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BOLETIM SOS ABELHAS NATIVAS do BRASILAno III - n 005 - 28 de Junho de 2010

------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------LEIA NESTA EDIO

1 - Pausa para Reflexo; 2 - MA: criadores de abelhas nativas vo ganhar centro de referncia; 3 - Artigo cientfico sobre ASF; 4 - Meliponrio Capixaba; 5 - Diviso e Enxameamento Para Isca; 6 -Quase 30 mil hectares de desmatamento na Mata Atlntica entre 2008 e 2010; 7 - Melipnrio do Serto; 8 -Meliponrio Alencar; 9 - Meliponrio Mantiqueira; 10 - Meliponrio Pivoto; 11 - ASF: Legislao: CONAMA; 11 -Espcies mais comuns no Par; 12 Site Interessante: Embrapa Amaznia Oriental; 13 - Meliponas Trigonas: Grupo de Estudo universitrio; 14 - Abelhas sem ferro, a importncia da preservao.------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------1 - Pausa para Reflexo

Posso no concordar com o que dizes, mas defendo at a morte o direito de o dizeres. - Voltaire------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------2 - MA: criadores de abelhas nativas vo ganhar centro de referncia

Peri-Mirim/MA - Os criadores de abelhas nativas sem ferro (meliponicultores) do Maranho em breve vo ganhar um centro de referncia em meliponicultura. Os recursos para a construo viro de convnio de cooperao financeira, a ser firmado no dia 30 de junho, entre a Fundao Banco do Brasil (FBB) e a Cooperativa Agroecolgica dos Meliponicultores da Baixada Maranhense (Coamel). Ao todo sero investidos R$ 342.187,50, sendo 340.144,50 aportados pela FBB.

O centro ser construdo na cidade de Peri-Mirim e ser constitudo de trs unidades: administrativa composta pelos ncleos de capacitao, pesquisa e inteligncia competitiva; extrao de mel; e beneficiamento entreposto de Mel. Como resultado desse convnio, possvel que surja o primeiro entreposto brasileiro de mel de abelhas nativas registrado no Ministrio da Agricultura, Pecuria e Abastecimento (MAPA), com Sistema de Inspeo Federal (SIF), o que possibilitar a venda para os mercados interno e externo.

A idia da construo do centro de referncia comeou ainda durante as execues dos projetos Melpona e Melpona Comercializa o, no perodo de 2007/2009, sendo o convnio resultado dos esforos do Sebrae no Maranho, Banco do Brasil e Fundao Banco do Brasil, tendo se consolidado na execuo do projeto Meliponicultura na Baixada Maranhense, afirma a coordenadora dos trabalhos no Sebrae em Pinheiros, Dulcileide Salinas.

Na unidade administrativa ir funcionar os ncleos de capacitao, pesquisa e inteligncia competitiva. Seu objetivo ser disponibilizar aos meliponicultores cursos de capacitao constantes nas reas tecnolgicas e gerenciais e, em parceria com rgos governamentais, desenvolver pesquisas que propiciem a sustentabilidade e disseminao da meliponicultura, aumento da produo, produtividade e preservao do meio-ambiente. Alm de disponibilizar ferramentas com fins de identificao, coleta, anlise e tratamento das informaes sobre as necessidades e exigncias do mercado consumidor.

J na unidade de extrao de mel, a idia produzir mel e derivados de abelhas nativas em conformidade s exigncias legais e mercadolgicas. A unidade de beneficiamento (entreposto de mel) ficar responsvel por escoar a produo do mel de abelhas nativas e seus derivados, para mercados internos e externos (Frana, EUA, Japo, Itlia), bem como escoar a produo de mel de

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abelha africanizada (APIS) do Maranho.

De acordo com o coordenador nacional de apicultura no Sebrae, Reginaldo Resende, j funciona, em Mossor (RN), um centro nos mesmos moldes do que ser instalado no Maranho. O meliponicultor Paulo Menezes foi o primeiro a conseguir no estado o Sistema de Inspeo Estadual. Menezes se envolveu com a criao de abelha jandara, tipo de abelha nativa, em 1983. Hoje, ele um dos principais criadores do pas, com cerca de 600 colmias de jandaras em Mossor.

A certificao me trouxe uma srie de benefcios. Primeiro tive de cumprir uma srie de exigncias impostas pelo Ministrio da Agricultura, entre elas, a formalizao da minha empresa, para adquirir CNPJ, e passei a fornecer mel para todo o Estado do Rio Grande do Norte.

A legalizao tambm possibilitou que eu participasse de um edital da Fundao para o Desenvolvimento de Pesquisa no Estado do Rio Grande do Norte (FATERN). A Fundao, a partir de convnio de 15 meses, vai disponibilizar dois pesquisadores que iro desenvolver uma mquina que retira parte da gua que compe o mel. Isso um grande investimento em inovao e tecnologia, ressalta Menezes.

