As Condies de Trabalho das Crianas

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As condies de trabalho das crianas

As Condies de Trabalho das Crianas

Nmero de escritos:resume-se passagens de Engels, em seu painel da Situao da Classe Trabalhadora na Inglaterra.

Marx: jornada de trabalho,regulao pelas leis de fabricas. Condies gerais de trabalhos

Situao anterior a 1833: anterior implantao de um sistema regular de inspeo .

O relatrio da comisso central constata que os fabricantes empregavam raramente crianas de 5 anos.

Durao de trabalhos era de 14 s 16 horas.

Insatisfao voracidade dos capitalistas : trabalhar o mximo possvel.

Crianas maltratadas por supervisores.

Relatrios dos inspetores de fbricaCrianas tiradas nuas da cama por vigias;

Batem para fazer passar o sono.

Sistema de trabalho noturno.

Consequncias: privao de repouso noturno.

Resultados inevitveis: enfraquecimento de todo o corpo.Com a iluminao artificial a jornada de trabalho prolonga-se .

Rigores da disciplina:cdigos disciplinares mais rgidos a medida que os progressos aconteciam.

Brutalidades dos contra-mestres e operrios contra as crianas.

Postos de trabalho.O texto limita-se ao setor txtil.

Mulheres e moas nas fiaes.

As crianas tiram e repem as bobinas.

Alguns homens como contramestres nos atelis.

Operaes reservadas as crianas nas diferentes etapas do processo de fabricao:Preparao cardagem ou limpeza;Fiao;Tecelagem;Estamparia

Os Efeitos do Trabalho sobre a SadeAcarretam uma predisposio para a doena ou um atraso no desenvolvimento;

Frequentes perturbaes respiratrias;

Possuem um certo nmero de doenas profissionais provenientes de fatores diversos;

Sedentarismo;

Artrite;

Pneumonia ou outros tipos de doenas como a tuberculose;

Riscos de envenenamento;

Diversos tipos de deformidades do esqueleto;

Ttano;

As Condies de Trabalho e o Nvel de Instruo das CrianasA burguesia s concede a dose de cultura que seu prprio interesse exige.

Mestres: operrios aposentados ou pessoas invlidas para o trabalho que se tornam professores para ganhar a vida.

O governo quis por em vigor a obrigatoriedade escolar,mas a burguesia industrial se ops.

Escolas de domingo;

Escolas noturnas;

Igreja anglicana,onde a formao intelectual,racional e moral vergonhosamente negligenciada;

Os industriais ensinavam apenas o alfabeto para o povo,porm gabavam-se dizendo que ensinavam o povo a ler.Escolas de fbrica: aproveitar pausa do almoo.Ensino mtuo(sc.XXI)-realizado por monitores recrutados entre os melhores alunos.

A escola popular fracassava na moralizao da infncia operria e no desenvolvimento intelectual;

Engels no hesitava em falar na situao de imoralidade que ele teria verificado na classe operria;As condies de vida enfrentada por essa classe acarretavam em uma deteriorizao dos costumes;

A escola foi pensada como um agente de transmisso para a criana operaria, dos princpios morais que os pais no podiam lhes transmitir;

Ao lado dessas condies de instruo referentes a mo de obra infantil, talurgEngels relata que as mesmas insuficincias e precariedades do setor industrial se repetem; em qual outro tipo de instruo, como nas:

Metarlugicas;

Siderrgicas: A metade das crianas no frequentavam nem mesmo a escola do domingo.

No setor da cermica:H um nmero relativamente importante de escolas que permitem s crianas se instrurem.

Minerao:Um pequeno nmero de crianas frequenta a igreja e a escola, e os mestres queixam-se de sua sonolncia, apesar de demonstrarem desejo de se instruir.

OBRIGADA

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