Aula 2 - Princípios Método Mecanístico

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<ul><li><p>MECNICA DOS PAVIMENTOS</p><p>AULA II - FUNDAMENTOS DO MTODO MECANSTICO DE </p><p>DIMENSIONAMENTO DE PAVIMENTOS</p><p>Prof: Carlos Filho, M.Sc</p></li><li><p>Dimensionamento Mecanstico</p><p>FatoresAmbientais</p><p>Trfego MateriaisDisponveis</p><p>TcnicasConstrutivas</p><p>Parmetrosde Projeto</p><p>Variabilidadede cada item</p><p>Mtodo de Clculode Tenses</p><p>( e )</p><p>Parmetros deAcompanhamentodo Desempenho</p><p>Deciso Finaldas espessuras</p><p>Comparao entreVida Estimada e de Projeto</p><p>Estimativa de Vida til</p><p>Espessuras Adotadas</p><p>No Satisfaz</p><p>Satisfaz</p></li><li><p>FATORES CLIMTICOS NO DIMENSIONAMENTO DE PAVIMENTOSFATORES CLIMTICOS NO DIMENSIONAMENTO DE PAVIMENTOS</p><p>ELEMENTOSDO CLIMA</p><p> mdia da atmosfera (TMA) temperatura oscilao diria e peridica da TMA</p><p> extremos mximos e mnimos</p><p> pluviosidade precipitao mdia anual mximos e mnimos mensais </p><p>FATORESDO CLIMA</p><p> latitude geogrfica altitude</p><p>- inclinao slida - cobertura vegetal</p><p> base - gelo e neve lquida - proximidade do mar</p><p>CLIMACLIMACONJUNTO DE FATORES </p><p>METEOROLGICOS QUE CARACTERIZAM O ESTADO MDIO DA ATMOSFERA E SUA </p><p>EVOLUO EM DETERMINADO LUGAR</p></li><li><p>REGIO TROPICAL CLIMA TROPICALREGIO TROPICAL CLIMA TROPICAL</p><p>PREDOMINNCIA DECLIMAS TROPICAIS MIDOS </p><p> temperatura mdia anual &gt; 18 Ctemperatura mdia anual &gt; 18 C pluviosidade &gt; 1.500 mm/anopluviosidade &gt; 1.500 mm/ano sem congelamento do subsolosem congelamento do subsolo</p><p>REGIO REGIO GEOGRFICAGEOGRFICA</p><p>TROPICALTROPICAL</p><p>Trpico de CapricrnioTrpico de Capricrnio</p></li><li><p>NDICE DE UMIDADE NDICE DE UMIDADE -- (IM)(IM)</p><p>(Ref:(Ref:Thornthwaite Moisture IndexThornthwaite Moisture Index -- TMI)TMI)</p><p>10060 ..ETP</p><p>DEFEXCIM EXCEXC -- excedente anual de gua excedente anual de gua DEFDEF -- dficit anual de guadficit anual de guaETPETP -- evapotranspirao potencial anualevapotranspirao potencial anual</p><p>W = C + P - ETw w umidade num tempo qualquerumidade num tempo qualquerC C capacidade de campocapacidade de campoP P precipitaoprecipitaoET ET evapotranspiraoevapotranspirao</p><p>P P -- ET &gt; 0 ET &gt; 0 excedente de gua (EXC)excedente de gua (EXC)P P -- ET &lt; 0 ET &lt; 0 deficiente de gua (DEF)deficiente de gua (DEF)</p><p>J F M A M J J A S O N DJ F M A M J J A S O N D</p><p>100100</p><p>200200</p><p>300300</p><p>mmmm</p><p>precipitaoprecipitao</p><p>evapotranspiraoevapotranspirao</p><p>excessoexcesso</p><p>deficinciadeficincia</p><p>BALANO HDRICOBALANO HDRICO</p><p>IM &gt; 100 IM &gt; 100 clima muito midoclima muito mido20 &lt; IM &lt; 100 20 &lt; IM &lt; 100 clima mido e subclima mido e sub--midomido0 &lt; IM &lt; 20 0 &lt; IM &lt; 20 clima secoclima seco</p><p>IM &lt; 0 IM &lt; 0 clima semiclima semi--rido e ridorido e rido</p></li><li><p>NDICE DE UMIDADE NDICE DE UMIDADE -- (IM)(IM)</p><p>J F M A M J J A S O N DJ F M A M J J A S