Boletim 14 da Rede Portuguesa de Cidades Educadoras

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Boletim da Rede Portuguesa de Cidades Educadoras

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<ul><li><p>A sociedade de hoje vive uma gravssima crise econmica e finan-</p><p>ceira, que poucos destas geraes actuais se recordam de terem</p><p>estado em situao semelhante de incerteza no futuro, provocado</p><p>por uma crise de confiana no presente. Esta crise poder ter as</p><p>suas consequncias psicolgicas e sociais.</p><p> nestas alturas de dificuldades, que os meios financeiros podero</p><p>e devero ser substitudos pela imaginao, criatividade e inovao.</p><p>Ser nestes tempos em que a educao, quer seja formal quer seja</p><p>informal, se dever pautar por valores que por vezes tm sido esque-</p><p>cidos, e que fazem, no entanto, parte permanente dos discursos,</p><p>mas ausentes das prticas. Ser a altura propicia para perodos</p><p>de reflexo sobre o modus vivendi das sociedades, num passado</p><p>recente em que a abundncia de meios materiais era uma realidade,</p><p>permitindo at por vezes, devaneios, consumismo exacerbado e</p><p>m utilizao dos mesmos, que de forma inconsequente, se foram</p><p>delapidando. O primado dos meios materiais vir dar vez ao primado</p><p>social, nestes tempos conturbados em que a sociedade espera que</p><p>as comunidades educativas, em toda a sua plenitude, tenham um</p><p>papel preponderante e eficaz na formao dos homens de amanh.</p><p>Quando um dia, eu dizia para uma professora que solicitava material</p><p>para a sua aula e esse mesmo material ainda no tinha sido forne-</p><p>cido: at com um compasso se desenha uma circunferncia,</p><p>estava to s a querer dizer que existem sempre outros meios de</p><p>fazer a mesma coisa, dependendo apenas da imaginao.</p><p>O papel das cidades educadoras torna-se agora mais claro e como</p><p>a necessidade agua o engenho, vamos cada um de ns, nas nossas</p><p>comunidades, fazer o melhor que pudermos e soubermos, para ultra-</p><p>passar estes momentos de dificuldades, porventura, criadas por ns.</p><p>Jos Carlos Martins Rolo</p><p>Vice-Presidente </p><p>Cmara Municipal de Albufeira</p><p>REDE PORTUGUESA</p><p>das CIDADES EDUCADORAS</p><p>Boletim n14 | 2010</p><p>Editorial </p><p>Encontro da Rede Territorial Portuguesadas Cidades Educadoras em Portimo</p><p>O Teatro Municipal de Portimo TEMPO, recebeu no passado dia</p><p>16 de Julho, o Encontro Nacional da Rede Territorial Portuguesa das</p><p>Cidades Educadoras, com a presena de onze Municpios membros</p><p>da Rede Portuguesa e de dois Municpios algarvios convidados</p><p>(Lagoa e Lagos), num total de 26 pessoas.</p><p>A Vereadora da Cmara Municipal de Portimo, Isabel Guerreiro,</p><p>fez a apresentao dos oradores participantes na mesa redonda</p><p>Escola Activa e a Cidade Uma experincia na regio do Algarve:</p><p>Eduardo Fernandes, representante da Direco Regional de Educao</p><p>do Algarve e coordenador do Projecto; Teresa Sancho, representante</p><p>da Administrao Regional de Sade do Algarve e coordenadora do</p><p>Projecto Combate Obesidade Infantil no Algarve; e Ana Vidigal, </p><p>da Federao Regional das Associaes de Pais do Algarve (FRAPA).</p><p>Foi apresentado o projecto de combate obesidade e sedentarismo</p><p>infantil, introduzido nas Actividades de Enriquecimento Curricular, que</p><p>envolveu neste ano lectivo 16 autarquias do Algarve, 47 Agrupa-</p><p>mentos de Escolas e 20.120 alunos, tendo em vista uma maior prtica</p><p>de actividade fsica nos estabelecimentos de ensino.</p><p>O projecto desenvolve-se em cinco grandes eixos: Formao/Sensi-</p><p>bilizao (presena de atletas conhecidos); actividades com os alunos</p><p> formal (actividade fsica e cognitiva), informal (promoo de even-</p><p>tos), interdisciplinaridade; avaliao adeso </p><p>e aptido do aluno (fitness grade); com-</p><p>ponente social integrada (envolvimento das</p><p>famlias); e divulgao e promoo das vrias</p><p>actividades desenvolvidas (Jornal Escolar,</p><p>Eventos, Materiais criados e produzidos no</p><p>mbito do projecto).