assist Ência farmac Êutica na sa Úde suplementar .polyanna carlos da silva setembro/2011. sa úde

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  • ASSISTASSISTNCIA FARMACNCIA FARMACUTICA UTICA NA NA SASADE DE SUPLEMENTARSUPLEMENTAR

    Polyanna Carlos da Silva

    Setembro/2011

  • SaSade Suplementar de Suplementar Luz do Direito Luz do Direito

    do Consumidordo Consumidor

    Incidncia do Cdigo de Defesa do Consumidor

    nos planos privados de assistncia sade:

    Conceito da Lei 9.656/98 = Plano privado de assistncia sade como contrato de consumo

    Peculiaridade: bens jurdicos sade e vida Princpio da dignidade da pessoa humana

  • SaSade Suplementar de Suplementar Luz do Direito Luz do Direito

    do Consumidordo Consumidor

    CDC como Lei Geral principiolgica, respeitando os seguintes direitos:

    Vulnerabilidade do consumidor

    Direitos bsicos: informao; proteo da vida, sade e segurana; preveno e reparao de danos

    Interpretao pr consumidor

    Nulidade absoluta de clusulas contratuais abusivas

  • Direito do Consumidor Direito do Consumidor Status Status

    ConstitucionalConstitucional

    Interpretao da legislao em consonncia com os

    dispositivos constitucionais:

    Princpio da dignidade da pessoa humana

    Tutela Constitucional da Sade e dos consumidores

  • Financiamento de Medicamentos no Financiamento de Medicamentos no

    BrasilBrasil

    Pblico (Port MS 698/2006)

    Componente Bsico da Assistncia Farmacutica;

    Componente Estratgico da Assistncia Farmacutica;

    Componente Medicamentos de Dispensao Especializada

    Componente de Organizao da Assistncia Farmacutica

    Privado (pagamento de bolso)

    Plano de Sade

    Co-Pagamento

    Medicamento em casa* ENSP/Fiocruz

  • Gastos com SaGastos com Sadede

    POF 2008/2009POF 2008/2009

  • Gastos com SaGastos com Sadede

    POF 2008/2009POF 2008/2009

    Comparaes entre as despesas das famlias das classes de rendimentos de at R$ 830,00 e de R$ 10.375,00

    Destacam-se as despesas com Assistncia Sade: para classe at R$ 830,00, os remdios pesam 4,2%, ou 76,4% do dispndio com sade, contra 1,9% na classe oposta. J a participao de plano/seguro de sade foi de 2,4% na classe com os maiores rendimentos, contra 0,3% na classe oposta.

  • Acesso a Medicamentos no BrasilAcesso a Medicamentos no Brasil

    PMS (2003)

    Fatia mais pobre da populao chega a desembolsar com a compra de medicamentos 59% do total de recursos destinados s despesas com a sade;

    Cerca de 9% da amostra estudada foi obrigada a se desfazer de bens ou pedir emprstimos para dar continuidade ao tratamento mdico, chegando esse percentual a 11% nas famlias mais carentes;

    Entre pessoas que tm doena de longa durao ou incapacidade com limitao dela resultante, o percentual alcana 16%.

    *ENSP/Fiocruz

  • Acesso a Medicamentos PrescritosAcesso a Medicamentos Prescritos

    PDAUM: todos (89,6%), alguns (8,5%), nenhum (8,5%) farmcias e drogarias privadas (62,4%), medicamentos que j possuam em casa (29%), farmcias de unidade pblica (22,8%)

    PMS: todos (87%), grande parte (5%), muito poucos ou nenhum (8%) - ltimo atendimento de sade anterior ao inqurito

    Dos que no obtiveram todos, a maioria dos entrevistados

    da PMS (55%) e da PDAUM (62,8%) disseram que no

    podiam pagar

    *ENSP/Fiocruz

  • Acesso a Medicamentos e ServiAcesso a Medicamentos e Servios os

    de Sade Sadede

    *PRO GENRICOS

  • Realizado em 23 de agosto de 2011, em So Paulo;

