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Faculdade Anhanguera de So Caetano

Atividades Prticas Supervisionadas Teoria da Contabilidade

Cintia Santana dos Santos Diego Jos da Silva Fernando Valmir da Silva Jos Valto de Almeida Junior Leonardo da Silva Cerqueira Patrcia Tine de Souza William Correia Franzim Jeniffer Paula K. ValenteSo Caetano do Sul, 20111

RA: 2316361765 R.A:3232541562 RA: 2504025646 RA: 1154368356 RA: 1153358466 RA: 1114301302 RA: 1099442044 RA: 1099556903

So Caetano do Sul, 11 de outubro de 2011

Atividades Prticas Supervisionadas Teoria da Contabilidade

Trabalho de ATPS apresentado disciplina de Teoria da Contabilidade, do Curso de Cincias Contbeis da Faculdade Anhanguera da So Caetano do Sul.

Orientador: Norival

Cintia Santana dos Santos Diego Jos da Silva Fernando Valmir da Silva Jos Valto de Almeida Junior Leonardo da Silva Cerqueira Patrcia Tine de Souza William Correia Franzim Jeniffer Paula K. Valente

RA: 2316361765 R.A:3232541562 RA: 2504025646 RA: 1154368356 RA: 1153358466 RA: 1114301302 RA: 1099442044 RA: 1099556903

So Caetano do Sul 20112

Cintia Santana dos Santos Diego Jos da Silva Fernando Valmir da Silva Jos Valto de Almeida Junior Leonardo da Silva Cerqueira Patrcia Tine de Souza William Correia Franzim Jeniffer Paula K. Valente

RA: 2316361765 R.A: 3232541562 RA: 2504025646 RA: 1154368356 RA: 1153358466 RA: 1114301302 RA: 1099442044 RA: 1099556903

Atividades Prticas Supervisionadas Teoria da Contabilidade

Aprovado em: ____/____/_______ Nota:____________________ Banca Examinadora:

Prof. Norival

So Caetano do Sul 20113

RESUMO

As divergncias quanto ao objeto, objetivos e funes da Contabilidade quando ocorrem, so decorrentes do direcionamento dado pelo estudioso e pela escola do pensamento contbil que o mesmo adota. Podemos dizer com base neste trabalho que o objeto da Contabilidade o patrimnio da entidade entendida como um conjunto de bens, direitos e obrigaes para com terceiros, pertencente a uma pessoa fsica, a um conjunto de pessoas, como ocorrem nas sociedades informais, ou a uma sociedade ou instituio de qualquer natureza, independentemente da sua finalidade, que pode, ou no, incluir lucro. Estudado em seus aspectos qualitativos e quantitativos. No aspecto qualitativo, entende-se a natureza dos elementos que o compem, como dinheiro, valores a receber, ou a pagar expressos em moeda, mquinas, estoques de materiais ou de mercadorias etc. Esta delimitao qualitativa vai at o grau de particularizao que permita a perfeita compreenso do componente patrimonial. Enquanto o atributo quantitativo refere-se expresso dos componentes patrimoniais em valores, o que demanda que a Contabilidade assuma posio sobre o que seja valor, porquanto os conceitos sobre a matria so extremamente variados.Assim, tendo como objeto o patrimnio os objetivos da contabilidade apresentar as anlises e causas das suas mutaes. Numa viso mais pragmtica visa o fornecimento de informaes para os vrios usurios com intuito de propiciar decises racionais.E que as funes da Contabilidade ou seja os meios de se atingir os objetivos se caracterizam pelo registro, classificao, demonstrao e anlise dos fenmenos que ocorrem no patrimnio das entidades.