</p><p>Encontro Nacional </p><p>guedaAlbufeiraAlmadaAmadoraAzambujaBarreiroBragaCmara de LobosCascaisChaves</p><p>CoimbraEsposendevoraGuardaGrndolaLeiriaLisboaLoulLouresMiranda do CorvoMouraOdivelasOliveira de AzemisPaos de Ferreira</p><p>PalmelaParedesPombalPortimoPortoRio MaiorSta. Maria da FeiraSanto TirsoSantarmS. Joo daMadeiraSever do VougaSilvesSintraTorres NovasTrofaVila Franca de XiraVila Nova de FamalicoVila Real</p></li><li><p>Para tal, foi necessrio o desenvolvimento de aces de formao</p><p>acreditadas aos professores (25 horas, 6 aces a 275 docentes),</p><p>tendo em vista a aplicao do Projecto na interdisciplinaridade dos</p><p>programas lectivos, e aos pais (47 aces a 756 encarregados de</p><p>educao), bem como uma avaliao da aptido fsica no JI e no 1.</p><p>ciclo. Foram criados percursos na Natureza em 6 concelhos, durante</p><p>os quais, para alm do exerccio fsico, as crianas afloram contedos</p><p>das vrias matrias curriculares que esto a aprender. Cada Agrupa-</p><p>mento participante recebe um galardo, que a Bandeira Escola Activa</p><p>que ali hasteada.</p><p>O Combate Obesidade Infantil no Algarve tem a colaborao da</p><p>Administrao Regional de Sade do Algarve, em parceria com a</p><p>Universidade do Algarve, Hospitais da Regio, Municpios, Associao</p><p>de Municpios do Algarve, Federao das Associaes de Pais do</p><p>Algarve, Direco Regional do Desporto do Algarve e Direco Regional</p><p>de Educao do Algarve.</p><p>Na segunda parte da ordem de trabalhos, coordenada pelo Vereador</p><p>da Educao da Cmara Municipal de Lisboa, foram dadas infor-</p><p>maes da Comisso de Coordenao desta Rede Territorial, nomea-</p><p>damente: assuntos tratados na Assembleia Geral da AICE e Comits</p><p>Executivos, que tiveram lugar durante o XI Congresso Internacional</p><p>da AICE - anlise geral do Congresso Internacional, sua organizao,</p><p>salientando a interveno dos representantes portugueses e ainda a</p><p>necessidade que se fez sentir do portugus ser considerado como</p><p>lngua oficial da AICE; processo de candidatura organizao do IV</p><p>Congresso Nacional das Cidades Educadoras, a ter lugar em 2011</p><p>(informao dada pelo representante do Municpio de vora); e mar-</p><p>cao do prximo Encontro desta Rede Territorial.</p><p>Da parte da tarde, os participantes tiveram oportunidade de efectuar</p><p>uma visita guiada ao Museu de Portimo, instalado na antiga fbrica</p><p>conserveira Feu Hermanos, que documenta o patrimnio histrico,</p><p>etnogrfico e industrial da cidade e regio, recentemente galardoado</p><p>pelo Conselho Europeu como Museu do Ano 2010.</p><p>Tomo a liberdade de personalizar este espao</p><p>de opinio, dando-vos conta do meu percurso</p><p>recente na Educao.</p><p>Quando, em Novembro passado, assumi o</p><p>pelouro (da Educao) em Azambuja, j</p><p>transportava comigo toda uma histria</p><p>como docente no Concelho onde nasci e</p><p>resido. Desde logo fiquei curiosa ao contactar mais de perto com</p><p>um conceito que, sendo familiar, carecia de vivncia(s) o de Cidade</p><p>Educadora.</p><p>Rapidamente constatei que havia j um percurso consolidado na</p><p>relao que este Municpio foi estabelecendo, ao longo do tempo, com</p><p>os agentes educativos e com a Comunidade Educativa em geral.</p><p>Apercebi-me tambm que o dilogo, a partilha de preocupaes e</p><p>solues, bem como a cumplicidade entre a autarquia e os diversos</p><p>agentes educativos eram bem mais prximos do que percepcionei</p><p>enquanto estive no ensino. O pano de fundo era, to s, os nossos</p><p>muncipes.</p><p>Foi com agrado que constatei que os valores presentes nestas relaes</p><p>se encontravam espelhados na Carta das Cidades Educadoras.</p><p>Dar incio s minhas funes neste enquadramento foi-me particu-</p><p>larmente gratificante. Assim, delineei a minha interveno a partir de</p><p>uma das dimenses fundamentais na Educao: os Valores.</p><p>Tive a oportunidade de reflectir que uma cidade s verdadeiramente</p><p>educadora quando, nas relaes com a Comunidade, esto presentes</p><p>valores como a equidade, a justia social, a transparncia, a honesti-</p><p>dade tal como a Carta enuncia no seu prembulo: O direito a uma</p><p>cidade educadora deve ser uma garantia relevante dos princpios de</p><p>igualdade entre todas as pessoas, de justia social e de equilbrio</p><p>territorial.