av2 revista thaís

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Segue a revista da av2. Thais Pinheiro De Almeida 1002

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  • Entrevista com Dinar Ribeiro que coordenadora da Pet Shop Ani-male

    Comunicao Interativa

  • Entrevista com a conceituada coor-denadora da Pet Shop Animale Di-nar Ribeiro

    C. I. : Como a experin-cia de trabalhas numa loja Pet Shop?D. R. : A dez anos trabalho aqui na Animale cumprin-do tarefas muito impor-tantes como cuidar de ani-mais.

    C. I. : Como so tratados os animais aqui?

    D. R. : Amor, carinho e muita dedicao. E cada raa tem tosa padro , cui-dados com banho semanal alm disso tosa mensal. Quando cilentes viajam eles deixam os ces aqui e ficam em torno de trs me-

    ses, eles tm recreao e banho de piscina.

    C. I. : Em relao a ali-mentao do que os cahorros e gatos pdem se alimentar?D. R. : Depende da raa do animal que so ven-didos, exemplo : o spide alemo custa em mdia de R$ 2.000, golden re-triver R$ 2.500.

    C. I. : Qual a raa de cachorros e gatos mais vendidos?D. R. : Todos so bem vendidos. Exemplo : yorkshire, pug, malts.

  • Foto : de Dinar Ribeiro ti-rada por Thas Almeida

    A msica como profisso

    Pela falta de oportu-nidades no so todas as pessoas que adotam como primeira opo de trabalho a carreira musi-cal porm h as excees que mesmo sabendo que um mercado dfi-cil alm de muito estvel continuam tentando pelo menos por muito tempo. Danielle Ferreira, professora de msica da conceituada Escola de Arte Viva Msica de-clarou a respeito do que aconselha para quem de-seja seguir carreira mu-sical que : Respirao que um grande proble-ma e dficil de ser cor-rigida, no sabem respi-

  • rar na maioria dasvezes . Sobre o que aconselhar para quem quiser seguir carreira musical Daniel-le Ferreira aconselhou a : Primeiro bom cuida-do com a voz antes tendo que fazer um exame de laringoscpia para isso indo num otorrino que indicar um fonaudilogo se caso precise porque se no tiver nenhum proble-ma vocal o professor de canto mesmo pode ajudar.Que para corrigir na verdade fala. A respirao pode causar ronquido . A renomada professora de dana tambm disse que o piso salarial de um msico : bem baixo realmente e aqui em For-taleza a gente acaba traba-lhando muito para ganhar muito pouco.

    Foto de Danielle Ferreira tirada por Thas Almeida

  • O desafio univer-sitrio de Gessica Maia para conse-guir virar advoga-da

    C. I. : O que te levou a tomar adeciso de fazer direito?G. M. : Decidi cursar Direito porque as ma-trias especficas para prestar vestibulas eram portugus e histria, as quais eu tinha mais facilidade. Alm disso, sempre tive senso de justia e administrao pela carreira jurdica.

    C. I. : Voc j estagiou na rea? Qual foi sua experincia?G. M. : Sim, sou estagi-rio da Justia Militar da Unio a mais de um ano. Atuo na rea pe-nal militar, na aplicaao da lei na categoria dos Militares das Foras Ar-madas - marinha, exr-cito e aeronatica.

  • C. I. : Qual a rea de direi-to voc pretende exercer?G. M. : Amo direito penal e praticamente todo estu-dante de direito se apaixo-na pelo criminal na poca da faculdade no entanto casa-se com o direito civil. Acredito que exercerei a rea civil trabalhista e pre-videnciria.

    C. I. : Qual a sua opinio em relao a maioridade penal?G. M. : Ao me sentir a re-duo da maioridade penal no a soluo. Ademais, essa alterao verdade pela nossa contituio fe-deral por se tratar de con-tedo clasula ptria, isto inaltervel.

    C. I. : O que se passa pela cabea de uma pessoa ao cometer um crime?

    G. M. : Para que o agente seja condenado preci-so que tenha existido o animus, ou seja a vonta-de livre e consciente de praticar o delito, o que chamamos de dolo. este dolo poder ser direto quando ele quis produzir o resultado, ou eventu-al quando ele assume o risco de produzi-lo. H ainda a possibilidade da responsabilizao pela culpa do agente, quando este age com hipercia e imprudncia ou negli-gncia. Assim, pode-se dizer que na cabea de um infrator no momen-to de um crime, passa a vontade, a inteno de praticar uma conduta descrita em uma norma penal incriminadora.

    C. I. : Nas audincias co-

  • mo se comporta o deten-to?G. m. : Na maioria dos casos, o re demonstra desconforto. Permane-cem em silncio, comu-nicando-se apenas com o defensor, s fala no mo-mento de seu interrogat-rio. Alguns demonstram--se na posio de vtima mostrando-se injustia-dos e passando por algum sofrimento.

    Charge tirada do site : http://georgelins.com/2009/06/20/homena-gem-aos-criticos-do-muti-rao-carcerario/

    Entrevista exclu-siva com Fabiana Sousa que en-fermeira

    C. I. : Por que voc~e es-colheu o curso de enfer-magem?F. S. : Porque uma pro-fisso que me cativa pelo meu exercer, que me faz ser til na melhoria da sade para com todos.

    C. I. : Qual a durao do curso de enfermagem?F. S. : O curso tem a du-rao de dois anos e oito meses caso seja cursado na UVA.

    C. I. : Voc prefere traba-lhar em hospital ou ser professora?

  • Foto : tirada por Thas AmeidaF. S. : Gostaria de atuar na rea hospitalar bem prxi-mo aos pacientes porque dessa forma posso conso-lar os que estiverem mui-to triste devido a situao complicada em que se en-contram e posso atend-los com uma frequncia que seja grande.

    C. I. : Acha justo o piso salarial de enfermagem?F. S. : No, acredito que pela responsabilidade da funo do profissio-nal e dos riscos poderia ganhar melhor. At pelo risco poder pegar vrias doenas por estar num ambiente sujeito h v-rias doenas.

    C. I. : Na rea da sade obrigado ter estgio? Voc j estagiou?F. S. : Sim, eu j esta-giei em vrios hospitais em diversas reas como emergncia, UTI, mater-nidade, etc.

    C. I. : Voc j adquiriu a primeira noo de pri-meiros socorros?F. S. : Sim, durante o cur-so eu aprendi osp rimei-ros socorros em diversas

  • situaes.

    As curiosidade de um salo de beleza

    Foto : de Ivaneide Mello tirada por Thas Almeida.

    No dia a dia de um sa-lo de beleza conforme a cabeleira Ivaneide Mello e dona de um salo que le-

    va seu nome disse a respeio dos tipo de corte mais pedi-dos que : So degrad, repi-cado, channel de bico, etc. Tambm disse que quan-do o cliente deseja mudar o visual o que ela sugere : Su-giro mudar a cor do cabelo dependendo da cor da pele, do olho e do formato de ros-to eu escolho a cor que vou sugerir para o cliente naquele momento . Aluna : Thas Almeida.Professor : Carlos Eugnio Furtado.Disciplina : Computao gr-fica e editorao eletrnica.Inctitui de ensino : Centri Universitrio Estcio do Ce-ar Via Corpvs.Curso : Jornalismo.