Avaliação epidemiológica, hematológica e imunofenotípica ... ?· de hemoglobina, contagem global…

Download Avaliação epidemiológica, hematológica e imunofenotípica ... ?· de hemoglobina, contagem global…

Post on 17-Nov-2018

212 views

Category:

Documents

0 download

Embed Size (px)

TRANSCRIPT

  • RBAC. 2017;49(3):249-55 249

    Avaliao epidemiolgica, hematolgica e imunofenotpica de

    pacientes adultos portadores de leucemia aguda diagnosticados

    no Hospital Regional de Mato Grosso do Sul, Brasil

    Epidemiological, hematological and imunophenotypic evaluation of adult patients with

    acute leukemia diagnosed at the Regional Hospital of Mato Grosso do Sul, Brazil

    Cristina da Silva Righes1

    Dayane Vanessa Oliveira Garcia2

    Paula Cristina Silva3

    Eliane Borges de Almeida4

    Jessica Carina de Pellegrin5

    Artigo Original/Original Article

    Resumo

    Objetivo: Determinar o perfil dos pacientes portadores de leucemia aguda diagnostica-dos no Hospital Regional de Mato Grosso do Sul. Mtodos: Estudo descritivo eretrospectivo baseado nos dados obtidos nos pronturios de 2011 a 2015 de pacientesadultos com diagnstico de leucemia aguda. Resultados: Dos 68 pacientesdiagnosticados com LA, 19,1% eram Leucemia Linfoide Aguda (LLA) e 80,9% LeucemiaMieloide Aguda (LMA), sendo 58,8% do sexo masculino e 41,2% do feminino. A faixaetria mais prevalente foi entre 40 a 59 anos e foram a bito 64,7%. A mediana deleuccitos foi 31.845/mm3, hemoglobina 8,38 g/dL, plaquetas 29.500/L e 60,3% apre-sentaram mais de 70% de blastos no sangue perifrico. A frequncia de fentipoaberrante (FA) foi de 20,6% e, em pacientes com LMA, a presena do FA interferiu nasobrevida. Concluso: A maioria dos dados obtidos corrobora com a literatura e contri-bui no aprimoramento dos mtodos diagnsticos utilizados no HRMS, nas orientaesquanto ao manejo dos pacientes e no seguimento teraputico, melhorando a promoodo atendimento e, consequentemente, o aumento da sobrevida desses pacientes.

    Palavras-chave

    Leucemia; Diagnstico; Epidemiologia

    1Mestra. Farmacutica Bioqumica no Laboratrio de Anlises Clnicas do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul Campo Grande - MS, Brasil.2Especialista. Farmacutica Bioqumica no Laboratrio de Anlises Clnicas do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul Campo Grande - MS, Brasil.3Especialista. Farmacutica Bioqumica na empresa M.S. Diagnstica4Doutora. Laboratrio de Anlises Clnicas do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul Campo Grande - MS, Brasil.5Especialista. Residente do Programa de Residncia Multiprofissional Integrada em Sade Hospitalar rea de Anlises Clnicas.

    Instituio: Universidade Anhanguera Uniderp Campo Grande - MS, Brasil.

    Artigo recebido em 28/02/2017Artigo aprovado em 20/07/2017DOI: 10.21877/2448-3877.201700569

    INTRODUO

    Na atualidade, as neoplasias so uma das principaiscausas de morte, segundo a Organizao Mundial daSade.(1,2) A estimativa mundial, em 2012, foi de 14 milhesde novos casos; j no Brasil, as estimativas para o ano2016/2017 so de aproximadamente 596 mil novos casosde cncer.(3)

    Segundo o Instituto Nacional de Cncer (INCA), em2012 foram estimados 352 mil novos casos de leucemiano mundo, correspondendo a 2,5% de todos os tipos decncer. Em 2016, no Brasil, a estimativa era de 10.070casos da doena, sendo 5.540 em homens e 4.530 emmulheres. Em Mato Grosso do Sul, a previso do rgo de 110 casos/100 mil habitantes, e, destes, 60 casos/

    100 mil habitantes esto localizados em Campo Grande,capital do estado.(3)

    As leucemias correspondem a proliferaes neopl-sicas de clulas hematopoiticas que levam formaode clulas anormais, as quais no exercem suas funescorretamente.(4) Essa proliferao pode se concentrar namedula ssea ou extravasar para o sangue perifrico.(5)

