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atm.92xxf7*zz ANNO XXV, S/Luiz --Quinta-feira, 8 de Novembro de 1866, ***:.
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  • ANNO XXV, S/Luiz --Quinta-feira, 8 de Novembro de 1866, ***:.""

    NUMERO 255,r

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    Asslgnatm-ns.

    CAPITAL, Pornnno ...16Ç000 Por semestre. 88500 Por trimestre. .$800

    0 PubUcador-Maranhense, folha Official e feria, é propriedade de I. J; Ferreira. As assignáturas são pagas, adiantadas:—abrem-se em qualquer dia, e IJ ti ali são cm Março, .limito, Sçtcmbi;o,c Dezembro.

    Subscrevesse no escriptorio da Typographia—Largo de Palácio n, 3í A,.MrtlJ*-*rí?!, ¦**?*¦*< '*¦"-

    I Asslg- naturas*

    4"\ INTERIÕII. i''Porniino.... 18ÇO0Ò I Por semestre. 98500

    Poftrimestre 5800C

    „ i_ aetsrsre r_»:iiio_»*!T U-CIMIWJ*" t\vrr_l_-OTitt._»r»rt____rr_ííièoí^ 3_;x_-**;-;i-i -x^.-a-av-.-jK--,';, t-j-_-.-i.__,B._ .mz w*.\atm.92xxf7*zz

    EXTERIOR. Correspondência particular do

    Publicador Maranhense. PARIZ, 7 de Outubro de 1866.

    O anno de 1866 ha de ser uiemo- rado no futuro'como. utn dós mais desgraçado, nos fastos da huuiani- dade.

    Aos flagellos que ca.tig&rao a rios pa infuliz Europa, o cholera, a guer- ra, a peste dos gados, oa gafanhotos, o terremoto, veio unir-se o íhgello das inundações. Seis semanas d'u- ma chuva quasi quotidiana acaba- rao por engroesar ob rios e os canues, o transformar em torrentes devasta- dnrii9 até os mnis pacíficos arroios Nada resiste no seu curso impetuo- so; os diques estilo rompidos, ns

    pontos derribadiia. Aldeias intei-

    A revolta quo arrebentou na illm de Creta nílo deixou de preocup-ir bastante o governo francez; hoje é evidente e claramente demonstrado quo eato movimento n3o foi promo- vido sentto que to produzisse do novo a grande questão do Oriente. Gra- ças a Dèôs, eis ainda utn conílicto apaziguado. Ainda mais uma vez mullograrSo bb intrigas russas. Pa- ra dar cabo oom todo9 os enredos do nutocrata da Rússia, e ne o Sultão quer conservar o seu throno, precisaria que consentisse serias e efficazcsreformas; o aeu throno e mes- ino a sua vida dependem d'isso. Então deve procurar imitar o vice- rei do Egypto; este quer inaugurar para-o «eu paiz utn systèmã con*ti- tucioml; conseguirá elle este fim? Todosos nriiig>s do progresso o d. civilisaijSo fazem votos para o seu feliz exito, porém perinittirílo 03CO

    fes de corpos listas copiosas de sol- dados quo mereciao ser recompen- ,-íados; porém, o general fez-se .de surdo, dizendo que a. única, recom- pensa quo devia ambicionar um sol- dado estava no sentimento de ter cumprido o seu dever. .

    Na Áustria, nada de notavel.sendo que o governo está âsinpre procuran- do um meio para satisfazer a Hun- grin. 0J povos di Bohemiu nSo estão satisfeitos com o Imperador Francisco Jo.*é;d'uqu«lle Indo receia'- so um t-ublovamento cm fnvoí dn autonomia.

