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Faculdades anhanguera

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  • 1. Prof Ms. dina Domingues Centro de Educao a Distncia Universidade Anhanguera Uniderp Fundamentos e Metodologia de Cincias ANA LAURA MEDINA NOGUEIRA SPONTON 2348459370 EDICLEIA BUENO BATISTA 2317374697 GERUSALDA EMILIO 7320542263 GISELE DE FTIMA PEREIRA MATULOVIC 2330444243 PIRACICABA - SP

2. 2 Introduo O CONTEDO DE CINCIAS NATURAIS, ABRANGE TODOS OS SERES VIVOS. O APRENDIZADO CIENTIFICO ACONTECE DESDE O NASCIMENTO. (EDUCAO INFORMAL). INTERAGE E RELACIONA SE COM OS SERES VIVOS, MEIO AMBIENTE, QUE ENVOLVE, O SOLO QUE PISAMOS, A GUA QUE BEBEMOS, O AR QUE RESPIRAMOS, O CLIMA QUE SENTIMOS. CORPO HUMANO E ANIMAL, SUAS MODIFICAES, TRANSFORMAES, EVOLUES E REGRESSES. O UNIVERSO EM UM CONTEXTO GERAL. OS RECURSOS TECNOLGICOS PARA UTILIZAO DOS RECURSOS NATURAIS. VIABILIZANDO AOS ALUNOS ATRAVS DAS CINCIAS NATURAIS QUE OS MAIS DIFERENTES OBJETOS E FENMENOS PODEM SER UTILIZADOS PELOS ALUNOS, DESENVOLVENDO A OBSERVAO REFINADA, COMO TAMBM A APROPRIAO CRITICA DE SABERES. ACREDITANDO QUE O ATO DE EXPERIMENTAR PERMITE QUE O ALUNO MANIPULEM OS OBJETOS DESENVOLVENDO ASSIM OS SENTIDOS, TENDO COMO OBJETIVIDADE CONTRIBUIR DE MANEIRA SIGNIFICATIVA PARA O DESENVOLVIMENTO FSICO E INTELECTUAL DE NOSSOS ALUNOS. 3. 3 Os PCNs para o Ensino de Cincias abrangem o contexto de vivncia da realidade dos alunos na sociedade atual? COLABORAR NA COMPREENSO DO MUNDO E SUAS TRANSFORMAES, SITUANDO O HOMEM COMO INDIVDUO PARTICIPATIVO E PARTE INTEGRANTE DO UNIVERSO. (PCNs, BRASIL, 1997, p. 15) PARA O ENSINO DE CINCIAS NATURAIS NECESSRIA A CONSTRUO DE UMA ESTRUTURA GERAL DA REA QUE FAVOREA A APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA DO CONHECIMENTO HISTORICAMENTE ACUMULADO E A FORMAO DE UMA CONCEPO DE CINCIA, SUAS RELAES COM A TECNOLOGIA E COM A SOCIEDADE. PORTANTO, NECESSRIO CONSIDERAR ESTRUTURAS DE CONHECIMENTO ENVOLVIDAS NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DO ALUNO, DO PROFESSOR E DA CINCIA. (PCNs, BRASIL, 1997, p. 27) AO PROFESSOR CABE SELECIONAR, ORGANIZAR, PROBLEMATIZAR CONTEDOS DE MODO A PROMOVER UM AVANO NO DESENVOLVIMENTO INTELECTUAL DO ALUNO, NA SUA CONSTRUO COMO SER SOCIAL. (PCNs, BRASIL, 1997, p. 28) 4. 