O N D</p><p>100100</p><p>200200</p><p>300300</p><p>mmmm</p><p>precipitaoprecipitao</p><p>evapotranspiraoevapotranspirao</p><p>excessoexcesso</p><p>deficinciadeficincia</p><p>RIO DE JANEIRO RIO DE JANEIRO IM = + 5IM = + 5MANAUS MANAUS IM = + 33IM = + 33integrandointegrando--se ms a msse ms a ms</p><p>BRASILBRASIL clima mido clima mido 52%52% clima semi clima semi -- mido mido 20%20% clima super clima super -- mido mido 17%17% clima semi clima semi -- rido rido 11%11%</p></li><li><p>EFEITO DA TEMPERATURAEFEITO DA TEMPERATURA</p><p>RIGIDEZ DO REVESTIMENTORIGIDEZ DO REVESTIMENTO (deformabilidade) = f ((deformabilidade) = f (TemperaturaTemperatura))</p><p>2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 242 4 6 8 10 12 14 16 18 20 22 24horas do diahoras do dia</p><p>2020</p><p>3030</p><p>1010</p><p>4040</p><p>5050</p><p>6060</p><p>7070TTsupsup</p><p>TT5 cm5 cmTT10 cm10 cm</p><p>TTarar</p><p>TempTempCC</p><p>pontos de mximos nopontos de mximos nocoincidem no tempocoincidem no tempo</p><p>5 cm5 cm</p><p>10 cm10 cm</p><p>15 cm15 cm</p><p>20 cm20 cm</p><p>Temp CTemp C20 24 28 32 36 4020 24 28 32 36 40</p><p>12 horas12 horas</p><p>18 horas18 horas</p><p>T T --</p><p>T +T +</p><p> menores variaes de menores variaes de T com a profundidadeT com a profundidade a 20 cm pouca variao a 20 cm pouca variao TT gradiente trmico variando de + parra gradiente trmico variando de + parra --ao longo do diaao longo do dia</p></li><li><p>ESTIMATIVA DA TEMPERATURAESTIMATIVA DA TEMPERATURA</p><p>BarberBarber(1957)(1957) </p><p>CHCarctgxCt262.0sen</p><p>CCH</p><p>eHTTT 2/122</p><p>xC</p><p>Vm</p><p>T = temperatura do pavimento profundidade xT = temperatura do pavimento profundidade xMottaMotta(1980)(1980)</p><p>Previso da temperatura na superfcie dos pavimentos em algumas cidades brasileriasPreviso da temperatura na superfcie dos pavimentos em algumas cidades brasilerias</p><p>ProgramaProgramaSHRPSHRP</p><p> ar</p><p>ar</p><p>TTlatlatTT</p><p>min</p><p>max ..... 781795450242228900061802</p><p>Mtodo de Mtodo de SouthgateSouthgate</p><p>T(y,t) = f(Tar, Tsup)T(y,t) = f(Tar, Tsup)</p><p>T superfcie + mdia das temperaturas T superfcie + mdia das temperaturas do ar nos cinco dias anterioresdo ar nos cinco dias anteriores</p><p>TT</p><p>z = 15 cmz = 15 cm</p><p>z = 10 cmz = 10 cmz = 10 cmz = 10 cm</p></li><li><p>nmero NN= 365. VMD.P.FVFV por veculo ou por tipo de eixoFV= FE x FC</p><p>FC diferentes</p><p>Formas de considerar o trfego</p></li><li><p>TRFEGOTRFEGO</p><p>CLASSIFICAO DOS VECULOSCLASSIFICAO DOS VECULOS</p><p>Cargas mximas legais (kg)Cargas mximas legais (kg)(Lei n 7408 )(Lei n 7408 )</p><p> eixo simpleseixo simplesroda simplesroda simples</p><p> eixo simpleseixo simplesroda duplaroda dupla</p><p> eixo tandemeixo tandemduploduplo</p><p> eixo tandemeixo tandemtriplotriplo</p><p> peso total dopeso total doveculoveculo</p><p>6.0006.000 6.7506.750</p><p>10.000 10.000 11.50011.500</p><p>17.850 17.850 19.35019.350</p><p>26.70026.700 29.03029.030</p><p>47.25047.250</p><p>comcommultamulta</p><p>Contagem