beneficiência social (bs)

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  • 1. Benecncia Social Ellen G. White 2007 Copyright 2012 Ellen G. White Estate, Inc.

2. Informaes sobre este livroResumoEsta publicao eBook providenciada como um servio doEstado de Ellen G. White. parte integrante de uma vasta colecode livros gratuitos online. Por favor visite o website do Estado EllenG. White.Sobre a AutoraEllen G. White (1827-1915) considerada como a autora Ameri-cana mais traduzida, tendo sido as suas publicaes traduzidas paramais de 160 lnguas. Escreveu mais de 100.000 pginas numa vastavariedade de tpicos prticos e espirituais. Guiada pelo EspritoSanto, exaltou Jesus e guiou-se pelas Escrituras como base da f. Outras HiperligaesUma Breve Biograa de Ellen G. WhiteSobre o Estado de Ellen G. WhiteContrato de Licena de Utilizador FinalA visualizao, impresso ou descarregamento da Internet destelivro garante-lhe apenas uma licena limitada, no exclusiva e in-transmissvel para uso pessoal. Esta licena no permite a republica-o, distribuio, atribuio, sub-licenciamento, venda, preparaopara trabalhos derivados ou outro tipo de uso. Qualquer utilizaono autorizada deste livro faz com que a licena aqui cedida sejaterminada. Mais informaes Para mais informaes sobre a autora, os editores ou como po-der nanciar este servio, favor contactar o Estado de Ellen G. i 3. White: (endereo de email). Estamos gratos pelo seu interesse epelas suas sugestes, e que Deus o abenoe enquanto l.ii 4. iii 5. ContedoInformaes sobre este livro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . iPrefcio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . viSeo 1 A losoa divina do sofrimento e da pobreza . . . . . . 9Captulo 1 Por que a pobreza e o sofrimento? . . . . . . . . . . 10Captulo 2 A simpatia de Cristo pela humanidade sofredora17Seo 2 O programa de Deus para sua igreja . . . . . . . . . . . . . 21Captulo 3 A prescrio divina Isaas 58 . . . . . . . . . . . . 22Captulo 4 Eis a religio pura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26Captulo 5 A parbola do bom samaritano . . . . . . . . . . . . . 31Seo 3 O modelo que o novo testamento oferece . . . . . . . . . 37Captulo 6 Nosso exemplo em benecncia crist . . . . . . . 38Captulo 7 Visitao o plano do novo testamento . . . . . 43Captulo 8 Dorcas seu ministrio e inuncia . . . . . . . . 48Seo 4 Evangelismo entre os vizinhos . . . . . . . . . . . . . . . . . . 51Captulo 9 Tipos de trabalho evangelstico entre os vizinhos52Captulo 10 Bondade a chave para os coraes . . . . . . . 60Captulo 11 Como visitar e o que fazer . . . . . . . . . . . . . . . . 65Captulo 12 A eccia da visitao evangelstica . . . . . . . . 73Captulo 13 Organizando a igreja para a benecncia crist79Seo 5 Aliviando o sofrimento da humanidade . . . . . . . . . . . 87Captulo 14 Nos passos do mestre . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 88Captulo 15 Ministrio mdico nos lares . . . . . . . . . . . . . . . 94Captulo 16 Preparando-se para as crises e calamidades dos ltimos dias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 101Seo 6 O Movimento de Dorcas na igreja . . . . . . . . . . . . . . 107Captulo 17 Mulheres chamadas para o trabalho . . . . . . . 108Captulo 18 Mulheres qualicadas para o servio . . . . . . 113Captulo 19 A inuncia da mulher crist . . . . . . . . . . . . . 119Seo 7 Os pobres . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 127Captulo 20 Ministrio em favor dos pobres . . . . . . . . . . . 128Captulo 21 Os pobres na igreja . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 135Captulo 22 Os pobres de fora da igreja . . . . . . . . . . . . . . 143Captulo 23 Ajudando os pobres a se ajudarem . . . . . . . . 148Captulo 24 Devem os pobres exercer a benevolncia . . . 155iv 6. Contedo vSeo 8 Os desafortunados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 159Captulo 25 Nosso dever para com os desafortunados . . . 160Captulo 26 Ajudar e animar as vivas . . . . . . . . . . . . . . . 164Captulo 27 O cuidado pelos rfos . . . . . . . . . . . . . . . . . . 169Captulo 28 A adoo de crianas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 178Captulo 29 O cuidado pelos idosos . . . . . . . . . . . . . . . . . . 182Captulo 30 Nossa responsabilidade pelos cegos . . . . . . . 184Seo 9 Os de baixa classe . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 187Captulo 31 Trabalhando pelos de baixa classe . . . . . . . . 188Captulo 32 Precaues necessrias . . . . . . . . . . . . . . . . . . 194Captulo 33 O chamado para uma obra equilibrada . . . . . 197Seo 10 Recursos nanceiros para a obra de benecncia 201Captulo 34 Nossa responsabilidade individual . . . . . . . . 202Captulo 35 Pondo em liberdade uxos de benevolncia . 206Captulo 36 Fundos especcos para a obra de benecncia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 209Captulo 37 As riquezas das naes . . . . . . . . . . . . . . . . . . 213Captulo 38 Vendagem de alimentos . . . . . . . . . . . . . . . . . 