4 Os PCNs para o Ensino de Cincias abrangem o contexto de vivncia da realidade dos alunos na sociedade atual? CONCEPO QUE BUSCA CONSIDERAR O DESENVOLVIMENTO DAS CAPACIDADES DOS ALUNOS COM RELAO APRENDIZAGEM DE CONCEITOS, PROCEDIMENTOS E ATITUDES, PROCURANDO DETECTAR SE ELES J ELABORARAM CONCEITOS E PROCEDIMENTOS, SE ESTO EM PROCESSO DE AQUISIO, OU SE CONTINUAM EXPRESSANDO APENAS OS CONHECIMENTOS PRVIOS. (PCNs, BRASIL, 1997, p. 30). AVALIAO UM ELEMENTO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM QUE DEVE SER CONSIDERADO EM DIRETA ASSOCIAO COM OS DEMAIS. COMO EST DISCUTIDO NO DOCUMENTO DE INTRODUO AOS PARMETROS CURRICULARES NACIONAIS, A AVALIAO INFORMA AO PROFESSOR O QUE FOI APRENDIDO PELO ESTUDANTE; INFORMA AO ESTUDANTE QUAIS SO SEUS AVANOS, DIFICULDADES POSSIBILIDADES; ENCAMINHA O PROFESSOR PARA A REFLEXO SOBRE A EFICCIA DE SUA PRTICA EDUCATIVA E, DESSE MODO, ORIENTA O AJUSTE DE SUA INTERVENO PEDAGGICA PARA QUE O ESTUDANTE APRENDA. POSSIBILITA TAMBM EQUIPE ESCOLAR DEFINIR PRIORIDADES EM SUAS AES EDUCATIVAS. (PCNs, BRASIL, 1997, p. 31). 5. 5 Elaborar uma coletnea de imagens que mostrem as reflexes e argumentaes tecidas pela equipe. http://www.recreio.com.br/li cao-de-casa/experiencia- cientifica-faca-uma-chuva- artificial-usando-gelo-e- copo-de-agua-quente http://pegueinare de.blogspot.com. br/ http://professorameliss a.blogspot.com.br/2010 _09_26_archive.html http://blogue- folio.blogspot.com.br/20 12/10/uma-experiencia- cientifica.html http://abnerpacini.blogspot.com .br/2012_06_01_archive.html http://domalanopalmasto. blogspot.com.br/2010_09 _17_archive.html http://experienciascien tificasbarao.blogspot.c om.br/2011/09/o- poder-da-vitamina- c.html http://pchae.cie nciahoje.org.br/ alfabetizacao- cientifica-e- inclusao-digital/ 6. 6 Problematizao/reflexo. O ALUNO: AGEM COMO PESQUISADORES E INVESTIGADORES. TOMAM PARA SI A RESPONSABILIDADE POR SUA PRPRIA APRENDIZAGEM. TRABALHAM E M GRUPO. USAM O RACIOCNIO LGICO EM ALTO NVEL. (ANALISE, SNTESE E AVALIAO) DEMONSTRAM INTERESSE PELA CINCIA TOMAM DECISES SOBRE COM APRESENTAR SEU TRABALHO, DESENVOLVENDO AUTONOMIA. DEMONSTRAM DE VARIAS FORMAS A COMPREENSO DO CONTUDO E DA HABILIDADE ADQUIRIDAS. PLANEJAM SUAS ATIVIDADES E ETAPAS DE FORMA CENTRADA NO ASSUNTO, COM FLEXIBILIDADE. COMPARAM O TERICO COM A PRTICA. DESENVOLVEM AUTONOMAMENTE DISCUSSES QUE ESTIMULAM O RACIOCNIO CRITICO. APRENDEM A LIDAR E ESTABELECEREM REGRAS DE METODOLOGIA DE TRABALHO GRUPAL, E AS IDENTIFICAM DE FORMA QUE TODOS COMPREENDA. COMPREENDE QUE A CINCIA INVESTIGATIVA UM APRENDIZADO PRAZEROSO. 7. 