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ASSISTENCIA DE ENFERMAGEM PR, TRANS E PS OPERATRIOPOSICIONAMENTO DO PACIENTEFOWLER uma posio semi-sentada (45) Utilizada em:- distrbios respiratrios,- ps-operatrio de cirurgias de cabea e pescoo e cardacas,- alimentao oral ou por sonda- preveno de aspirao pelas vias respiratrias de secrees ou vmitos em pacientes com nvel de conscincia rebaixados

SIMS o decbito lateralizado com flexo dos MMII.

DECBITO LATERAL / SIMS O brao inferior pode estar esticado e apoiado em suporte protegido. Coxins- separam as pernas. Na linha da cintura, fixar o paciente com uma faixa larga de esparadrapo, sobre o quadril. Acesso para cirurgias renais.

GENUPEITORAL o ajoelhamento com o peito descansando na cama.Utilizada em:- Posio usada para exames ou cirurgias vaginais e retais.

LITOTMICA OU GINECOLGICA Pernas elevadas para expor a regio perineal. Permanecer mais de 2 horas nesta posio exige a utilizao de bandagens ou meias anti-embolticas. Utilizada em cirurgias ginecolgicas (vaginais) e proctolgicas.

TRENDELEMBURG o decbito dorsal, com os MMII acima do nvel da cabea. Decbito dorsal, parte superior do dorso abaixada e ps elevados. Permite a vizualizao dos rgos plvicos e abdome inferior. Utilizada em:- facilitar retorno venoso,- ps-operatrio de cirurgia de varizes e- reduo do edema.TRENDELEMBURG REVERSO Cabeceira elevada e ps abaixados Oferece melhor acesso s cirurgias de cabea e pescoo.

ORTOSTTICA ou ERETA - paciente permanece em p.Utilizada em:- para exames neurolgicos e- de certas anormalidades ortopdicas.

DECBITO DORSAL OU SUPINA. - regio frontal para cima.

Brao com ngulo menor que 90 (ou ao longo do corpo) rea de presso: occiptal, escapular, sacral, coccgea, calcneos. Usar gel, espuma, ar, para reduzir a presso sobre as veias Maioria das cirurgias abdominais, trax. VENTRAL ou PRONA - regio frontal para baixo.- cirurgias da coluna vertebral e- dos MMII poro posterior.Movimentos fisiolgicos

Os movimentos ocorrem nas articulaes onde dois ou mais ossos ou cartilagens se articulam uns com os outros. Os movimentos so:

FLEXO indica curvatura ou diminuio do ngulo entre os ossos ou partes do corpo.

EXTENSO significa endireitar ou aumentar o ngulo entre os ossos ou partes do corpo

ABDUO significa afastar-se do plano mediano no plano coronal (quando se move um membro superior para longe do lado do corpo)

ADUO significa movimento na direo do plano mediano em um plano coronal (quando se move um membro superior emdireo ao lado do corpo)

ROTAO significa virar ou girar uma parte do corpo em torno de seu eixo longitudinal1, como por exemplo, virar a cabea para o lado. Rotao medial (rotao interna) traz a face anterior de um membro para mais perto do plano mediano.

CIRCUNDAO um movimento circular que combina flexo, extenso, abduo e abduo e, ocorre de tal modo, que a extremidade distal das partes se move em um crculo.

OPOSIO o movimento pela qual a polpa do 1 dedo (polegar) trazido at polpa de um outro dedo

REPOSIO descreve o movimento do 1 dedo (polegar) a partir daposio de oposio de volta a sua posio anatmica.

PROTRUSO um movimento dianteiro (para frente)

RETRUSO um movimento de retrao (para trs)

ELEVAO significa elevar ou mover uma parte para cima, como por exemplo, elevar os ombros quando no movimento de encolher os ombros

DEPRESSO significa abaixar ou mover uma parte para baixo, como por exemplo, abaixar os ombros quando no movimento de relaxar os ombros, quando de p

EVERSO o movimento da sola do p para longe do plano mediano (virando a sola lateralmente), quando o p est completamente evertido, ele tambm est dorsifletido

INVERSO o movimento da sola do p em direo ao plano mediano (a sola olhando medialmente), quando o p est completamente invertido, ele tambm est plantarfletido

PRONAO o movimento do antebrao e mo que gira o rdio medialmente em torno do seu eixo longitudinal de modo que a palma da mo olha posteriormente e seu dorso olha anteriormente

SUPINAO o movimento do antebrao e mo que gira o rdio lateralmente em torno do seu eixo longitudinal de modo que o dorso da mo olha posteriormente e a palma da mo olha anteriormente (posio anatmica)

Alteraes da Coluna Vertebral

(*) coronal ou frontal desvio na lateralidade, direita ou esquerda.sagital desvio no sentido ntero-posterior ou da flexo-extenso.transversal ou transverso desvio rotacional, direita ou esquerda.

FraturasCaracteriza-se como sendo a quebra total ou parcial de um osso ou seja, a quebra estrutural da continuidade causada por uma pancada muito forte, uma queda ou esmagamento, podendo gerar graves leses em partes moles, como msculos, tendes, ligamentos, etc.

Classificao das fraturas

Relao com o meio externoFECHADAS EXPOSTAS OU ABERTAS

Expostas: 1) acima de 10 cm contaminada. 2) at 6 horas contaminada. De 6 a 12 horas potencialmente infectada. Mais de 12 horas infectada.

