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<ul><li><p>AUTARQUIA ASSOCIADA UNIVERSIDADE DE SO PAULO </p><p>AVALIAO DA TOXICIDADE AGUDA E CRNICA DOS </p><p>SURFACTANTES DSS E LAS SUBMETIDOS </p><p>IRRADIAO COM FEIXES DE ELTRONS </p><p>MARIA FERNANDA ROMANELLI </p><p>Dissertao apresentada como parte dos requisitos para obteno do Grau de Mestre em Cincias na rea de Tecnologia Nuclear-Aplicaes. </p><p>Orientadora: Dra. Sueli Ivone Borrely </p><p>So Paulo 2004 </p></li><li><p>INSTITUTO DE PESQUISAS ENERGTICAS E NUCLEARES </p><p>"AUTARQUIA ASSOCIADA UNIVERSIDADE DE SO PAULO" </p><p>AVALIAO DA TOXICIDADE AGUDA E CRNICA DOS SURFACTANTES </p><p>DSS E LAS SUBMETIDOS IRRADIAO COM FEIXE DE ELTRONS </p><p>MARIA FERNANDA ROMANELLI / </p><p>Dissertao apresentada como parte dos </p><p>requisitos para a obteno do Grau de Mestre </p><p>em Cincias na rea de Tecnologia Nuclear -</p><p>Aplicaes. </p><p>Orientadora: Dra. Sueli Ivone Borrely </p><p>Exemplar revisado pelo autor </p><p>So Paulo </p><p>2004 </p></li><li><p>Dedico este trabalho, com muito carinho, aos meus pais </p><p>Maria Jos e Edgard e ao meu irmo Chico, </p><p>minhas fontes mais verdadeiras </p><p>de amor e felicidade. </p></li><li><p>"guas da terra... </p><p>guas de maro... </p><p>gua dos rios... </p><p>guas da fonte... </p><p>Que carrega a energia </p><p>De onde surge at o ser </p><p>De noite, de dia... </p><p>Segue o horizonte. </p><p>gua que guarda </p><p>Ou transporta a vida </p><p>gua doce... </p><p>gua florida </p><p>Salgada... </p><p>Ou refletida </p><p>Que circunda a terra... </p><p>Que permite a vida. </p><p>Vem com os ventos do sul... </p><p>Ou com os ventos do norte. </p><p>Lava o tempo... </p><p>Leva a semente. </p><p>Lmpida... </p><p>Transparente. </p><p>Transportando a luz. </p><p>Saciando a sede </p><p>E ainda. </p><p>Acalmando a mente." </p><p>Tre Zagonai </p></li><li><p>Agradecimentos </p><p>Ao Instituto de Pesquisas Energticas e Nucleares por possibilitar a realizao deste </p><p>trabalho. </p><p> minha orientadora Dra. Sueli Borrely pelos ensinamentos, pela ateno e dedicao, e </p><p>por ter me apresentado Ecotoxlcologia. </p><p> Dra. Anna Lcia, por ter me recebido no IPEN de braos abertos, pela colaborao no </p><p>incio do Mestrado como orientadora e, principalmente, pela amizade valiosa. </p><p> Dra. Maria Helena e Dra. Celina pelo apoio tcnico e cientfico. </p><p> equipe de operao do acelerador de eltrons do CTR, Beth, Carlos e Hlio, pela </p><p>pacincia e grande colaborao nas irradiaes. </p><p>Aos companheiros de laboratrio Giovana, Cario, VIadimir, Reginaldo e Dna Helena, que </p><p>tanto me ajudaram. </p><p>A todos os bolsistas do CTR, em especial aos meus amigos Daniela, Icimone, Antnio, </p><p>Rita, Tuca, Kely, Selma, Juliana, Elaine, Fbio, Paula, Alan e Michel e s ex-bolsistas do </p><p>CTR Paula, Andreia Harumy e Andreia Cercan, pelas dicas to importantes na Ps-</p><p>Graduao e pela amizade. </p><p>Ao MSc Hiroshi Oikawa pela colaborao neste trabalho com as anlises de COT. </p><p> Dra. Kayo, Dra. Mrcia, Lenita e especialmente Mriam, que muito me ajudou nos </p><p>ensaios do Cometa! </p><p>Ao Dr. Afonso Aquino e Dra. Marta Vieira pela colaborao no PAE e pela amizade. </p><p>A Dra. Elisabete Braga por toda a contribuio no trabalho e no Seminrio de rea. </p><p> Cristina, companheira de trabalho, um pouco me, um