7 Problematizao/reflexo. O PROFESSOR: ANALISAM E AVALIAM O CONHECIMENTO PRVIO DOS ALUNOS ANTES DE COMEAR A AULA, E USAM TAIS CONHECIMENTOS COMO BASE PARA INTRODUO DE NOVOS CONCEITOS E ASSUNTOS. REALIZAM PERGUNTAS QUE ESTIMULAM AS HABILIDADES DO RACIOCNIO LGICO. TAMBM DO CONTINUIDADE AS PERGUNTAS PARTINDO DAS PRPRIAS RESPOSTAS DOS ALUNOS, PERMITINDO O SURGIMENTO DE NOVA IDEIAS E SOLUES. ENCORAJAM OS ALUNOS A CONSTRUREM INVESTIGAES PRPRIAS. VALORIZAM A RESPOSTA DOS ALUNOS. ESTIMULAM OS ALUNOS A SE MANTEREM ATIVOS, FAZENDO COM QUE ELES DEBATAM SOBRE QUE ACHARAM, TESTAM E QUESTIONAM SUAS CONCLUSES. INTEGRAM OS CONTEDOS DE CINCIAS COM HABILIDADES PROCESSUAIS E ESTRATGIAS DE RESOLUO PROBLEMAS, ASSIM COMO A MATEMTICA, E OUTRAS CINCIAS. SO FACILITADORES, MEDIADORES, INDICADORES, ENQUANTO MODELAM COMPORTAMENTOS COMO A INVESTIGAO, A CURIOSIDADE, E AINDA O DESEJO DE SABER. AVALIAM O DESEMPENHO DOS ALUNOS DE FORMAS VARIADAS, MONITORANDO O PROGRESSO DOS ALUNOS CONTINUAMENTE, COMO TAMBM AJUDAM OS ALUNOS A AVALIAR SEUS PRPRIOS PROGRESSOS. 8. 8 Propostas que utilizem tecnologias no ensino de Cincias. CONSTRUINDO A CHUVA. APRENDER E SE CONSCIENTIZAR SOBRE O MEIO AMBIENTE. DESENVOLVER O CONCEITO DA GUA E SUA NECESSIDADE PARA A VIDA HUMANA ESTIMULAR A CURIOSIDADE E O INTERESSE PELAS AULAS DE CINCIAS. APRENDER O CICLO DA GUA. MATERIAIS 1 POTE TRANSPARENTE COM GUA QUENTE 1 PRATO GELO COMO FAZER A EXPERINCIA: COM O PRATO, CUBRA O POTE COM GUA QUENTE E ESPERE ALGUNS SEGUNDOS. DEPOIS, COLOQUE OS CUBOS DE GELO EM CIMA DO PRATO. REPARE NAS PEQUENAS GOTAS QUE VO PARECER DENTRO DO POTE. PRONTO! VOC ACABOU DE CRIAR UMA CHUVA ARTIFICIAL! O QUE ACONTECE? EM CONTATO COM A SUPERFCIE FRIA, O VAPOR SE CONDENSA E FORMAM-SE GOTAS DE GUA NA SUPERFCIE DO COPO. ISSO TAMBM ACONTECE QUANDO A GUA EVAPORA COM O CALOR: O VAPOR SOBE E ENCONTRA O AR FRIO, SE CONDENSA E CAI COMO CHUVA. 9. 9 Propostas que utilizem tecnologias no ensino de Cincias. BONECO ECOLGICO CABEA DE ALPISTE. ESTIMULAR OS CUIDADOS COM O MEIO AMBIENTE APRENDE O CICLO DAS PLANTAS E A NECESSIDADE DOS CUIDADOS. TRABALHAR HIGIENE E SADE O MOSQUITO DA DENGUE, PREVENO E MALES. MATERIAIS MEIA-CALA, SERRAGEM OU AREIA (DE PREFERNCIA AQUELA LAVADA POR SER MAIS GROSSA). ALPISTE OU PAINO COLA (PODE SER PARA TECIDO OU COLA QUENTE) PRATINHO DE PLSTICO OU FUNDO DE GARRAFA PET O QUE ACONTECE? PARA FACILITAR USAREMOS A PONTA DE UM DOS PS DA MEIA, PORQUE J TEM A COSTURA. DURANTE O ENCHIMENTO, A CABEA DO BONECO SER MONTADA PARA BAIXO. MISTURE UM PUNHADO DE ALPISTE COM A AREIA OU SERRAGEM E COLOQUE DENTRO DA MEIA AT ONDE VOC QUER QUE COMECE A NASCER OS "CABELOS" DO BONECO. PREENCHA O RESTANTE DA MEIA COM A AREIA OU SERRAGEM (SEM ALPISTE). AMARRE E CORTE AS SOBRAS. MODELE A CABEA (EM FORMA DE BOLA, BATATA OU DO JEITO QUE ACHAR LEGAL) E FAA A CARINHA. COLOQUE O CABEA DE ALPISTE SOBRE UM PRATINHO OU BASE DE GARRAFA PET CORTADA. DEIXE EM LOCAL AREJADO E REGUE O TOPETE DO BONECO DIARIAMENTE MAS, LEMBRE-SE "NO D GUA PARA O MOSQUITO DA DENGUE. 