aula revisão - filosofia

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  • 1. O QUE FILOSOFIA ?
    A Filosofia um ramo do conhecimento
    que contesta o bvio.

2. ATITUDE FILOSFICA
interrogar a si mesmo, desejando conhecer porque cremos no que cremos, por que sentimos o que sentimos e o que so nossascrenas e nossos sentimentos.
3. A Filosofia grega
A Filosofia, entendida como aspirao ao conhecimento racional, lgico e sistemtico da realidade natural e humana, da origem e causas do mundo e de suas transformaes, da origem e causas das aes humanas e do prprio pensamento, um fato tipicamente grego.
4. O pensamento chins toma duas caractersticas (masculino e feminino) existentes em alguns seres (os animais e os humanos) e considera que o Universo inteiro feito da oposio entre qualidades atribudas a dois sexos diferentes, de sorte que o mundo organizado pelo princpio da sexualidade animal ou humana.
5. O pensamento de Pitgoras apanha a Natureza numa generalidade muito mais
ampla do que a sexualidade prpria a alguns seres da Natureza, e faz distino
entre as qualidades sensoriais que nos aparecem e a estrutura invisvel da
Natureza, que, para ele, de tipo matemtico e alcanada apenas pelo intelecto,
ou inteligncia.
6. O nascimento da Filosofia
Os historiadores da Filosofia dizem que ela possui data e local de nascimento:
final do sculo VII e incio do sculo VI antes de Cristo, nas colnias gregas da sia Menor (particularmente as que formavam uma regio denominada Jnia), na cidade de Mileto. E o primeiro filsofo foi Tales de Mileto.
7. 8. A poltica a liberdade de se expressar e de ter uma opinio.Sua finalidade manter a ordem pblica, defesa do territrio nacional e o bem social da populao.
9. Kim Jong-il
Nas sociedades orientais e no-gregas, o poder e o governo eram exercidos como autoridade absoluta da vontade pessoal e arbitrria de um s homem ou de um pequeno grupo de homens que decidiam sobre tudo, sem consultar a ningum e sem justificar suas decises para ningum.
10. O que um mito?
11. 12. Para os gregos, mito um discurso pronunciado ou proferido para ouvintes que recebem como verdadeira a narrativa, porque confiam naquele que narra; uma narrativa feita em pblico, baseada, portanto, na autoridade e confiabilidade da pessoa do narrador. E essa autoridade vem do fato de que ele ou testemunhou diretamente o que est narrando ou recebeu a narrativa de quem testemunhou os acontecimentos narrados.
13. Quem narra o mito?
O poeta-rapsodo
Quem ele?
Por que tem autoridade?
Poeta popular, ou cantor, que ia de cidade em cidade recitando poemas picos: Homero era um rapsodo.
Acredita-se que o poeta um escolhido dos deuses, que lhe mostram os acontecimentos passados e permitem que ele veja a origem de todos os seres e de todas as coisas para que possa transmiti-la aos ouvintes. Sua palavra - o mito sagrada porque vem de uma revelao divina. O mito , pois, incontestvel e inquestionvel.
14. Cosmos, como j vimos, quer dizer mundo ordenado e organizado. Assim, a cosmogonia a narrativa sobre o nascimento e a organizao do mundo, a partir de foras geradoras (pai e me) divinas.
15. A teogonia , portanto, a narrativa daorigem dos deuses, a partir de seus pais e antepassados.
16. O conhecimento pretensamente o tema mais importante
da filosofia. O que podemos saber, como podemos saber,
como podemos saber o que sabemos e o que o conhecimento
so questes centrais para a filosofia como um todo.
17. H DIFERENTES TIPOS DE CONHECIMENTO
18. Conhecimento por contato (conheo Braslia).
19. Conhecimento enquanto habilidade (sei andar de bicicleta).
20. Conhecimento proposicional (sei que guias so aves).
21. Os dois primeiros tipos (contato e habilidade) so
Interessantes, mas a filosofia volta-se, sobretudo,
para o terceiro: o que conhecer uma proposio.
22. Uma proposio um enunciado declarativo que
faz uma afirmao, p.ex. elefantes so cinza.
23. Na vida diria, damos por certo que podemos saber
tais proposies, confiando p. ex., nas evidncias imediatas
de nossos sentidos ou lembrando o que aprendemos
no passado. Mas conhecemos de fato tanto
quanto pensamos conhecer?
24. 5+3+2 = 1510229+2+4 = 1836528+6+3 = 4824665+4+5 = 202541Sendo assim,7+2+5 =
25. 7+2+5 = 1435477x2 = 14
7x5 = 35
7(2+5)-2=47
26. Em filosofia, a questo do que podemos saber
de importncia fundamental e , muitas vezes,
abordada mediante a contestao do ceticismo:
a ideia de que nossas pretenses ao conhecimento
raramente so justificadas, se que alguma vez o so.
27. CETICISMO
Ceticismo a ideia de que, embora possamos ter
grande nmero de crenas, de fato sabemos muito
pouco, ou nada, certamente muito menos do que,
em geral, supomos. Alguns dos maiores filsofos
do mundo defenderam o ceticismo, apresentando
poderosos argumentos a seu favor.