pouco irm, minha amiga. </p><p>Ao Dr. Joo Osso, professor e grande amigo. </p><p>Ao Rodrigo, que depois de um longo tempo sem dar notcias apareceu e colaborou com a </p><p>estatstica complicada. </p><p>s minhas amigas irms Kate e Lcia, por todo o carinho e companheirismo. </p><p>Ao Rafael, por toda a ajuda neste trabalho, pela pacincia e principalmente por todo o amor e carinho. </p><p> toda a minha famlia, por ter compartilhado esta fase to importante da minha vida e </p><p>Lady, pela sua alegria contagiante. </p></li><li><p>AVALIAO DA TOXICIDADE AGUDA E CRNICA DOS SURFACTANTES DSS E </p><p>LAS SUBMETIDOS IRRADIAO COM FEIXE DE ELTRONS </p><p>Maria Fernanda Romanelli </p><p>RESUMO </p><p>Os surfactantes so compostos orgnicos sintticos amplamente utilizados nas </p><p>indstrias cosmtica, alimentar, txtil, de corantes, de produo de papel e especialmente </p><p>na indstria de detergentes e demais produtos de limpeza. O consumo mundial de </p><p>surfactantes cerca de 8 milhes de toneladas por ano. Uma das principais implicaes </p><p>ambientais do uso destes compostos a sua elevada toxicidade, que pode comprometer </p><p>o tratamento biolgico de efluentes e a qualidade de corpos receptores. Este trabalho </p><p>teve como objetivo o estudo da aplicao da radiao ionizante por feixe de eltrons na </p><p>degradao e na reduo da toxicidade aguda e crnica dos surfactantes dodecilsulfato </p><p>de sdio (DSS), cido dodecil p-benzenosulfonato (LAS) e dododecil p-benzenosulfonato </p><p>de sdio (LAS). Esta tecnologia de tratamento vem sendo muito estudada como uma </p><p>forma de pr-tratamento de efluentes que contenham compostos txicos e no-</p><p>biodegradveis, antes do tratamento biolgico. A eficincia do tratamento com feixe de </p><p>eltrons foi avaliada sob uma abordagem ecotoxicolgica. Foram utilizados dois ensaios </p><p>de toxicidade aguda, o ensaio com o microcrustceo Daphnia similis e o ensaio com a </p><p>bactria luminescente Vibro fischer, alm de um ensaio de toxicidade crnica com o </p><p>microcrustceo Cerodaphnia dubia (apenas com DSS e LAS cido) para as solues </p><p>no-irradiadas e irradiadas com as doses de radiao 3,0kGy, 6,0kGy, 9,0kGy e 12,0kGy. </p><p>Parmetros fsico-qumicos foram determinados para o acompanhamento da degradao </p><p>das molculas dos surfactantes. A radiao ionizante mostrou-se altamente eficiente na </p><p>degradao e tambm na reduo da toxicidade do DSS e do LAS. As redues de </p><p>toxicidade aguda obtidas foram de 72,49% a 90,98% para o DSS, 18,22% a 78,98% para </p><p>o LAS cido e 82,66% a 94,25% para o LAS sdico. Com correlao toxicidade crnica, </p><p>os percentuais de reduo obtidos estiveram entre 64,03% e 82,01% para o DSS e entre </p><p>47,48% e 64,91% para o LAS cido. Considerando a aplicao do feixe de eltrons como </p><p>um pr-tratamento de efluentes que contenham surfactantes em concentraes elevadas, </p><p>a toxicidade um parmetro essencial para que estes efluentes possam ser, </p><p>posteriormente, submetidos ao tratamento biolgico. </p></li><li><p>EVALUATION OF ACUTE AND CHRONIC TOXICITY OF DSS AND LAS SURFACTANTS UNDERGOING THE IRRADIATION WITH ELECTRON BEAM </p><p>Maria Fernanda Romanelli </p><p>ABSTRACT </p><p>Surfactants are synthetic organic compounds widely used in cosmetic, food, </p><p>textile, dyers and paper production industries and in particular