Artigo - Revista Coaching Brasil, Ed. 16 - Como Comecei

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Artigo da seo como comecei na Revista Coaching Brasil de Set/2014.

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1. 2014 Setembro Ed. 16 1 2. 4 2014 Setembro Ed. 16 Editorial Caros assinantes, tudo o que fazemos na vida tem por objetivo nossa felicidade. Quando ajudamos outra pessoa sentimos um forte prazer, felicidade. A filo-sofia nos convida a refletir se fazemos o bem ao outro por causa do outro ou por nossa prpria, para sentirmos felicidade. E, afinal, seria errado procurarmos nosso prprio prazer e satisfao? Fomos educados em uma cultura, que pela religiosidade, valoriza a pobreza como atributo para entrar no suposto cu. E quando nossas metas pessoais incluem bens materiais? Estaramos nos afastando do cu? Como resolvemos estes conflitos? Esta edio est deliciosa, pois contamos com duas pessoas fantsti-cas que trazem a Filosofia na formao, no corao, no sentir, no agir, no questionar, enfi, no viver. Gisele Fessore que j nos presenteou com uma srie de artigos na coluna Eu cada vez melhor e, Marcello rias Danucalov, que estria na coluna Coaching e Filosofia. Gisele traz es-peculaes filosficas acerca da felicidade e Marcello nos convida a procurarmos o gato preto. No entendeu? Leia o artigo, imperdvel. Em Um outro olhar Ana Paula Peron nos brinda com reflexes sobre uma questo interessante: -como as pessoas, colegas do coachee, re-cebem e reagem s mudanas apresentadas por ele? Marcos Wunderlich nos presenteia com outro artigo profundo e prti-co sobre a ampliao de potncia que o Coaching pode proporcionar. Fechendo nosso dossi, Ins Cozzo volta s nossas pginas falando de um tema que ama, estuda domina e contagia outras pessoas quando fala dele: Neurocincias. Neste artigo ela fala sobre como o crebro produz a tal felicidade. Lucila Marques encerra sua srie de artigos na coluna Ponto de Ven-da com dicas importantes sobre um ponto normalmente relegado a segundo plano. A criao de um Plano de Negcios. Acompanhe. E ainda temos mais. Confira Tenha uma excelente leitura e timas reflexes Luciano Lannes Editor Luciano Lannes Editor 3. 6 Um outro olhar- Ana Paula Peron 8 Dossi: Especulaes filosficas acerca da felicidade - Gisele Fessore 14 Dossi: Ampliao de potncia e felicidade- Marcos Wunderlich 18 Dossi: Neurocincia e Felicidade- Ins Cozzo 24 Ponto de Venda: Me formei em Coaching... e agora? - Lucila Ferraz Marques 28 Coaching e Filosofia: Onde est o gato preto? - Marcello rias Danucalov 34 Para refletir: A prtica do Coaching Ontolgico em Processos Executivos - Roberto Bob Hirsh 36 Para refletir: O Sentido da Felicidade - Noscilene Santos 38 Eu cada vez melhor: Modelos Mentais - nossas lentes para a realidade - Carlos Legal 42 Como comecei - Rodrigo Marques 44 Para mim foi assim - Remys Silva 40 Quem contratar 50 Onde estudar Expediente Revista Coaching Brasil Publicao mensal da Editora Saraswati ano II num. 16 Setembro 2014 Diretor e Publisher Luciano S. Lannes lannes@revistacoachingbrasil.com.br Projeto grfico e editorao Estdio Mulata danilo@estudiomulata.com.br www.estudiomulata.com.br Projeto de Site Mind Design marcelo@minddesign.com.br Editora Saraswati www.editorasaraswati.com.br Todas as edies da Revista Coaching Brasil estaro disponveis no site para acesso exclusivo dos assinantes. O contedo dos anncios publicados de responsabilidade dos anunciantes. A responsabilidade pelos artigos assinados dos autores. A Revista um veiculo aberto para a expres-so de idias e conceitos. 2014 Setembro Ed. 16 5 Fale conosco Publisher lannes@revistacoachingbrasil.com.br Editorial contato@revistacoachingbrasil.com.br Publicidade midia@revistacoachingbrasil.com.br 4. 