volumtrica classificatria dos Contagem volumtrica classificatria dos veculos comerciais (DNER):veculos comerciais (DNER):</p><p>3 dias consecutivos de contagem durante3 dias consecutivos de contagem durante24 horas e de pesagem durante 8 horas24 horas e de pesagem durante 8 horas</p></li><li><p>TRFEGOTRFEGO</p><p>POSSIBILIDADESDE CONSIDERAO</p><p>TRFEGOTRFEGOCONSTANTECONSTANTE</p><p>VECULOVECULOCONSTANTECONSTANTE</p><p>TRFEGO E VECULOTRFEGO E VECULOVARIVEISVARIVEIS</p><p>h = f(Pmax)h = f(Pmax)Transformao do trfego emTransformao do trfego emcarga de roda simples equivalentecarga de roda simples equivalente</p><p>h = f(N)h = f(N)Transformao do trfego emTransformao do trfego emn de repeties do eixo padron de repeties do eixo padro</p><p>P = 18.000 lbP = 18.000 lb</p><p>h = f(Pi,Ni)h = f(Pi,Ni)</p><p>(Mtodo USACE)(Mtodo USACE)</p><p>(Mtodo DNER)(Mtodo DNER)</p><p>(Mtodo PCA)(Mtodo PCA)</p><p>hh</p><p>subleito</p><p>ESWLESWL</p><p>APLICAOAPLICAO aeroportosaeroportos</p><p> Rv p/ carga pesada e pouco trfegoRv p/ carga pesada e pouco trfego</p><p>APLICAOAPLICAO maioria dos mtodos semimaioria dos mtodos semi--empricosempricos</p><p>Mtodos mecansticosMtodos mecansticos</p></li><li><p>Mdulo de Resilincia de solos e britas</p><p>Por definio:Mdulo de resilincia de um solo a relao </p><p>entre a tenso desvio ( d ) aplicada repetidamente e a deformao elstica axial (a ) resultante, para uma certa condio de ensaio ( nmero de repeties da carga, tempo de aplicao, frequncia, umidade, densidade, tipo de compactao, etc)</p><p>MR= d / aEnsaio: triaxial dinmico DNER ME 131/94</p></li><li><p>DEFORMABILIDADE DE SOLOS E AGREGADOSDEFORMABILIDADE DE SOLOS E AGREGADOS</p><p>LIMITAES DOSLIMITAES DOSENSAIOS ESTTICOS ENSAIOS ESTTICOS </p><p>CONVENCIONAISCONVENCIONAIS</p><p>1) pequenas deformaes na ruptura2) CBR ruptura localizada3) pavimentos carregamento repetido</p><p>00</p><p>ENSAIO TRIAXIAL DINMICOENSAIO TRIAXIAL DINMICO</p><p>3 = conste</p><p>1 = 3 + d = varivel</p><p>PULSOS DE CARGA</p><p>0.1 s0.9 s</p><p>Freqncia do ensaio = 1 Hz</p><p>d</p><p>t</p></li><li><p>ENSAIO TRIAXIAL DE CARGA REPETIDAENSAIO TRIAXIAL DE CARGA REPETIDA</p><p>LVDTLVDT</p><p>CILINDRO DECILINDRO DEPRESSOPRESSO</p><p>AR COMPRIMIDOAR COMPRIMIDO</p><p>CLULA TRIAXIALCLULA TRIAXIAL</p><p> hh15 3015 3010 2010 207.5 157.5 155 105 10</p><p>h</p></li><li><p>A deformabilidade elstica dos solos compactados Em geral altamente dependente do </p><p>estado de tenses: E no linear Portanto necessrio se definir modelos </p><p>de comportamento resiliente de solosf(3, d)</p><p>que variam com a natureza do solo, densidade, umidade e grau de saturao</p></li><li><p>MODELOS DE COMPORTAMENTO RESILIENTE</p><p>Classificao das caratersticas resilientes dos solos</p><p>3</p><p>MMRR</p><p>0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 </p><p>1.000</p><p>3.000</p><p>4.000</p><p>DNER PRO 269/94 - Projeto de Restaurao de Pavimentos Flexveis------- TECNAPAV -------</p><p>f(CBR, % silte)</p><p>2.000</p><p>II</p><p>IIII</p><p>IIIIII</p><p>% silte% silte</p><p> 