Quanto ao mecanismo de produo da fraturaTRAUMATISMO INDIRETO Compresso mais comum ocorrer nosossos esponjosos, por exemplo, a coluna vertebral e calcneo, geralmentedevido a quedas de altura.Flexo ocorre em ossos longos quando estes so forados no sentido da flexo.Toro ocorre em ossos longos gerandofraturas com trao helicoidal.TRAUMATISMO DIRETO

QUANTO A LOCALIZAOEPIFISRIAFISRIAMETAFISRIADIAFISRIA

QUANTO AO TRAO DA FRATURATRANSVERSA: trao da fratura perpendicular ao segmento sseo. OBLQUA, trao da fratura >30. ESQUILOSA, apresenta fragmento intermedirio entre os segmentos sseos fraturados.COMINUTIVA (cominuta) ou multisegmentares, quando tem mais de dois fragmentos.HELICOIDAL, onde o trao da fratura est em espiral. Este tipo de fratura causado por uma fora de toro.SEGMENTAR ou dupla quando um osso apresenta dois traos de fratura, determinando um longo segmento sseo entre os dois.

SOLUO DE CONTINUIDADECOMPLETA, onde ocorre um trao dividindo o osso em dois ou mais fragmentos distintos, podendo permanecer prximos uns dos outros (transversal, oblqua, em espiral, etc.) ou ficarem espalhados (cominutiva).- INCOMPLETA, onde ocorre a perda parcial da continuidade do osso ou a presena de uma fenda que atravessa todo o osso. Os exemplos mais comuns deste tipo de fratura so a fissura (trincamento do osso) e a fratura em galho verde (osso fica em parte quebrado ou em parte dobrado ou curvado), sendo mais evidente em crianas, devido plasticidade ssea.

quanto estabilidadeESTVEL ocorre quando as foras que agem sobreos fragmentos sseos no so suficientes para provocar o desalinhamento da fratura, mantendo o osso na posio anatmica.INSTVEL - ocorre quando as foras que agem sobreos fragmentos sseos tendem a provocar o desalinhamento da fratura.

quanto ao desvioposterior; anterior; lateral; medial; angulatrio; varo; valgo; retrocurvato; anticurvarto; e rotatrio.

TRATAMENTO OPERATRIO OU CRUENTOIndicao absoluta: interrupo do aparelho extensor; fraturas instveis de colo de fmur; fraturas articulares instveis e com desvio; fraturas de difise dos ossos do antebrao; fraturas expostas; pseudo-artroses; falha no tratamento conservador; polifraturados e politraumatizados; fraturas associadas leso vascular.

Indicaes recomendveis: fraturas de difise de fmur; justa articulares; maleolares; difise de mero instveis ou em obesos; instveis de difise de tbia.

Indicaes relativas: Vo de acordo com caractersticas prprias do doente e no da fratura. Exemplo disso seria paciente que no aceita permanecer por longo perodo imobilizado ou no pode se afastar do servio por muito tempo.

Existem dois tipos de osteossntese (mtodo cirrgico): fixao externa e interna.A fixao externa se utiliza de aparelhos transfixantes (se utilizam de fios de Kirschner) ou no transfixantes e propicia boa estabilizao sem a necessidade de abordagem maior prxima ao foco.A fixao interna se utiliza de placas (de proteo, compresso ou sustentao) ou de sntese intramedular (hastes intramedulares, pinos de Rush, gama nail, etc) e pode ser realizada comou sem a abertura do foco.Tratamento incruento:Consiste em:- absteno de tratamento: para fraturas que no necessitam de interveno por no apresentarem desvio importante ou dor. Ex.: 3. ou 4 metacarpianos, tero proximal de fbula, etc.- imobilizao com enfaixamento ou gessada: visa reduo da fratura e alvio da dor. Ex.: Costelas, difise de mero e clavcula, etc.- reduo incruenta: seguida de engessamento: recolocao dos fragmentos com manobras externas seguida de engessamento uma articulao acima e uma abaixo do foco.- trao esqueltica ou cutnea seguida ou no de aparelho gessado: reduo dos fragmentos de maneira lenta e progressiva. A trao esqueltica mais eficiente, sendo que a cutnea apresenta carter provisrio enquanto o melhor mtodo de tratamento sendo providenciado.

Entorse uma leso nas partes moles que circunscrevem uma articulao, causada por um movimento de rotao sobre o prprio eixo articular, podendo ocasionar uma ruptura de grau variado, na continuidade dos ligamentos, desestabilizando a articulao, com diminuio da funo, dor aguda e edema no local. Na entorse no h perda do contato das superfcies sseas que formam a articulao. Os cuidados so semelhantes aos da fratura fechada. As entorses so leses de partes moles podendo ser leves e graves. A entorse mais comum a do tornozelo.

Tratamento:Na maioria das vezes o tratamento conservador, com enfaixamento ou bota gessada (entorse leve e em alguns casos de entorse grave), em outros casos o tratamento cirrgico ou com imobilizaes

Luxao o deslocamento de um ou mais ossos para fora da sua posio normal na articulao. Uma subluxao um deslocamento parcial. O indivduo apresenta dor intensa com limitao de movimento, deformidade e impotncia funcional. Uma articulao deslocada geralmente s pode ser reduzida com sucesso para sua