximadamente 220 mil km, situado ao norte do subconti-nente indiano. A regio, compartilhada pela ndia (cerca de 100 mil km), Paquisto (cerca de 80 mil km) e China (cerca de 40 mil km), tem sido alvo de disputas territoriais entre esses trs pa ses desde o final da dcada de 1940. A origem do conflito remonta partilha da ndia britnica, que deu origem, em 1947, a dois pases: o Paquisto, com maioria da populao mu-ulmana, e a ndia, majoritariamente hindu.

    A regio que motivou conflitos entre ndia e Paquisto em 1999 :

    a) o Punjab.

    b) o Sri Lanka.

    c) a Caxemira.

    d) a Malsia.

    e) n.d.a.

    A Checheno-Inguchtia reunia dois povos que lhe davam o nome e era uma repblica autnoma antes da desintegrao da Unio Sovitica. Posteriormente desagregao desse pas, em 1991, os lderes polticos da Chechnia no aceitaram assinar o Tratado de Adeso Federao Russa e proclamaram sua independncia. Como o governo de Moscou no reconheceu essa iniciativa, a partir de dezembro de 1994 passou a enviar tropas militares Chechnia, acirrando os conflitos nessa antiga repblica sovitica.

    Elaborado por Srgio Adas especialmente para o So Paulo faz escola.

    2. Leia atentamente o texto a seguir:

  • 63

    Geografia 3a srie Volume 1

    SITUAO DE APRENDIZAGEM 8 AMRICA LATINA?

    !?

    Populao indgena estimada na Amrica Latina(das cifras, aproximadamente 50% so mulheres)

    Pases segundo % de populao indgena Pas

    Populao indgenaMilhes % Populao total

    Grupo 1 40%

    Bolvia 4,9 71Guatemala 5,3 66

    Peru 9,3 47Equador 4,1 43

    Grupo 25% 20%

    Belize 0,029 19Honduras 0,7 15

    Mxico 12 14Chile 1 8

    El Salvador 0,4 7Guiana 0,045 6Panam 0,14 6

    Suriname 0,03 6Nicargua 16 5

    Grupo 31% 4%

    Guiana Francesa 0,014 4Paraguai 0,1 3

    Colmbia 0,6 2Venezuela 0,4 2Jamaica 0,048 2

    Porto Rico 0,072 2Costa Rica 0,03 1Argentina 0,05 1

    Grupo 4 1% Brasil 0,3 0,2

    Fonte primria: MEENTZEN, A. Estratgias de desenvolvimento culturalmente adequadas para mulheres indgenas. Washington: Banco Interamericano de Desenvolvimento, 2000; Quadro publicado em Equidade em sade: a partir da perspectiva tnica. Washington:

    Organizao Pan-americana de Sade, 2001, p. 16. Fonte secundria: JINKINGS, Ivana; SADER, Emir (Coord.). Latinoamericana: Enciclopdia contempornea da Amrica Latina e do Caribe. Rio de Janeiro: Laboratrio de Polticas Pblicas da Uerj; So Paulo:

    Boitempo Editorial, 2006, p. 580.

    1. Analise os dados da tabela a seguir e, com o auxlio de um mapa poltico da Amrica Latina, responda s questes:

  • 64

    Geografia 3a srie Volume 1

    a) Localize no mapa os cinco pases com maior presena indgena no total da populao. Como a localizao geogrfica desses pases e o seu processo de colonizao explicam esses dados?

    b) Localize no mapa os cinco pases com menor percentual de indgenas no total da populao. Como a localizao geogrfica desses pases e o seu processo de colonizao explicam esses dados?

    Com a orientao de seu professor:

    escolham, voc e seu grupo, um dos principais conflitos na Amrica Latina identificados no mapa As principais reas de conflito no final do sculo XX (p.56) e Amrica Latina: guerras e zonas de tenso, a seguir;

    decidam coletivamente os aspectos a ser pesquisados por todos os grupos.

    Combine com seu pro-fessor o modo de apre-sentao da pesquisa.

