boletim esperança 15

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  • Boletim Esperana Pgina 1

    Boletim Esperana Informe de Estudos Espritas, RJ, Ano II, N. 15 JULHO, 2010

    Venha assistir a palestra do

    em nossa Casa, no dia 25 de Julho de 2010, de 10h s 12h.

    Tema:

    Rua Aristides Lobo, 51 Rio Comprido RJ

    Telefone: (21) 2504-8512

    GOTAS DE AMOR DE EMMANUEL

    Alma corajosa no aquela que se dispe a revidar o golpe recebido e sim aquela que sabe desculpar e esquecer.

    Esclarece e avisa para o bem, mas no exijas do prximo aquilo que ainda no consegues fazer.

    Em matria de felicidade s se possui aquela que se d.

    NESTE BOLETIM Pgina 01 EDITORIAL GOTAS DE AMOR DE EMMANUEL Pgina 02 CASTIGO COLUNA DO CAMINHO

    Pgina 03 MENSAGEM DO MS ALEGRIA DE SER BRASILEIRO TAL PAI, TAL FILHO

    Pgina 04 CONQUISTA DO BEM ANIVERSARIANTES DO MS DATAS IMPORTANTES NOTCIAS POR TELEFONE PERGUNTE AO DR. ESPERANA Pgina 05 JULIO CSAR GRANDI RIBEIRO NOTCIAS DO FEIRO Pgina 06 E O SOL NASCEU EXPEDIENTE

    PROGRAMAO DA CASA PRODUES INFANTO-JUVENIS FESTIVAL DE TALENTOS ESPERANA

    EDITORIAL

    O tempo corre clere, j estamos na metade do ano e parece que mal samos dos festejos natalinos.

    O corao ainda triste com o resultado da Copa para o Brasil. Isto, porm, nos faz recordar que somos cidados das estrelas, espritos imortais cuja ptria o Universo.

    Pensando assim, d para enxugar as mgoas e torcer para que o vencedor faa jus sua vitria.

    Em tempo, lembramos que nosso Boletim espera ser enriquecido com a sua participao: escreva ou envie notcias interessantes, ficaremos gratos.

    At o prximo, A EQUIPE

    O programa apresentado por Ana e Anete Guimares, sendo recomendado para toda a famlia, por abordar temas e casos diferenciados, sempre relacionados convivncia familiar, com orientaes para a soluo de eventuais conflitos.

  • Boletim Esperana Pgina 2

    CASTIGO

    Assistindo ao filme Para Sempre Pestalozzi, onde ele faz afirmaes incisivas, sobre como no se bate em criana, mesmo quando ela est errada, fico pensando como muita gente ainda acredita que o castigo fsico tem que ser aplicado na educao. E muitos que no batem toleram essa forma medieval de tratamento, para que as crianas sejam enquadradas naquilo que os adultos acham ser o correto, sem ouvir quem est apanhando.

    Hoje, sabemos que essas vtimas de maus tratos por parte de pais e professores levam para a vida adulta os recalques da infncia. E, mais do que isso, elas aprendem a agir como os adultos violentos. As fichas das delegacias esto repletas de histrias de pessoas agressivas que foram vtimas de castigos na infncia. Isso porque a criana assimila facilmente o conceito de quem pode mais chora menos, ou seja, o poder da fora deve prevalecer nas situaes de conflito. Assim, o grande pode bater no pequeno e o mais velho no mais novo, "pra ensinar".

    Esse o conceito antigo de "respeito" que leva tambm a distores em relao a pessoas mais ricas ou que detm algum tipo de poder poltico, religioso ou em reas como de sade e educao. Ou seja, a criana, depois de adulta, passa a ter um falso conceito de humildade e torna-se dependente de quem ela considera superior. Isso quando no acontece o contrrio e ela passa a se sentir "importante", procurando tirar todo proveito possvel dessa falsa superioridade.

    Outro fator negativo o medo que a criana passa a ter dos agressores, geralmente estendendo esse medo a outras pessoas mais velhas. E o pior que, quase sempre, ela apanha sem ter feito alguma coisa errada, mas sim pelo que os adultos consideram errado. dessa forma que vo se perpetuando comportamentos distorcidos. Se a criana percebe essas injustias, fica com raiva e perde o respeito pelo agressor, o que torna a convivncia cada vez mais difcil na escola e em casa.

    Muitas vezes, os agressores justificam pequenas violncias como atos de ensinar. A que o perigo se torna maior, pois a agresso no vista como violncia, mas como lio. E se a agresso for injusta? Fica, na criana, a impresso de que se deve agredir, mesmo nas pequenas coisas. E se a resposta aplicao do castigo no for satisfatria? Mais castigo, mais agresso. At quando?

    O adulto s vai contribuir para melhorar a vida no Planeta quando passar a pensar um pouco mais em uma palavra simples, que todo mundo conhece, mas poucos praticam: respeito. Converse, explique, justifique, para que a criana passe a ter uma nova postura. S que isso no acontece da noite para o dia, o que nos faz pensar que a "lio" tem que ser aplicada ali, na hora.

    Precisamos aprender que educao no combina com imediatismo e que um processo de longo prazo nos permite acompanhar o desenvolvimento da criana, suas ideias, seu comportamento e as suas aspiraes. Se mostrarmos os caminhos, com certeza, teremos, no futuro, uma gerao menos agressiva, mais criativa e voltada para maior reflexo sobre justia e compromisso social.

