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Aprendendo

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Aprendendo os segredos da multiplicao com Jesus

OS CINCO SEGREDOS DA MULTIPLICAOJoo 6:1-131 Depois disso, partiuJesuspara o outro lado do mar da Galilia, que o de Tiberades.2 E grande multido o seguia, porque via ossinais queoperava sobre os enfermos.1E Jesus subiu ao monte e assentou-se alicom osseus discpulos.2E a Pscoa, a festa dos judeus, estava prxima.3Ento, Jesus, levantando os olhos e vendo que uma grande multido vinhater comele, disse a Filipe: Onde compraremos po, para estes comerem ?4Mas dizia isso para o experimentar; porque ele bem sabia o que havia de fazer.5Filipe respondeu-lhe: Duzentos dinheiros de po no lhes bastaro, para que cada um deles tome um pouco.6E, um dos seus discpulos, Andr, irmo de Simo Pedro, disse-lhe:7Est aqui um rapazque temcinco pes de cevada e dois peixinhos, mas que isso para tantos?8E disse Jesus: Mandai assentar os homens. E havia muita relva naquele lugar. Assentaram-se, pois, os homens em nmero de quase cinco mil.9E Jesus tomou os pes e, havendo dado graas, repartiu-os pelos discpulos, pelos que estavam assentados; e igualmente tambm os peixes; quanto eles queriam.10E, quando estavam saciados, disse aos seus discpulos: Recolhei os pedaos que sobejaram, para que nada se perca.11Recolheram-nos, pois, e encheram doze cestos de pedaos dos cinco pes de cevada, que sobejaram aos que haviam comido.Palavra Introdutria:A Mensagem de hoje tem por objetivo, no apenas alimentar a nossa f no Senhor que supre todas as nossasnecessidades, mas, mostrar algumas verdades que Jesus nos ensina a respeito da proviso que vem dele, como prova de seu cuidado para conosco. (Sl 23:1) (1 Pe 5:7) (Hb 13:5)Deste portentoso milagre da multiplicao dos cinco pes e dois peixes, vamosaprender comJesus, sobre alguns segredos da multiplicao; que em sendo observados, traro sobre ns, ricas benos sem par.1.O SEGREDO DE SEMEAR EMTEMPOS DIFCEIS1.1Uma multido muito grande seguia Jesus; e o texto explica o porque: (Jo 6:2)E grande multido o seguia, porque via os sinais que operava sobre os enfermos.Eram pessoas oriundas de todas as partes de Israel. O Evangelista Marcos, destaca que no seu ministrio terreno, que de todas as partes vinham ter com Ele (Mc 1:45).Bendita receita que Jesus nos ensina: Milagres e prodigios para traze-los ao Evangelho. Busquemos de Deus seus sinais e maravilhas (Hb 2:4). Na histria da Igreja atravs dos tempos, os milagres atraiam as multides e estas eram salvas pela pregao do Evangelho, que poder de Deus para s Salvao (Rm 1:16). lamentvel hoje, vermos no cenrio evanglico a triste realidade, de termos uma grande multido que enche muitos templos, que foram atradas por mensagens pragmticas e pelo entretenimento, e no por sinais e maravilhas que devem seguir a Igreja (Mc 16:15-20).1.2O Evangelista Mateus nos informa que o lugar era deserto e a hora avanada (Mt 14:15)Aquela gente estava em um lugar sem recursos (deserto), e a escurido da noite campeava. Momento dificilimo para socorrer toda aquela gente cansada e faminta. Pois no deserto no existem mercados, feiras ou panifcios.Em meio aquela momentanea crise, algum se apresenta para semear: Um menino com cinco pes e dois peixes (Jo 6:9)Semear em tempos prosperidade, quando tudo corre s mil maravilhas fcil. O difcil e o extraordinrio, semearmos no Reino de Deus, quando nos faltam recursos. Quando tempo de carestia e escassez. Quando todas as portas se fecham. Creio que a semeadura mais significativa para Deus aquela nos tempos de crise (2 Co 8:1-5)1.3A viva de Sarepta nos ensina preciosas verdades 1 Rs 17:8-16-Primeiro: Por maior que seja a crise sempre temos algo a ofertar. Aquela mulher chegou nos limites da extrema pobreza, mas ela tinha gua (1 Rs 17:10) e um pouco de farinha e azeite (1 Rs 17:11)-Segundo: Esta mulher foi ricamente abenoada, porque priorizou a Deus ao obedecer a Palavra na boca do profeta Elias. H quem diga, que Elias tenha sido atrevido em suas palavras, ao ordenar que ela fizesse primeiro um bolo para ele. Mas, era Deus falando atravs dele (1 Rs 17:11-13) (Mt 