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M.Sc. Ronald Ferreira dos SantosPresidente da Federao Nacional dos Farmacuticos

Presidente do Conselheiro Nacional de Sade

Audincia PblicaPrestao da jurisdio em processos

relativos a sadeConselho Nacional de Justia

O papel da gesto participativa para agarantia do acesso aos servios de sade;

O papel da gesto participativa para agarantia do acesso s tecnologias emsade.

8 + 8 = 16 Conferncia Nacional de Sade

Aprovada em 08/12/2017

Democracia e Sade Sade como Direito

Consolidao e financiamento do SUS

VIVER MAIS

E MELHOR

A POLTICA, A TECNOLOGIAE A SADE

LIES DA HISTRIA

Em 03 de outubro de 1832, foi assinada pela

Regncia Trina Permanente, eleita em 17 de junho de 1831 e referendada pelo Ministro do Imprio Nicolau

Pereira de Campos Vergueiro, a Lei do Ensino Mdico

que, na Bahia, dentre as modificaes efetuadas, determinou:

-a criao do Curso Farmacutico; -uma nova denominao para o Colgio Mdico-Cirrgico que

passou a ser Faculdade de Medicina da Bahia; -a criao

da biblioteca.

Ainda no perodo Regncia a Escola de Farmcia de

Ouro Preto foi criada em 4 de Abril de 1839. Foi pioneira no ensino de Farmcia desvinculado das

Faculdades de Medicina no pas.

Revoltas da RegnciaBalaiada - Maranho (1838 1841)Cabanagem Belm (1835 1840)Sabinada Salvador (1837 1 838)Levante dos Mals Salvador (1835)Cabanada - Pernambuco (1832 1835)Revoluo Farroupilha ou Guerra dos Farrapos - Rio Grande do Sul(1835 1845)

O Caldeiro da Regncia no Brasil 1831 -1840

A POLTICA, A TECNOLOGIAE A SADE

LIES DA HISTRIA

REVOLUO 1930DECRETO N 20.931 DE 11 DE

JANEIRO DE 1932Regula e fiscaliza o exerccio da medicina, da odontologia, da

medicina veterinria e das profisses de farmacutico,

parteira e enfermeira, no Brasil, e estabelece penas .

50 ANOS EM 5LEI N 3.820, DE 11 DE NOVEMBRO DE 1960

Cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Farmcia, e d outras

providncias.

ANISTIA AMPLA E GERALDECRETO No 85.878, DE 7 DE

ABRIL DE 1981. Estabelece normas para execuo

da Lei n 3.820, de 11 de novembro de 1960, sobre o

exerccio da profisso de farmacutico, e d outras

providncias

MILAGRE ECONOMICO

LEI No 5.991, DE 17 DE DEZEMBRO DE 1973.

Dispe sobre o Controle Sanitrio do Comrcio de Drogas, Medicamentos,

Insumos Farmacuticos e Correlatos, e d outras

Providncias.

JORNADAS DE JULHO 2013LEI N 13.021, DE 8 DE AGOSTO DE 2014.As disposies desta Lei regem as aes e

servios de assistncia farmacutica

A POLTICA, A TECNOLOGIAE A SADE

LIES DA HISTRIA

1920 1980 Sade pblica e medicina previdenciria (seguro social).

1977 Sistema Nacional de Previdncia e Assistncia Social (SINPAS)

(INPS) (INAMPS) (LBA) (FUNABEM) (DATAPREV) (CEME)

Estado financiador

Setor privado nacional - maior prestador

Setor privado internacional - produtor de insumos

A POLTICA E A SADEBREVE RETROSPECTIVA

SOBRE O SUS

1982 Pagamento por procedimentos Convnios com os Estados e os Municpios Aes Integradas de Sade

1986 VIII Conferncia Nacional de Sade 1988 Constituio SEGURIDADE SUS1990 Lei 8080/90 Lei 8142/901991 NOB 01/911992 Fora Collor1993 NOB - 01/93 BRITO CPMF1994 Eleio de FHC1996 NOB- 01/962000 Emenda Constitucional 292001 NOAS 001/20012002 Eleio de Lula2003 Conferncia Nacional Ass. Farmacutica