detergents and others </p><p>cleaning products industries. The world consumption is nearly 8 million tons per year. One </p><p>of the main environmental issues coming from the use of these compounds is their toxicity </p><p>that compromises the biological treatment of effluents and the quality of receiving waters. </p><p>The objective of this work was the application of ionizing radiation by electron beam in the </p><p>degradation and reduction of acute and chronic toxicities of surfactants sodium </p><p>dodecylsulfate (SDS), dodecyl p-benzenesulfonate acid (LAS) and sodium dodecyl p-</p><p>benzenesulfonate (LAS). This treatment technology has been studied as a pre-treatment </p><p>for effluents containing toxic and non-biodegradable compounds, before the biological </p><p>treatment. Two acute toxicity assays were employed, one with the micro-crustacean </p><p>Daphnia similis and the other with the luminescent bacterium Vibrio fischeri along with a </p><p>chronic toxicity assay with the micro-crustacean Ceriodaphnia dubia (just for SDS and </p><p>acid L^S) for the non-irradiated and irradiated samples and radiation doses S.OkGy, </p><p>6.0kGy, 9.0kGy and 12.0kGy. Physical-chemical parameters were evaluated for the </p><p>following up the degradation of the surfactant molecules. The reductions of acute toxicity </p><p>varied between 72.49% and 90.98% for SDS, 18.22% and 78.98% for acid LAS and </p><p>82.66% and 94.26% for sodium LAS. For the chronic toxicity, the reduction percentages </p><p>varied between 64.03% and 83.01% for SDS and 47.48% and 64.91% for acid LAS. </p><p>When one considers the application of the electron beam as a pre-treatment of effluents </p><p>containing high concentrations of surfactants, the toxicity is an essential parameter </p><p>allowing the further biological treatment of these effluents. </p></li><li><p>SUMRIO </p><p>1. INTRODUO 1 </p><p>1.1 A Poluio Ambiental 1 1.2 A Poluio do Ar e do Solo 2 1.3 A Poluio da gua 2 1.4 Aspectos Relevantes do Trabalho 4 </p><p>2. OBJETIVOS 5 </p><p>2.1 Objetivo Geral 5 </p><p>2.2 Objetivos Especficos 5 </p><p>3. CONSIDERAES TERICAS E REVISO BIBLIOGRFICA 6 </p><p>3.1 Gerao de Efluentes e a Contaminao Ambiental 6 3.2 Aplicaes da Ecotoxlcologia 6 3.3 Controle da Emisso de Efluentes 13 3.4 Estudos de Toxicidade Realizados com Efluentes 13 3.5 Sabes, Detergentes e Surfactantes 15 3.6 Surfactantes 17 </p><p>3.6.1 LAS e DSS 20 3.7 Problemas Ambientais Causados pelos Surfactantes 21 </p><p>3.7.7 Toxicidade de Detergentes e de Surfactantes a Organismos Aquticos 21 3.7.2 Fatores que Influenciam a Toxicidade dos Surfactantes 27 3.7.3 Surfactantes como Dispersantes de leo 28 3.7.4 Surfactantes em Estaes de Tratamento Biolgico 29 3.7.5 Monitoramento de Surfactantes 30 3.7.6 Surfactantes e outros Poluentes no Ambiente 33 3.7.7 Biodegradao dos surfactantes 34 </p><p>3.8 Tratamento de Efluentes 35 3.8.1 Tratamento Biolgico 35 3.8.2 Processos Oxidativos Avanados 36 </p><p>3.9 Tratamento de Efluentes com Radiao Ionizante 39 3.9.1 As Radiaes Ionizantes 39 3.9.2Aplicao da Radiao Ionizante em Efluentes 42 </p><p>3.10 Degradao de Surfactantes Utilizando POAs 48 </p><p>3.11 Diminuio da Gerao de Efluentes 50 </p><p>4. MATERIAIS E MTODOS 52 </p><p>4.1 Preparao das Solues 53 4.2 In^adiao das Solues 53 4.3 Determinao da Concentrao de Surfactantes