BAMBU uma alternativa ecologicamente correta, socialmente justa e economicamente viável. Alejandro Luiz Pereira Presidente do INBAMBU

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<ul><li> Slide 1 </li> <li> BAMBU uma alternativa ecologicamente correta, socialmente justa e economicamente vivel. Alejandro Luiz Pereira Presidente do INBAMBU </li> <li> Slide 2 </li> <li> Ecologicamente Correta Existem mais de 1.100 espcies e 90 gneros originrios de todos os continentes, com exceo do Europeu; a planta de mais rpido crescimento de todo o reino vegetal; Produz maior quantidade de oxignio que qualquer outra planta; Produz mais do dobro de biomassa do que qualquer outra espcie florestal (ha/ano); Embora atinja a plenitude produtiva entre 5 e 7 anos, permite o primeiro corte j aos trs anos; </li> <li> Slide 3 </li> <li> Ecologicamente Correta Existe em altitudes que variam do nvel do mar at 4.000 m, em quase todos os climas, embora o tropical e o sub-tropical se destaquem como os mais propcios ao seu desenvolvimento; Cresce em solos de diferentes graus de arenosidade, acidez, umidade e temperatura; Melhora consideravelmente as condies fsica e qumica dos solos; pode ser cultivado de forma consorciada florestas; nica espcie florestal que o IBAMA no exige autorizao para o seu aproveitamento. </li> <li> Slide 4 </li> <li> Servios Ambientais Maior e mais rpido poder de resgate de CO2 de todas as plantas; Conteno de encostas; Controle da eroso; Recuperao e proteo de mananciais e cursos dgua; Deposio no solo de maior quantidade de material orgnico e conseqente fertilizao; Fonte alternativa para uso como madeira e lenha, contribuindo para a diminuio de presso antrpica por recursos das matas nativas; Barreiras quebra-vento. </li> <li> Slide 5 </li> <li> Economicamente Vivel PAISAGISMO ALIMENTAO BIOMASSA Briquetes Carvo Gs INDSTRIA FARMACUTICA E COSMTICOS INDSTRIA DE PAPEL E CELULOSE </li> <li> Slide 6 </li> <li> Economicamente Vivel INDSTRIA TXTIL INDSTRIA QUMICA lcool Acares Aguardente Carvo ativado e derivados (alcatro e vinagre de bambu) Inseticidas e fertilizantes </li> <li> Slide 7 </li> <li> Economicamente Vivel INDSTRIA DE MADEIRA E DERIVADOS Compsitos (compensado, aglomerados, plyboo, etc) Laminados MVEIS E ARTEFATOS ARTESANATO AGRICULTURA </li> <li> Slide 8 </li> <li> Economicamente Vivel INDSTRIA DA CONSTRUO CIVIL Infra-estruturas Pontes Estabilizaes/ estradas Drenagem Conteno de talude Postes, etc. </li> <li> Slide 9 </li> <li> Economicamente Vivel INDSTRIA DA CONSTRUO CIVIL Edificaes Estruturas (substitutivo do ao no concreto aramado, tubulares, trelias, laminadas, penseis, etc.) Habitaes sociais/ equipamentos pblicos Construes rurais </li> <li> Slide 10 </li> <li> Economicamente Vivel INDSTRIA DA CONSTRUO CIVIL Pr-fabricados Vedaes tubulares Vigamentos Blocos - Painis Telhas Estruturao de forros </li> <li> Slide 11 </li> <li> Economicamente Vivel INDSTRIA DA CONSTRUO CIVIL Auxiliares Andaimes Escadas Estroncas Formas </li> <li> Slide 12 </li> <li> Economicamente Vivel INDSTRIA DA CONSTRUO CIVIL Laminados Pisos / rodaps Forros Lambris Portas, etc. </li> <li> Slide 13 </li> <li> Economicamente Vivel NA SIA 2,5 bilhes de pessoas negociam cotidianamente com bambu e ratan e mais de 700 milhes fazem uso; US$ 10 bilhes a receita estimada para produtos de bambu e US$ 4,7 bilhes o valor do comrcio internacional; A China obteve, em 1992, US$ 329 milhes de receita com a exportao de brotos de bambus e em 1994 as Filipinas obtiveram US$ 241 milhes; (Rao, 1999) </li> <li> Slide 14 </li> <li> Socialmente Justo intensivo em trabalho agrcola e tambm na maioria de suas utilizaes; Permite ampla incluso social pela via do trabalho produtivo; A tecnologia voltada para a base da pirmide social permite o atendimento de demandas de mercado reprimidas produtos para satisfao de necessidades bsicas e a melhoria da qualidade de vida destes extratos populacionais; A experincia das bambuzerias de Alagoas demonstra ser possvel a gerao de postos de trabalho ao menor custo unitrio (R$ 2.000) e no menor prazo (4 meses) que se tem conhecimento no Brasil. </li> <li> Slide 15 </li> <li> Bambuzerias capacitao e cooperativismo Unidades produtivas voltadas fabricao de artigos de decorao e mveis em bambu; Capacitao e apoio s aes de associativismo e comercializao; Foram capacitadas nas Bambuzerias Capricho, Zumbi dos Palmares e Bertholet 250 pessoas, das quais cerca de 90 esto hoje em atividade nas cooperativas formadas; Bambuzerias: o modelo foi selecionado pela Fundao Banco do Brasil como uma de suas franquias de tecnologias sociais. </li> <li> Slide 16 </li> <li> O Bambu no Brasil O aproveitamento dos estoques naturais ocorrentes em sua grande parte na Amaznia Ocidental; O aproveitamento dos estoques histricos, via de regra de espcies exticas, ocorrentes de forma difusa em todo o territrio nacional; Alta potencialidade para plantaes com espcies diferenciadas, cada uma otimizada para o uso final desejado. </li> <li> Slide 