    S. PtíUrsb.urgo ctstá muito alegre; alli lv» fo.--.tiis esplendidas.. A povoa- çao acaba do receber u sua futura Im- pentriz, a princezi Dngmnr, despp- .-.iida com o principo herdeiro, o qunl fez alli um,i entrada triumph il n- compunha.!, polo principo reiil dn Dinamniiu. _?iid..8-os uiefítibròs d

    us estão sepultadas debaixo dus o»umes orientaus a renlisnção doa eua

    guas acima dás quaes nao se perce ba senflo o cume dns casas ; us pia- nicie8 formSo vastas lagoas, as arvo- ros desatrnigadns fluctuSo á mercê dus ondas destruidoràs,

    O Imperadoi eommoyido pela mi- seria que inflingio noa habitantes dos departamentos inundados ta"'.

    grande sinistro,ordenou ao ministro do interior de abrir uma subicii- pçao geral na qual .entrou por uma quantia de 100,000 francos ; a im-

    peratr-i- nssignou por 35,000 fr-ti cos, c o príncipe jmperial.ppr 10,000 franco.-*. Nao obstante esta -gênero- H>t iniciativa, duvidamos que li «jau bastantes subscriptorespnra soecor- rer tantos infortúnio.".

    Nestes últimos quinzo dins, a morte visitou os membros do Sena- de. O conde Baociocchi abrio-n marcha fun;bre, falleoetido ua ida- de de 68 annoa. Mal tinha-se fe- chudo a sua cova, quando se tbrio outra para o marquez de Boissy, que chnmavao o menino truvesso do Se- nado; este era o pesadello do pre- sidente, pois que nílo havia sess-o em que nfto fosse obrigado a cha- imil-o á ordem cinco ou seis vezes. N'elle n França perde um bom pa- triotii, e os habitantes de Luciennes onde está situado o aeu castello por- dem um protector; também a aocie- dade conta de mGnos um homem de bem.

    De Berne, recebamos a noticia du morte do embaixador de Françi, c marquez Burgot. Pois, flcSo tres lugares vagos no Senado. Assim como já o sabeis, a família imperial acha-se em Biarritz; o imperador goza escellente saúde; a iittençSo de todoa fica concantradu nus águas

    políticas de Biarritz, visto que, por ora, alli ha umu vetdudeira contra- dansa, onde fiffluem os diplomatas. Evperfib o principo Gortschahoff, e também ¦__;; de Bismarck, se este ultimo forem estudo do supportar a viagem, visto qua.n sua eaudo ea- tá tal, por ora, que foi obrigado a deixar o seu posto por utn mez.

    O imperador Nopoleiio III pas-v sou uma revista da frota cncournçi- da no Oceano, que está debaixo das ordene ,do vice-olmirante La Rou- oiere-Lenoury; algumas recompen sas forSo distribuídas ás tripolu- gõea. M. Munatiér. desembarcou a Marselha no dia 27, o partio logo pnra Biarritz, onde prestou juraraon- to entre as míJoa do imperador. O novo ministro receb.eo o corpo di plomatico no dia 2 de outubro, e .íem-duvida, inaugurará a_-.uncco.es pni* uma circular, oqs. ogehtos france- nes nos-paizea e-trángèiro-l,

    O gabinete de Madrid ucceilou os bons"oíncios dii França, e da Ingla- terra na tua qutiptao.com o Ghili, c declarou que entendia conformar^se com a decisãa'd'e8ta3 duas' poteríci- ai. A entrevista que devia ter lu- gnr em Biarritz'entre a imperatriz Eiigi-nih è a ráiü-ha de Hespanha nílo pôde clfrotuar-ee, estando a in- funta de Hespanha muito doente, e entfio S!,.;M.' D. laabel voltou a Ma- drid. 0 marechal 0'Donnoll eutá em Biarritz".

    '. '• . O marefhal Bàzame deixará Biar-

    . ritz rios primeiras dins de novembroj o com elle voltará à França,- uma primeira porção'das tropas france-• _ns das expediçõeVdb México,

    proj.!Cto.s 1 Esperem.ol-o ! Assim, •evíintar—se-hia uma barreira inex pugnavel contra as ideia.i d'usurpu- r-So do Czar de tpdiis us Rui-.iu.s.