    Especialistas brasileiros e internacionais discutiram polticas pblicas de garantia de acesso a medicamentos no Brasil e o Mundo;

    Apresentao da Pesquisa 12 Anos dos Genricos: Percepo da Populao e Prescritores

  • Aps os debates, foram apresentadas 22 propostas, dentre elas:

    20. Acompanhamento da Agenda Regulat20. Acompanhamento da Agenda Regulatria da ANS ria da ANS

    para introdupara introduo da assisto da assistncia farmacncia farmacutica no setor utica no setor

    de sade sade suplementar para ampliar o mercado dos de suplementar para ampliar o mercado dos

    gengenricos no Brasil;ricos no Brasil;

  • Pontos DesfavorPontos Desfavorveisveis

    No h questes contrrias, apenas favorveis incluso do Programa de Assistncia Farmacutica Ateno Sade, uma vez que ela parte integrante do tratamento na Assistncia Mdica e Odontolgica

    Entretanto, no podemos permitir que o Programa represente aumento de custo para os consumidores-usurios, sob pena mais expulses

  • Pontos FavorPontos Favorveisveis

    Faz parte dos programas da Organizao Mundial da Sade, Ministrio da Sade e da Declarao de Biotica e Direitos Humanos da UNESCO;

    Garantia de acesso a medicamentos aos consumidores, permitindo tratamento completo e eficaz;

    Fomento ao mercado dos medicamentos genricos;

    Reduo da judicializao do tema;

  • Pontos Pontos FavorFavorveisveis

    Reduo das complicaes das doenas que cursam com a necessidade de procedimentos de alto custo, com internaes repetidas nas doenas crnicas e consultas com exames de repetio, decorrentes de tratamento inadequado, pela falta de acesso medicamentos;

    Operadoras em vrios pases, como a Frana, em carter complementar, Itlia e Inglaterra j trabalham com a assistncia farmacutica e podemos utilizar como base. Assim como no Brasil j existem diversas iniciativas nessa rea, entre as operadoras, que vo desde o fornecimento dos medicamentos de alto custo at medidas de facilitao ao acesso, como farmcias prprias ou redes conveniadas.

  • Proposta PROTESTEProposta PROTESTE

    AssistAssistncia Farmacncia Farmacuticautica

    princpio, a criao de Programa de Assistncia Farmacutica seguindo critrios adotados pela OMS, ou seja, priorizando os mais vulnerveis (crianas, gestantes, idosos e pessoas portadoras de doenas com alta letalidade)

    Disponibilizao de medicamentos de uso contnuo, principalmente de controle das doenas crnicas

  • ImplementaImplementaoo

    1. critrios de cobertura baseado no grau de risco da

    doena e aquelas que exigem uso continuado de

    medicamentos.

    2. para o rol de doenas com cobertura farmacutica

    dever ser elaborada uma lista de medicamentos

    disponveis.

  • IncentivosIncentivos

    1 - No caso das doenas crnicas, o incentivo, como j foi dito, a reduo dos custos com consultas, exames e internaes;

    2 - incentivo criao de Centrais de Medicamentos por modalidade de operadoras (algumas j tm) que barateiam o preo de compra pelo volume adquirido, diminuindo o impacto nos custos (alto poder de negociao das OPS);

  • IncentivosIncentivos

    3 - Alteraes nas regras das Garantias Financeiras das operadoras, com o estabelecimento de critrios de risco em funo do seu grau de desempenho no Programa de Qualificao, bem como de adeso aos programas preconizados pela ANS, como Promoo da Sade, Assistncia Farmacutica, entre outros.

    Aquelas que oferecessem maior qualidade, teriam seus valores minimizados e as que oferecessem menor qualidade, teriam seus valores majorados.

  • DesafiosDesafios

    Financiamento sustentvel

    X

    Uso racional de medicamentos

  • Obrigada pela Obrigada pela

    atenateno!o!

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