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CENTRO ACADMICO DE ADMINISTRAOSejam bem vindos Calouros 2013.1

1O que ?

2O QUE ?O que o CADM?

O CADM a representao legtima dos estudantes do curso de Administrao.

Tem a funo de levar as demandas dos estudantes para todas as instncias da Universidade, mobilizar os alunos com relao s diversas questes polticas, principalmente no que diz respeito educao, realizar atividades de integrao acadmica, alm de ser um espao onde os estudantes possam se sentir vontade para expor suas crticas ao curso e debater os problemas que enfrentamos cotidianamente, buscando solues.

O QUE ?Membros

2 Perodo: Levi Preto.3 Perodo: Francisco Felix, Gabriel Diniz, Igor Dantas, Rodrigo Cardoso, Thas Oliveira, Vanderleia Sousa.4 Perodo: Alex Moreira, Evellyn Souza, Ingrid Castro, Jssica Freitas, Lo Dourado, Marcelle Laranjeira e Rafael Dias.5 Perodo: Giselle Rodrigues, Pedro Torres e Priscilla Pinel.6 Perodo: Bruno Carvalho, Fernando Rios, Gabriel Vilaa, Leonam Souza, Rodrigo Coelho e Thomas Vidal.7 Perodo: Ronald Lopes8 Perodo: Allan Lima, Eduardo Pereira, Hiury Rubens, Jos Victor Mamede e Llian Freitas.O QUE ?Onde fica?

A sede do CADM, localizada na sala 217 do Palcio, um espao aberto a todos os alunos de Administrao, onde vocs encontraro microondas, geladeira, computador, cafeteira, sofs e mesa com cadeiras, ventiladores e uma pequena cantina. Um espao para vocs se reunirem, se divertirem, descansarem, estudarem, almoarem, etc.

Reforma feita no espaoPRINCPIOS

6PRINCPIOS1 Independncia Financeira

2 Luta pela educao pblica3 Democracia de base4 Combate s opresses5 Transparncia6 Igualdade entre os membrosMOVIMENTO ESTUDANTIL

8MOVIMENTO ESTUDANTILNa greve

Cerca de 2 mil estudantes decidem pela greve na assemblia geral da UFRJ

Alunos da Administrao vo at Braslia participar das manifestaes e da formao do CNGE.MOVIMENTO ESTUDANTILContra o REUNI

Programa do governo de expanso e imposio de metas s universidades pblicos sem nenhum crescimento no investimento nem ampliao do espao fsico.

MOVIMENTO ESTUDANTILContra a EBSERH

Projeto da privatizao dos hospitais universitrios.MOVIMENTO ESTUDANTILPela permanncia na Praia Vermelha

No se engane. Nossa ida pro fundo ainda est em jogo.MOVIMENTO ESTUDANTILPelo bandejo da Praia Vermelha

Isso mesmo. Nosso campus ainda no tem um!MOVIMENTO ESTUDANTILPor um Caneco 100% popular

Sabe o Caneco? Ento, ele da UFRJ! Imagina ali um espao de cultura gratuito e pblico...

MOVIMENTO ESTUDANTILContra o aumento das passagens

Em Out/2012 a Prefeitura anuncia o aumento da tarifa do nibus em Jan/2013. A partir da uma srie de protestos foram feitos pelos estudantes. A passagem ainda continua R$ 2,75. A necessidade de lutar tambm continua. Agora, o Metr que anuncia o aumento para R$ 3,50 a partir de amanh!

A UFRJConstruindo o

O Diretrio Central dos Estudantes (DCE) a entidade que representa todo o corpo discente e tem o papel de organizar suas lutas. O DCE Mrio Prata foi fundado em 1930 e carrega o nome do seu ex-presidente, assassinado pela ditadura militar. Durante todos esses anos de existncia, foi uma entidade bastante representativa no s para os estudantes da UFRJ, como para todo o pas, tendo participao ativa em diversos momentos histricos, especialmente na resistncia ditadura militar. Sua sede est localizada no campus da Praia Vermelha. Sua eleio anual e a atual gesto No temos tempo a perder composta por estudantes de diversos cursos, inclusive da ADM, e esteve bastante atuante na recente greve das Universidades Federais. Dois eventos culturais que o DCE realiza so a Juquinhada e o Samba do DCE. Ocorrem sempre na Praia Vermelha e cada edio tem algum tema. Entre os principais temas dos eventos, temos a questo das lutas estudantis, como pela permanncia no campus da PV, a abertura de bandejes, ampliao da assistncia estudantil, e o combate homofobia, ao racismo, ao machismo, etc.

