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  • N 65Ano 5/20171 Edio

    Estudo da Natureza

    www.mundodasespecialidades.com.br

    Ministrio dos DesbravadoresIgreja Adventista do Stimo Dia

    Aves de Estimao

  • www.mundodasespecialidades.com.br

    O QUE VEM POR A /// por Mundo das Especialidades

    QUEM ESCREVE

    EXPEDIENTE

    1 Edio: Disponvel em

    www.mundodasespecialidades.com.br

    Direo Geral: Khelven Klay de Azevedo Lemos

    Diagramao e Edio: Khelven Klay de A. Lemos

    Coord. de Guias: Thom Duarte

    Editorao e Reviso : Aretha Stephanie

    Autor: Pablo Rios

    MUNDO DAS ESPECIALIDADES Telefones: + 55 (84)8778-0532

    E-mail:mundodasespecialidades@hotmail.com

    Site: www.mundodasespecialidades.com

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    ria ao fim de seu material. Todos os direitos re-

    servados para Mundo das Especialidades

    UNIO NORDESTE BRASILEIRA UNIO LESTE BRASILEIRA

    IGREJA ADVENTISTA DO STIMO DIA

    MINISTRIO DOS DESBRAVADORES

    Natal, RN, Janeiro de 2017

    Bom Estudo!PABLO RIOS

    Ol, sou Pablo Rios, Master Avanado de Desbravadorese Jovens. Atualmente estou Coordenador da 7 Regio da

    MBN. Curto ler, escrever, acampar e fazer bonecos.

    uando eu era pequeno e vivia de ir pra escola e ver desenho,

    um de meus preferidos era Frajola e Piu-Piu. Eu era da torcida

    do Frajola criana m mas gostava do passarinho. Imagi-

    nava que a vida de um pssaro de estimao era uma alegria

    e cheia de aventuras, assim como a do Piu-Piu: fugia do gato

    e tinha liberdade para sair da gaiola a hora que quisesse,

    tocar violo e ler revistas. Mas da eu cresci.

    Com um pouco mais de idade veio a noo do que criar um

    animal preso. Passei pelo perodo revolucionrio, no qual

    libertaria todos os pssaros de todas as gaiolas, se assim

    pudesse. Desenvolvi nessa poca uma grande afeio pelos

    papagaios e periquitos, que vivem fora de gaiolas e se acos-

    tumam com seus donos ao ponto de fazer aquela algazarra

    quando os veem. Com um pouco mais de idade entendi que

    mesmo que eu e muita gente ache uma injustia criar ps-

    saros presos, existem leis que regulamentam isso e que a

    depender do tratamento que se d ao bichinho, ele muito

    feliz. Basta sermos carinhosos e cuidadosos com nossos

    amiguinhos de pena.

    Q

    mundodasespecialidades

    mundodasespecialidades@hotmail.com

    mundodasespecialidades

    Ficou com dvidas? +55(84)98778-0532

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    GUIA DAS ESPECIALIDADESESTUDO DA NATUREZA

    OS EMPLUMADOS NA BBLIA

    Podemos encontrar nossos amigos de penas em algumas passa-gens bblicas, alguns silvestres e outros domsticos. Nas passa-gens a seguir temos algumas aves que aparecem na Bblia po-dem ser consideradas de estimao.

    Galinha: Jerusalm, Jerusalm, que mata os profetas e apedre-ja os que lhe so enviados . . . Quantas vezes eu quis ajuntar seus filhos, assim como a galinha ajunta seus pintinhos debaixo das asas! Mas vocs no quiseram. Mateus 23:37.

    Galo: E logo o galo cantou pela segunda vez. Ento Pedro se lem-brou da palavra que Jesus lhe tinha dito: Antes que duas vezes cante o galo, voc me negar trs vezes. E se ps a chorar. Marcos 14:22

    Codorniz ou codorna: No final da tarde, apareceram codorni-zes que cobriram o lugar onde estavam acampados; ao amanhe-cer havia uma camada de orvalho ao redor do acampamento.Disse-lhes Moiss: Este o po que o Senhor deu a vocs para comer. xodo 16:13

    Pomba: Depois soltou uma pomba para ver se as guas tinham diminudo na superfcie da terra. Gnesis 8:8

    Rolinha: Todavia, se as suas posses no lhe permitirem ofere-cer um cordeiro, a mulher levar ao sacerdote duas rolinhas ou dois pombinhos, uma das aves ser dedicada como holocausto e a outra para a oferta pelo pecado; assim, o sacerdote far expia-o pela mulher, e ser limpa. Levtico 12:8

    LEGISLAO

    As leis brasileiras ns5.197/67, 9.605/98 e o Decreto Federal n 3.179/99, so os instrumentos principais e legais de com-bate ao trfico de animais silvestres e que devem ser apli-cadas sem piedade contra os infratores de todas as classes sociais.

    Desta forma e segundo o Art. 29 da Lei N 9.605/98: Matar, perseguir, caar, apanhar, utilizar espcies da fauna silves-tre nativa ou em rota migratria sem a devida permisso, licena ou autorizao da autoridade competente, ou em desacordo com a obtida:

    Pena - deteno, de 6 (seis) meses a 1 (um) ano, e multa.

