Boletim Mensal de Estatística

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<p> 1. ISSN 0032-5082 oficiais Estatsticas e Boletim Mensal de Estatstica Janeiro 2014 2. Boletim Mensal de Estatstica - Janeiro de 2014 22222 Ttulo Boletim Mensal de Estatstica 2014 Editor Instituto Nacional de Estatstica, I.P. Av. Antnio Jos de Almeida, 2 1000 - 043 LISBOA PORTUGAL Telefone: 21 842 61 00 Fax: 21 845 40 84 Presidente do Conselho Diretivo Alda de Caetano Carvalho Capa e Composio Grfica Instituto Nacional de Estatstica, IP ISSN 0032-5082 Periodicidade Mensal O INE, I.P. na Internet www.ine.pt INE, I.P. Lisboa Portugal, 2014 * A reproduo de quaisquer pginas desta obra autorizada, exceto para fins comerciais, desde que mencionando o INE, I.P., como autor, o ttulo da obra, o ano de edio, e a referncia Lisboa-Portugal. 3. Boletim Mensal de Estatstica - Janeiro de 2014 33333 NOTA INTRODUTRIA Em abril de 1996, o Fundo Monetrio Internacional (FMI) criou o Special Data Dissemination Standard (SDDS) visando reforar a transparncia, integridade, atualidade e a qualidade da informao estatstica. No mbito do SDDS disponibilizada informao sobre: dados macroeconmicos, poltica de divulgao ao pblico, poltica de revises e metodologias subjacentes preparao da informao estatstica. Portugal aderiu ao SDDS em outubro de 1998, podendo ser consultada a informao referente ao nosso pas no Dissemination Standard Bulletin Board do FMI, acessvel na Internet http://dsbb.imf.org Em articulao com o calendrio de divulgao estabelecido no SDDS, igualmente disponvel no referido endereo da Internet, o Instituto Nacional de Estatstica publica, em primeira mo, na Internet - www.ine.pt as relevantes estatsticas de Preos no Consumidor, ndice de Preos na Produo Industrial, Comrcio Internacional e Estimativas da Populao Residente. A informao estatstica abrangida pelo SDDS relativa a Portugal compilada pelo Ministrio das Finanas, pelo Instituto Nacional de Estatstica, pela Bolsa de Valores de Lisboa e pelo Banco de Portugal. Captulo 5 quadro 5.4 e quadro 5.7 e Captulo 6 quadro 6.1 Os quadros referentes aos Inquritos Qualitativos de Conjuntura s Empresas tm por base sries em mdias mveis de trs termos, para as variveis mensais, e de dois termos, para as variveis trimestrais, e em valores efetivos, com exceo do caso das sries que so corrigidas de sazonalidade. Aaplicao de mdias mveis permite que as sries fiquem mais alisadas, expurgando movimentos irregulares, e permitindo uma maior perceo das tendncias de curto prazo. Uma vez que a mdia no centrada (a informao utilizada para referenciar a evoluo no ltimo ms) verifica-se um pequeno desfasamento relativamente prpria tendncia que se pretende detetar. 4. SINAIS CONVENCIONAIS Valor confidencial x Valor no disponvel Valor inferior a metade do mdulo da unidade utilizada // No aplicvel Quebra de srie/comparabilidade f Valor previsto Pe Valor preliminar Po Valor provisrio Rc Valor rectificado Rv Valor revisto Valor com coeficiente de variao elevado (aplicado nos casos em que o valor divulgado) 5. Boletim Mensal de Estatstica - Janeiro de 2014 55555 NDICE Captulo 1. Destaques ........................................................................................7 1.1 - Sntese de Destaques ............................................................................................................................ 9 Captulo 2. Contas Nacionais ............................................................................ 25 2.1 - Contas nacionais trimestrais ............................................................................................................... 27 2.2 - Contas nacionais trimestrais ............................................................................................................... 28 Captulo 3. Populao e Condies Sociais ........................................................ 29 3.1 - Movimento da populao...................................................................................................................... 31 3.2 - bitos por causa de morte (CID-10 - lista europeia sucinta), segundo o ms do falecimento ..................... 32 3.2 - bitos por causa de morte (CID-10 - lista europeia sucinta) , segundo o ms do falecimento (continuao)33 3.3 - Segurana social no mbito dos centros regionais de segurana social e instituies similares (a) - Nmero de processamentos e valor dos benefcios, por objetivos e tipos de prestaes ............................ 34 Evoluo do nmero de beneficirios das principais prestaes da Segurana Social .................................... 34 3.4 - Populao total, ativa, empregada e desempregada .............................................................................. 35 3.5 - Populao empregada por situao na profisso e setor de atividade ..................................................... 35 Evoluo da taxa de desemprego ................................................................................................................ 