MOVIMENTO ESTUDANTILConstruindo a Anel

A Anel (Assembleia Nacional de Estudantes - Livre) a entidade de organizao estudantil que surge como uma alternativa UNE, que hoje no cumpre mais o seu papel de tocar as lutas do movimento estudantil, comprometida com os interesses do governo. Venha conhecer e construir essa entidade conosco!!!

opresses

18OPRESSESMachismo

O machismo, por milnios, coloca a mulher como inferior ao homem, tratando-a como um simples objeto cuja posse pertence ao homem. Mulheres so at hoje escravizadas por seus maridos pois, mesmo que trabalhem, cabem a elas as tarefas domsticas e o cuidado dos filhos, o que garante que seus maridos possam chegar em casa do trabalho e descansar. A luta pela emancipao feminina j teve muitos avanos, principalmente dos anos 60 pra c, com os movimentos feministas. As mulheres puderam sair das cozinhas de suas casas e se inserir no mercado de trabalho. Mas essa relao ainda no igualitria e tem muito o que avanar em diversos aspectos. No mercado de trabalho, mulheres ainda recebem cerca de 30% a menos do que homens, exercendo as mesmas funes e tendo cerca de dois anos a mais de estudo. E, por mais que ingressem no mercado, ainda no conseguem assumir cargos de chefia e presidncia nas empresas, salvo raras excees. E, apesar de muitos defenderem que o machismo acabou, a mulher ainda vista como propriedade do homem e isso se reflete no gigantesco nmero de casos de violncia domstica - no Brasil, cerca de 10 mulheres so assassinadas todos os dias por seus companheiros e de assdio sexual. E a lei Maria da Penha, apesar de representar um avano, no tem sua aplicao plena por insuficincia de recursos do Estado. por compreender que as mulheres no tm uma capacidade inferior a dos homens e que, portanto, devem ter as mesmas oportunidades de se desenvolver pessoal e profissionalmente, que o CADM est na luta com as mulheres contra a opresso machista que a sociedade impe. Defendemos a libertao feminina e o feminismo como uma ideologia que iguala homens e mulheres. Porque quando uma mulher avana, nenhum homem retrocede.OPRESSESRacismo

O racismo ainda algo muito presente na nossa vida cotidiana. Ainda so negras e negros aqueles que mais sofrem com a pobreza, com a marginalizao e com a violncia: so as maiores vtimas das execues policiais em comunidades e bairros da periferia; so os jovens negros que representam mais de 90% da populao carcerria no pas; e so negras e negros que ocupam os cargos de trabalho mais precrios. Por isso afirmamos que, no Brasil, a pobreza tem cor, e ela negra. E isso no um simples acaso, mas fruto de sculos de escravido seguidos por sculos de opresso e marginalizao ostensivas. Isso se reflete na nossa realidade dentro da Universidade. Negras e negros, apesar de serem a maioria da populao, representam pouco mais de 3% dos estudantes nas universidades pblicas. Como podero sair da pobreza e alcanar melhores postos de trabalho e maior insero na sociedade se so exatamente nos bairros negros onde as escolas pblicas so mais precarizadas? Como podero melhorar seu padro de vida, se a eles negada a oportunidade de estudar em uma universidade pblica de qualidade? Por isso, o CADM a favor das cotas raciais nas universidades pblicas de todo o pas. Pois somente com a entrada de negras e negros na Universidade ser possvel avanarmos no combate ao racismo e na melhoria das condies de vida dessa populao.OPRESSESHomofobia

A homofobia representa uma grande barbrie no Brasil. Hoje, mais de 300 LGBTs (Lsbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Travestis) so assassinados a cada ano por motivao homofbica. O Brasil o pas que mais mata LGBTs no mundo, seguido pelo Mxico, que conta com pouco mais de 30 casos por ano. LGBTs so tratados como cidados de segunda classe e a eles so negados os direitos mais bsicos. No podem, nem mesmo, doar sangue! A homofobia ainda no considerada crime e setores conservadores exercem sua influncia sobre os governos para que possam continuar pregando seus discursos de dio, para que possam continuar incentivando a violncia brutal contra LGBTs. A opresso homofbica comea dentro da prpria famlia e alcana todos os aspectos da sociedade. E, mesmo dentro da Universidade, vemos muitos professores e alunos agindo de maneira homofbica, ridicularizando, oprimindo e agredindo LGBTs. No caso das transexuais e travestis a questo ainda mais grave. Muitas vezes nem mesmo conseguem chegar Universidade pois, devido a opresso que sofrem, abandonam a escola, so expulsas de suas casas, no conseguem insero no mercado de trabalho e acabam se vendo obrigadas a se prostituir. Ou, quando conseguem um emprego, so empregos precrios, onde so superexploradas e recebem salrios rebaixados.

O CADM acredita que a luta LGBT deve ser a luta de todos. Defendemos a criminalizao da homofobia, o fim do extermnio de LGBTs e a extenso total de direitos a essa populao.OPRESSESAdm contra as opresses!

O CADM acredita que apenas lutando cotidianamente contra as opresses que se poder avanar para uma sociedade onde todos sejam, de fato, livres e iguais.

Estamos disponveis para ouvir qualquer denncia de discriminao que ocorra dentro de nosso campus!

OPRESSESVista essa camisa!

Para reforar a luta contra as opresses lanamos um modelo de camisa especial para o curso:

COMUNICAO

24COMUNICAOFala Adm!

No adianta trabalharmos pelo curso sem se comunicar com ele! preciso ouvir e falar com os alunos da Adm!

Buscando entender melhor suas demandas e passar mais informaes relevantes sobre o que acontece na universidade e na educao pblica em geral, decidimos investir bastante ultimamente nos meios de comunicao.

Alm disso, essa uma forma de reforar a transparncia de nosso trabalho e de nossas contas.

Os principais meios que utilizamos, alm das passagens em salas, so os seguintes:

COMUNICAOFACEBOOK