10. 10 Propostas que utilizem tecnologias no ensino de Cincias. DENSIDADE DA GUA. APRENDER SOBRE DENSIDADE, GRANDEZA, MASSA E VOLUME. MISTURA DE PRODUTOS, AUMENTAR OU DIMINUIR DENSIDADE ADQUIRIR GOSTO E PRAZER PELA DESCOBERTA CIENTIFICA. ESTIMULAR A CURIOSIDADE E O RACIOCNIO. MATERIAIS 1 OVO CRU; 1 RECIPIENTE GUA SAL DE COZINHA VARETA DE VIDRO OU COLHER PARA MISTURAR. O QUE ACONTECE? PEA AOS ALUNOS QUE COLOQUEM NO RECIPIENTE AT A METADE DO COPO E ADICIONEM O OVO. ELES DEVEM OBSERVAR QUEM MAIS DENSO, O OVO OU A GUA. EM SEGUIDA, PEA PARA QUE ELES RETIREM O OVO, ACRESCENTEM SAL GUA, MISTUREM BEM E COLOQUEM O OVO NOVAMENTE. QUE MUDANA DE DENSIDADE POSSVEL VISUALIZAR? QUANDO SE ADICIONA O OVO CRU NA GUA PURA, ELE VAI PARA O FUNDO DO RECIPIENTE, O QUE NOS INDICA QUE ELE MAIS DENSO QUE A GUA. PORM, QUANDO SE ADICIONA SAL NA GUA, O OVO FLUTUA. PROFESSOR PODE COMPLEMENTAR A EXPLICAO MOSTRANDO QUE A DENSIDADE DO MAR MORTO TO GRANDE QUE AS PESSOAS PODEM FLUTUAR NELE, SEM SE PREOCUPAR EM AFUNDAR. ISSO OCORRE EM RAZO DA ALTA CONCENTRAO DE SAL DISSOLVIDO NA GUA DESSE MAR. INCLUSIVE EM VIRTUDE DISSO QUE ELE SE CHAMA MAR MORTO; ESSA CONCENTRAO DE SAL IMPEDE QUE HAJA VIDA ANIMAL E VEGETAL NESSE LOCAL. 11. 11 Que aes poderiam ser colocadas em prtica para despertar o interesse dos alunos para a Cincia? TODOS OS COMENTRIOS E QUESTIONAMENTOS FEITOS PELOS ALUNOS TEM QUE SER VALORIZADOS E LEVADOS EM CONSIDERAO. OPORTUNIZAR AOS ALUNOS, A EXPRESSO VERBAL E ESCRITA DAS EXPERINCIAS REALIZADAS, COMO REGISTRO. TEM COMO PRIORIDADE O INTERESSE DO ALUNO NAS QUESTES QUE DESENCADEARAM AQUELA PROBLEMTICA. OPORTUNIZAR AO ALUNO ESPAO HBIL PARA, NA EXPERIMENTAO O ALUNO CONSTATAR TUDO AQUILO O QUE ELE PESQUISOU. PROFESSOR E ALUNOS TRABALHAM EM CONJUNTO PARA A BOA CONCLUSO DO ASSUNTO, E EXPERINCIAS REALIZADAS. SEMPRE PRIORIZAR O TRABALHO GRUPAL. RESOLVER OS IMPREVISTOS OCORRIDOS DURANTE O PROCESSO DE FORMA PACIFICA E ATENCIOSA, SEMPRE VALORIZANDO O ERRO, POIS ATRAVS DELE QUE SE CHEGA A SOLUO. REPLANEJAR E RECOMEAR. O PROFESSOR APRESENTA NOVAS ATIVIDADES INVESTIGATIVAS PARA QUE OS ALUNOS ESTEJAM SEMPRE ENGAJADOS SE ENTUSIASMAM, PARA O APRENDIZADO CIENTIFICO. 12. 12 Referencial Bibliogrfico TRIVELATO, Slvia F.; SILVA, Rosana L. F. Ensino d