  • 65

    Geografia 3a srie Volume 1

    Fonte: El Atlas de Le Monde Diplomatique. Buenos Aires: Capital Intelectual S.A., 2006, p. 41. Adaptado (recorte do mapa-mndi para destaque da Amrica Latina; supresso de itens da legenda no representados no recorte; acrscimo de cotas). Traduo: Rene Zicman.

    Amrica Latina: guerras e zonas de tenso

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    Geografia 3a srie Volume 1

    LAtlas du monde diplomatique. Paris: Armand Colin, 2006. Mapa original (base cartogrfica com generalizao; algumas feies do territrio no esto representadas em detalhe; sem indicao de norte geogrfico). Traduo: Rene Zicman.

    Colmbia: guerrilhas e paramilitaresC

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    Observe o mapa a seguir.

    Combinem com seu pro-fessor o modo de apre-sentao da pesquisa.

    Faa uma pesquisa a respeito dos grupos de guerrilha e parami-litares que agem na Colmbia considerando os aspectos a seguir:

    Como surgiram?Como agem?

    Quais so seus interesses?

    Como eles se relacionam atualmente com o governo colombiano?

    BRASIL

    PERU

    EQUADOR

    PANAM

    Bogot

    Mitu

    Puerto Carreno

    Santa MartaRiohacha

    Monteria

    PastoFlorencia

    Neiva

    Cali

    Popayn

    Tunja

    Quibdo

    PuertoInrida

    Yopal

    OCEANOPACFICO

    (ANTILHAS)MAR DO CARIBE

    0 200 km

    Fonte: Escritrio das Naes Unidas contra Drogas e Crime (UNODC), 2005.

    Paramilitares antes da desmobilizao

    Farc (Foras Armadas Revolucionrias da Colmbia)

    ELN (Exrcito de Libertao Nacional)

    Zona com elevada concentrao de pessoas desalojadas(entre 2,5 a 3 milhes em toda a Colmbia)

    VENEZUELA

    AMAZONAS

    CAQUETA

    GUAINIA

    VICHADA

    CASANARE

    NARIO

    ANTIOQUIA

    CHOCO

    VAUPES

    GUAVIARE

    PUTUMAYO

    META

    GUAJIRA

    CRDOBA

    VALLE

    SUCRE

    BOLIVAR

    ATLANTICO

    SANTANDERDO NORTE

    SANTANDER

    BOYACACALDAS

    TOLIMA

    HUILA

    ARAUCA

  • 67

    Geografia 3a srie Volume 1

    Observe o mapa a seguir.

    1. Identifique no mapa os pases responsveis pelo controle dos sistemas de vigilncia do territrio colombiano.

    2. Quais so os interesses do Brasil ao instalar o Sistema de Vigilncia da Amaznia?

    Colmbia: um territrio sob intensa vigilncia

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    is

    Fonte: El Atlas de Le Monde Diplomatique. Buenos Aires: Capital Intelectual S.A., 2006, p. 152. Mapa original (base cartogrfica com generalizao; algumas feies do territrio no esto representadas em detalhe;

    sem indicao de norte geogrfico). Adaptado (supresso de escala). Traduo: Rene Zicman. .

    Fontes: Federation of American Scientists (FAS); Transnational Institute Briefing Series, 2003.

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    Geografia 3a srie Volume 1

    3. Moiss Nam, autor do livro Ilcito, acerca das redes de crime organizado no mundo, afirma que, apesar da natureza global do comrcio de drogas, a maior demanda provm dos Estados Unidos da Amrica, enquanto Colmbia, Mxico, Afeganisto e alguns outros so responsveis pela oferta. Considerando essa afirmao, e as informaes apresentadas no mapa, por que os EUA no conseguem conter o avano do narcotrfico? E, ainda, quais outros interesses os EUA tm ao instalar uma rede de segurana na poro sul do continente americano?

    PARA SABER MAIS

    Filmes

    Adeus, Lnin! (Good Bye, Lenin!). Direo: Wolfgang Becker. Alemanha, 2003. 121 min. 14 anos. Uma senhora, bastante engajada na construo da Repblica Democrtica Alem (Alemanha Oriental) e ardente defensora dos valores da ptria socialista, sofre um ataque cardaco e fica em coma durante meses. Nesse perodo ocorre a queda do muro de Berlim. Saindo do estado de coma, seu casal de filhos advertido pelos mdicos de que ela no pode ser submetida a grandes emoes, pois corre risco de morte. Diante disso, seu filho faz de tudo para que a me no perceba que a Alemanha Oriental j no existe mais, que os pases foram unificados e que os valores capitalistas invadiram o antigo pas.