    At a dcada de 1970, a classificao das leucemiasse baseava em linfoides, no linfoides e monocticas. Seisanos mais tarde foi lanada a classificao FAB (French-American-British) baseada na morfologia dos blastos enas reaes enzimtico-citoqumicas. Por volta dos anos90 apareceu a classificao da Organizao Mundial deSade (OMS), atualizada em 2008, que segmentou asdoenas em categorias e as definiu de acordo com a

  • 250 RBAC. 2017;49(3):249-55

    Righes CS, Garcia DVO, Silva PC, Almeida EB, Pellegrin JC

    morfologia, imunofentipo, aspectos genticos-mole-culares e sndromes clnicas.(6)

    As leucemias agudas (LA), mieloide ou linfoide, ca-racterizam-se pela presena de clulas primitivas, deno-minadas blastos, e pela rpida proliferao celular, que,dentro de poucos meses, pode ser fatal se no tratadacom agilidade.(5)

    A suspeita da doena inicia-se pelos sinais clnicose posteriormente pelos exames laboratoriais, em especialo hemograma e o mielograma.(7) No geral, as principaisalteraes hematolgicas so anemia, trombocitopenia eos valores de leuccitos, que podem estar baixos, nor-mais ou muito elevados.(8) Tcnicas mais especficas, prin-cipalmente a imunofenotipagem e citogentica, confirmamo diagnstico de acordo com a linhagem celular e estgiode maturao e, por fim, definem o melhor tratamento aseguir.(9)

    O presente estudo teve como objetivo analisar osaspectos epidemiolgicos, hematolgicos e imunofe-notpicos de pacientes adultos portadores de leucemiaaguda diagnosticados no Hospital Regional de MatoGrosso do Sul (HRMS) no perodo de 2011 a 2015 e, assim,correlacionar com a evoluo dos pacientes.

    MATERIAL E MTODOS

    Trata-se de um estudo descritivo e transversal combase em dados secundrios coletados de pronturios f-sicos e eletrnicos, no perodo de 2011 a 2015, dos paci-entes atendidos e diagnosticados com leucemia agudano setor de onco-hematologia adulto do HRMS.

    Como critrio de excluso no foram consideradosos pacientes diagnosticados com tumores slidos ououtro tipo de doena onco-hematolgica, como os linfo-mas, pacientes menores de 18 anos e pronturios comos dados incompletos.

    As variveis epidemiolgicas analisadas foram: sexo,idade, procedncia, regio e status vital. Os parmetroslaboratoriais analisados na admisso foram: concentraode hemoglobina, contagem global de leuccitos, contagemde plaquetas, porcentagem (%) de blastos no sangue pe-rifrico, linhagem das clulas leucmicas e presena defentipo aberrante.

    As amostras foram obtidas atravs da coleta por pun-o venosa em torno de 2 mL a 4 mL de sangue total emtubos com EDTA. Os parmetros do hemograma (con-centrao de hemoglobina, contagem global de leuccitose contagem de plaquetas) foram obtidos pelos analisadoreshematolgicos automatizados Cell Dyn Ruby, ABX PentraXL 80 e Sysmex XN-3000TM; j a porcentagem de blastosfoi definida atravs da leitura dos esfregaos sanguneos,por microscopia eletrnica, pelos profissionais do Labo-ratrio de Anlises Clnicas do HRMS. A imunofenotipagem

    foi realizada por citometria de fluxo em amostras de medulassea ou sangue perifrico, utilizando painis de trs cores(FITC, PE e PerCP), compostos pelos seguintesanticorpos monoclonais: CD45, CD34, HLA-DR, CD13,CD33, CD64, CD11b, CD117, CD41a, CD42b, CD61, CD14,CD15, CD56, Glicoforina A, MPO (mieloperoxidase), CD7,CD1a, CD3, CD4, CD8, CD10, CD19, CD79a, IgM, IgG eTdT. Para aquisio e anlise das clulas marcadas utilizou-se o programa CellQuestPro no citmetro de fluxo BDFACScaliburTM.

    Os dados coletados foram compilados em planilhaeletrnica Microsoft Excel 2010 e apresentados de formadescritiva, em mdia erro padro da mdia, variao emediana, frequncia absoluta (n) e relativa (%), represen-tados em grficos e tabelas. A anlise de sobrevida dospacientes portadores de LMA em relao ao fentipoaberrante (FA) foi representada pela Curva de Kaplan-Meier,no modelo de anlise de sobrevivncia. A associao entreas variveis foi calculada pelo teste Qui-quadrado, comnvel de significncia de 5%, por meio do software estats-tico SigmaStat for Windows verso 3.5.

