ASSOCIAO FILATLICA E NUMISMTICA DE SANTA EDITORIAL NDICE GERAL AO REMETENTE 04 Projeto TAMAR em Florianpolis 08 Do Cartier-Bresson que no conhecemos 10 Falsificao - o caso da ilha da Trindade 12

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<ul><li><p>1</p><p>ASSOCIAO FILATLICAE NUMISMTICA</p><p>DE SANTA CATARINA</p><p>BOLETIM INFORMATIVO No 52AGOSTO DE 2005</p></li><li><p>2</p><p>ASSOCIAO FILATLICA E NUMISMTICA DE SANTA CATARINA</p><p>Rua dos Ilhus, 118 sobreloja 9 - Ed. Jorge DauxCEP 88.010-560 - Florianpolis - SC</p><p>Fone/fax: (48)222-2748</p><p>A AFSC, fundada em 06/08/1938, uma Entidade sem fins lucrativos, reconhecidade Utilidade Pblica pela Lei Estadual 542 de 24/09/1951 e pela Lei Municipal</p><p>970 de 20/08/1970.A AFSC filiada FEFINUSC - Federao Filatlica e Numismtica de Santa</p><p>Catarina, FEBRAF - Federao Brasileira de Filatelia, e FEFIBRA - Federaodos Filatelistas do Brasil.</p><p>DIRETORIA da AFSC (perodo 2004 - 2005):</p><p>Presidente: Lus Claudio FritzenVice-presidente: Felix Eugnio ReichertPrimeiro secretrio: Ernani Santos RebelloSegunda secretria: Daniela Ota Hisayasu SuzukiPrimeiro tesoureiro: Rubens MoserSegundo tesoureiro: Paulo Cesar da SilvaDiretor de Sede: Ademar GoeldnerDiretora juvenil: Lucia de Oliveira MilazzoConselho fiscal: Demtrio Delizoicov Neto</p><p>Eduardo SchmittLuiz Antonio Oliveira HornJoo Alberto Brasil (Suplente)Jos Luiz Sobierajski (Suplente)Roberto Wildner (Suplente)</p></li><li><p>3</p><p>EDITORIAL</p><p>NDICE GERAL</p><p>AO REMETENTE 04Projeto TAMAR em Florianpolis 08Do Cartier-Bresson que no conhecemos 10Falsificao - o caso da ilha da Trindade 12Cdulas brasileiras - como colecionar 16Allan Kardec 22Filatelia Temtica - um pouco de histria 24Cartes postais - dicas para colecionadores 26A Sigilografia na numismtica brasileira 28AFSC participativa 34ndice de Anunciantes 36</p><p>Temos a convico de que o colecionismo brasileiro vive um bom momento.Iniciativas como a Vila Rica 2005 - I Exposio Filatlica Nacional, a serrealizada em Ouro Preto, no perodo de 14 a 20 de agosto, promovida pelaFEFIBRA e CORREIOS, a I Mostra Filatlica e de Telecartofilia de SantaCatarina, acontecendo de 25 de julho a 5 de agosto, em Florianpolis,promovida pela Brasil Telecom e CORREIOS e a II Feira Internacionalde Filatelia, que acontecer em So Paulo de 25 a 26 de novembro, soexemplos do empenho de muitos entusiastas, a quem saudamos.Ao mesmo tempo em que a Associao Filatlica e Numismtica de SantaCatarina realiza o 140 Encontro de colecionadores do Estado, estamosfelizes por entregar mais um boletim SANTA CATARINA FILATLICA.Agradecemos a todos os articulistas e anunciantes, que nos proporcionarammais esta edio.Boa leitura!</p><p>A Diretoria</p></li><li><p>4</p><p>H diversos motivos pelos quais osCorreios devolvem uma carta ao seuremetente. Encontramos alguns carimbosexplicitando esses motivos. A figura 1 nosmostra um envelope, circulado em finsde 1949, com um carimbo exclusivo parao motivo No existe o nmero indicado.</p><p>Outros, exclusivos para Mudou-se s/comunicar (figura 2) e No mora noendereo indicado (figura 3), aparecem</p><p>em envelopes circulados em 1950.Podemos concluir que deveria havercarimbos para outros motivos. Caso noexistissem carimbos, o motivo seriamanuscrito sobre o envelope (figura 4).Atualmente, todas as justificativas para adevoluo das correspondncias esto em</p><p>um nico carimbo (figura 5). Istofacilita o servio, pois reduz de seis(pelo menos) para um nicocarimbo. Para as correspondnciascirculadas, dentro do territrionacional, essas informaes estoescritas em portugus e para ascorrespondncias vindas de outrospases, que precisam ser devolvidasao remetente, h um carimbosemelhante, mas escrito em francs(figura 6).O mdulo 5 do captulo 5 doManual de Distribuio, emitido em</p><p>18/02/91 e em vigncia desde 01/12/90,em seu item 1, trata das Regras Geraisde Devoluo. O item 1.1 diz,textualmente, ser, de imediato,devolvido ao remetente, o objeto no qualconste