as interfaces da nr 35 com as outras normas regulamentadoras

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Palestra ministrada durante o evento "Segurana e Sade para Execuo de Trabalho em Altura". As interfaces da NR 35 com as outras Normas Regulamentadoras. Palestrante: Armando Campos Conhea o Senac Jabaquara: http://www.sp.senac.br/jabaquara

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  • 1. As interfaces da NR 35com as outras NormasRegulamentadoras

2. Armando Augusto Martins Campos Mestre em Sistemas de Gesto, Engenheiro Mecnico, Engenheiro de Segurana do Trabalho;Especializao em Seguridad Integral na Fundacin Mapfre da Espanha;Docente de Cursos de Engenharia de Segurana;Scio Diretor da ADMC Servios de Consultoria;Articulista da Revista Proteo com a coluna sobre CIPA;Em 2010 recebeu a Comenda de Honra ao Mrito de Segurana e Sade no Trabalho pela ANIMASEG;Representante da Fora Sindical no GTT, na elaborao do texto da Norma Regulamentadora 33 sobreSegurana e Sade no Trabalho em Espaos Confinados;autor dos livros "CIPA uma nova Abordagem" (19. Edio 2012);Preveno e Controle de Risco em Mquinas, Equipamentos eInstalaes (5. Edio 2011) pela Editora SENAC/SPe do Guia para Trabalhos em Espao Confinado (2. Edio 2009). Contatos: www.armandocampos.com aamcsst@uol.com.br twitter.com/armandomcampos 3. Postado em: 13/02/2009Trabalho em Altura est faltando uma NormaRegulamentadoraNo final do ano passado eu e o Daniel meu filhoe scio na ADMC resolvemos criar um Blog, paratanto elenquei uns cinco temas e tinha optadoabrir falando sobre riscos psicossociais. A veio acrise, a recesso na Europa e nos Estados Unidose Canad, a queda do consumo, as demisses detrabalhadores e tantas outras coisas mais, queachei melhor deixar para depois. Os outros quatrotemas tambm no me agradaram, coincidentementeo Daniel teve de viajar e s voltaria no finalde janeiro, ento tive tempo pra pensar, mas nemfoi preciso, pois aconteceu uma coisa inusitada, emjaneiro as duas Revistas de maior circulao do Brasilsobre Segurana e Sade no Trabalho, Proteo eCIPA, saram com o mesmo tema de capaTrabalho em Altura. 4. At cortar os prpriosdefeitos pode ser perigoso.Nunca se sabe qual odefeito que sustentanosso edifcio inteiro. Clarice Lispector 5. ContextualizaoHISTRICO DE ACIDENTESDEMANDA REPRIMIDATEMA MUITO ABRANGENTETEM REQUISITOS EM OUTRASNORMAS REGULAMENTADORASTEM SUA ORIGEM NA NR 34TEXTO DA NR 35 PRECISAVASER MAIS RESTRITIVO.GLOSSRIO MUITO RESTRITO 6. Contextualizao Acidente no Cear 2007Figura: MAPA - Ildeberto Muniz Almeida 7. Contextualizao 8. Contextualizao 9. Contextualizao 10. Contextualizao 11. Contextualizao 12. Contextualizao Slide: Eng Lusa TniaElesbo Rodrigues 13. MANUTENO DE PARADIGMASNR 35 TRABALHO EM ALTURAMantm a figura do Responsvel TcnicoMantm interface com outras NormasRegulamentadoras e Normas InternacionaisMantm a exigncia da anlise de riscoMantm a exigncia da emisso dePermisso de TrabalhoMantm o conceito de trabalhadorQualificado.Mantm a Capacitao dos TrabalhadoresMantm os critrios de seleo, inspeo,conservao e limitao de uso de EPI.Mantm a garantia de informaes atualizadasMantm o Direito de RecusaMantm os 2,0 (dois) metros da NR 18 14. TRABALHO EM A LTURABASES TCNICASNR 6 EQUIPAMENTO DE PROTEOINDIVIDUAL EPINR 7 - PROGRAMA DE CONTROLE MDICODE SADE OCUPACIONALNR 10 SEGURANA EM INSTALAES ESERVIOS EM ELETRICIDADENR-12 SEGURANA NO TRABALHO EMMQUINAS E EQUIPAMENTOSNR 18 - CONDIES E