    O presente estudo foi aprovado pelo Comit de ticaem Pesquisa da Universidade Anhanguera - Uniderp, sobo parecer n 1.832.015, de acordo com as resolues enormativas do Ministrio da Sade.(10)

    RESULTADOS

    Foram coletados 79 pronturios, sendo 11 destesexcludos por no se enquadrarem na pesquisa. Portanto,68 indivduos diagnosticados com LA fizeram parte do estu-do, com 19,1% (13) de Leucemia Linfoide Aguda (LLA) e80,9% (55) de Leucemia Mieloide Aguda (LMA). Em rela-o ao sexo, 58,8% (40) so masculinos e 41,2% (28) femi-ninos. A idade dos pacientes variou de 19 a 88 anos, comidade mdia de 47,8 20,12 anos (mdia erro padro),35,3% (24) com idade de 19-39, 39,7% (27) de 40-59 anose 25% (17) com idade superior a 60 anos. Quanto proce-dncia 52,9% (36) eram da capital e 47,1% (32) oriundosde cidades interioranas. Conforme relatado pelos pacien-tes, 80,9% (55) residiam em rea urbana e apenas 19,1%(13) habitavam na rea rural.

    Em relao ao desfecho clnico, 64,7% (44) evolu-ram para o bito e 35,3% (24) dos pacientes mantiveram-se em tratamento. No houve associao entre o desfechoclnico e as variveis demogrficas analisadas nestes pron-turios (p>0,05). Os valores referentes a estes dados estodetalhados na Tabela 1.

    Quanto s caractersticas hematolgicas, ao diag-nstico, houve variao no nmero de leuccitos de 670 a354.400/mm3, com mediana de 31.845/mm3; em 30,9%(21) dos indivduos prevaleceram valores entre 20.000 e50.000/mm3. Os valores de hemoglobina variaram de 2,8 a

  • RBAC. 2017;49(3):249-55 251

    clnico dos pacientes. Sendo que no grupo >50.000/mm3 e 100.000/ mm3 e no grupo > 100.000/ mm3 obte-ve-se relao significativa (p0,05 determinado pelo teste do Qui-Quadrado

    Tabela 2 - Descrio das anlises laboratoriais de sangue perifrico e suas relaes quantoao desfecho clnico registrados em pronturios de 68 pacientes com diagnstico de leucemiaaguda, entre 2011 e 2015, no HRMS. Campo Grande, 2016

    Varivel Frequncia bitos Tratamento Valor de p(%) (n) (%) (n) (%) (n)

    Leuccitos/mm3

    5.000 > 5.000 e 10.000 > 10.000 e 20.000 > 20.000 e 50.000 >50.000 e 100.000 > 100.000

    23,55,95,930,916,217,6

    160404211112

    11,40,04,536,422,725

    050002161011

    45,816,78,3

    20,84,24,2

    110402050101

    0,0002

    Hemoglobina (g/dL) 6,0 6,1 a 10,0 > 10,0

    14,761,823,5

    104216

    15,963,620,5

    072809

    12,558,319,2

    031407

    0,17

    Blastos (%) < 30 30 70 > 70

    16,223,560,3

    111641

    11,422,765,9

    051029

    25,025,050,0

    060612

    0,29

    Plaquetas/L 20.000 > 20.000 e 50.000 > 50.000 e 100.000 >100.000 e 150.000 > 150.000

    36,832,325,04,41,5

    2522170301

    36,429,527,34,52,5

    1613120201

    37,537,520,84,20,0

    0909050100

    0,89

    Dados expressos em nmeros absolutos e porcentagem (%).

    Valor p>0,05 determinado pelo teste do Qui-Quadrado

    Avaliao epidemiolgica, hematolgica e imunofenotpica de pacientes adultos portadores de leucemia aguda diagnosticados noHospital Regional de Mato Grosso do Sul, Brasil

  • 252 RBAC. 2017;49(3):249-55

    Righes CS, Garcia DVO, Silva PC, Almeida EB, Pellegrin JC

    Foram identificados fentipos aberrantes em 20,6%dos casos (14); dentre estes, as expresses imunofenot-picas encontradas nos pacientes com LLA foram CD13(14,3%) e CD 13+33 (50%), e os antgenos CD7 (28,6%)e CD7+19 (7,1%) nos casos de LMA. A presena defentipos aberrantes no apresentou relao significativacom o desfecho clnico dos indivduos (p=0,13) (Figura 1).