    Arena da morte (Zirat HaRezach/The arena of murder). Direo: Amos Gitai. Israel, 1996. 95 min. Em 4 de novembro de 1995, o primeiro-ministro de Israel, Yitzhak Rabin, foi as-sassinado em Tel Aviv por um jovem radical judeu. Esse documentrio foi o primeiro a ser feito sobre o assunto, analisando as repercusses do assassinato. As incertezas sobre o futuro do pas, as dificuldades do processo de paz com os palestinos e os demais vizinhos rabes e as memrias das guerras dos anos 1960 e 1970 so discutidas por personalidades de Israel. Alm disso, Gitai retrata uma nao em luto, de Haifa a Gaza, de Golan a Tel Aviv, onde cada imagem plena de contedo poltico.

    Domingo sangrento (Bloody Sunday). Direo: Paul Greengrass. Inglaterra, 2002. 107 min. Baseado no livro de Don Mullan, o filme apresenta os fatos que marcaram o dia 30 de janeiro de 1972 na cidade de Derry (Irlanda do Norte), quando soldados britnicos assassinaram 13 participantes de uma passeata por direitos humanos. Esse fato, retratado no filme, ficou conhecido como Domingo Sangrento.

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    Geografia 3a srie Volume 1

    Encontro com Milton Santos ou O mundo global visto do lado de c. Direo: Slvio Tendler. Bra-sil, 2007. 89 min. 10 anos. Documentrio de repercusso nacional e internacional produzido a partir de uma entrevista com o gegrafo brasileiro Milton Santos (1926-2001), em 4 de janeiro de 2001. Premiado como melhor filme pelo jri popular do Festival de Cinema de Braslia, em 2006, discute o tema da globalizao e seus efeitos em pases e cidades do planeta, proporcio-nando contato com um dos principais expoentes do pensamento brasileiro do sculo XX.

    Hotel Ruanda (Hotel Ruanda). Direo: Terry George. Estados Unidos, 2004. 121 min. Baseado em uma histria real, o filme apresenta os horrores da guerra tnica entre tutsis e hutus em Ruanda, ocorrida em 1994. A produo conta a histria de Paul Rusesabagina, gerente do luxuoso hotel Milles Collines, localizado na capital do pas, que de forma heroi-ca conseguiu abrigar mais de 1 200 pessoas durante o conflito.

    Terra de ningum (No mans land). Direo: Danis Tanovic. Bsnia, 2001. 98 min. 14 anos. O filme aborda a crueldade da Guerra da Bsnia, em 1993, por meio dos dilogos entre dois sol-dados inimigos que se encontram na linha de combate e um terceiro, preso a uma mina. Para tentar resolver o problema, um sargento francs procura chamar a ateno do mundo para o episdio, enfrentando ordens superiores. interessante perceber a participao das Foras das Naes Unidas nos conflitos de guerra. Nesse caso em especial, o soldado desempenha um papel humanitrio ao querer libertar o outro soldado em perigo, o que representa um contraste brutal situao. interessante observar os laos que se formam em uma situao extrema como essa.

    Livros

    HAESBAERT, Rogrio; PORTO-GONALVES, Carlos W. A nova des-ordem mundial. So Paulo: Unesp, 2006. (Paradidticos). Livro abrangente, revela as origens da globalizao e suas caractersticas atuais, abordando aspectos geopolticos, socioeconmicos e culturais de grande valia para o entendimento do mundo contemporneo. Ao conceberem o territrio por meio de uma perspectiva social que integra tanto a sua dimenso poltico-econmica como tambm a cultural-identitria, os autores focalizam a nova desordem mundial com base em suas ml-tiplas dimenses (econmica, poltica, cultural e ambiental), concluindo com uma proposta de regionalizao do espao mundial.

