Atuação enf. biosseg

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<p> 1. Atuao do Enfermeiro nos Programas de Biossegurana 2. Conceito de Biossegurana a cincia que estuda o manuseio de substncias biolgicas avaliando todas as condies que sero necessrias para a atividade de enfermagem. Em 1996, foi publicado um manual sobre a orientao que devemos ter ao manusear sangue,lquidos e fluidos corporais, o sistema abordou as seguintes questes: Precaues padres ou universais; Precaues baseadas na rota de transmisso; Precaues Empricas; 3. Higienizao das mos QUANDO LAVAR AS MOS No incio e no fim do turno de trabalho;No incio e no fim do turno de trabalho; Antes de preparar medicao;Antes de preparar medicao; Antes e depois de contato com cada pacientesAntes e depois de contato com cada pacientes Antes e depois de manusear catteres vasculares, sondaAntes e depois de manusear catteres vasculares, sonda vesical, tubo orotraqueal e outros dispositivos;vesical, tubo orotraqueal e outros dispositivos; Entre diversos procedimentos realizados mesmo paciente;Entre diversos procedimentos realizados mesmo paciente; Aps manipulao de material contaminado;Aps manipulao de material contaminado; Aps remoo de luvas;Aps remoo de luvas; Aps usar sanitrios, assoar nariz etc...Aps usar sanitrios, assoar nariz etc... 4. TCNICA DE LAVAGEM DAS MOS Retirar anis, pulseiras e relgio.Retirar anis, pulseiras e relgio. Abrir a torneira e molhar as mos sem encostar na pia.Abrir a torneira e molhar as mos sem encostar na pia. Colocar nas mos aproximadamente 3 a 5 ml de sabo.Colocar nas mos aproximadamente 3 a 5 ml de sabo. Ensaboar as mos friccionando-as porEnsaboar as mos friccionando-as por aproximadamente 15 segundos.aproximadamente 15 segundos. Friccionar a palma e o dorso das mos em movimentosFriccionar a palma e o dorso das mos em movimentos circulares, espaos interdigitais, articulaes,circulares, espaos interdigitais, articulaes, polegares e extremidades dos dedos.polegares e extremidades dos dedos. Enxaguar as mos retirando totalmente o resduo doEnxaguar as mos retirando totalmente o resduo do sabo(ainda no fechar a torneira).sabo(ainda no fechar a torneira). Enxugar as mos com papel toalha.Enxugar as mos com papel toalha. Fechar a torneira utilizando o papel toalha.Fechar a torneira utilizando o papel toalha. 5. Hig. Mos: UTIs, Hemodilise e Transplante O que usar Quando usar Sabonete comum Sujidade mos; Antes e depois contato pacientes, mobilirio etc lcool 70 GL Emergncias. Entre diferentes procedimentos mesmo paciente. Clorexidine degermante 1. Higienizao dia; Aps atender PVPI degermante paciente em precauo; antes procedimentos invasivos. 6. Orientaes aos familiares No trazer alimentos. Lavar as mos ao chegar ao Hospital. No sentar no leito. No tocar nos curativos e equipamentos. Durante a visita no manipular outros doentes. Quando estiver doente, evite visitas. No auxiliar no cuidado de outros doentes. Lave sempre as mos, antes e aps manipular o doente. Os visitantes devem lavar as mos antes de sair do Hospital. 7. EPIs Tem por objetivo a proteo do funcionrio,Tem por objetivo a proteo do funcionrio, podendo tambm ser utilizado na proteo dopodendo tambm ser utilizado na proteo do paciente ou para garantia que no se contaminempaciente ou para garantia que no se contaminem materiais que se esteja manipulando.materiais que se esteja manipulando. Mscara Cirrgica:Mscara Cirrgica: proteo da mucosa oro-nasalproteo da mucosa oro-nasal bem como para a proteo ambiental de secreesbem como para a proteo ambiental de secrees respiratrias do profissional.respiratrias do profissional. Mscara Filtro qumico:Mscara Filtro qumico: Sub. txicas.Sub. txicas. mscara N95:mscara N95: Transmisso por aerossisTransmisso por aerossis (tuberculose, varicela e sarampo).(tuberculose, varicela e sarampo). 