Aula 1 - Introdução.pdf

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<ul><li><p>UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIS </p><p>ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL </p><p>GRADUAO EM ENGENHARIA </p><p>CIVIL E AMBIENTAL E SANITRIA </p><p>DISCIPLINA: TRATAMENTO DE GUAS DE ABASTECIMENTO </p><p>Prof Dr. Paulo Sergio Scalize </p><p>Goinia 2014 </p><p>Ms dia Contedo CHA(*) </p><p>Mar 18 e 20 - Apresentao do curso; - Aspecto geral do Saneamento 4 25 e 27 - Introduo ao tratamento das guas; Noes Gerais do tratamento de gua; - Caractersticas </p><p>fsicas das guas 8 </p><p>Abril </p><p>1 e 3 - Caractersticas biolgicas e qumicas das guas; - Requisitos e controle de qualidade Portaria 2914 e Normas </p><p>12 </p><p>10 - Coagulao; - Parmetros de projeto Tanque de Mistura Rpida, Vertedor Retangular e Calha Parshall </p><p>14 </p><p>15 e 17 - Coagulao; - Parmetros de projeto Tanque de Mistura Rpida, Vertedor Retangular e Calha Parshall </p><p>18 </p><p>22 - Aula Prtica (determinao de turbidez, cor, pH, condutividade, alcalinidade, dureza, etc) 20 </p><p>24 - Aula Prtica em Laboratrio (**) Ensaios de tratabilidade de gua. 24 29 Floculao; - Parmetros de projeto Floculador </p><p>- entrega do projeto da Calha Parshall e Tq mistura rpida 26 </p><p> Maio </p><p>6 1 Avaliao parte terica 28 8 1 Avaliao clculos 30 </p><p>13 e 15 - Floculao; - Parmetros de projeto Floculador 34 20 e 22 - Sedimentao; - Parmetros de projeto Decantador 38 27 e 29 - Sedimentao; - Parmetros de projeto Decantador </p><p>- entrega do projeto do floculador 42 </p><p> Jun </p><p>3 e 5 - Noes sobre filtrao 46 10 e 19 - Seminrio sobre Filtrao com entrega de Projeto: Filtrao Rpida (Grupo 1); Filtrao Direta </p><p>(Grupo 2); Filtrao em Margem, FIME (Grupo 4) etc... 50 </p><p>24 e 26 Desinfeco e Fluoretao - Parmetros de projeto cmara de desinfeco e tanque de flor - Entrega do projeto decantador </p><p>54 </p><p>Jul </p><p>1 e 3 - Resduo de ETA 58 8 - Resduo de ETA 60 10 2 Avaliao parte terica 62 15 2 avaliao - clculos 64 </p><p>BIBLIOGRAFIA Bibliografia: Bsica: CETESB (1976-77). Tcnica de abastecimento e tratamento de gua. Walter Engracia de Oliveira. 2.ed. rev. -. Sao </p><p>Paulo: CETESB, 1976-77. 2v. DI BERNARDO L. (1993). Mtodos e tcnicas de tratamento de gua. ABES, Rio de Janeiro. 2 volumes. DI BERNARDO L. (2005). Mtodos e tcnicas de tratamento de gua. 2. Edio. So Carlos, SP: RiMa, 2 volumes. DI BERNARDO, L., DI BERNARDO, A., CENTURIONE FILHO, P. L., ( 2002). Ensaios de tratabilidade de gua e dos </p><p>resduos gerados em estaes de tratamento de gua. RiMa Editora, So Carlos, 237p. HELLER, L.. PDUA, V.L. (2006). Abastecimento de gua para consumo humano. Editora UFMG, Belo Horizonte, </p><p>859p. VIANNA, M.R. (1997). Hidrulica de Estaes de Tratamento de gua. Belo Horizonte, Instituto de Engenharia </p><p>Aplicada, 3 edio. Complementar: ASSOCIAO BRASILEIRA DE NORMAS TCNICAS ABNT. (1992). NBR 12216 - NB-</p><p> BASTOS, R.K.X (2008). Avaliao dos custos do controle de qualidade da gua para consumo humano em servios </p><p>municipais de saneamento. Braslia: ASSEMAE, 80p. BRASIL. Ministrio da Sade. Organizao Pan-Americana da Sade (2004). Avaliao de impacto na sade das aes </p><p>de saneamento: marco conceitual e estratgia metodolgica. Braslia: Ministrio da Sade, 116p. BRASIL. Fundao Nacional de Sade. (2007) Potenciais fatores de risco sade decorrentes da presena de </p><p>subprodutos de clorao na gua utilizada para consumo humano. Braslia: FUNASA, 126p. BRASIL. Ministrio da Sade (2011). Norma de Qualidade da gua para o Consumo Humano Portaria 2914. BRASIL. Ministrio do Meio Ambiente (2005). Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA). Resoluo N.357, 17 de </p><p>maro de 2005. </p><p>BIBLIOGRAFIA EXTRA ANDREOLI, C.V. (Coordenador). Aproveitamento do Lodo Gerado em Estaes de Tratamento de gua e Esgotos Sanitrios, Inclusive com a Utilizao de Tcnicas Consorciadas com Resduos Slidos Urbanos. Rio de Janeiro : RiMa, ABES, 2001. 282 p. Projeto PROSAB. (2001) DANIEL, L.A., BRANDO, C.C.S., GUIMARES,J.R., LIBNIO, M., DE LUCA, S.J. (2001) Processos de desinfeco e disinfetantes alternativos na produo de gua potvel. Rio de Janeiro: RiMA, ABES, 139p. DI BERNARDO, L. (Coordenador). Tratamento de gua para abastecimento por filtrao direta. So Carlos: Rio de Janeiro, ABES, 480p. (2003) DI BERNARDO, L., BRANDO, C.C.S, HELLER, L. (1999).Tratamento de guas de abastecimento por filtrao em mltiplas etapas. 121p. DI BERNARDO, L., PAZ, L.PS. (2009). Seleo de Tecnologias de Tratamento de gua. So Carlos: Editora LDiBe, 1600 p., vol. 1 e 2, (2009). PDUA, V.L. (Coordenador). Contribuio ao estudo da remoo de cianobactrias e microcontaminantes orgnicos por meio de tcnicas de tratamento de gua para o consumo humano. Rio de Janeiro: Sermograf, ABES, 504p. (2006). RITCHER, C.A. (2009). gua: Mtodos e tecnologia de tratamento. So Paulo: Editora Blucher, 340p. (2009). REALI, M.A.P. (Coordenador). Noes gerais de tratamento e disposio final de lodos de estaes de tratamento de gua. So Carlos: RiMA, ABES, 240p. (1999) VIANNA, M.R. (2001) Casas de qumicas para estaes de tratamento de gua. Belo Horizonte:Imprimatur Artes Ltda, 122p. VIANNA, M.R. (1992) Hidrulica aplicada s estaes de tratamento de gua. Belo Horizonte, Instituto de Engenharia Aplicada, 344p. Legislao: Portaria 518, de 25 de maro de 2004; Decreto 5440, de 4 de maio de 2005; Decreto 5440, de 4 de maio de 2005 (comentado) NBR 12213 Projeto de captao de gua de superfcie para abastecimento pblico NBR 12218 Projeto de rede de distribuio de gua para abastecimento pblico </p><p>BIBLIOGRAFIA DI BERNARDO, L., PAZ, L.PS. (2009). Seleo de Tecnologias de Tratamento de gua. So Carlos: Editora LDiBe, 1600 </p><p>p., vol. 1 e 2, (2009). PDUA, V.L. (Coordenador). Contribuio ao estudo da remoo de cianobactrias e microcontaminantes orgnicos por </p><p>meio de tcnicas de tratamento de gua para o consumo humano. Rio de Janeiro: Sermograf, ABES, 504p. (2006). RITCHER, C.A. (2009). gua: Mtodos e tecnologia de tratamento. So Paulo: Editora Blucher, 340p. (2009). REALI, M.A.P. (Coordenador). Noes gerais de tratamento e disposio final de lodos de estaes de tratamento de </p><p>gua. So Carlos: RiMA, ABES, 240p. (1999) VIANNA, M.R. (2001) Casas de qumicas para estaes de tratamento de gua. Belo Horizonte:Imprimatur Artes Ltda, </p><p>122p. VIANNA, M.R. (1992) Hidrulica aplicada s estaes de tratamento de gua. Belo Horizonte, Instituto de Engenharia </p><p>Aplicada, 344p. Legislao: Portaria 518, de 25 de maro de 2004; Decreto 5440, de 4 de maio de 2005; Decreto 5440, de 4 de maio de 2005 (comentado) NBR 12213 Projeto de captao de gua de superfcie para abastecimento pblico NBR 12218 Projeto de rede de distribuio de gua para abastecimento pblico </p><p>SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE GUA </p><p>- Fornecer gua s necessidades do homem que vive em aglomerados urbanos, em quantidade e qualidade adequadas s suas necessidades. - Sade: Estado de completo bem estar fsico, social e mental e no apenas a ausncia de doena ou enfermidade. - Sade Pblica: Cincia e arte com o objetivo de promover sade, de maneira ampla e irrestrita. - Saneamento: Controle de todos os fatores do meio fsico do homem que exercem ou podem exercer efeito deletrio sobre o seu bem estar fsico, social e mental. </p><p>7 </p><p> LEI N 11.445, DE 5 DE JANEIRO DE 2007. </p><p> Estabelece diretrizes nacionais para o saneamento bsico; altera as Leis nos 6.766, de 19 de dezembro de1979, 8.036, de 11 de maio de 1990, 8.666, de 21 de junho de 1993, 8.987, de 13 de fevereiro de 1995; revoga a Lei no 6.528, de 11 de maio de 1978; e d </p><p>outras providncias. </p><p>Regulamentada pelo DECRETO N 7.217, DE 21 DE JUNHO DE 2010. </p><p>8 </p><p>Lei 11445 de 2007 Lei do Saneamento: Saneamento bsico: conjunto de servios, infra-</p><p>estruturas e instalaes operacionais de: a) abastecimento de gua potvel; </p><p> b) esgotamento sanitrio; </p><p> c) limpeza urbana e manejo de resduos slidos; </p><p> d) drenagem e manejo das guas pluviais urbanas. </p><p>9 </p><p>a) abastecimento de gua potvel: constitudo pelas atividades, infra-estruturas e instalaes necessrias ao abastecimento pblico de gua potvel, desde a captao at as ligaes prediais e respectivos instrumentos de medio; </p><p> b) esgotamento sanitrio: constitudo pelas atividades, </p><p>infra-estruturas e instalaes operacionais de coleta, transporte, tratamento e disposio final adequados dos esgotos sanitrios, desde as ligaes prediais at o seu lanamento final no meio ambiente; </p></li><li><p>10 </p><p>c) limpeza urbana e manejo de resduos slidos: conjunto de atividades, infra-estruturas e instalaes operacionais de coleta, transporte, transbordo, tratamento e destino final do lixo domstico e do lixo originrio da varrio e limpeza de logradouros e vias pblicas; </p><p> d) drenagem e manejo das guas pluviais urbanas: </p><p>conjunto de atividades, infra-estruturas e instalaes operacionais de drenagem urbana de guas pluviais, de transporte, deteno ou reteno para o amortecimento de vazes de cheias, tratamento e disposio final das guas pluviais drenadas nas reas urbanas; </p><p>11 </p><p>Saneamento X Qualidade de vida Viso geral do sistema de saneamento </p><p>ETA Adutora de gua bruta </p><p>(AAB) </p><p>Adutora de gua tratada </p><p>(AAT) Reservatrio (R) </p><p>CAPTAO (C) </p><p>MANANCIAL (M) </p><p>ETE Emissrio Canal do efluente </p><p>Coleta de Lixo (seletiva) </p><p>Transporte de Lixo </p><p>Aterro sanitrio </p><p>Chorume </p><p>Incinerador Autoclave </p><p>POO </p><p>Resduo da sade </p><p>Reciclagem </p><p>Clorao e fluoretao </p><p>coleta de esgoto </p><p>Rede de distribuio (RD) </p><p>Drenagem Urbana Dissipadores </p><p>Elevatria </p><p>(EEAB) </p><p>SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE GUA - Histrico </p><p>- 4.000 A.C: Documentos em snscrito e grego recomendavam que guas impuras deveriam ser purificadas por fervura ou serem expostas ao sol ou purificadas por filtrao em leitos de areia; </p><p>- 500 A.C: Hipcrates, considerado o pai da medicina, recomendava a fervura e filtrao da gua de chuva antes do seu uso para abastecimento pblico; - 