    OLIC, Nelson Bacic; CANEPA, Beatriz. Geopoltica da Amrica Latina. 2. ed. So Paulo: Moderna, 2003. (Polmica). O livro trata da evoluo geopoltica das principais naes latino-americanas, tendo como pano de fundo a permanente ingerncia dos EUA nos des-tinos dos pases da regio. Discute o futuro dessa regio no contexto mundial oferecendo, ao mesmo tempo, um panorama didtico e rigoroso sobre os graves problemas que afligem os pases latino-americanos.

    . Oriente Mdio e a Questo Palestina. 2. ed. So Paulo: Moderna, 2003. (Polmica). O livro analisa as questes geopolticas do Oriente Mdio, uma das mais conturbadas regies do plane-ta. Sem perder o tom didtico, os autores discutem as causas desses conflitos por intermdio da conjuno de fatores histricos, geogrficos, religiosos, estratgicos, culturais, sociais, tnicos e econmicos, o que torna a obra uma boa fonte de pesquisa e leitura para os alunos.

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    Geografia 3a srie Volume 1

    SANTOS, Milton. Por uma outra globalizao: do pensamento nico conscincia univer-sal. So Paulo: Record, 2000. Ao defender a ideia de que preciso uma nova interpretao do mundo contemporneo, baseada em anlise multidisciplinar, o gegrafo problematiza as assimetrias da globalizao, enfatizando, entre outros aspectos, como os avanos tcnicos beneficiam um pequeno nmero de atores globais. No obstante, ao reconhecer o incio de processos positivos nas pequenas reaes que ocorrem na sia, frica e Amrica Latina, o autor entrev a construo de um mundo menos excludente.

    Sites

    Conselho Indigenista Missionrio. Disponvel em: . Acesso em: 20 nov. 2013. Criado em 1972, o Cimi um organismo vinculado Conferncia Nacio-nal dos Bispos do Brasil (CNBB), cuja atuao missionria conferiu um novo sentido ao trabalho da Igreja Catlica junto aos povos indgenas. Nesse site, podem ser consultados artigos e notcias atuais sobre a situao dos povos indgenas no Brasil e na Amrica La-tina, como, por exemplo, o movimento indgena na Bolvia e a questo dos impactos so-cioambientais dos projetos de oleodutos e gasodutos nas comunidades indgenas do pas.

    Instituto da Cultura rabe Icarabe. Disponvel em: . Acesso em: 20 nov. 2013. O site proporciona a leitura e consulta de artigos, reportagens e entrevistas sobre a cultura rabe, discutindo questes fundamentais do mundo contemporneo e de interesse para as aulas de Geografia. O marco histrico de proposio do Instituto da Cultura rabe se deu com a crescente investida dos EUA sobre o Oriente Mdio e com a morte do intelectual palestino Edward Said.

    Laboratrio de Estudos do Tempo Presente TEMPO. Disponvel em: . Acesso em: 20 nov. 2013. Criado em 1994 e localizado no Instituto de Filosofia e Cincias Sociais, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), esse centro de estudos disponibiliza em seu site inmeros artigos, mapas e notcias sobre vrios assuntos abordados neste volume. Em particular, nas sees Amrica do Sul e Terroris-mo e conflitos podero ser encontrados materiais para discusso em sala de aula.

    Naes Unidas no Brasil. Disponvel em: . Acesso em: 20 nov. 2013. Site da ONU no Brasil. Nele so oferecidos vrios links para acessar suas agncias especializadas (PNUD, Unesco, Acnur, entre outras). Alm de apresentar em sua pgina principal uma atualizao diria sobre as aes da ONU no mundo, disponibiliza a Rdio da ONU em portugus, divulgando entrevistas e notcias para os interessados em acompanhar a diversidade dos temas relevantes e de notoriedade no cenrio internacional.

    TV Cultura Al Escola Guerra Fria. Disponvel em: . Acesso em: 20 nov. 2013. Site com contedo abrangente sobre a Guerra Fria. Aborda aspectos geopolticos, culturais, econmicos e as consequncias regionais do pe-rodo, aliando rigor na informao a uma linguagem acessvel. Bem ilustrado, uma excelente fonte de estudo e de consulta em lngua portuguesa sobre a ordem mundial bipolar.

