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Anhanguera - ATPS Matemática Pedagogia

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UNIVERSIDADE ANHANGUERA UNIDERP CENTRO DE EDUCAO DISTNCIA ANDRIA DE OLIVEIRA ROCHA R.A: 297339 GRAZIELA SOARES DE DEUS MEIRELLES R.A: 297440 JUSSARA DA SILVA MUNIZ R.A: 297312 MARIANA AGUIAR FLORENCIO R.A: 202961 ATIVIDADES PRTICAS SUPERVISIONADAS FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DE HISTRIA E GEOGRAFIA Atividade elaborada para fins de avaliao do mdulo IV, do curso de Pedagogia, oferecido pela Universidade Anhanguera Uniderp, plo de Luclia SP, sob orientao da Professor Tutur a distncia Me. Djalma Silveira, e da Professora Tutura presencial Hilda Clia Qualho Ayashi, para fins de avaliao parcial da disciplina.

Ana Maria R. Costa R.A: 297333Elaine Cristina Cosmos Martins R.A: 297397Juliana C. Natividade Catu R.A: 297319Geraldo M. Fonseca Jnior R.A: 297431Gislayne A. de Deus R.A: 297436

ATIVIDADES PRTICAS SUPERVISIONADAS FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DE MATEMTICA

Atividade elaborada para fins de avaliao do mdulo VI, do curso de Pedagogia, oferecido pela Universidade Anhanguera Uniderp, plo de Luclia SP, sob orientao da Professor Tutur a distncia Ivonete Melo de Carvalho, e da Professora Tutura presencial Hilda Clia Qualho Ayashi, para fins de avaliao parcial da disciplina.

LUCLIA SP2013

INTRODUO O presente trabalho tem como objetivo destacar as mudanas nas culturas de comportamento dos alunos e dos professores, bem como na sociedade em geral, frente s tecnologias, abrindo laos para discusso e elaborao de propostas, afim de divulgar pesquisas, ideias e pensamentos. Logo, desenvolver atitude inovadora e criativa no ensino da Matemtica.Etapa 1 passo 3

As crianas quando chegam sala de aula j possuem conhecimentos prvios, vindos da experincia pessoal, trazendo com ela muitas noes matemticas incompletas e informais. A criana nasce e convive em um ambiente sociocultural em que o nmero uma forma de expresso e comunicao, interagindo com pessoas e situaes do seu cotidiano, resolvendo seus problemas por meio de trocas e aes que tem a ver com comparar, reunir, subtrair e repartir objetos, reconhece nmero em alguns identificadores de telefone, canais de televiso, o nmero de seu sapato, comparao entre idades entre outros. Hoje, questiona-se qual a possibilidade de interveno que o professor pode fazer para ajudar na construo do conceito de nmero.

Um grande problema nessa questo em qual proposta pedaggica apoiar essa interveno, pois de um lado aparece a teoria piagetiana que considera que o conceito de nmero eo contar dependem somente dos processos evolutivos do pensamento lgico, que o conceito de nmero depende do desenvolvimento dos processos de conservao, classificao e seriao, e que depende muito da faixa etria para se trabalhar cada rea da matemtica.

Uma outra teoria que sustenta essa possvel interveno a de Vygotsky, para ele o sujeito interativo, pois adquire conhecimento partir de relaes intra e interpessoais e de troca com o meio. Vygotsky defende dois nveis de desenvolvimento, o real o que a criana capaz de fazer por si prpria e o outro potencial, a capacidade de aprender com outra pessoa, a interao entre esses dois nveis denominado (ZDP) Zona de Desenvolvimento Proximal. Ao observar a zona proximal, o professor pode orientar o aprendizado no sentido de adiantar o desenvolvimento potencial de uma criana, tornando-o real.

O conceito de nmero elaborado por meio de um processo muito longo, vale lembrar que os conceitos matemticos no passam de um nvel perceptivo um nvel conceitual de uma forma espontnea e imediata e reconhecer a potencialidade e a adequao de uma dada situao para a aprendizagem, tecer comentrios, formular perguntas, incentivar a verbalizao pela criana, so atitudes indispensveis ao professor, pois ele uma pea principal para ajudar a criana na construo de conhecimento.

Passo 4 Durante milhares de anos as sociedades de todo mundo descobriram que uma disciplina mais importante do que outra e guarda certo conhecimento do mundo fsico, est disciplina a matemtica.

Por volta do ano 4.000 a.C ,os egpcios usavam seus corpos para contar e medir, 1 palmo era uma largura de uma mo e foi assim que as unidades de medir evoluram.

H mais ou menos 3.600 anos, registravam suas descobertas em folhas de papiro.O papiro Ahmes um antigo manual de matemtica. Contm 80 problemas, todos resolvido. A maioria envolvendo assuntos do dia-a-dia, como o preo do po, a armazenagem de gros de trigo, a alimentao do gado.

Com a ajuda do sistema de numerao, os egpcios conseguiam efetuar todos os clculos que envolviam nmeros inteiros.

Mas, em muitos problemas prticos, eles sentiam necessidades de expressar um pedao de alguma coisa atravs de um nmero. E para isso os nmeros inteiros no serviam.