300 A.C a 300 D.C: Engenheiros romanos criaram os primeiros sistemas pblicos para abastecimento de gua e os grandes aquedutos; </p><p>Tratamento de gua </p><p> Tratamento de gua: pode ser definido como o conjunto de processos e operaes realizados com a finalidade de adequar as caractersticas fsico-qumicas e biolgicas da gua bruta, isto , como encontrada no </p><p>organolepticamente agradvel e que no oferea riscos sade humana. </p><p>OBJETIVO DO TRATAMENTO DE GUA </p><p>Reduzir os riscos agudos de sade, sempre de natureza biolgica, e depois os riscos crnicos, usualmente de origem fsica e qumica </p><p>Nvel scio-econmico (capacitao institucional)</p><p>(Baixo) (Alto)</p><p>Bactria, vrus e protozorios</p><p>Slidos, sabor e odor</p><p>Dureza</p><p>Qumicos e txicos</p><p>Compostos orgnicos</p><p>Nvel scio-econmico (capacitao institucional)</p><p>(Baixo) (Alto)</p><p>Bactria, vrus e protozorios</p><p>Slidos, sabor e odor</p><p>Dureza</p><p>Qumicos e txicos</p><p>Compostos orgnicos</p><p>Foto: Dieter Buehne (Critas, 2001) </p><p>Tratamento de gua </p><p>17 </p><p>Risco Perigo </p><p>Contamminao </p><p>IMPORTNCIA DO SANEAMENTO </p><p>http://www.dw-world.de/image/0,,1631621_1,00.jpg </p><p>http://www.intermat.mt.gov.br/arquivos/A_1b9f218d1b8aa138cc8a226f4721332eSalto%20da%20Ceu%20-%20homem%20construindo%20casinha%201.jpg </p><p>http://farm1.static.flickr.com/195/502071669_0042f59ede.jpg </p><p>Projeto </p><p>Construo </p><p>Operao </p><p>Tratamento de gua </p></li><li><p>CONCEPO DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE GUA - Histrico </p><p>Manancial Captao Reservao Distribuio </p><p>- 1804 Construo e operao dos primeiros filtros lentos em areia para tratamento de gua para abastecimento pblico em Paisley (Esccia) por John Gibbs - 1807 A cidade de Glasgow (Esccia) foi uma das primeiras a distribuir gua tratada por meio de tubulaes - 1828 Construo e operao de filtros lentos em areia para tratamento de gua na cidade de Londres por James Simpson. Parmetros de qualidade da gua estticos considerados: Turbidez, cor aparente e real, etc... - Primeiras aplicaes do cloro como agente regular no processo de desinfeco de guas de abastecimento: Alemanha (1890) Inglaterra - Lincon - (1905) Estados Unidos - Chicago - (1908) </p><p>SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE GUA - Histrico CONCEPO DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE GUA - Histrico </p><p>Manancial Captao Aduo de gua bruta ETA </p><p>Aduo de gua tratada Reservao Distribuio </p><p>Filtros lentos </p><p>CONCEPO DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE GUA - Histrico </p><p>Manancial Captao Aduo de gua bruta ETA </p><p>Aduo de gua tratada Reservao Distribuio </p><p>Filtros lentos Desinfeco </p><p>CONCEPO DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE GUA - Histrico </p><p>Manancial Captao Aduo de gua bruta ETA </p><p>Aduo de gua tratada Reservao Distribuio </p><p>Filtrao rpida Desinfeco </p><p>Coagulao Floculao </p><p>Sedimentao </p><p>Gerente </p><p>ETA </p><p>Produtos Qumicos </p><p>Rejeitos </p><p>Qualidade do Produto </p><p>VISO NECESSRIA </p><p>Matria Prima </p><p>Insumos </p><p>Recursos Humanos </p><p>ETA Produto </p><p>Rejeitos </p><p>Decai qualidade Aumento de consumo </p><p>Melhor preparo </p><p>Aumento de volume descartado </p><p>Pode ou no decair qualidade </p><p>Manancial Coagulao Floculao </p><p>Filtrao