  • CONCEPO E COORDENAO GERALNOVA EDIO 2014-2017

    COORDENADORIA DE GESTO DA EDUCAO BSICA CGEB

    Coordenadora Maria Elizabete da Costa

    Diretor do Departamento de Desenvolvimento Curricular de Gesto da Educao Bsica Joo Freitas da Silva

    Diretora do Centro de Ensino Fundamental dos Anos Finais, Ensino Mdio e Educao Profissional CEFAF Valria Tarantello de Georgel

    Coordenadora Geral do Programa So Paulo faz escolaValria Tarantello de Georgel

    Coordenao Tcnica Roberto Canossa Roberto Liberato S el Cristina de lb er e o

    EQUIPES CURRICULARES

    rea de Linguagens Arte: Ana Cristina dos Santos Siqueira, Carlos Eduardo Povinha, Ktia Lucila Bueno e Roseli Ventrela.

    Educao Fsica: Marcelo Ortega Amorim, Maria Elisa Kobs Zacarias, Mirna Leia Violin Brandt, Rosngela Aparecida de Paiva e Sergio Roberto Silveira.

    Lngua Estrangeira Moderna (Ingls e Espanhol): Ana Paula de Oliveira Lopes, Jucimeire de Souza Bispo, Marina Tsunokawa Shimabukuro, Neide Ferreira Gaspar e Slvia Cristina Gomes Nogueira.

    Lngua Portuguesa e Literatura: Angela Maria Baltieri Souza, Claricia Akemi Eguti, Id Moraes dos Santos, Joo Mrio Santana, Ktia Regina Pessoa, Mara Lcia David, Marcos Rodrigues Ferreira, Roseli Cordeiro Cardoso e Rozeli Frasca Bueno Alves.

    rea de Matemtica Matemtica: Carlos Tadeu da Graa Barros, Ivan Castilho, Joo dos Santos, Otavio Yoshio Yamanaka, Rodrigo Soares de S, Rosana Jorge Monteiro, Sandra Maira Zen Zacarias e Vanderley Aparecido Cornatione.

    rea de Cincias da Natureza Biologia: Aparecida Kida Sanches, Elizabeth Reymi Rodrigues, Juliana Pavani de Paula Bueno e Rodrigo Ponce.

    Cincias: Eleuza Vania Maria Lagos Guazzelli, Gisele Nanini Mathias, Herbert Gomes da Silva e Maria da Graa de Jesus Mendes.

    Fsica: Carolina dos Santos Batista, Fbio Bresighello Beig, Renata Cristina de Andrade

    Oliveira e Tatiana Souza da Luz Stroeymeyte.

    Qumica: Ana Joaquina Simes S. de Matos Carvalho, Jeronimo da Silva Barbosa Filho, Joo Batista Santos Junior e Natalina de Ftima Mateus.

    rea de Cincias Humanas Filosofia: Emerson Costa, Tnia Gonalves e Tenia de Abreu Ferreira.

    Geografia: Andria Cristina Barroso Cardoso, Dbora Regina Aversan e Srgio Luiz Damiati.

    Histria: Cynthia Moreira Marcucci, Maria Margarete dos Santos e Walter Nicolas Otheguy Fernandez.

    Sociologia: Alan Vitor Corra, Carlos Fernando de Almeida e Tony Shigueki Nakatani.

    PROFESSORES COORDENADORES DO NCLEO PEDAGGICO

    rea de Linguagens Educao Fsica: Ana Lucia Steidle, Eliana Cristine Budisk de Lima, Fabiana Oliveira da Silva, Isabel Cristina Albergoni, Karina Xavier, Katia Mendes e Silva, Liliane Renata Tank Gullo, Marcia Magali Rodrigues dos Santos, Mnica Antonia Cucatto da Silva, Patrcia Pinto Santiago, Regina Maria Lopes, Sandra Pereira Mendes, Sebastiana Gonalves Ferreira Viscardi, Silvana Alves Muniz.