    Eugenia Maria Pinheiro RaEugenia Maria Pinheiro RaEugenia Maria Pinheiro RaEugenia Maria Pinheiro Ramiresmiresmiresmires

    COLUNA DO CAMINHO ATLETAS DA MATEMTICA

    O nosso colaborador Arthur G. Capelli, 12 anos, vem se destacando na 1 fase das Olimpadas Brasileiras de Matemtica, promovidas pelas Escolas Estaduais do RJ, a exemplo de seu irmo Vincius, que j conquistou medalha

    de ouro na mesma modalidade. Arthur obteve a melhor posio dentre, aproximadamente, 320 alunos da 5 e 6 sries da Fundao Osrio. Aguardamos os resultados das prximas fases, desejando que o nosso talentoso colaborador conquiste o seu objetivo: a medalha de ouro. Vamos torcer!

    Rita PontesRita PontesRita PontesRita Pontes

    TOMZ ACONTECENDO NA MDIA ESPORTIVA!

    O tcnico de vlei Bernardinho recebeu o nosso companheiro Tomz, seu amigo de algum tempo. Tom surpreende a todos com os seus talentos no esporte, inclusive no vlei, que pratica com a cabea e com os ps. O tcnico provou ter um bom corao quando, na recente cirurgia de seu amigo, cuidou para que ele fosse atendido e acompanhado de perto pelos mesmos profissionais que cuidam dos atletas da seleo brasileira. Valeu Bernardinho!

    AUTISMO TEM JEITO. ACREDITE!

    Em audincia pblica, ocorrida na ALERJ, no dia 21 de junho, pela aprovao do Projeto de Lei n 2.702/2009 que institui o SISTEMA INTEGRADO DE ATENDIMENTO PESSOA AUTISTA e d outras providncias, de iniciativa do Deputado Audir Santana, discursaram, entre outros, os companheiros Berenice Piana de Piana (foto 03), Enivaldo Pereira, o nosso Zaga (foto 04) e Ulysses, pai de Rafael, fez uma bela exposio (foto 05).

    O querido Dayan (foto 01), filho de Berenice e Roberto, assistiu sesso atentamente, e o amigo Saulo, cone nacional do movimento em prol do autista, filho de Zaga e Vanessa, encantou a plateia com sua linda voz (foto 02).

    O jornalista Paulo Mrcio, do Jornal do Brasil, sempre envolvido com as causas do autismo, deu um conselho aos profissionais da sade: "Vocs devem ouvir os pais, pois eles que conhecem os filhos".

    Na raiz de muitos conflitos e desequilbrios juvenis, adultos e at mesmo na velhice, as distonias tiveram origem no perodo da gestao e, posteriormente, na infncia, quando a figura da me dominadora e castradora, assim como do pai negligente, indiferente ou violento, frustrou os anseios de liberdade e de felicidade do ser.

    Joanna de ngelis (Amor, imbatvel amor. Psicografia de Divaldo Franco)

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    RIGADO GERALDO

    ramosfelizes, como felizes eram as oportunidades de ouvir o nosso mais fluente orador. Sorriso fcil e presena agradvel em qualquer ocasio, ele sempre soube orientar com o aconselhamento gentil. Houve dia em que desafiado a fazer um discurso sobre uma cadeira no se fez de rogado, e, em

    preciosa lio aos candidatos oratria, demonstrou como possvel tornar interessante uma palestra, mesmo sobre o mais improvvel dos temas. Geraldo Guimares, mais ilustre colaborador do nosso Boletim, partiu no dia 11 de janeiro, deixando-nos, a todos, um pouco mais tristes e rfos de sua companhia. Ainda h uma esperana nesse Caminho, pois o reencontro certo. Sentidos com o ocorrido, desejamos externar nossa profunda gratido e amizade eterna. Que Deus o acompanhe e o ampare nessa nova etapa de sua existncia. Muito obrigado por tudo!

    Equipe do Boletim Esperana

    MENSAGEM DO MS

    FELICIDADE

    Felicidade no utopia. uma belssima realidade ao alcance de qualquer criatura.

    O fato de se estar vivendo um momento difcil de provao no quer dizer que estejamos esquecidos da Providncia Divina ou que sejamos infelizes.

    A infelicidade, a priori, um produto da insatisfao com que a criatura vive, em seus momentos de aprendizado, no compreendendo a lei de causa e efeito que rege a existncia na Terra.

    Basta um pouco de reflexo, um suave momento de orao, para que a pessoa comece a rever seus postulados.

    Observemos as palavras do Senhor Jesus em Seu Evangelho: Pedi e obtereis. certo que devemos entender claramente o que vamos pedir. Uma criana insatisfeita pede aleatoriamente, o adulto experiente pensa no que de justia antes de pedir.

    Nessa hora difcil em que a Lei pede o seu testemunho de equilbrio e confiana, justo procurar a ajuda divina, porm igualmente certo confiar na justia, que busca todas as criaturas para o devido acerto de contas.

    No to complicado assim entender a lei de ao e reao, basta que tenhamos olhos de ver, analisando quantas vezes burlamos a Lei, acreditando-nos isentos das devidas sanes.

    Quando chega a hora do testemunho, necessrio vestir-se de pacincia e resignao, sabendo, no entanto, que, se a Lei justa, tambm misericordiosa, e o Pai um pai que deseja o xito do filho e no a sua perda.

    Confiemos sem perder tempo em lamentaes, mas dinamizando o potencial de realizaes, pois, quando o corao est sofrido, o cristo trabalha com a