28. 29. O ceticismo supe que a realidade poderia ser
muito diferente do que parece, no no sentido de que a
fsica a revela como diferente, mas no sentido de que
as aparncias de que existe um mundo fora da mente,
poderiam ser inteiramente enganosa.
30. Portanto, o ceticismo nos desafia a dizer como sabemos
que a realidade , em geral, como a experimentamos.
31. 32. CRENA E CONHECIMENTO
Intuitivamente, diferenciamos crena e conhecimento.
As pessoas podem ter falsas crenas. Mas se voc
sabe uma proposio, ento deve ser verdadeira.
Se voc afirma que elefantes so rosados, e pensa que
que sabe isso, est enganado. Se os elefantes no so
rosados, mas cinzentos, voc no pode saber que so
rosados .
33. O conhecimento requer algum tipo de sustentao, alguma razo para se considerar que uma proposio em que acreditamos verdadeira, em suma, ela precisa ser justificada.
+
=
34. EVIDNCIAS
Para ter evidncia para uma crena precisamos de motivos afora a crena, que justifiquem o que acreditamos ser verdadeiro.
35. O USO DA LGICA
36. Por vezes, a relao entre uma evidncia e aquilo que ela
evidencia lgica.
O USO DA LGICA
P. ex., se voc v o co atrs do gato, isso logicamente leva a que sua crena de que o gato esta na frente do co verdadeira.
37. O USO DA LGICA
Mas evidncias, em geral, no levam logicamente quilo que evidenciam, apenas do motivos, talvez timos motivos, para se supor que a crena em questo verdadeira. Note que voc pode ter excelentes evidncias para acreditar em algo, mas estar enganado.
Normalmente, uma evidncia no nos fornece uma garantia lgica de que nossa crena verdadeira.
38. CONFIABILISMO
39. Como responder ao ctico e refutar seus argumentos?
O ctico ressalta que nossa crena de que a aparncia um bom guia da realidade no justificada.
40. 41. Se o conhecimento consiste em crenas verdadeiras justificadas por evidncias, quo forte precisa ser a justificao? Em geral, nos contentamos em ter bases bastante boas para supor que uma crena e verdadeira. E ter bases bastante boas para supor que uma crena e verdadeira no significa excluir inteiramente a possibilidade de erro.
CONHECIMENTO REQUER CERTEZA?
42. CONHECIMENTO REQUER CERTEZA?
Voc pode estar justificado ao crer em algo e, contudo, estar errado.
43. J que padres normais de justificao pode levar a erros, devemos ter absoluta certeza de uma crena antes de poder cham-la de conhecimento? A ideia de que uma crena s pode se qualificar como conhecimento se no houver possibilidade de que esteja errada chamada de infalibilismo. Mas quo plausvel essa viso? Se o conhecimento s possvel nas situaes em que estamos imunes ao erro, podemos conhecer muito pouca coisa ou nada.
INFALIBILISMO
44. RAZO E EXPERINCIA
45. Em que medida o conhecimento depende de nossos sentidos? Descobrimos coisas sobre o mundo tanto por raciocnio como por experincia. Uma nfase maior num ou noutro produziu duas escolas de pensamento sobre a fonte do conhecimento: racionalismo e empirismo.
46. RACIONALISMO
Concepo filosfica que afirma a razo como nica faculdade de propiciar o conhecimento adequado da realidade. A razo, por iluminar o real e perceber as conexes e relaes que o constituem, a capacidade de apreender ou de ver as coisas em suas articulaes ou interdependncia em que se encontram umas com as outras.
47. EMPIRISMO
Sob uma perspectiva contrria, os empiristas britnicos refutaram a existncia das idias inatas e postularam que a mente uma tabula rasa ou pgina em branco, cujo material provm da experincia.
48. Antes de discutir conhecimento, razo e experincia, precisamos introduzir alguma terminologia. A expresso latina a priori significa literalmente do que vem antes. Em filosofia, refere-se a conhecimento baseado em afirmaes que no requerem experincia sensorial para serem tidas como verdadeiras. Para saber que nenhum solteiro (a) casado (a) no precisamos sair a procura de solteiros (as) para verific-lo, basta o que isso significa. Por outro lado, afirmaes que s podem ser estabelecidas atravs de nossos cinco sentidos so chamadas a posteriori.
DUAS MANEIRAS DE CONHECER
49. DUAS MANEIRAS DE CONHECER
A distino a priori/a posteriori expressa como verificamos ou estabelecemos que determinada afirmao verdadeira. No diz respeito ao modo como adquirimos os conceitos ou palavras envolvidos na compreenso inicial da afirmao de conhecimento.
50. METAFSICA
51. METAFSICA
A metafsica, um dos mais antigos e importantes ramos da filosofia, sobrepe-se a outras grandes subdivises, como a filosofia da mente e da religio, e difcil defini-la precisamente. Talvez a melhor descrio da metafsica seja que ela busca responder a ques