biologia - pré-vestibular dom bosco - botânica - pesquisa de espécies

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PESQUISA BOTNICA

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09 - Inga 1

Dilson colman cassaro Legum.- Mimosoideae GNERO: Inga Inga uruguensis

N12

3I

LUGARES: Brasil Sudeste (N), So Paulo; Sul (N) Paran, Rio Grande Do Sul, Santa Catarina. HABITATS: Brasil capoeira, floresta pluvial, floresta pluvial Atlntica floresta semi-decdua DESCRIO: Agente dispersor: outros animais Altura: 0-10m Ciclo de vida: semi-decdua Cor da flor: branca Desenvolvimento das mudas no campo: rpido Desenvolvimento de mudas em cultivo: rpido Dimetro do tronco: 15-30cm Folha - comprimento: 0-10cm Folha - largura: 0-3cm Forma de vida I: helifita Forma de vida II: higrfita Germinao das sementes: 0-10 dias Habito: Arvore Ms de florao: agosto , setembro , outubro , novembro Ms de frutificao: janeiro , fevereiro , dezembro

Usos: Fruto Comestvel ; Madeira para Construo Civil ; Madeira para Embalagem ; Madeira para Objetos Leves ; Paisagismo Nome popular: Ing-Banana;Ing; Ingazeiro

16 Ip-Branco 1Filipe Kaneaki Ijuim Tabebuia roseo-alba (Ridl.) Sand.

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Famlia Bignoniaceae Nomes Populares Ip-branco, pau-d'arco, ip-do-cerrado Sinonmia botnica Bignonia roeo-alba Ridl., Tecoma adontodiscus Bur. et K. Sch., Tabebuia odontodiscus (Bur. et K. Sch.) Tol., Tecoma piutinga Pilg., Tabebuia piutinga (Pilg.) Sand., Tecoma papyrophloios K. Sch., Tabebuia papyrophloios (K. Sch.) Melc., Handroanathus roseo-albus (Ridl.) Mattos Caractersticas Morfolgicas Altura de 7-16 m, dotada de copa alongada. Tronco ereto, de 40-50 cm de dimetro, com casca suberosa e superficialmente fissurada. Folhas compostas trifolioladas; fololos levemente pubescentes em ambas as faces, os menores com 6-11 cm de comprimento e o maior com 8-13 cm. Ocorrncia Norte do estado de So Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Gois, na floresta latifoliada semidecdua. Madeira Moderadamente pesada, macia, superfcie lustrosa, de tima durabilidade em ambientes internos. Utilidade A madeira pode ser empregada na construo civil, principalmente para acabamentos internos. A rvore extremamente ornamental, no somente pelo exuberante florescimento que pode ocorrer mais de uma vez por ano, mas tambm pela folhagem densa de cor verde azulada e forma piramidal da copa. tima para o paisagismo em geral, o que j amplamente utilizada; particularmente til para a arborizao de ruas e avenidas, dado ao porte no muito grande. Em funo de sua adaptao a terrenos secos e pedregosos, muito til para reflorestamentos nesse tipo de ambiente, destinados recomposio da vegetao arbrea. Informaes ecolgicas Planta decdua, helifita e seletiva xerfita, caracterstica de afloramentos rochosos e calcrios da floresta semidecdua. Ocorre tanto no interior da mata primria como nas formaes secundrias. esparsamente encontrada tambm na caatinga do nordeste brasileiro. particularmente freqente nos terrenos cascalhentos das margens do pantanal mato-grossense. Produz anualmente grande quantidade de sementes, facilmente disseminadas pelo vento. Fenologia Floresce principalmente durante os meses de agosto-outubro com a planta totalmente despida da folhagem. Os frutos amadurecem a partir de outubro. Obteno de sementes

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Colher os frutos diretamente da rvore quando iniciarem a abertura espontnea. Em seguida deix-los ao sol para completarem a abertura e liberao das sementes. Um quilograma contm aproximadamente 71.000 sementes.

29 Ing Peludo 1 Local: Parque das Naes M24 Data da visita em 27 de outubro de 2007 Aluno: Paula Teodoro n31 Jessyka Martins n 19 3A Nome Popular: ing peludo ing macaco ing bananeira Nome cientfico: Piper Nudilimbum Famlia: piperaceae Caractersticas Morfolgicas Medida Horizontal: 4,5m Vertical: 7 m Ocorrncia: Nordeste brasileiro, Regio Agreste e Vale do Rio So Francisco Grupo Vegetal: Leguminosos (x) Angiosperma Dicotilednea ( x) Angiosperma Monocotilednea Fenologia: Meses de Florao: Junho a Agosoto Vegetal Pereniflico (x ) Caduciflico ( ) Fatos observados na planta: Esta com folha trimeras e pode chegar ate 10m Curiosidade serve tambm como mata ciliar em muitos lugares

31 - Jenipapo 1Taynara Furlan N44 3H

Fruto do jenipapeiro da famlia das Rubiaceae, origem na Amrica Tropical e ndia Ocidental. Fruta (baga) ovalide de 8 a 12 cm. comprimento e 6 a 9 cm. de dimetro, de cor escura e casca rugosa e murcha, com polpa marrom clara e numerosas sementes pardas e achatadas. cida para ser consumida ao natural, mas utilizada como matria-prima alimentcia de doce, licor, xarope, vinho e quinino. tambm utilizada para tintura empregadas em tecidos, artefatos de cermica e tatuagem. Nome N. Cientfico Famlia Nomes populares Altura mdia Folhas Flores Fruto Jenipapo Genipa americana Rubiaceae Jenipapeiro, Jenipaba. 8-14 metros Simples, lisas, grandes, at 35 cm. Amarelas, com 5 petalas. Grande, (12 cm) macio. Tem um

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Sementes

cheiro muito forte, e dele pode ser feito doce ou licor. 0,5 cm, marron claro.