uma das anotaes citadas abaixoe que, aps esgotados todos os recursosdisponveis, inclusive o da pesquisa, noseja possvel a sua entrega a quem dedireito, salvo os impressos simples que</p><p>AO REMETENTE</p><p>Roberto J. Eissler - Jaragu do Sul, SC</p><p>figura 1</p><p>figura 1AVerso parcial</p></li><li><p>5</p><p>no sejam de devoluo automtica ougarantida:D destinatrio DESCONHECIDO nolocal;I endereamento INSUFICIENTE;M destinatrio que tenha MUDADO;N NO existe o NMERO indicado;R objeto RECUSADO;F destinatrio FALECIDO.Essas recomendaes se fazemnecessrias pois, segundo o artigo11 da lei n 6.538 de 22 de junho de1978, os objetos postais pertencemao remetente at a sua entrega aquem de direito. Isto quer dizerque os Correios so fiisdepositrios da correspondnciaque enviada e, se o destinatriono for encontrado, os Correiosdevem devolv-la ao remetente.Os carimbos de borracha, aplicadosna correspondncia, trazem osmotivos dadevoluo citados e</p><p>mais dois: AUSENTE e NOPROCURADO. H um espao embranco para um motivo diferente dessese h, tambm, um espao para assinalarse a informao foi escrita pelo porteiroou sndico.Com a chegada dos carimbos Trodat,esses carimbos de borracha comeam aser substitudos e um novo, contendo onome do carteiro, passa a ser utilizado(figura 7). Caso a correspondncia tenhaimpressos os motivos de devoluo,basta aplicar um carimbo Ao Remetente(figura 8) e assinalar o motivo.Os carimbos ilustrados nas figuras 5, 6, 7e 8 so usados pelos Correios de Jaragudo Sul, ou o foram num passado recente.Podemos afirmar que, de um modo geral,no deve ser muito diferente em outrasagncias. Entretanto, poderemosencontrar diferenas nos carimbos.</p><p>figura 2</p><p>figura 4Frente e verso</p><p>figura 3</p></li><li><p>6</p><p>Um motivo no previsto no citado Manualde Distribuio CAIXA POSTALCANCELADA (figura 9). Esse motivopoderia ser escrito no espao em brancoque h no carimbo de devoluo (figura5), entretanto deve ser um motivo bastantecomum, pois temos carimbo especial paraessa situao em So Paulo.</p><p>H tambm perodos de exceo, guerrase beligerncias entre outros, quedificultam a chegada da correspondnciaao seu destino, como por exemploRelaes Postais Interrompidas (figura10). Mas isso j uma outra histria...</p><p>Concluindo, os envelopes AoRemetente so indiscutivelmentecirculados e pertencem a um</p><p>figura 5Dimenses:4,7x5,3cm</p><p>figura 6Dimenses:6,2x6,2cm</p><p>figura 8Dimenses:4x2,3cm</p><p>figura 9</p><p>figura 9AVerso parcial</p><p>figura 7Dimenses: 6x4cm</p></li><li><p>7</p><p>captulo novo a ser explorado pelosfilatelistas na Histria Postal. Muitasvezes os envelopes percorrem caminhostortuosos at voltarem aos seusproprietrios (remetentes). Descobrir taiscaminhos e as causas do seu retorno nosfaz viajar com esses envelopes.</p><p>Observaes sobre algumas figuras:</p><p>Figura 1 = Envelope registrado de Pelotas(30.11.1949) com destino a Porto Alegre(06.12.1949). Devolvido ao Remetenteconforme carimbo no verso pois no existeo n indicado. Retornou a Pelotas em23.01.1950 e aguardou no setor Posta</p><p>Restante para que o proprietrio fossebusc-lo.</p><p>Figura 2 = Verso de um envelope deBlumenau (04.03.1950) com destino aPorto Alegre (11.03.1950). Devolvidoao Remetente pois o destinatriomudou-se s/comunicar. Retornou aBlumenau em 20.03.1950.</p><p>Figura 3 = Verso de um envelopecirculado em Porto Alegre e devolvidoao remetente em 07.08.1950 pois odestinatrio no mora no endereoindicado.</p><p>Figura 4 = Bilhete Postal de Diamantina(11.07.1921) com destino a BeloHorizonte. Devolvido ao remetenteconforme anotao manuscrita noexiste a numerao na rua indicada15.7.1921. Retornou a Diamantina eaguardou no setor Posta Restante paraque o proprietrio fosse busc-lo,entretanto foi no-reclamada pois noconsta o endereo do remetente sendo</p><p>impossvel avis-lo para buscar essa carta.</p><p>Figura 9 = Envelope (22,5 x 16,5 cm) deJaragu do Sul (03.09.1988) a So Paulo(05.09.1988). Devolvido ao Remetente poiso destinatrio teve a caixa postal cancelada.