35 35 a 65 35 35 a 65 6565CBRCBR</p><p> 1010</p><p>6 a 96 a 9</p><p>2 a 52 a 5</p><p>I II III</p><p>II II III</p><p>III III III</p></li><li><p>CARACTERSTICAS RESILIENTES DOS SOLOS</p><p>SOLOS GRANULARESSOLOS GRANULARES</p><p>log log 33</p><p>log Mlog MRR</p><p>0.01 0.1 1.0 10 100</p><p>10</p><p>1.000</p><p>10.000</p><p>100</p><p>KK221KK11</p><p>231K</p><p>R KM </p><p>modelo linear(escala log-log)</p></li><li><p>CARACTERSTICAS RESILIENTES DOS SOLOS</p><p>TENDNCIATENDNCIAATUALATUAL</p><p>log log 33</p><p>log Mlog MRR</p><p>0.01 0.1 1.0 10 100</p><p>10</p><p>1.000</p><p>10.000</p><p>100</p><p>K21K1</p><p>MODELO NICOlinear log x log</p><p>arenoso ... f(arenoso ... f(33))argiloso ... f(argiloso ... f(dd))</p><p>0231</p><p>2</p><p>KKM KR</p><p>log log dd</p><p>log Mlog MRR</p><p>0.01 0.1 1.0 10 100</p><p>10</p><p>1.000</p><p>10.000</p><p>100 K21K1</p><p>021</p><p>2</p><p>KKM KdR</p></li><li><p>INCORPORAO BASE RESULTADOS MR - IC-IGUATU (segmento 2)</p><p>VARIAO DO MDULO RESILIENTE COM A TENSO CONFINANTE</p><p>100</p><p>1000</p><p>0,01 0,1 1</p><p>Tenso Confinante, 3 (MPa)</p><p>Md</p><p>ulo </p><p>Resi</p><p>lient</p><p>e, M</p><p>R (M</p><p>Pa)</p><p>Base fina</p><p>Base grossa</p><p>Base fina com 20% de brita</p><p>Base fina com 40% de brita</p></li><li><p>SUBBASE E SUBLEITO</p><p>SUBLEITO - FURO 1</p><p>y = 438,3x 0,4858</p><p>R2 = 0,7429</p><p>10</p><p>100</p><p>1 000</p><p>0 ,01 0 ,1 1Tenso Desv io, d (MPa)</p><p>Md</p><p>ulo </p><p>Res</p><p>ilient</p><p>e, M</p><p>R (</p><p>MPa</p><p>)</p><p>SUBBA SE - FURO 1</p><p>y = 478,19x0,1659</p><p>R2 = 0,3279</p><p>10</p><p>10 0</p><p>100 0</p><p>0 ,0 1 0 ,1 1</p><p>Tenso Conf inante, 3 (MPa)</p><p>Md</p><p>ulo </p><p>Res</p><p>ilient</p><p>e, M</p><p>R (</p><p>MPa</p><p>)</p><p>SUBLEITO - FURO 4</p><p>y = 406,85x 0,0932</p><p>R2 = 0,1586</p><p>10</p><p>100</p><p>1000</p><p>0,01 0,1 1</p><p>Tenso Conf inante, 3 (MPa)</p><p>Md</p><p>ulo </p><p>Res</p><p>ilient</p><p>e, M</p><p>R (</p><p>MPa</p><p>)</p><p>SUBBA SE - FURO 4</p><p>y = 1066,7x0,5139</p><p>R2 = 0,9242</p><p>10</p><p>100</p><p>1000</p><p>0,01 0,1 1</p><p>Tenso Conf inante, 3 (MPa)</p><p>Md</p><p>ulo </p><p>Res</p><p>ilient</p><p>e, M</p><p>R (</p><p>MPa</p><p>)</p></li><li><p>Caracterizao Mecnica dos Materiais</p><p> Subleito Base de brita Amostra k1 K2 k1 k 2 </p><p>1 4.861 0,0287 4.572 0,6256 2 4.560 0,2453 4.391 0,7015 3 4.218 0,2278 4.202 0,7714 4 4.265 -0,0476 4.530 0,6811 5 5.038 0,0626 4.704 0,6294 </p><p>Mdia 4.588 0,1034 4.480 0,6818 Desvio padro 360 0,1281 191 0,0598 </p><p>10</p><p>100</p><p>1000</p><p>0,01 0,1 1</p><p>Tenso Confinante, 3 (MPa)</p><p>Md</p><p>ulo </p><p>resi</p><p>lie, M</p><p>R (M</p><p>Pa)</p><p>10</p><p>100</p><p>1000</p><p>0,01 0,1 1</p><p>Tenso Confinante, 3 (MPa)</p><p>Md</p><p>ulo </p><p>resi</p><p>lie, M</p><p>R (M</p><p>Pa)</p><p>MR (kgf/cm2) = k13k2</p></li><li><p>COEFICIENTE DE POISSONCOEFICIENTE DE POISSON</p><p>VALORESVALORESUSUAISUSUAIS</p><p>concreto de cimento portland = 0.15misturas asflticas = 0.25 (25C)materiais granulares = 0.35solos argilosos = 0.45</p></li><li><p>FEPAVE 2MODELOS DE COMPORTAMENTO RESILIENTE</p><p>CLASSECLASSE MODELOMODELO MATERIALMATERIALCLASSECLASSE MODELOMODELO MATERIALMATERIAL</p><p>6</p><p>5</p><p>4</p><p>3</p><p>2</p><p>1</p><p>0 )CT(fMR </p><p>2K31R KM </p><p> 1d41d2R</p><p>1d3d12R</p><p>KK.KKMKK.KKM</p><p>tetanconsMR </p><p>betuminosobetuminoso</p><p>granulargranular</p><p>coesivocoesivo</p><p>elstico linearelstico linear</p><p> 1dK341d2R</p><p>1dK33d12R</p><p>K.K.KKM</p><p>K.K.KKM5</p><p>5</p><p> combinadocombinado</p><p>31K</p><p>1R2KM granulargranular</p><p>2Kd1R KM argilosoargiloso</p><p>32 Kd</p><p>K31R KM 7 compostocomposto</p></li><li><p>Mdulo de Resilincia de misturas asflticas </p><p> Depende do tipo de ensaio: compresso diametral compresso simples ou triaxial flexo simples ou alternada, ou trapezoidal</p><p> Compresso diametral (cclica ou de carga repetida):</p><p> DNER ME 133/94</p><p>MR= t /t </p></li><li><p>MDULO DE RESILINCIA DE MISTURAS BETUMINOSASMDULO DE RESILINCIA DE MISTURAS BETUMINOSAS</p><p>ENSAIO DE COMPRESSO DIAMETRAL DE CARGAS REPETIDAS</p><p>cilindrocilindropressopresso</p><p>pistopisto</p><p>amostraLVDTLVDT</p><p>ar comprimidoar comprimido</p><p>frisofriso</p><p>tt</p><p>dd</p></li><li><p>DISTRIBUIO DAS TENSES DISTRIBUIO DAS TENSES </p><p>x</p><p>y</p><p>x (trao)</p><p>FF</p><p>FF</p><p>y (compresso)</p><p>dtF2</p><p>t </p><p>dtF</p><p>C </p><p>6</p><p>PLANO HORIZONTALPLANO HORIZONTAL</p></li><li><p>DISTRIBUIO DAS TENSES DISTRIBUIO DAS TENSES </p><p>x</p><p>yFF</p><p>FF</p><p>y (compresso)</p><p>dtF2</p><p>X </p><p>dtF</p><p>C </p><p>6</p><p>PLANO VERTICALPLANO VERTICAL</p></li><li><p>TENSES NO CENTRO DA AMOSTRATENSES NO CENTRO DA AMOSTRA</p><p>x</p><p>y</p><p>dtF</p><p>t </p><p>2tC dt</p><p>F</p><p> 36</p><p>ttttc )( 43</p><p>FF</p><p>FF</p></li><li><p>MDULO RESILIENTE DE MISTURAS ASFLTICASMDULO RESILIENTE DE MISTURAS ASFLTICAS</p><p>Normalmente d = 10 cm (4)Normalmente d = 10 cm (4)</p><p>12.7mm12.7mm Para friso de carga de 1.27 cm de larguraPara friso de carga de 1.27 cm de largura</p><p>Admitindo Admitindo = 0.35= 0.35</p><p>(Ref: PINTO, Salomo; PREUSSLER, Ernesto. (Ref: PINTO, Salomo; PREUSSLER, Ernesto. Mdulos resilientes de Mdulos resilientes de concretos asflticosconcretos asflticos. IPR/DNER . IPR/DNER -- 1980)1980)</p><p>deformao especficadeformao especficaresiliente horizontalresiliente horizontal</p><p>dd</p><p>tt</p></li><li><p>FADIGA DE MISTURAS BETUMINOSASFADIGA DE MISTURAS BETUMINOSAS</p><p>CONCRETOASFLTICO</p><p>BASE</p><p>hs</p><p>hi</p><p>DISTRIBUIO DE DISTRIBUIO DE TENSES SOB A RODATENSES SOB A RODA</p><p>compresso</p><p>trao</p><p>hs</p><p>hi</p></li><li><p>FORMAS DE CARREGAMENTOFORMAS DE CARREGAMENTO</p><p>tensotenso</p><p>tensotenso</p><p>tensotenso</p><p>NN</p><p>NN</p><p>NN</p><p>NN</p><p>NN</p><p>NN</p><p>ii</p><p>ii</p><p>ii</p><p>ii</p><p>ii</p><p>ii</p><p>TENSOCONTROLADA</p><p>DEFORMAOCONTROLADA</p><p>INTERMEDIRIO</p></li><li><p>INFLUNCIA DO TIPO DE CARREGAMENTOINFLUNCIA DO TIPO