32 - Paineira Branca 1 Parque das Naes M24 medida horizontal:29cm medida vertical:1,5 tronco meio espinhento,com florzinha e meio descascado. Folha meio manchada,paumada. Nome comum: paineira-branca, barriguda, rvore-da-seda, rvore-da-l Famlia: Bombacaceae Nome cientfico: Chorisia glaziovii (O. Kuntze) E. Santos Sinonmia botnica: Xylon glaziovii O. Kuntze, Ceiba glaziovii O. Kuntze Ocorrncia: Nordeste brasileiro, na Regio Agreste e Vale do Rio So Francisco rvore com uma florao branca muito vistosa, que ocorre entre Junho e Julho. Encontrada em paisagismo urbano, quase no vista nas matas. Durante o inverno perde totalmente a folhagem, dando lugar a exuberante florescimento, onde flores brancas conferem rvore beleza mpar 34 - Piva 1 Larissa Santos Teixeira, n 29, 3H Amarela. Ela media 6cm na horizontal e 36 cm na vertical. Procurei no google, mas no encontrei dados sobre a planta. Adorei ter adotadoa!!! Muito legal. Obrigada.

36 - Paineira branca 1

Aluna: Juliana Benfatti, n 22, 3 H Local: Parque das Naes M24 Medida horizontal: 25 cm Medida vertical: 95 cm Observaes: Est com liquens e orqudeas sobre a superfcie do caule

Nome comum: paineira-branca, barriguda, rvore-da-seda, rvore-da-l Famlia: Bombacaceae Nome cientfico: Chorisia glaziovii (O. Kuntze) E. Santos Sinonmia botnica: Xylon glaziovii O. Kuntze, Ceiba glaziovii O. Kuntze Ocorrncia: Nordeste brasileiro, Regio Agreste e Vale do Rio So Francisco 5

rvore ornamental de tronco bojudo com flores brancas. Excelente para plantios heterogneos em recomposio de reas degradadas, devido ao seu rpido crescimento. Seus frutos so apreciados por periquitos e maritacas que consomem a semente e a casca dos frutos, mesmo quando imaturos. A altura da rvore quando adulta varia de 10-15 m, com copa larga e muito ramificada que projeta boa sombra quando provida de folhas. Durante o inverno perde totalmente a folhagem, dando lugar a exuberante florescimento, onde flores brancas conferem rvore beleza mpar. O tronco pode passar de 1 m de dimetro, intumescido a meia altura e revestido por acleos negros de formato cnico, medindo em mdia 5 cm. Seu fruto uma cpsula elipside, conhecida popularmente por paina. Internamente as sementes so revestidas por uma fibra conhecida por l-debarriguda, outrora muito utilizada no enchimento de travesseiros e colches. Em locais sem as convenincias do progresso, alguns ainda fazem uso desse recurso. A madeira da paineira-branca macia, moderadamente pesada (0,59 g/cm3 de densidade), mas quando exposta as intempries apodrece facilmente. Vegeta a pleno sol sempre em solos bem secos, florescendo em seu habitat nos meses de maio a julho; frutificando logo em seguida e produzindo quantidade razovel de sementes viveis. Curiosidades O gnero Chorisia foi dado em homenagem a Ludwig Choris, artista plstico alemo, nascido em 1795. Ainda jovem participou de uma grande expedio ao redor do mundo em 1815. Em sua obra sempre retratou os costumes dos povos indgenas da Amrica, frica, sia e Polinsia. Em 1828 foi tragicamente assassinado por bandidos em uma viagem ao Mxico. J o epteto glaziovii foi dado em homenagem a Auguste Franois Marie Glaziou. Glaziou nasceu na Frana na cidade de Lannion, na Bretanha, em 30 de agosto de 1833, cursou engenharia civil e posteriormente botnica pelo Museu de Histria Natural de Paris. Em 1858 a convite do Imperador Pedro II, Glaziou veio para o Rio de Janeiro assumindo a diretoria de Parques e Jardins da Casa Imperial. A importncia de Glaziou para o Brasil, alm dos belos jardins que projetou, est na reflexo do paisagismo urbano, na concepo e criao de praas e jardins pblicos e a adoo de plantas nativas para fins paisagsticos. Glaziou introduziu rvores como o oiti e a sapucaia em praas pblicas. 6

Alm de projetar os jardins da Quinta da Boa Vista, residncia do Imperador Pedro II, foi tambm responsvel pela reforma do Passeio Pblico e do Campo de Santana. Coletou inmeras plantas e hoje sabemos que o epteto glaziovii est ligado a 236 espcies descritas. Em 1906 Auguste Franois Marie Glaziou retornou Frana onde faleceu na cidade de Bordeaux.

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40 - Ip-rosa 1 Mariany Miranda Souza n 33 3 H

medida vertical: 4,60 metros / medida horizontal: 22 cm Anlise: apresenta a base do caule cortada; as folhas esto secas, manchadas e com buracos; apresenta formigas. Nome cientfico: Tabebuia impetiginosaDe crescimento bem rpido em regies livres de geadas, (em 2 anos ela atinge 3,5 metros), podendo atingir at 35 m. A rvore originria da Bacia do Paran. Floresce abundantemente de Junho a Agosto, e prefere climas mais quentes, porem num Inverno seco e ameno, ela oferece tambm uma linda florada no comeo da Primavera. Ideal para reas isoladas, ou paisagismo de grandes avenidas, o Ip Rosa prefere solos frteis e bem drenados. Temos 16 espcies distintas que foram classificadas segundo a cor de suas flores (roxa, rosa, amarela, branca). Sua madeira tida como uma das melhores do mundo, por sua dureza. Suas flores, em form