Aninicos 56 4.4 Avaliao de Parmetros Fsico-qumicos 57 </p><p>4.4.1 pH 57 4.4.2 Condutividade 57 4.4.3 Carbono Total, Carbono Orgnico Total e Carbono Inorgnico 57 </p><p>4.5 Dureza 58 4.6 Oxignio Dissolvido na gua 58 4.7 Ensaios Ecotoxicolgicos Aplicados na Avaliao do Processo 58 </p><p>4.7.1 Microcrustceos 58 4.7.2 Cultivo de microcrustceos 61 </p><p>4.8 Ensaio de Toxicidade aguda com Daphnia similis 62 4.9 Avaliao da sensibilidade de Daphnia similis substncia de referncia 65 4.10 Ensaio de Toxicidade aguda com Vibrio fischeri 65 </p></li><li><p>4.10.1 A bactria Vibrio fischeri 65 4.10.2 Realizao do Ensaio 67 4.10.3 Avaliao da sensibilidade de Vibrio fischeri substncia de referncia.. 69 </p><p>4.11 Ensaio de Toxicidade Crnica com Ceriodaphnia dubia 69 4.11.1 Avaliao da sensibilidade de Ceriodaphnia dubia substncia de </p><p>referncia 72 </p><p>4.12 Avaliao da eficincia do processo por irradiao 72 </p><p>5. RESULTADOS E DISCUSSES 73 </p><p>5.1 Ensaios Preliminares 73 5.2 Determinao de Surfactantes Aninicos 74 5.3 Parmetros Fsico-qumicos 78 </p><p>5.3.1 pH 78 5.3.2 Condutividade 82 </p><p>5.4 Carbono Total, Carbono Orgnico Total e Carbono Inorgnico 83 5.5 Oxignio Dissolvido e Dureza 87 5.6 Ensaios de Toxicidade Aguda 88 </p><p>5.6.1 Ensaio de Toxicidade Aguda com Daphnia similis 88 5.7 Ensaios de Toxicidade Aguda com as Substncias de Referncia 95 5.8 Ensaio de Toxicidade Aguda com Vibrio fischeri 98 </p><p>5.8.1 Ensaios de Toxicidade Aguda com a Substancia de Referncia 105 5.9 Con-elao entre os Ensaios de Toxicidade Aguda 106 5.10 Ensaio de Toxicidade Crnica com Ceriodaphnia dubia 109 5.11 Ensaio de Toxicidade Crnica com a Substncia de Referncia 118 5.12 Correlao de toxicidade entre os surfactantes 119 5.13 Eficincia do Processo de Irradiao 120 5.14 Correlao entre Parmetros Fsico-qumicos e a Toxicidade 129 5.15 Consideraes Finais 131 </p><p>6. CONCLUSES 134 </p><p>7. SUGESTES PARA TRABALHOS FUTUROS 135 </p><p>8. REFERNCIAS BIBLIOGRFICAS 136 </p></li><li><p>LISTA DE TABELAS </p><p>Tabela 1. Organismos-teste empregados na avaliao da toxicidade aqutica 8 </p><p>Tat&gt;ela 3. Biodegradabilidade dos surfactantes inicos, no-inicos e anfteros 34 </p><p>Tabela 4. Condies de irradiao utilizadas no acelerador de eltrons para a irradiaac das solues de surfactantes (LAS e DSS) 55 </p><p>Tabela 5. Valores de dose e taxa de dose correspondentes intensidade de corrente aplicada no acelerador de eltrons 55 </p><p>Tabela 6. Condies de cultivo dos microcrustceos utilizados nos ensaios de toxicidade 62 </p><p>Tabela 7. Concentraes de DSS e LAS (%) utilizadas nos ensaios de toxicidade aguda (D. similis) 64 </p><p>Tabela 8. Concentraes (mg/L) utilizadas nos ensaios de toxicidade aguda com as substncias de referncia 65 </p><p>Tabela 9. Concentraes (%) utilizadas na realizao dos ensaios de toxicidade crnica com os surfactantes 70 </p><p>Tabela 10. Degradao do surfactante DSS em funo da dose de radiao 75 </p><p>Tabela 11. Degradao do surfactante LAS cido em funo da dose de radiao 75 </p><p>Tabela 12. Degradao do surfactante LAS sdico em funo da dose de radiao 76 </p><p>Tabela 13. pH das solues de DSS, antes e aps a in^adiao 79 </p><p>Tabela 14. pH das solues de LAS (cido), antes e aps a irradiao 79 </p><p>Tabela 15. pH das solues de LAS (sdico), antes e aps a irradiao 79 </p><p>Tabela 16. Condutividade das solues