36 3.6 - Populao desempregada por procura de 1 e novo emprego, durao da procura e setor da ltima atividade dos desempregados (novo emprego) ....................................................................................... 36 3.7 - ndice de preos no consumidor ........................................................................................................... 37 ndice de preos no consumidor - Variaes homloga e mdia dos ltimos 12 meses ..................................... 37 3.8 - Exibio de cinema - Sesses, espectadores e receitas por regies ......................................................... 38 Total de sesses efetuados .......................................................................................................................... 38 3.9 - Exibio de cinema - Sesses, espectadores e receitas segundo o pas de origem ..................................... 39 Total de espectadores ................................................................................................................................. 39 Captulo 4. Agricultura, Produo Animal e Pesca ............................................ 41 4.1 - Estado das culturas e previso das colheitas ........................................................................................ 43 Avicultura industrial - Produo de carne de frango .................................................................................... 43 4.2 - Produo animal - Abate de gado .......................................................................................................... 44 Abate de Gado - Peso limpo - Portugal ......................................................................................................... 44 4.3 - Produo animal - Avicultura industrial .............................................................................................. 45 4.4 - Produo animal - Leite de vaca e produtos lcteos obtidos .................................................................... 45 Pesca descarregada - Preo mdio - Portugal .............................................................................................. 45 4.5 - Pesca descarregada ............................................................................................................................ 46 4.6 - Preos mensais no produtor de alguns produtos vegetais ....................................................................... 47 4.7 - Preos mensais no produtor de alguns animais e produtos animais ....................................................... 48 Recolha de leite de vaca ............................................................................................................................. 48 Captulo 5. Indstria e Construo.................................................................... 49 5.1 - ndice de produo industrial ............................................................................................................... 51 5.2 - ndice de volume de negcios na indstria ............................................................................................ 52 5.3 - ndice de emprego na indstria ............................................................................................................ 53 5.4 - Inquritos de conjuntura indstria transformadora............................................................................ 54 5.5 -Licenciamento de obras ....................................................................................................................... 56 5.6 - Obras concludas ................................................................................................................................. 57 5.7 - Inquritos de conjuntura construo e obras pblicas ......................................................................... 58 5.8 - ndice de preos na produo industrial ................................................................................................ 59 Captulo 6. Comrcio Interno e Internacional .................................................... 61 6.1 - Inquritos de conjuntura ao comrcio ................................................................................................... 63 6.2 - ndice de volume de negcios no comrcio a retalho ............................................................................... 64 6.3 - Vendas de veculos automveis novos ................................................................................................... 65 6. Boletim Mensal de Estatstica - Janeiro de 2014 66666 Vendas de veculos ligeiros de passageiros (inclui veculos Todo-o-terreno) e comerciais .............................. 65 6.4 - Evoluo do Comrcio Internacional .................................................................................................... 66 6.5 Comrcio Internacional Importaes de bens (CIF) por principais parceiros comerciais .................... 67 Comrcio Internacional Importaes e exportaes de bens por principais parceiros comerciais ................ 