    Porém, voltemos á Bufliui ond.! apenas íhüo descansados das f_s.tn's dadas pura celebrar u volta do exer- cito de Sidow.i c do Rei.

    O governo achou que d Ciiin.r.i dos deputados devin estiii* cnúsadn depu- ia de tantas fadigas; eis porque acoii- oelhou-lhe de ir to-.üar fresco no cnm po, o nao voltar a Berlim utites de 12 do novembro. Oi'ei c Ml de Bi,-- marck nao dormem aocegndos, senib qunndo os deputado* gpz.tq ás ferias; porém devem t-htiu' sntiVlei.Uid cmii elles.piiis queu camnru ciiiomleo lhe> um imposto de mais de 337 milhõãn do thaleros; toji cerca de 1 tnilliitr 263 milhões de frúnav; por i-.no n melhor hurmoiiia reina, pur ora eii- tre os dois campos. Dizem que eis tu avultnda quantia édestioadn á f,-i.bii cuçflío de polvoru, iirmus, canhões, munições e upparelhis de guerra, Peis, nüo disis o tniiii-tro d. fn.endn

    a menor palavra; nunca o Sr. Be ar mi n o devolveu uma única corres-

    pendência do Brejo, cuj.s publica- cosa na Coulição eríto uuotorisndus pela respectiva redicçSo, no intores- se político dos seus amigos d'equellu localidade. ___

    Eis abi. corno íuetos tao simples, sem significação c importância pnra o Sr. Dr. Brogu, qunndo mesmo.u- oontece*se como informa o Sr. Be- larmino do Mattos, puderam dar ori- gem á tremenda perseguição que pei-a contra esse Sr. u seus compli

    da o Sr. Dr. que obteve pelo magi- oo encanto de sua infiuencia, que u Relação do districto julgasse tiullo o tíí 1 te.-tamoiito á requerimento dos herdeiros legitimes;... quo o Sr, De. Braga fosse por eílu indiendo pnra orgntiisnr o processo de lesponsabi- liiinde ..lo e.seiiv_o Gromwell; o quo ainda In jiòucc, d.etiegasse pidcm de habeas-corpus; om favur dos perse- guidos! !..

    Forsem duvidn, ainda; di-vídn á djubplicn v.iriuh.i do Sr. Dr. Bragu íue a idéa criminosa de que stí tra.

    ce>; havendo o auetor de tfto rovul- ctu goniiiiio.u tio cer.eÍJrò (]os úcdú tan te plano podido phantuaiar tod.i sndos. . . essa!'"8iíuída historia qué-ee refere uo Do qiíe levamos exposto, veja o teiitumento do pndro Rocha Viana; publico se ó possível medir a ii.llu.ru sabendo tílo purfeitumente plantiil-a; do pedestal em quo su assenta „ influ- na op;ni!io publica que dilliçilinentelericià ii poder tlò Sr. Dr;Br(vg..j e se conseguirá o Sr. Bularmino do Mat- ao mesiiió t.inpo, pojicl Kiiiidu; o a- tos ju-tilie-u'-:.", muito i mbórti ve bysmo em que cnhiriim tuntas nu- licobérto com o liinnto d'i.-s-a nbsol- rctoriiladçij. tuiitcs juizes p tribunnu-,

    fiiiiiliu imperial foiílo no aeu etfoon- viç5o,de que tanto uhr.do piroce fa- j t--int.is_pés_qa3,'emtím, do bem repu- tro, o dizem que o cúsameiito lia de zèr I lado conceito, reduzidas couío fic.-i.iii,

    Ni opiniSodo Sr. Bularmiiio, ciíu- a miseráveis instruineptos do ódio, di viimiiüi*.>...

    cèlebr.ir--è d'nqui á alguns di.i3.

    prusMann: " A Prus.*ia deve ter u bolsa cheia c estar sempre com a mao sobre a espndn. " Estas poucas palavras sSto muito chris; fornecem a prova quo a Prússia ainda nfto ncha ter feito