DSS, antes e aps a irradiao 82 </p><p>Tabela 17. Condutividade das solues de LAS (cido), antes e aps a in-adiao 82 </p><p>Tabela 18. CT, Cl e COT das solues de DSS, antes e aps a irradiao 84 </p><p>Tabela 19. CT, Cl e COT das solues de LAS (cido), antes e aps a irradiao 85 </p><p>Tabela 20. Toxicidade aguda do DSS no-irradiado ao organismo D. similis 88 </p><p>Tabela 21. Toxicidade aguda do DSS irradiado com 3,0kGy ao organismo D. similis 89 </p><p>Tabela 22. Toxicidade aguda do DSS irradiado com 6,0kGy ao organismo D. similis 89 </p><p>Tabela 23. Toxicidade aguda do DSS irradiado com 9,0kGy ao organismo D. similis 89 </p><p>Tabela 24. Toxicidade aguda do DSS irradiado com 12,0kGy ao organismo D. similis. .90 </p><p>Tabela 25. Toxicidade aguda do LAS no-irradiado ao organismo D. similis 91 </p><p>Tabela 26. Toxicidade aguda do LAS irradiado com 3,0kGy ao organismo D. similis 92 </p><p>Tabela 27. Toxicidade aguda do LAS irradiado com 6,0kGy ao organismo D. similis 92 </p><p>Tabela 28. Toxicidade aguda do LAS irradiado com 9,0kGy ao organismo D. similis 92 </p><p>Tabela 29. Toxicidade aguda do LAS irradiado com 12,0kGy ao organismo D. similis. ...93 </p><p>Tabela 30. Toxicidade aguda do LAS (sal), no-irradiado e irradiado, ao organismo L </p><p>similis 94 </p><p>Tabela 31. Toxicidade aguda do cloreto de potssio ao organismo D. similis 96 </p><p>Tabela 32. Toxicidade aguda do dicromato de potssio ao organismo D. similis 97 </p></li><li><p>Tabela 33. Toxicidade aguda do DSS no-irradiado ao organismo V. fischeri. 99 </p><p>Tabela 34. Toxicidade aguda do DSS irradiado com 3,0kGy ao organismo V. fischeri. ...99 </p><p>Tabela 35. Toxicidade aguda do DSS irradiado com 6,0kGy ao organismo V. fischeri. ...99 </p><p>Tabela 36. Toxicidade aguda do DSS irradiado com 9,0kGy ao organismo V. fischeri.. 100 </p><p>Tabela 37. Toxicidade aguda do DSS in-adiado com 12,0kGy ao organismo V. fischeri.^QO </p><p>Tabela 38. Toxicidade aguda do LAS no-irradiado ao organismo V. fischeri. 101 </p><p>Tabela 39. Toxicidade aguda do LAS irradiado com 3,0kGy ao organismo V. fischeri... 102 </p><p>Tabela 40. Toxicidade aguda do LAS irradiado com 6,0kGy ao organismo V. fischeri... 102 </p><p>Tabela 41. Toxicidade aguda do LAS irradiado com 9,0kGy ao organismo V. fscheri... 102 </p><p>Tabela 42. Toxicidade aguda do LAS irradiado com 12,0kGy ao organismo V. fischeri. 103 </p><p>Tabela 43. Toxicidade aguda do LAS (sal) no-irradiado e irradiado (V. fischer) 104 </p><p>Tabela 44. Toxicidade aguda do fenol ao organismo V. fischer. 105 </p><p>Tabela 45. Toxicidade crnica do DSS no-irradiado ao organismo C. dubia 110 </p><p>Tabela 46. Toxicidade crnica do DSS irradiado com 3,0kGy, ao organismo C. dubia. .111 </p><p>Tabela 47. Toxicidade crnica do DSS irradiado com 6,0kGy, ao organismo C. dubia.. ^^2 </p><p>Tabela 48. Toxicidade crnica do LAS no-irradiado ao organismo C. dubia 114 </p><p>Tabela 49. Toxicidade crnica do LAS irradiado com 3,0kGy, ao organismo C. dubia. .115 </p><p>Tabela 50. Toxicidade crnica do LAS irradiado com 6,0kGy, ao organismo C. dubia. .116 </p><p>Tabela 51. Resultados obtidos no ensaio com a substncia de referncia KGI 118 </p><p>Tabela 52. Comparao entre os valores de CE(I)50 (%) obtidos para os surfactantes. 