    Figura 2. Grfico representando a sobrevida do grupo LMA em relao ao fentipo aberrante. P=0.010; Curva de Kaplan-Meier.

    Porm, ao se analisar o grupo LMA com FA, a sobrevidaglobal dos portadores desta condio foi significativamentereduzida (p=0,01) em comparao aos no portadores(Grfico 2). No grupo LLA, esta relao pode ser observadadevido aos poucos casos detectados. Foi utilizada paraessa anlise a Curva de Kaplan-Meier, no modelo deanlise de sobrevivncia.

    Figura 1. Grfico representando o nmero percentual de indivduos com ou sem presena de fentipo aberrante de acordo com o desfecho

    clnico de manuteno do tratamento ou bito. p=0,13; Teste Qui-quadrado.

  • RBAC. 2017;49(3):249-55 253

    DISCUSSO

    A linhagem leucmica prevalente nesse estudo foi aLMA, fato j esperado, uma vez que o mesmo foi realizadoem uma populao adulta, corroborando com a literatu-ra.(11,12) Assim como em outros estudos,(13,14) o predomniofoi do sexo masculino, tanto na LMA quanto na LLA.

    Alguns autores afirmam que a LMA ocorre commaior frequncia entre indivduos com idade superior a60 anos;(15,16) sendo assim, os idosos possuem um prog-nstico desfavorvel que, associado s comorbidades,no responde positivamente ao tratamento.(17) Ao contrriodos achados descritos, nesse estudo, assim como noestudo de Rodrigues,(12) houve maior nmero de casosde LMA entre os indivduos com idade inferior a 60 anos.Tal perfil chama a ateno, uma vez que acometeindivduos em uma fase economicamente ativa, commenos de 60 anos.

    O Mato Grosso do Sul tem como base econmica aatividade agropecuria, sendo um dos maiores produtoresagrcolas do pas e apresenta um consumo de agrotxicossignificativo.(18,19) Logo, deve-se levar em conta a exposi-o e a contaminao causadas pelos agrotxicos tantodos indivduos que residem na zona rural quanto dos quevivem em reas prximas. Moradores das reas urbanaspodem se expor ao risco de forma indireta, por exemplo,no consumo de alimentos contaminados por essesagrotxicos.(20)

    Fortes evidncias apontam que os agrotxicos con-tm substncias potencialmente carcinognicas, aumentan-do os riscos de desenvolverem neoplasias como LinfomaNo Hodgkin citado por Costa et al.(21, 22) Essa relao setorna relevante ao nosso estudo devido elevada exposi-o da populao estudada, apesar de a minoria dos paci-entes com LA residir em zona rural (19,1%).

    Cumpre destacar que os casos de LMA encontradosnesse estudo foram semelhantes aos descritos porRodrigues et al.(12)

    No houve diferena significativa entre moradores dointerior do estado e os residentes em Campo Grande. importante atentar-se para o fato de que parte dos pacien-tes do interior, ao se cadastrarem para atendimento noHRMS, informam endereos de hospedagem na capitalao invs da residncia de origem. Logo, acredita-se queos dados estejam subestimados.

    No presente estudo houve uma relao significativa(p 100.000/mm3 apre-sentaram relao significativa (p

  • 254 RBAC. 2017;49(3):249-55

    Righes CS, Garcia DVO, Silva PC, Almeida EB, Pellegrin JC

    No foi objetivo inicial desse estudo avaliar a remis-so dos pacientes, mas, relacionando com o desfecho clni-co, essa varivel no apresentou valores significativos. Noentanto, os pacientes portadores de LMA com presena deFA acabaram morrendo mais precocemente, consequen-temente, tendo uma menor sobrevida. Isso corrobora com oestudo, que relata a presena de FA como um indicador demau prognstico na LMA.(33)

    CONCLUSO

    Os resultados obtidos no presente estudo, tantoepidemiolgicos quanto laboratoriais, forneceram conhe-cimentos iniciais a respeito do perfil dos pacientes quebuscam atendimento no servio de hematologia do HRMS.Esses dados podem contribuir no aprimoramento dos m-todos diagnsticos utilizados no HRMS, nas orientaesquanto ao manejo dos pacientes e no seguimento tera-putico, melhorando a promoo do atendimento e, conse-quentemente, o aumento da sobrevida desses pacientes.

    Abstract

    Objective: To determine the profile of patients with acute leukemia

    diagnosed at the Hospital Regional de Mato Grosso do Sul.