42 2014 Setembro Ed. 16 O processo de Coaching em minha vida iniciou-se muito antes de eu saber que ele exis-tia. Formei-me administrador, com uma imensa vontade em gerir resultados e promover mudanas em processos e or-ganizaes. Trazia tambm co-migo uma motivao interna que me levava a buscar atuar na promoo humana, aplican-do os processos de melhoria administrativa, na gesto de vida da pessoa. Acontece que, antes de aplicar este processo na vida das pes-soas, necessitei aplic-lo em mi-nha prpria vida. Desta forma, gostaria de remet-lo a um ce-nrio ilustrando-o inicialmente com esta estria. Viveu h alguns anos, um garo-to que mudou a histria do seu vilarejo. Ajudava seus pais no cultivo do plantio e no trato dos animais. Era o mais novo dos ir-mos e por ser de fraca estatura, no acompanhava seus irmos nas investidas de caa e pesca, comuns aos homens da regio. Certa vez, seu vilarejo foi amea-ado por uma grande investida militar de um povo vizinho, e todos foram motivados a lutar e se defender. Homens, pais de fa-mlia, jovens filhos que por hora estavam habituados s suas ati-vidades domsticas, se viram na necessidade de lutar. Acontece que, o inimigo em seus inmeros carros-fortes era extremamente potente e quaisquer investidas Rodrigo Marques Coach, Palestrante, Administrador e Escritor. Nenhum obstculo pode parar aquele que acredita na fora dos seus sonhos. Como comecei coach@rodrigomarquescoach.com contra este grande exrcito seria praticamente um suicdio. Na-quela poca as batalhas pode-riam ser travadas pelos grandes guerreiros dos batalhes. Desta forma, os invasores cha-maram seu grande guerreiro: do alto dos seus 2m86, carregava uma imensa armadura que s ela pesava mais de 50 quilos adicio-nados aos 6 quilos de sua lana. Era um homem muito grande! O medo rondava todos os morado-res daquele vilarejo e at ento no se tinha um oponente. Para eles, existiam duas opes: Colo-nizao, por conta da derrota do defensor escolhido ou mesmo a total aniquilao daquele povo que no se colocaria em ordem de batalha. 5. Aquele mesmo jovem se apre-sentou ao lder de sua cidadela e disse: Quem ousa ameaar a paz da minha vila? Eu me coloco sua disposio! Todos riram e debocharam da sua ousadia e at o castigaram com palavras infames dizendo que aquilo era um ultraje quele povo. Em meio a palavras de descrdito no ha-via outra opo. Sendo assim, apresentou-se luta. Insultado tambm pelos seus adversrios, mas extrema-mente motivado em defender seu povo, permitiu que em seu corao e sua mente estives-se apenas o seu objetivo final: Vencer e salvar aqueles que ele amava. Para ele no existia ou-tra opo. Traou uma estrat-gia e plano de batalha. Tomou algumas pedras na sua mo, deu alguns passos frente e ar-remessou com fora uma delas. Um lance certeiro que atingiu a 2014 Setembro Ed. 16 43 ... precisaria ter uma posio fortemente imparcial. No h o que inferir na vida do coachee... testa do grande guerreiro, que caiu morto com o rosto no cho. Esta estria no apenas ilustra a bravura e coragem de um jovem campons. Nem apenas o que trago a voc como minha vitria. Representa a vitria de cada coa-chee que se submete a um bem sucedido processo de Coaching. Descobri j na minha vida adulta, que por anos cultivei sem mes-mo perceber um dficit de aten-o, o qual me dava um compor-tamento curioso e raciocnio len-to. Talvez por isso, os inmeros apelidos pejorativos que recebi na minha infncia e juventude. Nada que paralisasse meus so-nhos e a certeza de que eu pode-ria transformar o mundo ao meu redor, comeando por mim. Conheci o Coaching com o in-tuito de aplicar todas as tcni-cas na vida e transformao de tais pessoas, visto que trazia comigo uma enorme capacidade de observao comportamental. Percebi que muito alm de jul-gar para sugerir, como Coach eu precisaria ter uma posio forte-mente imparcial. No h o que in-ferir na vida do coachee. Agindo assim, levaria o coachee a uma percepo e resultado centrado no que eu achava da vida, e no nos resultados esperados pelo prprio coachee. Neste momento, entendi que o processo de transformao teria que primeiramente acontecer em mim. Eu e o gigante. A estra-tgia de mudana, que gera ao eficaz e d o resultado. Essa foi a maior e melhor viagem de to-das. Tudo era possvel, pois eu acreditava fortemente nos re-sultados que teria. Um processo transfusional. A purificao dos pensamentos e atitudes atravs da descoberta do Eu. 6. 2014 Setembro Ed. 16 63 7. Gostou da nossa 16 edio? Curta a revista no Face facebook.com/RevistaCoachingBrasil Deixe seus comentrios l. Compartilhe com aqueles que gostam de Coaching. 64 2014 Setembro Ed. 16