A matemtica foi usada pelos egpcios na construo de pirmides, diques, canais de irrigao e estudos de astronomia. Os gregos antigos tambm desenvolveram vrios conceitos matemticos.Etapa 2 passo 1O baco um antigo instrumento de clculo, que segundo muitos historiadores foi inventado na Mesopotmia, pelo menos em sua forma primitiva e depois os chineses e romanos o aperfeioaram. utilizado para representar nmeros ou realizar clculos, existem diferentes tipos de bacos, mas desempenham a mesma funo, pode ser usado para a adio, subtrao, a diviso e multiplicao, tambm para extrair razes quadrados e razes cbicos.

Tipos de baco

Momento histricoUtilidades para a humanidade

Mesopotmico

2700-2300 A.C.

Construdo numa pedra lisa coberta por areia ou p. Palavras e letras eram desenhados na areia, nmeros eram eventualmente adicionados e bolas de pedra eram utilizados para ajudar nos clculos.

Babilnio

Por volta de 2400 A.C.

Utilizado para operaes de adio e subtrao. Deu origem ao alfabeto cuneiforme babilnio. Utilizavam um baco construdo em pedra lisa.EgpcioNo se tem conhecimento de sua inveno. Arquelogos encontraram discos antigos de vrios tamanhos que supe terem sido usados como material de clculo.

Usavam o disco na direo oposta quando comparada com o mtodo grego.

Grego

Data de 300 a.c.baco de mrmore de 149 cm de comprimento, 75 cm de largura e 4,5 cm de espessura, no qual existem 5 grupos de marcaes. No centro existe um conjunto de 5 linhas paralelas igualmente divididas por uma linha vertical, tampada por um semi crculo na interseco da linha horizontal mais ao canto da linha vertical nica. Debaixo destas linhas existem um espao largo com uma rachadura horizontal dividindo-os. Abaixo desta rachadura, existe outro grupo de onze linhas paralelas, divididas em duas sees por uma linha perpendicular a elas, mas com o semi crculo no topo da interseco; a terceira, sexta e nona linhas esto marcadas com uma cruz onde se intersectam com a linha vertical.

Romano

Foi criado por volta do sculo XVIII.

Utilizado como um mtodo normal de clculo, ela era uma tbua com 8 orifcios onde ficavam as bolinhas de contagem e em cada orifcio inferior havia 5 bolinhas e no orifcio superior 4. Seu funcionamento era semelhante ao do baco atual.

Indiano

Fontes do sculo I como Abhidharmakosa, descrevem a sabedoria e o uso do baco na ndia. Por volta do sculo V, escrives indianos estavam j procura de gravar os resultados do baco.

Textos hindus usavam o termo shunya (zero) para indicar a coluna vazia no baco.

Russo

Inventado no sculo XVII e ainda hoje em uso. Ensinado em todas as escolas da Unio Sovitica at os anos 90 e depois substitudos por calculadoras.Opera de forma ligeiramente diferente dos bacos orientais. As contas movem-se da esquerda para a direita e o seu desenho baseado na fisionomia das mos humanas. Colocam-se ambas as mos sobre o baco, as contas brancas correspondem aos polegares das mos e o resto das contas movem-se com quatro ou dois dedos. A forma de fazer operaes matemticas semelhante ao do baco Chins.

Escolar

Utilizado numa escola dinamarquesa, do sc. XX.

Em todo o mundo tem sido utilizado na educao infantil e na educao bsica como uma ajuda no ensino do sistema numrico e da aritmtica. H vrios tipos de bacos, mastodos obedecem ao mesmo princpios. Vamos nos referir ao mais simples deles. Numa moldura de madeira so fixados alguns fios de arame, dez bolinhas correm em cada fio. As do primeiro fio representam as unidades, as do segundo as dezenas, as do terceiro as centenas e assim por diante.Passo 2

Atividade : Matemtica- par/mpar e baco

Abaixo algumas atividades para turmas de primeiro e segundo ano onde se trabalha os conceitos de par e mpar e contagem no baco:

Perguntas:

Aluno4 anoIdade 10 anos

1 - Comprei uma dzia de laranja, 10 limes, e uma dzia e meia de bananas, porm perdi trs laranjas quantas frutas ficaram no total?2 Como ilustrar a numerao 375 no baco, faa o desenho no caderno?3 Comprei20 dzias de rosas e 48 margaridas, quanta flores tenho total?4 Voc achou difcil usar o baco?5 - O baco facilitou seu entendimento?

Aofazer estas perguntas, levou-se o aluno refletir sobre o uso do baco, por se tratar de um aluno de 10 anos de idade importante ressaltar e ampliar seus conhecimentos sobre a matemtica, deve desenvolver estratgias prprias.

Ao utilizar o baco o aluno deparou-se com dificuldades e procurou um meio de resolv-las, usando o seu raciocnio.

Etapa 3 passo 2Situao 1: Matemtica no supermercadoFaixa etria: 10 anosExecuo: Ao pagar, soma total da compra, onde registrado atravs do ticket

Situao 2: Atividades bancriasFaixa etria: 12 anosExecuo: Pagar contas, receber salrio, os descontos na conta bancria.

http://www.novomilenio.inf.br/ano01/0102d003.htm

http://noticias.r7.com/educacao/noticias/projeto-de-lei-obriga-escola-publica-a-ter-laboratorio-de-matematica-20130809.htmlSituao 3: Matemtica na cozinhaFaixa etria: 12 anosExecuo: Numa receita, onde