    Lngua Estrangeira Moderna (Ingls): Clia Regina Teixeira da Costa, Cleide Antunes Silva, Edna Boso, Edney Couto de Souza, Elana Simone Schiavo Caramano, Eliane Graciela dos Santos Santana, Elisabeth Pacheco Lomba Kozokoski, Fabiola Maciel Saldo, Isabel Cristina dos Santos Dias, Juliana Munhoz dos Santos, Ktia Vitorian Gellers, Ldia Maria Batista Bom m, Lindomar Alves de Oliveira, Lcia Aparecida Arantes, Mauro Celso de Souza, Neusa A. Abrunhosa Tpias, Patrcia Helena Passos, Renata Motta Chicoli Belchior, Renato Jos de Souza, Sandra Regina Teixeira Batista de Campos e Silmara Santade Masiero.

    Lngua Portuguesa: Andrea Righeto, Edilene Bachega R. Viveiros, Eliane Cristina Gonalves Ramos, Graciana B. Ignacio Cunha, Letcia M. de Barros L. Viviani, Luciana de Paula Diniz, Mrcia Regina Xavier Gardenal, Maria Cristina Cunha Riondet Costa, Maria Jos de Miranda Nascimento, Maria Mrcia Zamprnio Pedroso, Patrcia Fernanda Morande Roveri, Ronaldo Cesar Alexandre Formici, Selma Rodrigues e Slvia Regina Peres.

    rea de Matemtica Matemtica: Carlos Alexandre Emdio, Clvis Antonio de Lima, Delizabeth Evanir Malavazzi, Edinei Pereira de Sousa, Eduardo Granado Garcia, Evaristo Glria, Everaldo Jos Machado de Lima, Fabio Augusto Trevisan, Ins Chiarelli Dias, Ivan Castilho, Jos Maria Sales Jnior, Luciana Moraes Funada, Luciana Vanessa de Almeida Buranello, Mrio Jos Pagotto, Paula Pereira Guanais, Regina Helena de Oliveira Rodrigues, Robson Rossi, Rodrigo Soares de S, Rosana Jorge Monteiro,

    Rosngela Teodoro Gonalves, Roseli Soares Jacomini, Silvia Igns Peruquetti Bortolatto e Zilda Meira de Aguiar Gomes.

    rea de Cincias da Natureza Biologia: Aureli Martins Sartori de Toledo, Evandro Rodrigues Vargas Silvrio, Fernanda Rezende Pedroza, Regiani Braguim Chioderoli e Rosimara Santana da Silva Alves.

    Cincias: Davi Andrade Pacheco, Franklin Julio de Melo, Liamara P. Rocha da Silva, Marceline de Lima, Paulo Garcez Fernandes, Paulo Roberto Orlandi Valdastri, Rosimeire da Cunha e Wilson Lus Prati.

    Fsica: Ana Claudia Cossini Martins, Ana Paula Vieira Costa, Andr Henrique Ghel Ru no, Cristiane Gislene Bezerra, Fabiana Hernandes M. Garcia, Leandro dos Reis Marques, Marcio Bortoletto Fessel, Marta Ferreira Mafra, Rafael Plana Simes e Rui Buosi.

    Qumica: Armenak Bolean, Ctia Lunardi, Cirila Tacconi, Daniel B. Nascimento, Elizandra C. S. Lopes, Gerson N. Silva, Idma A. C. Ferreira, Laura C. A. Xavier, Marcos Antnio Gimenes, Massuko S. Warigoda, Roza K. Morikawa, Slvia H. M. Fernandes, Valdir P. Berti e Willian G. Jesus.

    rea de Cincias Humanas Filosofia: lex Roberto Genelhu Soares, Anderson Gomes de Paiva, Anderson Luiz Pereira, Claudio Nitsch Medeiros e Jos Aparecido Vidal.

    Geografia: Ana Helena Veneziani Vitor, Clio Batista da Silva, Edison Luiz Barbosa de Souza, Edivaldo Bezerra Viana, Elizete Buranello Perez, Mrcio Luiz Verni, Milton Paulo dos Santos, Mnica Estevan, Regina Clia Batista, Rita de Cssia Araujo, Rosinei Aparecida Ribeiro Librio, Sandra Raquel Scassola Dias, Selma Marli Trivellato e Sonia Maria M. Romano.