MEIO AMBIENTE DETRABALHO NA INDSTRIA DA CONSTRUONR 20 - SEGURANA E SADE NO TRABALHOCOM INFLAMVEIS E COMBUSTVEIS 15. TRABALHO EM A LTURABASES TCNICASNR 22 - SEGURANA E SADE OCUPACIONALNA MINERAONR-33 -SEGURANA E SADE NOSTRABALHOS EM ESPAOS CONFINADOSNR 34 - CONDIES E MEIO AMBIENTEDE TRABALHO NA INDSTRIA DACONSTRUO E REPARAO NAVALNR-35 TRABALHO EM ALTURANBR 6327 CABO DE AO USOS GERAISNBR 6494 SEGURANA NOS ANDAIMESRTP 01/1999 MEDIDAS DE PROTEO CONTRA QUEDAS DE ALTURARTP 04/2002 ESCADAS, RAMPAS E PASSARELAS 16. NR 06: EPII - EPI PARA PROTEO CONTRA QUEDAS COM DIFERENA DE NVEL(Alterado pela Portaria SIT n. 292, de 08 de dezembro de 2011)I.1 - CINTURAO DE SEGURANA COMDispositivo trava-quedaa) cinturo de segurana com dispositivo trava-queda para proteo do usurio contra quedasem operaes com movimentao vertical ouhorizontal. Figura: www.altiseg.com.brI.2 - Cinturo DE SEGURANA COM TALABARTEa) cinturo de segurana COM TALABARTE para proteodo usurio contra riscos de queda em trabalhos em altura;b) cinturo de segurana COM TALABARTE para proteo do usurio contrariscos de queda no posicionamento em trabalhos em altura 17. NR 10: EletricidadeNR 1010.2.1 Em todas as intervenes em instalaeseltricas devem ser adotadas medidaspreventivas de controle do risco eltrico e deoutros riscos adicionais, mediante tcnicas deanlise de risco, de forma a garantir a seguranae a sade no trabalho.10.4.2 Nos trabalhos e nas atividadesreferidas, devem ser adotadas medidaspreventivas destinadas ao controle dosriscos adicionais, especialmentequanto a altura, confinamento, camposeltricos e magnticos, explosividade,umidade, poeira, fauna e florae outros agravantes, adotando-se semprea sinalizao de segurana. 18. NR 12: Proteo de Mquinas12.70. Os meios de acesso, exceto escadafixa do tipo marinheiro e elevador, devempossuir sistema de proteo contraquedas com as seguintes caractersticas:12.71. Havendo risco de queda de objetose materiais, o vo entre o rodap e otravesso superior do guarda corpo devereceber proteo fixa, integral e resistente.12.71.1. A proteo mencionada no item12.71 pode ser constituda de tela resistente,desde que sua malha no permita a passagemde qualquer objeto ou material que possacausar leses aos trabalhadores.12.76. As escadas fixas do tipo marinheirodevem ter: 19. NR 12: Proteo de MquinasCESTA AREA:Equipamento veicular destinado elevao de pessoaspara execuo de trabalho em altura, dotado de braomvel, articulado, telescpico ou misto, com caambaou plataforma, com ou sem isolamento eltrico,podendo, desde que projetado para este fim, tambmelevar material por meio de guincho e de lanacomplementar (JIB), respeitadas as especificaes dofabricante. Cesta AreaCESTO ACOPLADO:Caamba ou plataforma acoplada a um guindasteveicular para elevao de pessoas e execuo detrabalho em altura, com ou sem isolamento eltrico,podendo tambm elevar material de apoioindispensvel para realizao do servio.CESTO SUSPENSO:Conjunto formado pelo sistema de suspenso e aCaamba ou plataforma suspensa por equipamento deguindar que atenda aos requisitos de seguranadeste anexo, para utilizao em trabalhos em alturaCesto Suspenso 20. NR 12: Proteo de Mquinas 21. TRABALHO EM ALTURANR 18: TELHADO18.18.1. Para trabalho em telhados ecoberturas devem ser utilizadosdispositivos dimensionados porprofissional legalmente habilitadoe que permitam a movimentaosegura dos trabalhadores.18.18.4. proibida a realizao de trabalho ouatividades em telhados ou coberturas em casode ocorrncia de chuvas, ventosfortes ou superfcies escorregadias.18.18.5 Os servios de execuo, manuteno, ampliao e reforma emtelhados ou coberturas devem ser precedidos de inspeo e deelaborao de Ordens de Servio ou Permisses para Trabalho,contendo os procedimentos a serem adotados.18.18.5.1 proibida a concentrao de cargas em um mesmo pontosobre telhado ou cobertura. 