Fonte: Pgina Rural - Porto Alegre/RS - Notcias - 21/06/2010 - ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------3 Artigo cientfico sobre ASF

http://www22. sede.embrapa. br/snt/viicbsaf/ cdanais/tema01/ 01tema76. pdf

------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------4 - Meliponario Capixaba

http://meliponariocapixaba.blogspot.com// - O Meliponario Capixaba est situado em Patrimnio da Penha na Serra do Capara, Esprito Santo. Somos novos na atividade e criamos especialmente a uruu capixaba com o objetivo de colaborar para evitar a extino da espcie. Inicialmente pretendemos formar um plantel a partir de desdobramentos das colnias e principalmente divulgar a criao de abelhas sem ferro.

Mais informaes: meliponariocapixaba@gmail.com - Telefones: (27) 3081 2006 - (27) 98141687- Estado do Esprito Santo - joaoluizteixeirasantos@yahoo.com.br------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------5 - Diviso e Enxameamento Para Isca.

Conseguir enxameamento de meliponas como a uruu para isca bastante difcil. Algumas pessoas j conseguiram ter enxameamento de mandaaias para caixas de abelhas apis e h relatos de enxameao delas at em caixa de leite.

J com jata mais fcil. No blog tem uma postagem sobre isca feita com garrafa PET. De Outra forma, basicamente enrolar PET com jornal para manter a temperatura agradvel, e depois com um plastico preto para escurecer bastante dentro da garrafa. A entrada para as abelhas, no caso de jata pode ter a bitola de uma caneta, por exemplo. pode ser feito na tampa da garrafa e esta ficar no local escolhido, deitada. Deve-se ainda fazer pequenos furos com uma agulha para eventual umidade escorrer para o jornal.Uma outra opo deixar a garrafa de p e ainda colocar um pedao de canudo destes mais grossos, de vitamina.

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mailto:meliponariocapixaba@gmail.comhttp://meliponariocapixaba.blogspot.com//

Para atrair as abelhas, o ideal seria conseguir um pouco do propolis e de cera da prpria abelha que se deseja. O propolis deve ser posto na garrafa, antes ser furada, depois escorrido para ficar o cheiro. Pode tambm fazer uns aneis com a cera da abelha e colocar em volta do furo de entrada e umas bolinhas de cera no interior dela. No caso de no se conseguir material da prpria jata goteje propolis de abelhas apis mesmo, estes de farmcia. O anel de cera que citei pode ser feito com um pedao do pito de entrada de alguma colnia que exista na natureza. Elas iro recompo-lo, rapidamente. A isca pode ser feita tambm diretamente em uma caixa de abelha vazia. Lembrar de coloca-las longe de muita umidade e de sol direto.

Quanto a diviso (desdobramento), de forma resumida, feito, pegando-se de uma colnia forte, favos de crias com as abelhas j comeando a nascer e abelhas aderentes, ou seja, aquelas recm nascidas, que so colocados na nova caixa. No necessrio muitos favos (discos) de cria. Uns dois j basta. Depois, se for o caso pode-se colocar mais. Esta caixa filha vai ficar no local em que est a caixa escolhida para doar as abelhas campeiras, de preferencia que no seja a mesma que doou as crias para no sacrifica-la.

Isto em uma caixa cbica, pois se for caixas de gavetas (INPA, Fernando de Oliveira), vai-se apenas retirar uma gaveta em que estiverem as abelhas nascentes, e coloca-la sobre o ninho da nova caixa. Hoje em dia, alguns esto esto optando por fazer um poro, e nele colocar o furo de entrada e um labirinto de madeira ou com um pedao cano destes com estrias, utilizados em construes para se passar fios eltricos. Sobre ele ento posta a gaveta com as crias para al se iniciar uma nova colnia.

Esta caixa filha ento vai ficar no local onde esteja uma colnia forte, para assim, ser abastecida de campeiras. A caixa deve ser lacrada com fita crepe, para evitar a entrada dos fordesos, pequenas moscas que quando colocam os ovos, as larvas devoram as crias das abelhas. Deve-se tambm, colocar pequenas vazilhas com vinagre, para os fordeos serem atrados, al entrar e se aforarem. Os furos devem ser pequenos para que passem apenas os fordeos. No caso de jata no necessrio tanta precauo, pois os fordeos no as incomodam muito. Porm previnir pouco custa.

No primeiro dia, no recomendvel dar alimento. No dia seguinte, um xarope com gua e aucar no mesmo volume ou mel puro. Utilize uns palitos ou tela para que as abelhas no se afoguem. Evitar abrir muito.

Depois de 20 a 30 dias deve-se abrir com muito cuidado uma pequena janela no invlucro do ninho para verificar se tem postura. Caso no haja posturas, a colocar mais crias nascentes.

Fonte: http://meliponariocapixaba.blogspot.com// - acesso em 23/06/2010------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------6 - Quase 30 mil hectares de desmata