219Captulo 39 Mtodos proibidos de levantamento de fundos223Seo 11 Os frutos da benecncia crist . . . . . . . . . . . . . . . 227Captulo 40 A inuncia da ministrao aos vizinhos . . . 228Captulo 41 Bnos reexas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 233Captulo 42 A recompensa presente e eterna . . . . . . . . . . 240Apndice Experincias pessoais de Ellen G. White sobre obra de benecncia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 247Ellen G. White como Dorcas operosa . . . . . . . . . . . . . . . . . 248Ministrio de benecncia atravs dos anos . . . . . . . . . . . . 251Pioneirismo na Austrlia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 253A Sra. White conquistou amplas simpatias em sua vida . . 263Uma carta a crianas sem pai . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 264 7. Prefcio Benecncia Social apresenta instrues do Esprito de Profecia na delicada tarefa de alcanar coraes e salvar almas mediante bondosa associao com os vizinhos. Este um tipo de ministrio de salvao de almas com o qual muitos adventistas do stimo dia esto apenas ocasionalmente familiarizados, embora seja esta uma obra ordenada por Deus como o meio mais apropriado de chamar a ateno das pessoas do mundo para Cristo e o cristianismo. uma obra que promete ricos resultados. A autora tem posto diante de ns este tipo de ministrio no apenas por preceitos concisos e bem expressos, mas atravs dos anos, muito embora suas ocupaes com as obrigaes do lar e suas responsabilidades como mensageira do Senhor, deu-nos incansvel exemplo de como foi o seu corao atrado para os necessitados ao seu redor. O registro autobiogrco do abnegado ministrio de Ellen G. White como benecente obreira, tirado de seu dirio e cartas, conforme se encontra no Apndice deste volume, ser perlustrado com vido interesse e pode bem ser lido antes que sejam estuda- dos os conselhos encontrados no corpo do texto. Seja como for, o leitor observar logo que o ministrio da bondade a que a igreja convocada, no meramente um trabalho de comunidade, mas uma espcie de ministrio de amor e esforo para a salvao de almas a mais elevada qualidade de evangelismo do bem-estar. Na coleta de conselhos do Esprito de Profecia sobre este impor- tante campo de atividade, foram tomados excertos da vasta reserva de preciosa instruo escrita num espao de sete dcadas. Foram coletados no somente de livros publicados e correntemente dis-[10] ponveis, mas tambm de milhares de artigos de Ellen G. White, preparados para as revistas da denominao, de testemunhos especi- ais editados na forma de panetos, e dos arquivos de manuscritos de Ellen G. White. Selecionados como foram dessas variadas fontes escritas em diferentes tempos, eles inevitavelmente conduziro o leitor pelo mesmo caminho que percorreram antes, a m de darvi 8. Prefcioviinfase a algum ponto de importncia vital para o pleno desenvolvi-mento do assunto. Tal repetio, embora reduzida ao mnimo, nose pode evitar inteiramente numa compilao como esta, pois oscompiladores so limitados em seu trabalho seleo da matria per-tinente ao assunto e ao arranjo da mesma em sua seqncia lgica,suplementando apenas os ttulos.Provou-se difcil, quase impossvel, incluir entre as capas de umlivro o vasto acervo de instrues que Ellen G. White nos deu sobreesta espcie de trabalho, e que pudesse com justia receber o ttulode Benecncia Social. No coisa fcil selecionar o material etraar a linha entre uma visita de simples cortesia aos vizinhos e avisita missionria, nem separar o trabalho de generosas mulheresadventistas em seus aspectos mais amplos daquela mais bem denidatarefa empreendida com o s propsito missionrio. Para os lhosde Deus essas tarefas se misturam nas variadas atividades da vidadiria.Chama-se a ateno aqui para certos termos que ocorrem comfreqncia neste volume, tais como obra mdico-missionria eobra de auxlio cristo. Deve notar-se que um cuidadoso estudodos escritos de Ellen G. White revela que a frase obra mdico-missionria empregada pela autora para incluir servios prossi-onais de mdicos e enfermeiras consagrados, e que seu signicadoalcana muito mais que isso, incluindo todos os atos de misericrdiae desinteressada bondade. Obra de auxlio cristo tambm umtermo mais comumente empregado pelos adventistas do stimo dia [11]nos seus primeiros anos do que agora, e refere-se espcie de obradescrita neste volume. Escrevendo como o fez em diferentes conti-nentes, a autora ao referir-se a dinheiro emprega s vezes a palavradlar e outras fala de libra e shillings.Solicita-se que o leitor estude as instrues em seu prprio am-biente, a m de descobrir o princpio bsico envolvido em cadacaso. Por exemplo, um estudo dos conselhos referentes a comese bebes na igreja, deixar claro que embora sejamos advertidoscontra utilizar-se ocasies de apelos de molde a animar o apetite e oamor de prazeres como meio de levantar fundos na igreja, contudoprivilgio de grupos na igreja empenhar-se na preparao e vendade alimentos saudveis, desde que