8. E P I s Luva de borrachaLuva de borracha:: proteo mat. biolgico eproteo mat. biolgico e produtos qumicos.produtos qumicos. culos de acrlico:culos de acrlico: proteo mucosa ocular. Noproteo mucosa ocular. No deve interferir acuidade visual e oferecer proteo lateral.deve interferir acuidade visual e oferecer proteo lateral. Avental impermevelAvental impermevel,, capote de mangacapote de manga compridacomprida:: Proteo da roupa e pele do profissional.Proteo da roupa e pele do profissional. Jalecos ou camisas privativas: Deve ser usada exclusivamente no setor. Bota ou calado fechado impermevel: proteo da pele do profissional, em locais midos ou com quantidade de material infectante. Gorro: Proteo cabelos e couro cabeludo, bem como proteo ambiental escamas do couro cabeludo e cabelos. Proteo de materiais a serem processados para esterilizao 9. Controle das Infeces O controle das infeces visa estabelecer uma quebra na cadeia de transmisso dos microorganismos nas diferentes vias de transmisso. Para tal dispe-se de precaues que devem ser aplicadas no atendimento a pacientes hospitalizados, independente de seu diagnstico inicial e o tratamento que receber durante a internao. As precaues estabelecidas se dividem em: Precaues padro Precaues de contato Precauo por transmisso area Precauo por gotculas 10. As precaues universais so medidas adotadas pelos profissionais da sade envolvidos na assistncia aos pacientes independente da doena diagnosticada. O profissional de sade deve ter uma postura consciente da utilizao destas precaues como forma de no se infectar ou servir de fonte de contaminao. A adoo destas medidas importante para no adquirir doenas tais como a Hepatite B e C, AIDS, sfilis doena de Chagas, influenza, alm de tuberculose e outras patologias respiratrias. Precaues padres ou universais 11. Precaues Padro Lavagem das mos antes e aps o contato com o doente, aps retirada das luvas e imediatamente aps o contato com sangue e outros fluidos corporais. Uso de luvas de procedimento quando se prev o contato com sangue ou outros fluidos corporais, membrana mucosa, pele lesada ou superfcies contaminadas. As luvas devem ser trocadas entre os procedimentos e retiradas logo aps o uso antes de tocar qualquer superfcie. Utilizar capote quando for provvel a contaminao de sua roupa com sangue ou fluidos corporais. Manipular com cuidado agulhas, seringas e objetos prfuro-cortantes; usar coletor rgido para descart- los; no re-encapar as agulhas. 12. Precaues Padro Usar luvas de procedimentos ao manusear e transportar materiais para exames laboratoriais e tubos de sangue. Utilizao de culos sempre que houver possibilidade de respingo. No comer e no beber em rea clnica, onde a exposio a materiais biolgicos provvel. Limpe rapidamente respingos de sangue e outros fluidos corporais em mobilirio e equipamentos usando os equipamentos de proteo individuais (EPI) necessrios, material absorvente descartando no lixo, a seguir limpeza com gua e sabo e desinfetante (lcool a 70% por frico). No piso, parede e teto, com respingo de sangue e secrees, retirar com papel ou tecido descartvel a sujidade, desprezar o tecido e luva no lixo , desinfetar a rea com hipoclorito a 1%, e a seguir proceder a limpeza com gua e sabo. 13. Precaues Padro Recolher roupas de cama e dos pacientes sem agitar, estando paramentado com EPI necessrio (luvas, mscara e uniforme). Colocar a roupa no hamper. Retirar as roupas privativas, aps a realizao dos procedimentos e antes de circular por outras reas do hospital (elevadores, reas administrativas, refeitrio etc...). Limpar e desinfetar equipamentos contaminados entre o uso e antes de enviar para reparos(estetoscpios, BIC, aspiradores, etc...). 14. PRECAUO AEROSSOL TB pulmonar,varicelazoster e sarampo Manter as portas do quarto (com visor) fechadas. Usar mscara N95 (indispensvel); Restringir a movimentao do paciente fora de seu quarto. Se necessria, usar mscara cirrgica para sair do quarto. Para varicela e sarampo, pessoas suscetveis devem evitar contato com paciente; os indivduos imunes no necessitam usar mscara. As precaues padro devem ser sempre observadas. Aps a alta do paciente o quarto deve ser mantido vazio e ventilado por perodo mnimo de meia hora. Se for necessrio transportar o paciente, deve-se colocar mscara cirrgica no mesmo e avisar previamente o setor de destino. Em caso de bito o corpo deve ser transportado em plstico. 