119 </p><p>"abela 53. Comoarao entre os valores de CENO e CEO obtidos para os surfactantes 120 </p><p>Tabela 54. Porcentagem de Reduo da Toxicidade Aguda do DSS em funo da dose 121 </p><p>I aoeia 55. Porcentagem de Reduo da Toxicidade Aguda do LAS, em relao dose de radiao 123 </p><p>Tabela 56. Porcentagem de Reduo da Toxicidade Aguda do LAS sdico em relao dose de radiao 125 </p><p>Tabela 57. Porcentagem de Reduo da Toxicidade Crnica do DSS e do LAS, em relao dose de radiao 126 </p><p>Tabela 58. Eficincia de alguns processos de tratamento de surfactantes, avaliados por parmetros qumicos e fsico-qumicos 128 </p></li><li><p>LISTA DE FIGURAS </p><p>Figura 1. Aplicaes de surfactantes em setores distintos, segundo Cunha, et al., 2000.18 </p><p>Figura 2. Estrutura de um surfactante aninico - grupo hidroflico e hidrofbico 19 </p><p>Figura 3. Estrutura molecular ramificada do ABS 20 </p><p>Figura 4. Rio Tiet em Pirapora do Bom Jesus, So Paulo, Junho de 2003 32 </p><p>Figura 5. Penetrao do feixe de eltrons (cm) na gua versus dose absorvida (%), para diferentes energias do eltron 42 </p><p>Figura 6. Representao da interao direta e indireta da radiao ionizante por feixe de eltrons 44 </p><p>Figura 7. Fluxograma da metodologia aplicada 52 </p><p>Figura 8. Frmulas estruturais e moleculares dos surfactantes DSS e LAS 53 </p><p>Figura 9. Irradiao das solues de surfactantes no acelerador de eltrons do IPEN.... 54 </p><p>Figura 10. Morfologia dos organismos Daphnia e Ceriodaphnia 59 </p><p>Figura 11. Ciclo de reproduo de Daphnia (CETESB, 1997) 60 </p><p>Figura 12. Daphnia similis adulta, 40x 63 </p><p>Figura 13. Bactria luminescente Vibrio fischer 66 </p><p>Figura 14. Equipamento utilizado no ensaio de toxicidade aguda com V. fischer 68 </p><p>Figura 16. Valores de CE(I)50 obtidos para o DSS nos ensaios preliminares 73 </p><p>Figura 17. Curva de calibrao para a quantificao do surfactante 74 </p><p>Figura 18. Reduo da concentrao dos surfactantes pela irradiao 76 </p><p>Figura 19. Efeito da radiao ionizante no pH das solues dos surfactantes 80 </p><p>Figura 20. Variao do pH em funo da diluio da amostra do surfactante DSS 81 </p><p>Figura 21. Variao do pH em funo da diluio da amostra do surfactante LAS cido. 81 </p><p>Figura 22. Variao da condutividade dos surfactantes em funo da dose de radiao.83 </p><p>Figura 23. Variao do COT das solues de DSS em funo da dose de radiao 85 </p><p>Figura 24. Variao do COT das solues de LAS (cido) em funo da dose 86 </p><p>Figura 25. Variao da CE(I)50 para o DSS em funo da dose (D. similis) 90 </p><p>Figura 26. Variao da CE(I)50 para o LAS (cido) em funo da dose (D. similis) 93 </p><p>Figura 27. Variao da CE(I)50 para o LAS (sal) em funo da dose (D. similis) 94 </p><p>Figura 28. Sensibilidade do organismo D. similis ao cloreto de potssio 96 </p><p>Figura 29. Sensibilidade do organismo D. similis ao dicromato de potssio 97 </p><p>Figura 30. Variao da CE(I)50 para o DSS em funo da dose (V. fischen) 101 </p><p>Figura 31. Variao da CE(I)50 para o LAS em funo da dose (V. fischer) 103 </p><p>Figura 32. Variao da CE(I)50 para o LAS (sal) em funo da dose {V. fischen) 104 </p><p>Figura 33. Sensibilidade do organismo V. fischer ao fenol 106 </p><p>Figura 34. Toxicidade aguda (CE(I)50) do DSS D. similis e ao V fischer. 106 </p></li><li><p>Figura 35. Toxicidade aguda (CE(I)50) do LAS cido D. similis e ao V. fischeri. 107 </p><p

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