    Histria: Aparecida de Ftima dos Santos Pereira, Carla Flaitt Valentini, Claudia Elisabete Silva, Cristiane Gonalves de Campos, Cristina de Lima Cardoso Leme, Ellen Claudia Cardoso Doretto, Ester Galesi Gryga, Karin SantAna Kossling, Marcia Aparecida Ferrari Salgado de Barros, Mercia Albertina de Lima Camargo, Priscila Loureno, Rogerio Sicchieri, Sandra Maria Fodra e Walter Garcia de Carvalho Vilas Boas.

    Sociologia: Anselmo Luis Fernandes Gonalves, Celso Francisco do , Lucila Conceio Pereira e Tnia Fetchir.

    Apoio:Fundao para o Desenvolvimento da Educao - FDE

    CTP, Impresso e acabamentoLog Print Gr ca e Logstica S. A.

  • A Secretaria da Educao do Estado de So Paulo autoriza a reproduo do contedo do material de sua titularidade pelas demais secretarias de educao do pas, desde que mantida a integri-dade da obra e dos crditos, ressaltando que direitos autorais protegidos*devero ser diretamente negociados com seus prprios titulares, sob pena de infrao aos artigos da Lei n- 9.610/98.

    * Constituem direitos autorais protegidos todas e quaisquer obras de terceiros reproduzidas no material da SEE-SP que no estejam em domnio pblico nos termos do artigo 41 da Lei de Direitos Autorais.

    * Nos Cadernos do Programa So Paulo faz escola so indicados sites para o aprofundamento de conhecimentos, como fonte de consulta dos contedos apresentados e como referncias bibliogrficas. Todos esses endereos eletrnicos foram checados. No entanto, como a internet um meio dinmico e sujeito a mudanas, a Secretaria da Educao do Estado de So Paulo no garante que os sites indicados permaneam acessveis ou inalterados.* Os mapas reproduzidos no material so de autoria de terceiros e mantm as caractersticas dos originais, no que diz respeito grafia adotada e incluso e composio dos elementos cartogrficos (escala, legenda e rosa dos ventos).

    Cincias Humanas Coordenador de rea: Paulo Miceli. Filosofia: Paulo Miceli, Luiza Christov, Adilton Lus Martins e Ren Jos Trentin Silveira.

    Geografia: Angela Corra da Silva, Jaime Tadeu Oliva, Raul Borges Guimares, Regina Araujo e Srgio Adas.

    Histria: Paulo Miceli, Diego Lpez Silva, Glaydson Jos da Silva, Mnica Lungov Bugelli e Raquel dos Santos Funari.

    Sociologia: Heloisa Helena Teixeira de Souza Martins, Marcelo Santos Masset Lacombe, Melissa de Mattos Pimenta e Stella Christina Schrijnemaekers.

    Cincias da Natureza Coordenador de rea: Luis Carlos de Menezes. Biologia: Ghisleine Trigo Silveira, Fabola Bovo Mendona, Felipe Bandoni de Oliveira, Lucilene Aparecida Esperante Limp, Maria Augusta Querubim Rodrigues Pereira, Olga Aguilar Santana, Paulo Roberto da Cunha, Rodrigo Venturoso Mendes da Silveira e Solange Soares de Camargo.

    Cincias: Ghisleine Trigo Silveira, Cristina Leite, Joo Carlos Miguel Tomaz Micheletti Neto, Julio Czar Foschini Lisba, Lucilene Aparecida Esperante Limp, Mara Batistoni e Silva, Maria Augusta Querubim Rodrigues Pereira, Paulo Rogrio Miranda Correia, Renata Alves Ribeiro, Ricardo Rechi Aguiar, Rosana dos Santos Jordo, Simone Jaconetti Ydi e Yassuko Hosoume.

    Fsica: Luis Carlos de Menezes, Estevam Rouxinol, Guilherme Brockington, Iv Gurgel, Lus Paulo de Carvalho Piassi, Marcelo de Carvalho Bonetti, Maurcio Pietrocola Pinto de Oliveira, Maxwell Roger da Puri cao Siqueira, Sonia Salem e Yassuko Hosoume.