    Portanto, o simples ato de mexer ou destruir ninhos de ani-mais silvestres crime, nos termos dos incisos I e II do Art. 29 da Lei n 9.605/98 em vigor.

  • GUIA DAS ESPECIALIDADESESTUDO DA NATUREZA

    Animais silvestres no so como os domsticos. O domsti-co j est acostumado a viver perto das pessoas, como os ga-tos, cachorros e galinhas, entre outros. J o animal silvestre foi tirado da natureza e reage presena do ser humano. Por essa razo, tem dificuldades para crescer e se reproduzir em cativeiro. O papagaio, a arara, o mico e o jabuti, ao contrrio do que muitos pensam, so animais silvestres.

    Pelo grau de afetividade que muitos criadores possuem com os animais silvestres que mantm em cativeiro, a ao de apre-enso desses animais gera muita insatisfao, e muitos ques-tionam a legitimidade da atuao policial nesses casos. Aqui no estamos nos referindo, naturalmente, ao traficante de animais, que possui interesses que vo alm da despretensiosa inteno de apenas ter um animal de estimao.

    As polcias estaduais, militar e civil, podem e devem realizar a apreenso de pssaros silvestres que estejam sendo criados em cativeiro mesmo aqueles domesticados, tratados por seu dono afetivamente.

    Como visto, possvel que o juiz responsvel pelo processo desconsidere a pena para a guarda domstica de espcie sil-vestre no considerada ameaada de extino, porm, no cabe ao policial considerar tal dispositivo em sua atuao, j que no responsvel pelo julgamento da conduta criminosa.

    CANRIOS

    um pssaro com um comprimento total de 12,5 centmetros e com um comprimento de asa de 71 milmetros. A sua plumagem geralmente amarelada com a parte inferior do ventre de cor cla-ra.

    As fmeas tm uma colorao semelhante, mas mais acin-zentada e menos brilhante. Este pssaro originrio dos Aores, da ilha da Madeira e das ilhas Canrias. O seu nome vem destas ltimas, sendo que o nome das ilhas vem da palavra em latim canaria que significa dos ces, j que os romanos encontraram ali muitos ces selvagens.

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    02

    O que rege e regulamenta a criao de aves exticas a Ins-truo Normativa Ibama 03/2011, de 1 de abril de 2011. Confi-ra trs de seus artigos.

    Art. 1 - Estabelecer o cadastramento de criadores de aves da fauna extica, que exeram atividade de criao amado-rista ou comercial, com fins associativistas, ornitoflicos e de estimao.

    Art. 3 - A autorizao para criao amadora de aves da fau-na extica tem validade anual, no perodo de 1 de junho a 31 de maio do ano subsequente, devendo ser requerida nova autorizao 30 (trinta) dias antes da data de vencimento da autorizao concedida.

    Alimentando seu canrio

    A alimentao de um canrio muito comum, geralmente a base de alpiste, mas outras se-mentes e at alguns vegetais podem ser tran-quilamente utilizadas, tais como: nabo(1), semi-lha ou niger(2), linhaa(3), colza(4), aveia(5) e cnhamo(6).

    Se ligue!

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    Tambm conhecido como canrio-do-reino, este nome foi dado em oposio ao canrio-da-terra, pois os canrios eram levados por piratas e navegadores como presentes aos reis europeus.

    As raas mais comuns so Border(1), Fife(2), York(3), Norwi-ch(4) e o Gloster(5). H ainda o canrio Belga(6), bastante comum entre os criadores brasileiros. No entanto, os mais conhecidos dos brasileiros so os chamados canrio-do-reino e canrio-da--terra.

    Cuidados com um canrioEm primeiro lugar dever adquirir uma gaiola espaosa para o canrio. A localizao da gaiola muito importante, devemos escolher um espao em que no haja demasiado sol ou vento muito forte e em que o canrio esteja livre de ser atingido por outros animais. Isto especialmente im-portante se decidirmos coloc-lo no jardim de uma casa, por exemplo.

    A jaula dever estar muito bem fixada parede para no correr o risco de cair no cho. Certifique-se de que no se move ou inclina para os lados, deste modo o canrio es-tar seguro quando brincar de um lado para o outro e no correr o perigo de se ferir.

    A limpeza deve ser feita com boa frequncia ir depender de quo sujo for o seu pssaro, deve ser feita pelo menos uma vez por semana. Coloque sempre papel de jornal ou papel de cozinha no cho da gaiola, para facilitar a remo-o da sujeira.

    Os acessrios que esto dentro da gaiola tambm deve-ro ser limpos, caso contrrio o animal poder ficar doen-te, mude a gua todos os dias para que esta esteja limpa e fresca. Tenha em conta que os canrios so bastante deli-cados, por isso importante dedicar-lhes todos os cuida-dos que requerem.

    Quando chega noite tape a gaiola do canrio com um co-bertor, assim estar a proteg-lo do frio e de algum inseto que poder perturb-lo.

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