15. PRECAUO DE CONTATO Conjuntivite viral hemorrgica, hepatite A, Infeces ou colonizao por bactrias multirresistentes, rubola congnita As precaues padro devem ser sempre observadas. Colocar os pacientes em quarto privativo ou centralizar em uma mesma enfermaria casos infectados com a mesma bactria. Lave as mos com sabo comum, calce luvas de procedimento e coloque um capote, preferencialmente com mangas compridas, sempre que previr o contato com o paciente, seus equipamentos e mobilirios ou se o paciente tem incontinncia urinria, diarria, ileostomia ou colostomia ou qualquer secreo, ou drenagem no contida por curativo. A lavagem das mos com clorexidina degermante est indicado para o caso de MRSA e para os casos de bactrias gram- negativas multiresistentes. 16. PRECAUO DE CONTATO Conjuntivite viral hemorrgica, hepatite A, Infeces ou colonizao por bactrias multirresistentes, rubola congnita O uso de luvas de procedimento obrigatrio. Recomenda-se troc-las entre os procedimentos, antes de tocar qualquer superfcie, e retir-las logo aps o uso. recomendado que os equipamentos no crticos (termmetro, estetoscpio, aparelho de presso, monitores, bombas infusoras, etc.) sejam de uso exclusivo destes doentes. Se no possvel, fazer desinfeco com lcool 70% entre pacientes. 17. PRECAUO DE CONTATO Conjuntivite viral hemorrgica, hepatite A, Infeces ou colonizao por bactrias multirresistentes, rubola congnita Antes de sair do quarto, descarte as luvas e retire cuidadosamente o capote evitando contaminar a parte interna do mesmo, em caso de reutilizao. Lave novamente as mos com sabo comum, anti- sptico clorexidina (para MRSA e bactrias gram-negativas multiresistentes), ou utilize lcool 70%. Certifique-se que aps retirada da luva e higienizao das mos no tocar em nenhuma superfcie ou mobilirio do paciente. Utilize papel toalha para segurar a maaneta da porta. Deve ser restringida a movimentao do paciente fora de seu ambiente. 18. PRECAUO DE CONTATO No momento da transferncia necessrio a notificao ao setor de destino, o paciente deve lavar as mos antes de sair do quarto; capotes podem ser usados para reduzir o risco de transmisso de microorganismos para outras superfcies; toda drenagem deve ser selada. Os familiares e visitantes devem ser orientados quanto lavagem das mos com gua e sabo. Assegure que o visitante no percorra a enfermaria, nem tenha contato com lquidos corporais. Limitar o mnimo possvel o nmero de suprimentos, objetos descartveis no quarto do paciente. Antes da remoo de objetos ou suprimentos no quarto do paciente faa a desinfeco com lcool a 70%. 19. PRECAUO GOTCULAS N. meningitidis, Haemophylus influenzae, Streptococcus do grupo A, coqueluche, influenzae, pertussis, caxumba, micoplasma, adenovirus, difteria,rubola, colonizao ou infeco por bactrias multirresistentes no trato respiratrio O isolamento por gotculas indicado durante o perodo de transmissibilidade da doena . recomendado o quarto privativo ou a centralizao dos casos de isolamento em uma mesma enfermaria. Quando o quarto no for disponvel, manter uma separao entre os pacientes de no mnimo 1,20m. A porta do quarto pode ser mantida aberta. O uso de mscara cirrgica necessrio na entrada do quarto ou quando da proximidade de um metro ou menos do paciente. 20. Programa de Controle Mdico de Sade Ocupacional 21. A segurana do trabalho pode ser entendida como o conjunto de medidas adotadas visando minimizar os acidentes de trabalho. Legislao Ministrio Trabalho (M.T.E.): Lei 6.514, 22/12/1977. Portaria 3.214, 8.6.1978. NR 7 Programa de Controle Mdico de Sade Ocupacional (PCMSO), NR 9 Programa de Preveno de Riscos Ambientais (PPRA). Legislao Ministrio da Previdncia Social: Lei 09.732, 11.12.1998. Decretos: 53.831, 25.03.1964 / 83.080, 24.01.1979 / 02.172, 05.03.1997 / 03.048, 06.05.1999. Programa de Controle Mdico de Sade Ocupacional 22. Servio de Controle de Infeco Hospitalar (SCIH) 23. Vigilncia Epidemiolgica; Elaborao de Normas e Rotinas e Superviso do uso dos germicidas hospitalares; Superviso do Servio de Higiene e Limpeza Hospitalares; Elaborao de normas e rotinas para procedimentos hospitalares, como por exemplo, curativos; e Controle dos egressos hospitalares. Funes do Enfermeiro no SCIH </p>