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Health & Medicine

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  • CURSO INTRODUTRIO EM PRTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES: ANTROPOSOFIA APLICADA SADEPrincpios gerais e passo a passo da abordagem mdica antroposfica Ricardo Ghelman

  • Podemos atender a um paciente de trs formas:Centrado na doenaCentrado no pacienteCentrado na relao entre o indivduo e a doena a pessoa como centro do cuidado

  • 1. Centrado na doena (modelo convencional)Em um paciente em crise de asma, uma abordagem centrada na doena levaria a um diagnstico e o tratamento respectivo:Edema brnquico justifica anti-inflamatrio hormonalSecreo justifica anti-inflamatrio hormonalBroncoespasmo justifica estmulo beta-adrenrgico com agente simpaticomimtico

  • 2. Centrado no paciente (modelo alternativo)Nessa abordagem, um paciente de 40 anos tenso que acabou de receber uma notcia difcil do trabalho, ou seja, que existe risco de ser demitido, e entrou em broncoespasmo agudo justifica tratamento baseado em processo de relaxamento e fortalecimento da resilincia.

  • 3. Centrado na relao entre o indivduo e a doena (modelo integrativo)Um paciente alrgico com histria pregressa de rinite e asma, recebeu uma notcia difcil do trabalho, sua resilincia no estava boa e entrou em crise de broncoespasmo justifica integrar tanto a abordagem do controle da crise asmtica com medicamentos antroposficos aliados aos da biomedicina (anti-inflamatrios e simpaticomimticos) alm do apoio ao paciente individual em seu momento biogrfico, com relaxamento e aumento da resilincia.

  • Antroposofia aplicada sade como Sistema Mdico Complexo ou Racionalidade Mdica de abordagem integrativa

    Doutrina mdicaSistema diagnsticoSistema teraputico cuidado integral em sadeMorfologiaFisiologia

    Luz M, 2006

  • Doutrina Mdica da ANTROPOSOFIA

    Desenvolve uma abordagem unificada da fisiologia, fisiopatologia e teraputica baseado na ideia de sistemas e organizaes.

    A Metodologia cientfica antroposfica ou Fenomenologia de Goethe uma proposta de integrao entre Cincia e Arte baseada na observao exata, aplicada no estudo de pacientes e da teraputica.

  • Doutrina Mdica da ANTROPOSOFIA

    Esta metodologia parte da descrio da realidade percebida e se aprofunda atravs da intencionalidade no estudo das relaes e do desenvolvimento dos fenmenos em direo percepo da totalidade, buscando uma aproximao tanto com o arqutipo do paciente, como da doena como da teraputica.

    O profissional de sade antroposfico se empenha junto ao paciente e famlia em perceber o significado da doena, na viso do desenvolvimento noo-psico-somtico (notica = dimenso espiritual humana`) sobre o pano de fundo do estudo racional de sua biografia.

  • Doutrina Mdica Constituio humana geralOs constituintes do Ser Humano so o Corpo ou Soma, a Alma ou Psique e a Individualidade ou Esprito. O Corpo compreendido por uma Morfologia e Fisiologia ordenadas por quatro organizaes ou campos de foras que se comportam em trs sistemas. A Psique compreende a organizao das vontades, sentimentos e pensamentos em interao psicossomtica com estes trs sistemas. A Individualidade (ou pyrus, noo) a essncia humana que gera autoconscincia na psique e identidade imunolgica no corpo. O processo de cura corresponde ao reequilbrio destes sistemas de foras.

  • Doutrina Mdica Constituio humana geral

    Estes trs constituintes se desenvolvem ao longo da biografia, de forma trplice, dos 0 as 21 anos o maior desenvolvimento corporal, dos 21 aos 42 anos o maior desenvolvimento psicolgico e dos 42 em diante, o maior desenvolvimento espiritual.

    O Corpo tambm compreendido de forma sistmica pela sua natureza trplice em trs sistemas orgnicos funcionais: sistema neuro-sensorial (SNS); sistema rtmico (SR); e sistema metablico-motor (SMM).

  • Os trs sistemas orgnicos funcionaisSISTEMA NEURO-SENSORIAL (SNS)associado ao ectoderma

    SISTEMA RTMICO (SR) associado ao mesoderma

    SISTEMA METABLICO MOTOR (SMM)associado ao endoderma

    SNSSRSMM

  • Doutrina mdica: organizaes

    Quanto organizao qudrupla estamos falando de sistemas dinmicos. As quatro organizaes so Organizao Fsica (OF), Organizao Vital (OV), Organizao Anmica (OA) e Organizao do Eu (OE). A OF avaliada atravs do peso (quantitativo e qualitativo), pela tendncia a mineralizao, rigidez e edema. No aspecto psquico investigada pelo grau de melancolia (peso dalma), rigidez, dureza mental e cristalizao de ideias fixas.A OV avaliada pelas formas convexas (formas infantis), pela leveza, pela capacidade de regenerao e crescimento, pelo turgor mido e maciez da pele, pela falta de cansao e fcil recuperao. Psiquicamente pela boa memria, pela profundidade do sono, pelo temperamento fleumtico e pela adaptabilidade.