Desinfeco Fluoretao Correo de pH </p><p>gua Final </p><p>Polmero Agente oxidante </p><p>Alcalinizante </p><p>Sedimentao </p><p>Tratamento de gua CONCEPO DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE GUA </p><p>Com relao ao tratamento </p><p>Filtrao convencional </p><p>Manancial Coagulao Floculao Sedimentao </p><p>Filtrao Desinfeco Distribuio </p><p>Tratamento de gua CONCEPO DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE GUA </p></li><li><p>Com relao ao tratamento </p><p>Filtrao direta </p><p>Manancial Coagulao Floculao(*) Sedimentao </p><p>Filtrao </p><p>(*) pode ser classificada como uma pr-floculao </p><p>Desinfeco Distribuio </p><p>Tratamento de gua CONCEPO DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE GUA </p><p>Com relao ao tratamento </p><p>Filtrao direta </p><p>Manancial Coagulao Floculao Sedimentao </p><p>Filtrao Desinfeco Distribuio </p><p>Tratamento de gua CONCEPO DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE GUA </p><p>Com relao ao tratamento </p><p>Filtrao Lenta </p><p>Manancial Coagulao Floculao Sedimentao </p><p>Filtrao Desinfeco Distribuio </p><p>Tratamento de gua CONCEPO DE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE GUA </p><p>Tratamento de gua </p><p>Qualidade da gua final </p><p>Esteticamente agradvel </p><p>Compostos inorgnicos </p><p>Compostos orgnicos </p><p>Sub-produtos da desinfeco </p><p>Microbiologicamente segura </p><p> Qualidade da gua bruta </p><p> Qualidade da gua final </p><p> Confiabilidade em processos e equipamentos </p><p> Mo de obra e pessoal </p><p> Flexibilidade operacional em lidar com mudanas na qualidade da gua </p><p> rea disponvel </p><p> Disposio dos resduos (Aspectos ambientais) </p><p> Custos de operao e construo </p><p> Aspectos polticos </p><p>Qualidade da gua bruta TECNOLOGIAS DE TRATAMENTO DE GUA </p><p>O tipo de tratamento a ser aplicado na gua depende das caractersticas fsico-qumicas e bacteriolgicas dessa gua </p><p>remoo de ferro e mangans, abrandamento, troca inica, adsoro </p><p>e oxidao qumica </p><p>simples desinfeco --------------------- tratamento avanado </p><p>TECNOLOGIAS DE TRATAMENTO DE GUA </p><p> ggg uuu aaa BBB rrr uuu tttaaa </p><p>Pr-Tratamento </p><p>Coagulao </p><p>Filtrao Descendente </p><p>Filtrao Ascendente Floculao </p><p>Floculao </p><p>Decantao </p><p>Filtrao Descendente </p><p>Coagulao Coagulao Pr-Tratamento </p><p>Filtrao Lenta </p><p>Desinfeco, Fluorao, </p><p>Correo de pH </p><p>Coagulao </p><p>Filtrao Ascendente </p><p>Filtrao Descendente </p><p>Desinfeco, Fluorao, </p><p>Correo de pH </p><p>Desinfeco, Fluorao, </p><p>Correo de pH </p><p>Desinfeco, Fluorao, </p><p>Correo de pH </p><p>Desinfeco, Fluorao, </p><p>Correo de pH </p><p>Desinfeco, Fluorao, </p><p>Correo de pH </p><p>Coagulao </p><p>Floculao </p><p>Flotao Filtrao </p><p>Descendente </p><p>FiME Dupla Filtrao </p><p>Filtrao Direta </p><p>Ascendente </p><p>Filtrao Direta </p><p>Descendente </p><p>Floto </p><p>Filtrao </p><p>Ciclo Completo </p><p>Classificao das tecnologias de tratamento de gua destinada ao consumo humano (Di Bernardo, 1993) </p><p>Tecnologias de tratamento sem coagulao qumica (DI BERNARDO, 1993) </p><p>Parmetros de qualidade da gua bruta e de projeto (mximos) sugeridos para as tecnologias sem coagulao qumica (DI BERNARDO, 1993) </p></li><li><p> Variantes da tecnologia da filtrao direta ascendente (DI BER...</p></li></ul>