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  • Ministrio da Educao Secretaria de Educao Profissional e TecnolgicaInstituto Federal de Educao, Cincia e Tecnologia Catarinense

    Concurso Pblico Edital 217/2013 Prova Objetiva

    PROVA - CARGO DE PROFESSOR DA CARREIRA DE MAGISTRIO DO ENSINO BSICO, TCNICO E TECNOLGICO

    MEDICINA VETERINRIA / ANATOMIA VETERINRIACAMPUS CONCRDIA

    INSTRUES PARA O CANDIDATO

    O caderno de prova contm 40 (quarenta) questes objetivas, 10 questes de conhecimentos gerais e 30 especficas, numeradas de 1 (um) a 40 (quarenta). Confira-o, se ele no estiver completo, chame o fiscal.

    Verifique seus dados no carto de respostas e assine no espao indicado. Para evitar possveis enganos no preenchimento do carto de respostas oficial, primeiramente

    anote no caderno de provas as alternativas corretas para, somente ento, proceder ao preenchimento definitivo. Observe atentamente as instrues de preenchimento.

    Somente sero consideradas as questes respondidas no carto de respostas que dever ser preenchido com caneta esferogrfica de tinta preta ou azul.

    Durante a prova, no permitida a comunicao entre candidatos nem a utilizao de calculadoras, dicionrios, telefone celular e de outros recursos didticos e/ou eletrnicos, bem como portar armas de qualquer tipo.

    IMPORTANTE

    O CARTO DE RESPOSTAS NO PODE SER SUBSTITUDO. Portanto, somente marque a resposta quando voc tiver certeza de que ela a correta.

    O carto de respostas no pode ser rasurado sob pena de anulao das respostas. Voc deve marcar uma e apenas uma letra em cada questo objetiva no carto de respostas.

    Devendo as demais letras ficar sem marcao. No permitido usar qualquer outro material estranho ao caderno de prova, mesmo para

    rascunho. Voc dispe de at 4 (quatro) horas para concluir a prova, incluindo o preenchimento do

    carto de respostas. Voc somente poder se retirar da sala de prova objetiva 2 (duas) horas aps o incio da

    mesma. Ao finalizar a prova, voc dever devolver ao fiscal este caderno de prova e o carto de

    respostas devidamente assinado, sob pena de caracterizao de sua desistncia no Concurso.

    No se esquea de assinar a lista de presena. Os trs ltimos candidatos devero entregar a respectiva prova e carto de respostas e

    retirar-se da sala simultaneamente. O gabarito das provas objetivas desse concurso ser divulgado a partir das 19 horas de hoje,

    conforme prev o edital. O Instituto Federal de Educao, Cincia e Tecnologia Catarinense deseja-lhe BOA PROVA.

  • Leia o texto a seguir para responder as questes 1 e 2:

    TEXTO 01 proibido proibir

    Quer dizer ento que s Caetano Veloso tem o direito de dizer o que quiser sem pedir permisso?"Eu digo no ao no. Eu digo. proibido proibir. proibido proibir. proibido proibir. proibido proibir. As repeties no so minhas. So de Caetano Veloso, em msica-hino contra a censura e a ditadura, em 1968. Franzino e rebelde, ele reagia s vaias no festival gritando: Os jovens no entendem nada. Querem matar amanh o velhote inimigo que morreu ontem.Caetano hoje a favor com Chico Buarque, Gilberto Gil, Erasmo Carlos, Milton Nascimento, Djavan e Roberto Carlos de proibir biografias sem autorizao prvia dos biografados ou de seus herdeiros. Essa aliana entre a Tropiclia e a Jovem Guarda quer liberar s as biografias chapa-branca. Nossa intelligentsia musical formada por mitos enrugados e calejados por seus atos e desatinos. So msicos brilhantes, mas pssimos legisladores.Claro que Caetano tem o direito de mudar de campo e querer proibir. A idade mudou e, com ela, a cor dos cabelos. Aumentou o tamanho da sunga e a conta no banco. Anda com leno e documento. Pode mudar o pensamento. Por que no? No seria o primeiro. Quem no se lembra da admirao tardia de Gluber Rocha por Golbery do Couto e Silva? Depois do exlio, em 1974, antes de voltar ao Brasil, Gluber disse achar Golbery um gnio. Pagou por isso.Caetano s precisa sair do armrio. Abraado a Renan Calheiros e aos podres poderes do reacionarismo hoje travestidos, na Amrica Latina, de defensores do povo. Na Venezuela, na Argentina, no Equador, na Bolvia, o movimento o mesmo de nossos compositores no Olimpo. A liberdade de expresso relativa e tem de ser monitorada e pr-censurada.

    (AQUINO, Ruth de. poca, 11/10/2013. Disponvel em: )

    1) Assinale a alternativa que contm uma afirmativa falsa a respeito do que se pode inferir com base na leitura do TEXTO 1:

    A) O ttulo do artigo remete letra de uma msica de Caetano Veloso, na qual ele protestava contra o regime poltico vigente no Brasil na dcada de 1960.