</p><p>() o municpio face a processos de tomada de decises em cada</p><p>um dos seus domnios de responsabilidade, dever ter em conta o seu</p><p>impacto educador e formativo (art. 6, I O Direito a uma Cidade</p><p>Educadora) este o desafio quotidiano de quem tem de conciliar</p><p>as decises da Administrao Central com a poltica local, sendo o</p><p>reordenamento da Rede Escolar o exemplo actual mais paradigmtico</p><p>de todos esses desafios.</p><p>Acredito que, com os pressupostos enunciados e com a colaborao</p><p>de outras estruturas, em particular do Conselho Municipal de Educao,</p><p>encontraremos as respostas mais adequadas, porque Educar uma</p><p>responsabilidade de Todos!</p><p>Ana Maria Ferreira</p><p>Vereadora do Pelouro da Educao</p><p>Cmara Municipal da Azambuja</p><p>Encontro Nacional</p><p>Espao de Opinio</p></li><li><p>Circuito do Po</p><p>No mbito do dia Internacional da Alimentao,</p><p>a Cmara Municipal de Albufeira em conjunto</p><p>com a NUCLEGARVE Aldeia da Solidarie-</p><p>dade, organizou uma exposio interactiva</p><p>para os alunos do Pr-Escolar e 1. Ciclo do</p><p>Ensino Bsico, denominada: O Circuito do</p><p>Po. Esta exposio decorreu entre os dias</p><p>11 e 15 de Outubro no Espao Multiusos de</p><p>Albufeira, entre as 9h e as 15h, e teve como principal objectivo dar a</p><p>conhecer o ciclo do Po e proporcionar s crianas uma aprendizagem</p><p>in loco do ciclo do po e contou com a presena de 1200 alunos das</p><p>escolas do 1. Ciclo do Ensino Bsico do Concelho de Albufeira.</p><p>Alunos e professores tiveram a oportunidade de descobrir alguns mis-</p><p>trios da antiga histria do po, que aqui e ali se cruza com a histria</p><p>da vida das gentes. As tradies e os espaos marcaram este interes-</p><p>sante circuito do po; desde a lavoura, ceara, ao Moinho, passando</p><p>pela eira com a debulha, foram criados espaos, onde a histria do po</p><p>foi a rainha da festa e onde as crianas foram os actores principais.</p><p>A actividade desenrolou-se de uma forma ordenada e lgica, iniciando</p><p>com uma histria O Ciclo do Po, de Cristina Quental e Mariana</p><p>Magalhes, atravs da qual o pblico infantil teve o primeiro contacto</p><p>com a actividade e percebeu a importncia deste alimento e dos cereais</p><p>que o compem, na nossa alimentao.</p><p>De seguida as crianas dirigiram-se para um espao mgico que recriava</p><p>uma quinta, e foi a que tiveram oportunidade de assistir a todo o</p><p>processo, desde a lavoura e sementeira, ceifa das espigas douradas</p><p>pelo calor dos meses de Vero. Na eira, perceberam que cada cereal</p><p>exigia diferentes recursos e formas de debulha.</p><p> medida que avanavam, as crianas, iam sendo surpreendidas pelas</p><p>curiosidades de produo do po e que antigamente envolvia o trabalho</p><p>de muitas famlias rurais, hoje ultrapassada, pela evoluo das neces-</p><p>sidades do homem.</p><p>Quase no final da visita esperava-os o Moinho de Vento, com as suas</p><p>velas imperiosas espera do vento para poder moer os cereais,</p><p>enquanto o moleiro desvendava os segredos destas fascinantes con-</p><p>strues e do trabalho rduo que outrora ocupava diariamente estes</p><p>mestres. Para finalizar a visita em beleza, as crianas tiveram oportu-</p><p>nidade de confeccionar o po com a ajuda dos padeiros e claro provar</p><p>esse alimento to precioso para a nossa alimentao.</p><p>Dia Europeu sem Carros em Almada fez 10 anos!Semana Europeia da Mobilidade promove novos hbitos de deslocao</p><p>De 16 a 22 de Setembro, em milhares de cidades por todo o mundo e</p><p>tambm em Almada, decorreu mais uma edio da Semana Europeia</p><p>da Mobilidade (SEM). Este o evento de maior projeco mundial</p><p>sobre mobilidade urbana sustentvel.</p><p>Sob o slogan Viaje bem, Viva melhor, a edio deste ano ofereceu um</p><p>amplo programa de actividades, com o objectivo de sensibilizar a todos</p><p>para a utilizao de formas de mobilidade quotidiana mais amigas do</p><p>ambiente que criem uma vivncia da cidade mais saudvel e sustentvel.</p><p>Almada a nica cidade do pas que se pode orgulhar de ter aderido inin-</p><p>terruptamente SEM, tendo celebrado nesta edio o seu 10. aniversrio.