</p><p>Figura 10 = Envelope de Curitiba(09.09.1940) via Portugal / Frana nochegou por motivo de relaes postaisinterrompidas. Retornou a Curitiba em27.07.1941.</p><p>figura 10 - Frente e verso</p><p>Conhea aAFSC</p><p>pela internet:</p><p>www.afsc.org.br</p></li><li><p>8</p><p>Com relativo atraso, finalmente foiinstalada em Florianpolis a 21 Basede Pesquisa e Conservao do ProjetoTamar. O evento ocorreu no dia 6 de abrilde 2005, no Centro de EducaoAmbiental e Reabilitao do Tamar,localizado na praia da Barra da Lagoa,norte da ilha e contou com a presena devrias autoridades e tcnicos ligados aomeio ambiente e representantes de ONGs.</p><p>A chamada Base Tamar Sul foi criada paraapoiar as aes realizadas pelo Tamar emnossa regio, com o objetivo de reduzir acaptura incidental de tartarugas marinhaspela pesca.Na ocasio foram liberadas, na praia emfrente Base, duas tartarugas marinhasrecuperadas pelo projeto.A base do Tamar em Florianpolisfunciona em uma rea de dois hectares. formada por uma rea de exposio compainis explicativos sobre o trabalho doProjeto no Brasil e na regio Sul, inclusive</p><p>com explicaessobre as artes depesca que capturamtartarugas marinhas.Possui rplicas deanimais marinhos,</p><p>trs tanques para reabilitao e exposiode tartarugas, sala de vdeo e loja deartigos de souvenir com a marca doTamar. O Centro de Reabilitao atendeos animais machucados por redes ouanzis e l permanecem at a sua plenarecuperao para que possam serdevolvidos natureza.O Tamar um dos mais bem sucedidosp r o g r a m a sa m b i e n t a i sdesenvolvido peloIBAMA , j tem 25anos de existncia enesse perodoalcanou a marca desete milhes defilhotes de tartarugamarinha nascidossob a proteo doProjeto. importante ressaltarque de cada 1000filhotes desovadosnas praias apenas</p><p>Projeto TAMAR em Florianpolis</p><p>Ernani Rebello - Florianpolis, SC</p></li><li><p>9</p><p>um consegue chegar idade adultapara reproduo. Da a importnciada conscientizao da populaoligada atividade pesqueira na suaproteo e conservao.Para os aficionados docolecionismo, lembramos queexistem diversos itens editadossobre o Projeto Tamar, tais comocartes postais e cartes telefnicos.Alm disso, a tartaruga marinhaaparece em estampas de cdulas,como a mostrada aqui, no valor deR$2,00, moedas e selos.</p><p> de se lamentar que o Departamento deFilatelia da ECT no tenha editado sequerum carimbo comemorativo ao evento.</p><p>Seja participativo:Associe-se a um Clube ou Associao.</p><p>ADEMAR GOELDNER (Florianpolis)Compro, vendo, troco e avalio:</p><p>Cdulas, Moedas, Medalhas, Selos nacionais e estrangeiros,Cartes postais, Documentos antigos selados, canetas tinteiro,</p><p>estampas EUCALOL, lbuns de figurinhas,carteiras de cigarros.</p><p>Se voc quiser comprar ou vender material nos leiles da AFSC,entre em contato.</p><p>Fone: (48) 334-5199ademar.goeldner@ig.com.br</p></li><li><p>10</p><p>O olho do sculo, como ficouconhecido Henri Cartier-Bresson,nascido em 23 de agosto de 1908, emChantelpoup, cidade a 30 Km leste deParis, era filho de uma famlia burguesamuito ligada arte. Da me normandaherdou uma candura e elegncia frugal.Seu pai parisiense era empresrio do ramotxtil que no prosperou muito, masviviam com conforto. Seus primeirospassos pela arte foram estimulados peloseu mestre na Escola Fnelon, que oencorajou a visitar o Louvre e asgalerias de arte moderna. Ele prprioconfessava que sua obsesso era apintura. Seu primeiro mestre empintura foi Jean Cottenet. No incio dosanos 20, Henri recebeu aulas deJacques-mile Blanche, um requintadopintor da poca. Em meados dos anos20, Blanche colocou Cartier-Bressonsob suas asas e o introduziu no seumundo cultural. Levou-o ao salo deMarie-Louise Bousquet e a visitarGertrude Stein, que depois de olhar ostrabalhos do jovem pintor aconselhou-o a seguir o ramo txtil do pai.Conheceu tambm o poeta e pintor</p><p>Max Jacob e atravs de seu colega declasse encontrou o historiador de arte lieFaure. Aos 20 anos de idade, Cartier-Bresson j tinha adquirido considervelbagagem cultural.Em 1927, entrou para o estdio de AndrLhote, que no era um pintor talentosomas tinha aderido precocemente aoCubismo. Chegou a pintar 2 peascubistas em 1928, uma em Paris e outra</p><p>DO CARTIER-BRESSONQUE NO CONHECEMOS</p><p>Mauro Cesar de Azevedo Machado - Florianpolis, SC</p><p>Famosa foto de Henri Cartier-Bresson,em que ele mostra sua notvel</p><p>capacidade de composio.