Sumrio. 4

As divergncias quanto ao objeto, objetivos e funes da Contabilidade quando ocorrem, so decorrentes do direcionamento dado pelo estudioso e pela escola do pensamento contbil que o mesmo adota. Podemos dizer com base neste trabalho que o objeto da Contabilidade o patrimnio da entidade entendida como um conjunto de bens, direitos e obrigaes para com terceiros, pertencente a uma pessoa fsica, a um conjunto de pessoas, como ocorrem nas sociedades informais, ou a uma sociedade ou instituio de qualquer natureza, independentemente da sua finalidade, que pode, ou no, incluir lucro. Estudado em seus aspectos qualitativos e quantitativos. No aspecto qualitativo, entendese a natureza dos elementos que o compem, como dinheiro, valores a receber, ou a pagar expressos em moeda, mquinas, estoques de materiais ou de mercadorias etc. Esta delimitao qualitativa vai at o grau de particularizao que permita a perfeita compreenso do componente patrimonial. Enquanto o atributo quantitativo refere-se expresso dos componentes patrimoniais em valores, o que demanda que a Contabilidade assuma posio sobre o que seja valor, porquanto os conceitos sobre a matria so extremamente variados.Assim, tendo como objeto o patrimnio os objetivos da contabilidade apresentar as anlises e causas das suas mutaes. Numa viso mais pragmtica visa o fornecimento de informaes para os vrios usurios com intuito de propiciar decises racionais.E que as funes da Contabilidade ou seja os meios de se atingir os objetivos se caracterizam pelo registro, classificao, demonstrao e anlise dos fenmenos que ocorrem no patrimnio das entidades............................................................................................................. 4 Sumrio.................................................................................................................. 4 ORIGEM DA CONTABILIDADE.................................................................................10 A Contabilidade tem sua origem to antiga, quanto pensamos. Alguns historiadores afirmam que os primeiro sinais de contabilidade surgiram aproximadamente 2.000 a.C. Antes mesmo dos homens primitivos inventarem os nmeros, os instrumentos de caa, as armas e a pesca, pois ao contarem seus rebanhos, suas nforas de bebidas, j praticavam uma forma de contabilidade rudimentar. Entretanto outros historiadores afirmam que muito antes que a Europa emergisse de tendas e peles, economia sofisticadas j existiam no Oriente Mdio e no Extremo-Oriente, a dinastia Shang, na China, remonta a 1.600 a.C, passo que um cultura sofisticada na ndia datam de 2.300 a.C. As grandes pirmides do Egito, a primeira das quais foram construdas 4 mil anos atrs, confirmam a antiguidade dessa civilizao...............................................10 Na inveno da escrita, a representao dos nmeros normalmente tem sido uma precedncia histrica. Logo, possvel localizar os primeiros exemplos completos de contabilidade, seguramente, no quarto milnio a.C entre a civilizao sumrio-babilnica. ..........................................................................10 Mas possvel que algumas formas rudimentares de contagem de bens tenham sido realizadas bem antes disto, talvez por volta do sexto milnio a.C...............11 claro que a contabilidade teve evoluo relativamente lenta at o aparecimento da moeda. Na poca da troca pura e simples de mercadorias, os

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negociantes anotavam as obrigaes, os direitos e os bens perante terceiros, porm, obviamente, trata-se de um mero elenco de inventrio fsico, sem avaliao monetria...........................................................................................11 Entretanto, a preocupao com as propriedades e a riqueza uma constante no homem da antiguidade (como hoje tambm o ), e o homem teve de aperfeioar seu instrumento de avaliao da situao patrimonial medida que as atividades foram se desenvolvendo em dimenso e em complexidade..............11 A contabilidade reflete um dos aspectos dos anseios mais enraizados no homem hedonstico, isto , "pe ordem nos lugares em que reinava o caos, toma o pulso do empreendimento e compara uma situao inicial com outra mais avanada no tempo", de acordo com IUDCIBUS (2000)..........................................................11 De certa forma, o "homem contador" ou "administrador" pe ordem, classifica, agrega e inventaria o que o "homem produtor", em seu anseio de produzir, vai, s vezes, desordenadamente, amealhando, dando condies a este ltimo de aprimorar, cada vez mais, a quantidade e a qualidade dos bens produzidos, por meio da obteno de maiores informaes sobre o que conseguiu at o momento...........................................................................................................11 Muito do que a contabilidade pode ser aferido pelo que a contabilidade realiza, dentro da atividade econmica. Pode-se, facilmente, verificar que um sistema simples de registro e anlise contbil no falta, nem mesmo na mais rudimentar das organizaes...............................................................................................11 Em certas organizaes pequenas, pode-se ainda faltar o economista, o engenheiro, o projetista, mas certamente no falta o contador e o administrador para "tocar" a escriturao, como vulgarmente se afirma. Isso caracteriza a essencialidade da funo contbil. E, de acordo com a evoluo da forma organizacional e com as dimenses do empreendimento, avoluma-se e enobrece-se a funo do contador e do administrador.......................................11 O contador e o administrador tornam-se os primeiros analistas das informaes produzidas pelo sistema por eles montado e um dos auxiliares mais importantes dentro da entidade............................................................................................11 PRIMEIROS SINAIS DA CONTABILIADADE NA ANTIGUIDADE.............................12 Os primeiros vestgios de atividade contbil situam-se em por volta de 8000 a.C., em Uruk, cidade da antiga Mesopotmia, no territrio atual do Iraque. Uruk era um centro da civilizao sumeriana. Esses primeiros registros contbeis constituam-se em fichas de barro, guardadas em receptculos de barro, que eram utilizadas na contagem do patrimnio. Por exemplo, uma ficha de barro poderia representar um boi. Se esse boi fosse transferido para outra pastagem ou fosse emprestado, a sua ficha seria igualmente transferida para um outro receptculo de barro, registrando dessa forma o evento ocorrido e auxiliando o controle do patrimnio por parte do proprietrio. Dessa forma, um nico evento contbil (por exemplo, um emprstimo de um boi) envolveria dois receptculos de barro: um, representando o e