</p><p>A Semana incluiu o meditico Dia Europeu Sem Carros, no dia 22,</p><p>durante o qual uma zona em Cacilhas foi fechada ao trnsito automvel.</p><p>Uma rua normalmente repleta de automveis, deu lugar a uma zona cheia</p><p>de animao e aces de rua, com mais espao para as pessoas.</p><p>A destacar tambm no programa, a dinamizao da primeira edio</p><p>do Festival da Mobilidade, que congregou vrias aces de informao</p><p>e sensibilizao sobre mobilidade sustentvel, espectculos, actividades</p><p>desportivas, mercados de rua, ateliers sobre biodiversidade e alteraes</p><p>climticas, passeios e muito mais.</p><p>Apesar da SEM, por imposio da Comisso Europeia, decorrer quase</p><p>em simultneo com o incio do perodo lectivo, foi de realar mais uma vez,</p><p>o envolvimento empenhado de vrias escolas e IPSSs do concelho que</p><p>se quiseram associar a este importante evento. Por exemplo a APPACDM</p><p>apresentou durante esta Semana um mini-autocarro que assegura um novo</p><p>servio de mobilidade inclusiva aos seus utentes, disponvel em algumas</p><p>das zonas mais perifricas das freguesias de Caparica e Trafaria.</p><p>Outras actividades de sucesso foram as Viagens a troco de Lixo,</p><p>em que foi possvel trocar materiais reciclveis por ttulos de transporte,</p><p>ou os ateliers Mobilidade Urbana e os seus impactes, que decor-</p><p>reram no Museu da Cidade, onde foi feita uma viagem pela evoluo</p><p>dos modos de transporte e comunicaes em Almada.</p><p>Para mais informaes</p><p>Diviso de Educao e Sensibilizao AmbientalTel. 21 272 25 10</p><p>Almada21@cma.m-almada.pt</p><p>www.m-almada.pt/ambiente</p><p>Boas Prticas</p><p>Albufeira Almada </p></li><li><p>Boas Prticas</p><p>Preveno da obesidade peditrica na Escola</p><p>A obesidade a epidemia do sc. XXI. No mera questo de esttica,</p><p>nem um problema de adultos. Outrora as crianas brincavam na rua,</p><p>andavam de bicicleta, jogavam bola, mas hoje, o medo associado</p><p> criminalidade, impede os pais de deixarem que as crianas faam</p><p>estas actividades, confinando-as ao seu espao seguro, onde tm </p><p> disposio a televiso, o computador, entre outros. Por outro lado, a</p><p>quantidade de apelos dos media de anncios estimulantes a produtos</p><p>alimentares pouco nutritivos e altamente calricos, no permitem que</p><p>as crianas faam opes correctas. Considerando a preveno como</p><p>o meio mais eficaz para controlar esta perturbao alimentar, a escola</p><p>constitui o palco por excelncia no incentivo de hbitos de alimentao</p><p>saudvel e prtica de exerccio. Neste sentido, o Ncleo de Pediatria</p><p>do Hospital Fernando Fonseca, convidou a Nestl e a Cmara Municipal</p><p>da Amadora, a criar um Programa de Preveno da Obesidade e de</p><p>Excesso de Peso, e em parceria com Agrupamentos de Escolas,</p><p>implementar e operacionalizar estratgias educativas e pedaggicas</p><p>de hbitos saudveis. Estes contedos so leccionados de forma</p><p>ldica, atravs do Programa Apetece-me da Nestl. Simultaneamente,</p><p>foram feitas adaptaes das ementas escolares, substitudo o leite</p><p>achocolatado pelo simples e trabalhados os temas em sala de aula. O</p><p>incentivo prtica de exerccio fsico igualmente uma aposta destes</p><p>profissionais, sendo os recreios dinamizados pelo menos, duas vezes</p><p>por semana. As actividades de enriquecimento curricular so tambm</p><p>aqui mais-valia, nomeadamente no que concerne actividade de</p><p>educao fsica. Anualmente as crianas usufruem de uma avaliao</p><p>antropomtrica no incio e no fim do ano lectivo, de forma a monitorizar</p><p>os resultados das aces desenvolvidas. Neste Projecto, designado</p><p>por POPE, intervm 2608 alunos.</p><p>Contos infantis e identidade cultural</p><p>A sensibilizao para a leitura como misso de uma biblioteca</p><p>pblica traduzida com frequncia atravs da Hora do Conto quando</p><p>o pblico-alvo so as crianas. Em Azambuja, com uma rede com trs</p><p>Bibliotecas Municipais e no muito mais do que mil alunos de 1. ciclo,</p><p>o desafio constante. A inovao e criatividade, na nossa perspectiva,</p><p>podem ser introduzidas ou na forma ou no contedo. A parti...</p></li></ul>

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