2005 Pacto pela Sade

2010 Eleio de Dilma

2011 Decreto 7508

2011 LC 141 Primavera da Sade

2012 Sade+10

2015 EC 86 - Oramento Impositivo

2016 Impeachment de Dilma

2016 EC 95

A POLTICA E A SADEBREVE RETROSPECTIVA

SOBRE O SUS

DOS PRINCPIOS FUNDAMENTAIS

TODO O PODER EMANA DO POVO Art. 1

A DIGNIDADE DA PESSOA HUMANAArt. 1

PROMOVER O BEM DE TODOSArt. 3

DOS DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS

DIREITO VIDAArt. 5

SO DIREITOS SOCIAIS A EDUCAO, A SADE...Art. 6

JURAMOS DEFENDER

DA ORDEM ECONMICA E FINANCEIRA

VALORIZAO DO TRABALHO, LIVRE INICIATIVA, EXISTNCIA DIGNA, JUSTIA SOCIAL,

Art. 170

DA ORDEM SOCIAL

PRIMADO DO TRABALHO, BEM-ESTAR, JUSTIA SOCIAIS.

Art. 193

DA SEGURIDADE SOCIAL

SADE, PREVIDNCIA E ASSISTNCIA SOCIALCARTER DEMOCRTICO E DESCENTRALIZADO DA ADMINISTRAO

Art. 194.

JURAMOS DEFENDER

TODA A SADE, DE TODOS CIDADOS

DIREITO DE TODOS E DEVER DO ESTADO, REDUO DO RISCO DE DOENA E DE OUTROS AGRAVOS

ACESSO UNIVERSAL E IGUALITRIO PROMOO, PROTEO E RECUPERAO

Art. 196.

SADE - PRINCPIOS

SO DE RELEVNCIA PBLICA AS AES E SERVIOS DE SADEREGULAR, FISCALIZAR, CONTROLAR, EXECUTAR

Art. 197

TUDO QUE SE REFERE SADE DE TODOS

JURAMOS DEFENDER

UMA REDE UM SISTEMA NICO, DESCENTRALIZAO, ATENDIMENTO INTEGRAL PRIORIDADE PARA AS ATIVIDADES PREVENTIVAS

PARTICIPAO DA COMUNIDADEArt. 198.

INICIATIVA PRIVADA PARTICIPA DE FORMA COMPLEMENTAR DO SUSVEDADO AUXLIOS OU SUBVENES S INSTITUIES PRIVADAS COM FINS LUCRATIVOS

SALVO NOS CASOS PREVISTOS EM LEI VEDADA PARTICIPAO ESTRANGEIRAVEDADO TODO TIPO DE COMERCIALIZAO DE RGOS, TECIDOS, SANGUE E SEUS DERIVADOS

Art. 199

CONTROLAR E FISCALIZAR PROCEDIMENTOS, PRODUTOS E SUBSTNCIAS DE INTERESSE PARA A SADE PARTICIPAR DA PRODUO DE MEDICAMENTOS, EQUIPAMENTOS, IMUNOBIOLGICOS,

HEMODERIVADOS E OUTROS INSUMOS;Art. 200

SADE - DIRETRIZES

JURAMOS DEFENDER

DIRETRIZES E PRINCPIOS TCNICOS

ASSISTENCIAIS

UNIVERSALIDADEIGUALDADEEQUIDADE

INTEGRALIDADEINTERSETORIALIDADE

AUTONOMIA DAS PESSOASDIREITO INFORMAO

RESOLUTIVIDADEBASE EPIDEMIOLGICA

A POLTICA E A SADEO SISTEMA NICO DE SADE

DO BRASIL

REGIONALIZAO

HIERARQUIZAO

GESTOR NICO EM CADA ESFERA DE GOVERNO

COMPLEMENTARIEDADE DO PRIVADO

SUPLEMENTARIEDADE DO PRIVADO

DESCENTRALIZAO (MUNICIPALIZAO)