17 </li> <li> Oferta grande nmero de postos de trabalho permanentes no meio rural, contribuindo para a fixao do trabalhador no campo. O processo agrcola de produo feito manualmente : preparao do solo, plantio, adubao, replantio, tratos culturais e o corte; O desenvolvimento do econegcio do bambu vai ao encontro da lgica do desenvolvimento endgeno que tem como alicerces a organizao social, inovao tecnolgica e aproveitamento de vantagens comparativas. O Bambu no Brasil </li> <li> Slide 18 </li> <li> Objetivo Buscar a elevao da renda nacional e com a utilizao de tecnologias voltadas para a base da pirmide social, buscar a incluso social pela via do trabalho produtivo. Nisso teria como foco os pequenos produtores rurais e pequenas comunidades urbanas, buscando: Elevao da renda agrcola pelo cultivo e comercializao da matria-prima bambu para fins diversos; Elevao de renda pela troca de capital por trabalho, onde o indivduo confecciona sua prpria casa, estbulos, ferramentas, etc; </li> <li> Slide 19 </li> <li> O Bambu no Brasil Elevao de renda pelo beneficiamento e comercializao da matria-prima bambu, como carvo vegetal, pr-moldados, ripas, trelias, barraca de feiras, mveis e artefatos rurais, equipamentos, sistemas de irrigao e drenagem, etc; Aproveitamento das oportunidades derivadas da estruturao de projetos de habitao de interesse social com a tecnologia do bambu, tanto na produo de componentes quanto na qualificao e profissionalizao da fora de trabalho para uma nova oportunidade de mercado. </li> <li> Slide 20 </li> <li> O Bambu no Brasil Considerando que a construo civil o setor que mais emprega: A tecnologia do bambu para habitao popular atende ao princpio econmico de vantagem competitiva por estar associado preos menores para produtos similares com a mesma qualidade; O fator trabalho tem maior peso na composio final do preo das moradias, j que o material obtido diretamente da natureza, sem processamento industrial, </li> <li> Slide 21 </li> <li> O Bambu no Brasil Considerando-se que em 10 anos podem ser incorporados 2 milhes de hectares, sendo 1 milho de reservas naturais e 1 milho entre estoques histricos e o plantio de novas reas, com base no atual valor da produo para determinados setores industriais, ter- se-ia como parmetros : de 6 9 bilhes de dlares/ano do primeiro ao quinto ano e de 12 a 18 bilhes de dlares/ano a partir do sexto ano, com a gerao de 1,2 milho de empregos; Considerando-se um mix de aplicaes com a maior participao de atividades mais intensivas em trabalho, poder-se-ia ter como metas viveis: US$ 2,6 US$ 3,0 bilhes ao ano e 4 milhes de novos postos de trabalho; Investimentos estimados para o perodo: 350 milhes de dlares </li> <li> Slide 22 </li> <li> TORNAR-SE PARCEIRO DAS INICIATIVAS EXISTENTES PARA A GERAO DE EMPREGO E RENDA A PARTIR DO BAMBU ? CRIAO DE UM PROGRAMA GOVERNAMENTAL, MULTISETORIAL E INTERINSTITUCIONAL, PARA O ESTABELECIMENTO DE UM AMBIENTE FAVORVEL PARA O DESENVOLVIMENTO DO ECONEGCIO DO BAMBU NO BRASIL ? CRIAO DE UM PROGRAMA FAT BAMBU PARA A GERAO DE EMPREGO E RENDA ? O QUE FAZER ? </li> <li> Slide 23 </li> <li> Instituto do Bambu Misso C ontribuir para o desenvolvimento sustentvel, atravs da ativao da economia do bambu, promovendo a gerao de riquezas, postos de trabalho, renda e a incluso social, estimulando o associativismo, fomentando a criao de pequenas e micro empresas e de pequenos empreendimentos rurais. Criando assim, um ambiente favorvel melhoria da qualidade de vida da populao. </li> <li> Slide 24 </li> <li> Instituto do Bambu Atuao O Instituto do Bambu dever atuar preferencialmente na Zona da Mata de Alagoas e do Nordeste, embora no esteja impedido de estender suas aes para o mbito nacional e mesmo, em situaes especiais, em pases da Amrica Latina e Caribe. </li> <li> Slide 25 </li> <li> Objetivos Pesquisar e desenvolver tecnologias adequadas aos mltiplos usos do bambu, sob todos os aspectos; Desenvolver mtodos para a maximizao social e ambiental para a utilizao das tecnologias do bambu; Formar e capacitar recursos humanos para o uso do bambu em seus mltiplos usos; Instituto do Bambu </li> <li> Slide 26 </li> <li> Estabelecer uma base de apoio sociedade para a melhor utilizao econmica e social dessas tecnologias, atravs da prestao de servios tcnicos especializados; Difundir a confiabilidade social para o uso deste material, valorizando a utilizao de tcnicas adequadas, atravs do estabelecimento de um sistema de certificao de qualidade para seus mltiplos usos; Instituto do Bambu </li> <li> Slide 27 </li> <li> Fomentar e apoiar iniciativas de pequenas e micro empresas para o aproveitamento das oportunidades de negcios surgidas com o desenvolvimento destas tecnologias; Repassar tecnologias para a promoo de estamentos sociais de baixa renda, tanto na gerao de postos de trabalho quanto na criao de bens e utilidades capazes de proporcionar a melhoria de condies de qualidade de vida destas populaes. Instituto do Bambu </li> <li> Slide 28 </li> </ul>