    B) O artigo reala a coerncia entre a opinio expressa hoje por Caetano Veloso e o seu posicionamento na poca da ditadura no que tange liberdade de expresso.

    C) O texto compara o Caetano Veloso de hoje ao Caetano Veloso da dcada de 1960, levando em conta mudanas relativas sua aparncia fsica, situao financeira e posicionamento ideolgico.

    D) A expresso compositores no Olimpo retoma a expresso intelligentsia musical presente no primeiro pargrafo.

    E) Ruth de Aquino utiliza, no seu artigo, palavras do prprio Caetano Veloso para se contrapor posio hoje assumida por ele em relao liberdade de expresso.

    2) Assinale a alternativa em que a mudana sugerida acarreta alterao de sentido:A) Claro que Caetano tem o direito de mudar de campo e querer proibir.

    certo que Caetano tem o direito de mudar de campo e querer proibir.B) Caetano s precisa sair do armrio.

    Caetano somente precisa sair do armrio.

  • C) Caetano s precisa sair do armrio. Abraado a Renan Calheiros e aos podres poderes do reacionarismo hoje travestidos, na Amrica Latina, de defensores do povo.Caetano s precisa sair do armrio. Abraado a Renan Calheiros e aos podres poderes do reacionarismo hoje travestidos de defensores do povo na Amrica Latina.

    D) Caetano hoje a favor com Chico Buarque, Gilberto Gil, Erasmo Carlos, Milton Nascimento, Djavan e Roberto Carlos de proibir biografias sem autorizao prvia dos biografados ou de seus herdeiros. Caetano hoje a favor com Chico Buarque, Gilberto Gil, Erasmo Carlos, Milton Nascimento, Djavan e Roberto Carlos de proibir biografias sem autorizao anterior dos biografados ou de seus herdeiros.

    E) Depois do exlio, em 1974, antes de voltar ao Brasil, Gluber disse achar Golbery um gnio.Em 1974, depois do exlio, antes de voltar ao Brasil, Gluber disse achar Golbery um gnio.

    3) Os trechos abaixo foram adaptados de um documento de consulta elaborado pelo Frum Nacional de Educao, denominado Educao Brasileira: indicadores e desafios. Leia os trechos e assinale aquele em que se obedece regncia e concordncia de acordo com o que determina a norma padro:

    A) Portanto, ainda existe uma grande quantidade de crianas e jovens a ser incorporada ao processo educacional brasileiro. Esse o grande desafio que se relaciona diretamente com o financiamento da educao, pois cada nova matrcula exige aes em cascata, tanto em despesas de pessoal como em outros custeios e investimento. Novos professores e tcnicos precisam ser contratados; elevam-se as despesas com gua, luz, limpeza, vigilncia, material de consumo, alimentos etc., que so as despesas de outros custeios; e eleva-se a necessidade de expanso fsica e a compra de novos equipamentos, que so os recursos de investimentos.

    B) A educao nacional, organizada em dois nveis (bsica e superior), apresenta formatos organizativos diferenciados, definido pela legislao como modalidades educativas. A LDB define como modalidades: a) educao de jovens e adultos (EJA), aqueles que no tiveram acesso ou continuidade de estudos no ensino fundamental e mdio na idade prpria (art. 38); b) educao profissional e tecnolgica, que se integra aos diferentes nveis e modalidades de educao e as dimenses do trabalho, da cincia e da tecnologia (art. 39); e, c) educao especial, aos educandos com deficincia ou superdotao, devendo ser ofertada, preferencialmente, na rede regular de ensino (art. 58).

    C) Alm dessas modalidades, outros formatos organizativos da educao e do ensino foram implementados pelos governos, articulados as polticas de ao afirmativa e incluso, na perspectiva do combate desigualdades sociais e regionais, da eliminao de preconceitos de origem, raa, gnero, idade e outras formas de discriminao e, ao mesmo tempo, fomentando a igualdade de acesso e permanncia, respeitando s especificidades regionais e diversidade sociocultural e ambiental.

  • D) Ao abordar alguns indicadores sobre a educao no Brasil, uma anlise pormenorizada da situao implica na agregao de indicadores regionais, estaduais e municipais, que permita um refinamento analtico. Em que pese os limites desta anlise, buscam-se fornecer alguns elementos para a problematizao dos principais desafios da educao bsica e superior. A discusso nacional requer, portanto, o estabelecimento de polticas, estratgias e aes, que contribuam sobre a melhoria da educao, articulando nveis, etapas e modalidades educacionais.

    E) Para identificar a demanda por educao bsica e superior, precisamos considerar a relao entre nmero de crianas e jovens, nas idades prprias, e sua correspondncia cada nvel/etapa educacional (Tabela 2). No caso da educao de 0 a 3 anos de idade, correspondente a creche, a ampliao de vagas dever resultar da demanda das famlias e da sociedade civil organizadas. Portanto, o atendimento de 0 a 3 anos de idade constitui um direito da criana e das famlias, porm, no se insere no mbito da educao obrigatria.

    4) Questo 4 Leia as duas charges abaixo e assinale a alternativa correta a respeito delas:

    Charge 01

    Charge 02A) A fala do filho, na charge 1, representa uma resposta s obs