    Methods: Descriptive and retrospective study based on data

    obtained from medical records from 2011 to 2015 adult patients

    diagnosed with acute leukemia. Results: Of the 68 patients

    diagnosed with LA, 19.1% were acute lymphocytic leukemia (ALL)

    and 80.9% of acute myeloid leukemia (AML), being 58.8% of male

    and 41.2% female. The age group most prevalent was between 40 to

    59 years and died 64.7%. The median of leukocytes was 31,845/

    mm3, the hemoglobin level was 8.38 g/dL, the platelets 29,500/L

    and 60.3% had more than 70% of blasts in the peripheral blood. The

    frequency of aberrant phenotype (AP) was 20.6%, and in patients

    with AML, the presence of AP interfered in survival. Conclusion:

    The majority of data obtained corroborates with the literature and

    contributes to the improvement of the diagnostic methods used in

    HRMS, guidelines on patient management and therapeutic follow-

    up, improving the promotion of care and, consequently, increasing

    the survival of these patients.

    Keywords

    Leukemia; Diagnosis; Epidemiology

    REFERNCIAS

    1. Jemal A, Bray F, Center MM, Ferlay J, Ward E, Forman D. Globalcancer statistics. CA Cancer J. Clin. 2011;61(2):69-90.

    2. Barbosa SFDC, Costa CAD, Ferreira LDSC, Almeida DDS, AzevedoTCDB, Lemos JARD, Sousa MSD. Aspectos epidemiolgicos doscasos de leucemia e linfomas em jovens e adultos atendidos emhospital de referncia para cncer em Belm, Estado do Par,Amaznia, Brasil. Revista Pan-Amaznica de Sade. 2015;6(3):43-50.

    3. Instituto Nacional de Cncer Jos Alencar Gomes da Silva (INCA).Estimativa 2016: incidncia de cncer no Brasil. Rio de Janeiro:INCA; 2015.

    4. Cipolat S, Pereira BB, Ferreira FV. Fisioterapia em pacientes comleucemia: reviso sistemtica. Rev. Bras. Cancerol. 2011;2(57):229-36.

    5. Silva GC, Pilger DA, Castro SM, Wagner SC. Diagnstico laboratorialdas leucemias mieloides agudas. J Bras Patol MedLab. 2006;42(2):77-84.

    6. Zago MA, Falco RP, Pasquini R. Tratado de hematologia. In:Chauffaille MLLF, Yamamoto M. A classificao das leucemiasagudas: citologia, citoqumica e imunofenotipagem. So Paulo:Atheneu; 2013. p. 433-45.

    7. Pezzini TJ, Castro FS. Alteraes hematolgicas na leucemialinfoide aguda (LLA). Estudos. 2014;41(4):767-7.

    8. Dantas GKS, Silva LTA, Passos XS, Carneiro CC. Diagnstico dife-rencial da leucemia linfoide aguda em pacientes infanto-juvenis.Revista da Universidade Vale do Rio Verde. 2015;13(2):3-18.

    9. Rodrigues R, Lopata V, Wiedmer G, Kaviski R. Leucemia mieloideaguda: caractersticas laboratoriais. Viso Acadmica. 2015;16(2):70-83.

    10. Ministrio da Sade (Brasil). Conselho Nacional de Sade. Resolu-o n 466, de 12 de dezembro de 2012, que trata de pesquisas etestes em seres humanos. Dirio Oficial da Unio 13 jun 2013; se-o 1.

    11. Fuentes M, Rojas P, Ernst D, Ocqueteau M, Bertin P, Sarmiento M,Ramrez P. Results of acute myeloid leukemia treatment. Analysisof 63 patients between 2010-2014. Rev Med Chil. 2015;143 (10):1269-76. [Article in Spanish].

    12. Rodrigues SS. Anlise retrospectiva das caractersticas clnicas elaboratoriais dos pacientes portadores de leucemias agudas trata-dos no servio de hematologia do hospital universitrio da universi-dade federal de Santa Catarina entre 2006 e 2010. Florianpolis.Monografia [Especialista em Residncia Integrada Multiprofissionalem Sade na rea de Ateno em Alta Complexidade em Sade,Farmcia - Anlises Clnicas] - Universidade Federal de SantaCatarina; 2012.

    13. Carvalho QGS, Pedrosa WA, Sebastio QP. Leucemia mieloide agu-da versus ocupao profissional: perfil dos trabalhadores at

Recommended

View more >