</p></li><li><p>11</p><p>em Cambridge. O ano acadmico de1928-1929 ele passou visitando seu primoLouis Le Breton que estudava no ColgioMadalena da Universidade de Cambridge.Continuou pintando. Em Cambridge,conhece o trabalho de Eugne Atget eMan Ray. A partir da surge o seu interessepor fotografia. O conhecimento e a paixopela arte figurativa lhe remetem afreqentar ambientes surrealistas. Em1929, retornando a Paris, Cartier-Bressonfez o servio militar obrigatrio no quartelde aviao Le Bourget, nos arredores deParis. Como discpulo do Surrealismo nofez segredos de seus sentimentos e davarespostas cmicas aos questionrios paraos novos recrutas. Ele mesmo lembrou deuma ocasio em que estava em serviocom um rifle sobre um ombro e uma cpiade Ulysses sob o outro brao.Em 1930, Cartier-Bresson deu seuprimeiro passo na sua reviravolta pessoalquando embarcou para Camares e, aoretomar, desceu na Costa do Marfim.Contraiu malria e ficou muito mal, massem perder o senso de humor enviou umcarto postal ao seu av, pedindo para serenterrado na Normandia, nos limites daFloresta de Eawy, e que fosse tocado umquarteto de cordas de Debussy no funeral.A resposta do av, ditada por um tio, foisuscinta: Seu av acha tudo isso muitocaro. prefervel que voc retorne antes.Aps a grande viagem frica, j em1931, que comea a descobrir e sededicar arte fotogrfica.Em 1932, com 24 anos de idade, HenriCartier-Bresson adquiriu uma cmera</p><p>Leica e seu interesse meramente casualpela fotografia tornou-se uma grandepaixo.Em 1939, foi convocado para o serviomilitar, caindo prisioneiro em 1940. Foge,e em 1943 alia-se Resistncia.Em 1947, funda em Nova York a AgnciaMagnum junto com Robert Capa, DavidChim Seymour, Bill Vandivert e GeorgeRodger.Suas marcas pessoais sempre foram oanonimato de suas prprias imagens e nogostar de entrevistas. Fazia muito bem acombinao da imagem forma com aimagem expresso.</p><p> dele a frase: Fotografar uma questode colocar o olho, o corao e a mentenuma mesma linha de viso.Considerado o pai do fotojornalismo, nosdeixa um grande legado. Acho at mesmoque ele no morreu, e est apenas nacmara escura da vida para se revelar emuma grande imagem aos novos amantesda arte fotogrfica.</p><p>Crditos: Trechos do livro: HENRICARTIER-BRESSON: The Early Work ,editado pelo Museu de Arte Moderna deNova York, 1987, organizado por PeterGalassi.</p></li><li><p>12</p><p>Quando falamos de falsificao deselos, nos ocorrem duas situaesdistintas: aquelas em que os falsificadoresvisam a prejudicar os colecionadores, eoutras aos prprios correios. Os falsriosprocuram reproduzir as peas postaisexistentes ou do passado.H entretanto uma terceira possibilidade,no menos lesiva: aquela em que secriam selos e documentos inexistentes.Nesta ltima hiptese, podemos apontar</p><p>para a emisso da Ilha da Trindade, nacosta brasileira.A Ilha da Trindade, localizada a 1.150 kma leste do Esprito Santo, fica na latitude2030' S e longitude 2920' O, sendocomposta de solo calcrio e argila em umterreno acidentado, a meio caminho entrea frica e Amrica do Sul, que foidisputada entre Portugal e Gr-Bretanha.Pertence ao Brasil deste 1897.O francs James A. Harden-Hicken,</p><p>quando a bordo do navio Astoria paradar a volta ao mundo, aportou na Ilhada Trindade, devido ao mau tempo.Resolveu lanar sua bandeiraparticular e proclamou-se PrncipeJames I da Trindade.Retornando a Paris, em 1893, enviouuma proclamao a vrios pases,noticiando a criao do PrincipadoIndependente de Trindade. Chegou ainstalar uma chancelaria em NovaYork. Propu...</p></li></ul>