    Qumica: Maria Eunice Ribeiro Marcondes, Denilse Morais Zambom, Fabio Luiz de Souza, Hebe Ribeiro da Cruz Peixoto, Isis Valena de Sousa Santos, Luciane Hiromi Akahoshi, Maria Fernanda Penteado Lamas e Yvone Mussa Esperidio.

    Caderno do Gestor Lino de Macedo, Maria Eliza Fini e Zuleika de Felice Murrie.

    GESTO DO PROCESSO DE PRODUO EDITORIAL 2014-2017

    FUNDAO CARLOS ALBERTO VANZOLINI

    Presidente da Diretoria Executiva Antonio Rafael Namur Muscat

    Vice-presidente da Diretoria Executiva Alberto Wunderler Ramos

    GESTO DE TECNOLOGIAS APLICADAS EDUCAO

    Direo da rea Guilherme Ary Plonski

    Coordenao Executiva do Projeto Angela Sprenger e Beatriz Scavazza

    Gesto Editorial Denise Blanes

    Equipe de Produo

    Editorial: Amarilis L. Maciel, Anglica dos Santos Angelo, Bris Fatigati da Silva, Bruno Reis, Carina Carvalho, Carla Fernanda Nascimento, Carolina H. Mestriner, Carolina Pedro Soares, Cntia Leito, Eloiza Lopes, rika Domingues do Nascimento, Flvia Medeiros, Gisele Manoel, Jean Xavier, Karinna Alessandra Carvalho Taddeo, Leandro Calbente Cmara, Leslie Sandes, Main Greeb Vicente, Marina Murphy, Michelangelo Russo, Natlia S. Moreira, Olivia Frade Zambone, Paula Felix Palma, Priscila Risso, Regiane Monteiro Pimentel Barboza, Rodolfo Marinho, Stella Assumpo Mendes Mesquita, Tatiana F. Souza e Tiago Jonas de Almeida.

    Direitos autorais e iconografia: Beatriz Fonseca Micsik, rica Marques, Jos Carlos Augusto, Juliana Prado da Silva, Marcus Ecclissi, Maria Aparecida Acunzo Forli, Maria Magalhes de Alencastro e Vanessa Leite Rios.

    Edio e Produo editorial: R2 Editorial, Jairo Souza Design Gr co e Occy Design projeto gr co .

    CONCEPO DO PROGRAMA E ELABORAO DOS CONTEDOS ORIGINAIS

    COORDENAO DO DESENVOLVIMENTO DOS CONTEDOS PROGRAMTICOS DOS CADERNOS DOS PROFESSORES E DOS CADERNOS DOS ALUNOS Ghisleine Trigo Silveira

    CONCEPO Guiomar Namo de Mello, Lino de Macedo, Luis Carlos de Menezes, Maria Ins Fini coordenadora e Ruy Berger em memria .

    AUTORES

    Linguagens Coordenador de rea: Alice Vieira. Arte: Gisa Picosque, Mirian Celeste Martins, Geraldo de Oliveira Suzigan, Jssica Mami Makino e Sayonara Pereira.

    Educao Fsica: Adalberto dos Santos Souza, Carla de Meira Leite, Jocimar Daolio, Luciana Venncio, Luiz Sanches Neto, Mauro Betti, Renata Elsa Stark e Srgio Roberto Silveira.

    LEM Ingls: Adriana Ranelli Weigel Borges, Alzira da Silva Shimoura, Lvia de Arajo Donnini Rodrigues, Priscila Mayumi Hayama e Sueli Salles Fidalgo.

    LEM Espanhol: Ana Maria Lpez Ramrez, Isabel Gretel Mara Eres Fernndez, Ivan Rodrigues Martin, Margareth dos Santos e Neide T. Maia Gonzlez.

    Lngua Portuguesa: Alice Vieira, Dbora Mallet Pezarim de Angelo, Eliane Aparecida de Aguiar, Jos Lus Marques Lpez Landeira e Joo Henrique Nogueira Mateos.

    Matemtica Coordenador de rea: Nlson Jos Machado. Matemtica: Nlson Jos Machado, Carlos Eduardo de Souza Campos Granja, Jos Luiz Pastore Mello, Roberto Perides Moiss, Rogrio Ferreira da Fonseca, Ruy Csar Pietropaolo e Walter Spinelli.

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