  • Doutrina mdica: organizaes

    A OA avaliada pelo tnus muscular, motricidade, sensibilidade, agilidade, distribuio da gordura e sua absoro, sensibilidade gstrica, presso arterial, frequncia cardaca e respiratria e pela distribuio de gases. Psiquicamente pela irritabilidade, ansiedade, ateno, viglia, animao, disperso e temperamento sanguneo.A OE avaliada pelo equilbrio, postura, capacidade de manter a temperatura, olhar presente e imunocompetncia. Psiquicamente pela capacidade de concentrao, pela presena de esprito, pela determinao e atuao, pelo temperamento colrico e pela coerncia. Estas manifestaes se traduzem como Resilincia, auto-regulao, Salutognese - termos que expressam a atuao da Individualidade.

  • Doutrina mdica: organizaesO desenvolvimento das quatro organizaes de foras como quatro partos. Estes partos nos primeiros 21 anos de vida, criam as condies para o amadurecimento das quatro organizaes de foras que organizam nosso corpo humano.Parto Fsico (parto normal ou cesariana): acontece na Maternidade ou em casa, quando a criana se separa fisicamente da me. Parto da Vitalidade ou Vegetativo (Mielinizao): Ao final da primeira infncia ocorre um segundo parto, quando termina um ciclo de 7 anos (setnio) ocorre a troca dos dentes, o fim da mielinizao (bainha de gordura termina de envolver os neurnios), o fim da produo de clulas de gordura e o pulmo amadurece. Durante esta passagem para a segunda infncia, quando a criana passa de um nvel de conscincia de fantasia para um mais racional, existe muito maior conscincia do mundo e muitas perguntas que surgem.

  • Doutrina mdica: organizaesParto Anmico ou Animal (homonal): O terceiro parto bem visvel, pois aquela criana comea a transformar seu corpo dos 10 aos 14 anos, surge uma vida animal intensa chamada Puberdade quando nascem pelos, mudam de comportamento para uma vida solitria ou em bandos e aumenta muito a conscincia dos sentimentos prprios.

    Parto da Maioridade: O quarto e ltimo parto acontecem por volta dos 21 anos e um Parto do Eu, quando surgem perguntas de identidade como Quem Sou Eu? Qual minha Vontade? Qual o Sentido da Vida ?

  • Doutrina Mdica - MicrocosmosPara a organizao vinculadas aos arqutipos clssicos dos sete planetas e da mitologia grega, adotamos uma Tipologia que caracteriza psiquicamente cada um destes arqutipos como traos de personalidade. Os tipos 1, 2 e 3 esto associados aos arqutipos - Lua, Mercrio e Vnus, respectivamente, se organizam a cada setnio do nascimento aos 21 anos de idade e so tipos tipicamente femininos.Os tipos 5, 6 e 7 esto associados aos arqutipos Marte, Jpiter e Saturno, respectivamente, se organizam a cada setnio dos 42 anos aos 63 anos de idade e so tipos tipicamente masculinos. O tipo 4 solar, de natureza integrada e no sexual, se desenvolve entre 21 e 42 anos de idade e corresponde ao equilbrio entre os 6 tipos complementares.

  • Doutrina Mdica - Microcosmos

    Nossa tipologia denomina os aspectos psquicos destes sete tipos como:

    Tipo 1: Cuidador(a)/ MaternalTipo 2: Comunicativo(a)/SocivelTipo 3: Sensual/Esttico(a)Tipo 4: Altrusta/CordialTipo 5: Empreendedor(a)/Executivo(a)Tipo 6: Estratgico(a)/Organizador(a)Tipo 7: Disciplinado(a)/Rgido(a)/Formal

  • Morfologia antroposfica I

    TRIMEMBRAO: SISTEMA NEURO-SENSORIAL (SNS) - SISTEMA RTMICO (SR) - SISTEMA METABLICO MOTOR (SMM)

    O SNS est mais vinculado epiderme, cabea e pescoo, msculos estriados esquelticos, sistema nervoso somtico, sistema nervoso autnomo simptico, rgos dos sentidos, tireoide, sistema arterial e as plaquetas. Possui como caractersticas um centro cranial, mineralizao perifrica nos ossos chatos, simetria lateral, baixa capacidade regenerativa, tendncia a imobilidade, permite sensao, percepo e conscincia, ao catabolizante, configurante, ordenador e promotor de frio corporal.O SR est mais vinculado derme, trax e mamas, o aparelho cardiovascular, o aparelho respiratrio, a srie vermelha do sangue e o sistema linftico. Seu papel conciliador, harmonizador, curador e integrador.*

  • Morfologia antroposfica I

    TRIMEMBRAO: SISTEMA NEURO-SENSORIAL (SNS) - SISTEMA RTMICO (SR) - SISTEMA METABLICO MOTOR (SMM)

    O SMM tem est mais vinculado a hipoderme, musculatura lisa, o aparelho digestrio e seus anexos, sistema nervoso autnomo parassimptico, o sistema locomotor, o sistema endcrino-metablico (exceto tireide), o aparelho geniturinrio, sistema venoso, o sistema reticuloendotelial e a srie branca sangunea. Possui as seguintes caractersticas: centro caudal, mineralizao central nos ossos longos tubulares, assimetria e forma espiral, enorme capacidade regenerativa, no permite sensao, percepo e conscincia, ao anabolizante, tendncia ao movimento, sentido centrfugo, dissolvente e gerador de calor.*

  • Morfologia antroposfica II

    QUADRIMEMBRAO:Entendemos que cada uma destas quatro organizaes se manifesta, respectivamente, como quatro lemniscatas verticais (forma do infinito, do nmero 8), que se relacionam diretamente com os trs sistemas orgnicos e psquicos.

    Os rgos e tecidos da OF (rgos terra) s