67 6.6 Comrcio Internacional Exportaes de bens (FOB) por principais parceiros comerciais ................... 68 6.7 Comrcio Internacional Importaes de bens (CIF) por grupos de produtos ........................................ 69 6.8 Comrcio Internacional Exportaes de bens (FOB) por grupos de produtos ....................................... 69 6.9 Comrcio Intra-UE Importaes de bens (CIF) por grupos de produto................................................. 70 6.10 Comrcio Intra-UE Exportaes de bens (FOB) por grupos de produtos ............................................ 70 6.11 Comrcio Extra-UE Importaes de bens (CIF) por grupos de produtos ............................................ 71 6.12 Comrcio Extra-UE Exportaes de bens (FOB) por grupos de produtos ........................................... 71 Captulo 7. Servios ......................................................................................... 73 7.1 - Transportes ferrovirios ..................................................................................................................... 75 7.2 - Transportes fluviais ............................................................................................................................ 75 7.3 - Transportes martimos ........................................................................................................................ 76 Movimento de mercadorias no Continente ................................................................................................... 77 7.4 - Transportes areos .............................................................................................................................. 78 7.5 - Rendimento mdio por quarto (RevPar) nos estabelecimentos hoteleiros por NUTS II ........................... 79 7.6 - Dormidas nos estabelecimentos hoteleiros, por pases de residncia ..................................................... 80 Dormidas nos estabelecimentos hoteleiros .................................................................................................. 81 7.7 - Hspedes nos estabelecimentos hoteleiros, segundo a NUTS ................................................................. 81 7.8 - Dormidas nos estabelecimentos hoteleiros, segundo a NUTS ................................................................. 81 7.9 - Proveitos totais nos estabelecimentos hoteleiros segundo a NUTS.......................................................... 82 7.10 - Proveitos de aposento nos estabelecimentos hoteleiros, segundo a NUTS.............................................. 82 Proveitos nos estabelecimentos hoteleiros .................................................................................................. 82 Captulo 8. Finanas e Empresas ..................................................................... 83 8.1 Constituio de Pessoas Coletivas e Entidades Equiparadas, segundo a forma jurdica ......................... 85 8.2 - Dissoluo de Pessoas Coletivas e Entidades Equiparadas, segundo a forma jurdica ............................ 86 8.3 - Constituio de Pessoas Coletivas e Entidades Equiparadas, segundo a forma de constituio ................ 87 Grfico Constituio e dissoluo de Pessoas Coletivas e Entidades Equiparadas ...................................... 87 Captulo 9. Comparaes Internacionais .......................................................... 89 9.1 - ndice harmonizado de preos no consumidor ....................................................................................... 91 7. Captulo 1. Destaques 8. Boletim Mensal de Estatstica - Janeiro de 2014 99999 divulgados pelo INE entre 14-01-13 e 13-02-14 Atividade Turstica dezembro 2013 Hspedes e dormidas em crescimento Em dezembro de 2013 a hotelaria alojou 790,8 mil hspedes, que originaram 1,8 milhes de dormidas. Estes valores representam crescimentos de 9,4% e 8,6% respetivamente, superiores aos de novembro de 2013 (+8,9% e +5,9%). As dormidas em hotis apresentaram um acrscimo de 11,5% em dezembro de 2013 (+10,4% em novembro), correspondendo a 68,3% das dormidas na hotelaria. Salienta-se ainda o aumento de 22,4% nas dormidas em pousadas. Os apartamentos tursticos (+6,7%) recuperaram face aos resultados do ms anterior (-2,3%), mas os aldeamentos tursticos mantiveram uma evoluo negativa (-6,4% em dezembro e -4,8% em novembro). No conjunto do ano de 2013 (dados preliminares), a hotelaria registou 14,4 milhes de hspedes e 41,7 milhes de dormidas (+4,2% e +5,2% que em 2012). Estes resultados superaram a evoluo observada em 2012 (-1,1% e +0,6%, respetivamente), sendo prximos dos registados em 2011 (+3,4% e +5,5%). Dormidas de no residentes continuaram a aumentar Em dezembro de 2013 destacou-se o crescimento de 10,3% nas dormidas de residentes no estrangeiro, superando a evoluo de novembro (+5,4%) e o resultado acumulado do ano de 2013 (+8,0%). As dormidas de residentes aumentaram 6,1% em dezembro, resultado muito semelhante ao do ms anterior (+6,8%). Em 2013 as dormidas de residentes (12,3 milhes) diminur...</p>