22. NR 18 - TRABALHO EM ALTURA18.15.56.1 Nas edificaes com, no mnimo, quatro pavimentos ou altura de 12m (dozemetros) a partir do nvel do trreo devem ser instalados dispositivos destinados ancoragem de equipamentos de sustentaode andaimes e de cabos de segurana para o usode proteo individual a serem utilizados nosservios de limpeza, manuteno e restauraode fachadas. (Alterado pela Portaria SIT n. 318,de 8 de maio de 2012)18.15.56.2 Os pontos de ancoragem devem:a) estar dispostos de modo a atender todo o permetro da edificao;b) suportar uma carga pontual de 1.500 Kgf (mil e quinhentos quilogramas-fora);(Alterada pela Portaria SIT n. 318, de 8 de maio de 2012)c) constar do projeto estrutural da edificao;d) ser constitudos de material resistente s intempries, como ao inoxidvelou material de caractersticas equivalentes.18.15.56.3 Os pontos de ancoragem de equipamentos e dos cabos desegurana devem ser independentes. 23. NR 18 TRABALHO EM ALTURAEPICINTO DE SEGURANA PARA - QUEDISTA 18.23.2. O cinto de segurana tipo abdominal somente deveser utilizado em servios de eletricidade e em situaes emque funcione como limitador de movimentao.(118.503-9 / I4)18.23.3. O cinto de segurana tipo pra-quedista deve serutilizado em atividades a mais de 2,00m (dois metros) dealtura do piso, nas quais haja risco de queda dotrabalhador. (118.504-7 / I4)18.23.3.1 O cinto de segurana deve ser dotado dedispositivo trava-quedas e estar ligado a cabo de seguranaindependente da estrutura do andaime. (118.669-8 / I4)18.23.4 Os cintos de segurana tipo abdominal e tipopra-quedista devem possuir argolas e mosquetesFoto: spequipamentos.com.br de ao forjado, ilhoses de material no-ferroso e fivelade ao forjado ou material de resistncia e durabilidadeequivalentes. 24. NR 20: Inflamveis e Combustveis20.8.8 Deve ser elaborada permisso de trabalho para atividades norotineiras de interveno nos equipamentos,Baseada em anlise de risco, nos trabalhos:a) que possam gerar chamas, calor, centelhasou ainda que envolvam o seu uso;b) em espaos confinados, conforme NR n. 33;c) envolvendo isolamento de equipamentos ebloqueio/etiquetagem;d) em locais elevados com risco de queda;e) com equipamentos eltricos, conforme NR n. 10;f) cujas boas prticas de segurana e sade recomendem.Foto: eng.uerj.br20.8.8.1 As atividades rotineiras de inspeo e manutenodevem ser precedidas de instruo de trabalho.20.8.9 O planejamento e a execuo de paradas para manuteno de uma instalaodevem incorporar os aspectos relativos segurana e sade no trabalho. 25. NR 22: Minerao22.3.7 Cabe empresa ou Permissionrio de Lavra Garimpeira elaborar e implementar oPrograma de Gerenciamento de Riscos - PGR, contemplando os aspectos desta Norma,incluindo, no mnimo, os relacionados a:a) riscos fsicos, qumicos e biolgicos;b) atmosferas explosivas;c) deficincias de oxignio;d) ventilao;e) proteo respiratria, de acordo com a IN n. 1,de 11/04/94, da SSST;f) investigao e anlise de acidentes do trabalho;g) ergonomia e organizao do trabalho;h) riscos decorrentes do trabalho em altura, em profundidade