DE CARREGAMENTO</p><p>ii(log)(log)</p><p>VIDA DE FADIGA VIDA DE FADIGA -- N (log)N (log)</p><p>TENSOCONTROLADA</p><p>TENSOCONTROLADA</p><p>DEFORMAOCONTROLADADEFORMAOCONTROLADA</p><p>INTERMEDIRIOINTERMEDIRIO</p></li><li><p>111</p><p>n</p><p>t</p><p>KN </p><p>212</p><p>n</p><p>KN </p><p>313</p><p>n</p><p>t</p><p>KN </p><p>log (N) = log (K1) - n1 log (t)log (N) = log (K1) - n1 log (t)</p><p>log (N) = log (K2) - n2 log ()log (N) = log (K2) - n2 log ()</p><p>log (N) = log (K3) - n3 log (t)log (N) = log (K3) - n3 log (t)</p><p>ttc dtF</p><p>dtF</p><p>dtF</p><p> 4826</p></li><li><p>Novos mtodos </p><p>- O pavimento pode servir para resolveroutros problemas ambientais tais como adisposio de rejeitos industriais ou no:</p><p>- ex. restolho de pedreira, entulhos limpos de obrascivis, escrias de aciaria e de alto forno, ou combinadoscom solos ou outros estabilizantes (fosfogesso, cidofosfrico, lama vermelha da bauxita, vinhoto, cinza-volante, etc.).</p><p>- O uso de camadas com ligantes comerciaisconvencionais tipo cal ou cimento tambmpassam a integrar a gama de opes que oprojetista deve considerar</p><p>- novos mtodos de dimensionamento</p></li><li><p>Novos mtodos de dimensionamento</p><p> A utilizao dos conceitos da Mecnica dosPavimentos e dos ensaios dinmicostambm permitem sair do empirismo e doengessamento das especificaesrodovirias estrangeiras quando se passapara o domnio do problema depavimentao urbana.</p></li><li><p>Dimensionamento Mecanstico</p><p>FatoresAmbientais</p><p>Trfego MateriaisDisponveis</p><p>TcnicasConstrutivas</p><p>Parmetrosde Projeto</p><p>Variabilidadede cada item</p><p>Mtodo de Clculode Tenses</p><p>( e )</p><p>Parmetros deAcompanhamentodo Desempenho</p><p>Deciso Finaldas espessuras</p><p>Comparao entreVida Estimada e de Projeto</p><p>Estimativa de Vida til</p><p>Espessuras Adotadas</p><p>No Satisfaz</p><p>Satisfaz</p></li><li><p>ANLISE DE TENSES E DEFORMAES EM PAVIMENTOSANLISE DE TENSES E DEFORMAES EM PAVIMENTOS</p></li><li><p>Dimensionamento de pavimentos deve ser adequado</p><p>Carga por eixoRaio circular de contato</p><p>Presso do pneu </p><p>t ; tCamada asfltica</p><p>Base h2</p><p>Subbase h3</p><p>Subleito</p><p>h1</p><p>v ; v</p><p>Mtodo racional considerando as propriedades mecnicas dos materiais de cada camada.</p><p>Clima, trfego e drenagem devem ser considerados</p></li><li><p>Teoria da elasticidade aplicada a pavimentos</p><p>Busca de um dimensionamento racional.Pavimento como estrutura sujeita a tenses( ) e deformaes( ): </p><p>Mecnica dos Pavimentos</p></li><li><p>Evoluo das solues matemticas para pavimentos:</p><p>1. Uma camada: Boussinesq (1885), Love(1929), Foster e Ahlvim(1954), Ahlvim e Ulery(1962), etc</p><p>2. Duas camadas: Burmister (1943), Srgio Then de Barros (1966), etc</p><p>3. Tres camadas: Burmister (1943) Srgio Then de Barros (1966), Huang (1969),Acum e Fox (1951), Jones e Peattie(1962), etc</p></li><li><p>Boussinesq (1885): Uma camada Carga pontual Meio homogneo, isotrpico, elstico Tenso vertical independe...</p></li></ul>