FINANCIAMENTO

PARTICIPAO DA COMUNIDADE

DIRETRIZES E PRINCPIOS TCNICOS

GERENCIAIS

I - a Poltica Nacional de Assistncia Farmacutica parte integrante da Poltica Nacional de Sade, envolvendo um conjunto de aes voltadas

promoo, proteo e recuperao da sade e garantindo os princpios da universalidade, integralidade e eqidade;

Resoluo CNS 338/2004

A POLTICA E A SADEO SISTEMA NICO DE SADE

DO BRASIL

III - a Assistncia Farmacutica trata de um conjunto de aes voltadas promoo, proteo e recuperao da sade, tanto individual como coletivo, tendo o medicamento

como insumo essencial e visando o acesso e ao seu uso racional. Este conjunto envolve a pesquisa, o desenvolvimento e a produo de medicamentos e insumos, bem como a sua

seleo, programao, aquisio, distribuio, dispensao, garantia da qualidade dos produtos e servios, acompanhamento e avaliao de sua utilizao, na perspectiva da

obteno de resultados concretos e da melhoria da qualidade de vida da populao;

EXECUTIVO

Evoluo dos gastos com medicamento do MS

1.912

3.057 3.373

4.312

5.1765.866

6.765 6.988

8.348

9.745

11.882

12.985

14.058

0

2000

4000

6000

8000

10000

12000

14000

16000M

ilh

es

2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015

Fonte: Fundo Nacional de Sade FNS e CGPLAN/SCTIE/MS

Art. 1o As disposies desta Lei regem as aes e servios de assistncia farmacutica executados, isolada ou conjuntamente, em carter permanente ou eventual, por pessoas fsicas ou jurdicas de

direito pblico ou privado.

Art. 2o Entende-se por assistncia farmacutica o conjunto de aes e de servios que visem a assegurar a assistncia teraputica integral e a promoo, a proteo e a recuperao da sade nos

estabelecimentos pblicos e privados que desempenhem atividades farmacuticas, tendo o

medicamento como insumo essencial e visando ao seu acesso e ao seu uso racional.

Art. 4o responsabilidade do poder pblico assegurar a assistncia farmacutica, segundo os princpios e diretrizes do Sistema nico de Sade, de universalidade, equidade e integralidade

Lei 13021/2014

LEGISLATIVO

EXERCCIOS VALORESPERCENTUAL DE CRESCIMENTO

2006 7.750.000,00 0,00%

2007 25.156.000,00 224,59%

2008 67.668.000,00 168,99%

2009 110.540.282,00 63,36%

2010 132.539.198,00 19,90%

2011 218.573.836,00 64,91%

2012 333.943.275,14 52,78%

2013 437.544.628,12 31,02%

2014 722.898.981,49 65,22%

2015 (*) 380.565.249,00 -47,36%

TOTAL 2.437.179.449,75(*) Atualizada at 23/01/2015

ORAMENTO DESTINADO A ATENDER DESPESAS COM AES JUDICIAIS - SCTIE/MS

JUDICIRIO

Fonte: Fundo Nacional de Sade FNS e CGPLAN/SCTIE/MS

(...) a insuficincia do financiamento pblico no Brasil para a garantia da efetividade do direito sade convive com a perversa equao em que os Estados e, em especial, os

Municpios so os primeiros a responder pelo custeio das demandas sociais, cada vez mais

judicializadas, enquanto a Unio contribui proporcionalmente cada vez menos, a despeito de

haver aumentado paulatinamente sua base de arrecadao

(...) a maneira como o Estado brasileiro foi incumbido de assegurar direito sade pressupe, organicamente, um sistema nico (SUS) orientado pelas diretrizes de universalidade, integralidade,

desc