6:33) (Cl 1:18)Terceiro: Aquela viva nos ensina que a nossa oferta pode ser de vida ou oferta de morte. Notemos que primeiramente ela confessa ao profeta, que iria fazer aquele ltimo bolo e esperaria a morte. De fato, se ela tivesse retido aquela oferta, isto comido a semente; sem dvida morrreria com seu filhinho (1 Rs 17:12). Quantos crentes, que esto comendo a semente; e em decorrencia, nada teem para colher, vindo sobre eles pobreza e morte.Mas, aquela viva no reteve e no comeu a semente; mas semeou com f no Reino. Sua oferta foi de vida e no de morte, pois a partir de sua atitude de f em Deus, a farinha da panela no se acabou, nem o azeite da botija faltou (1 Rs 17:14-16) (Lc 6:38)2.O SEGREDO DA F INCONDICIONAL NO SENHOR2.1 Vendo a multido faminta, o Senhor Jesus faz uma pergunta extremamente interessante a Felipe:Onde compraremos po, para estes comerem ?(Jo 6:5)Quando ns fazemos uma pergunta, porque estamos querendo aprender. Mas, com o Senhor completamente diferente; todas as vezes que o Senhor faz uma pergunta para nos ensinar uma grande lio: Quando pergunta para Ado Onde ests ? (Gn 3:8) (Pergunta para ensinar-lhe sobre sua posio de culpabilidade e pecado que se encontrava). Quando pergunta para Elias Que fazes aqui Elias ? (1 Rs 19:13)(Pergunta para ensinar-lhe que fora da clausura da caverna, havia muito trabalho a fazer para Deus 1 Rs 19:13-16).Quando pergunta em Lucas 18:8Quando vier o Filho do Homem, porventura achar f na terra ?-Jesus ao perguntar, profetizou que os dias que antecedero sua Vinda, sero dias de uma grande crise de f em toda Terra.A pergunta feita a Felipe, traz em seu bojo, um desafio a f de Felipe e dos demais discpulos. Em outras palavras, Jesus estava confrontando a f de Felipe, para este crer no Deus que ali estava, pronto para prover a multido.Se desejamos ver em nossa vida, o milagre da proviso e da multiplicao, precisamos crer inteiramente no Senhor (Hb 11:6)2.2O SEGREDO DA ENTREGAPrimeiro: Consideremos a entrega do que somos. Notai que o evangelista Joo, ao descrever o milagre, fala primeiro que um rapaz se apresenta:Est aqui um rapaz, para depois falar do que ele tem: cinco pes de cevada e dois peixinhos. Como o Senhor multiplicar o que temos, se no nos damos primeiramente a Ele? Quantos oram para que suas finanas sejam ricamente abenoadas, seu trabalho e sua empresa prosperem, seu po de cada dia seja multiplicado; no entanto, nunca se entregaram de corpo e alma ao Senhor. Lindo o exemplo dos crentes da Macedonia descrito por Paulo:Tambm, irmos, vos fazemos conhecer a graa de Deus dada as igrejas da Macedonia. Como em muita prova de tribulao, houve abundancia de seu gozo, e como a sua profunda pobreza, abundou em riquezas da sua generosidade. Porque, segundo o seu poder (o que eu mesmo testifico), e ainda acima do seu poder, deram voluntariamente.Pedindo-nos com muitos rogos a graa e a comunicao deste servio, que se fazia para com os santos.E no somente isto fizeram como ns espervamos, mas a si mesmos se deram primeiramente ao Senhor, e depois a ns, pela Vontade de Deus.(2 Co 8:1-5)Segundo: Consideremos a entrega do que temosDepois de nos entregarmos ao Senhor, poderemos sem sombra de dvida, ver a multiplicao do que temos.Qual a oferta que Deus recebe, seno, aquela oferta que traduz a entrega primeira de todo ser a Deus. Como Abel e sua oferta . O ofertante se fundiu a sua oferta, seu corao, sua vida e sua adorao ali estavam na oferta. Para este tipo de oferta, Deus sempre atentar.E Abel tambm trouxe dos primogenitos das suas ovelhas, e da sua gordura. E atentou o Senhor para Abel e sua oferta.(Gn 4:4)3.O SEGREDO DA LIBERALIDADE3.1 Vemos naquele rapazinho, a vitria da generosidade sobre a avareza.Queridos irmos, diante da multido faminta, aquele jovem que trazia o seu pequeno lanche; poderia ter-se omitido, poderia ter ocultado sua proviso, poderia ter se retirado sutilmente a um lugar a parte, e sem ningum notar para comer sua saborosa merenda. No entanto, ele assim no procede; pois no era avarento, nem tinha um corao egosta. Aquele jovem, diante do quadro de profunda necessidade, se apresenta com o que tem. Que lindo! Ele deve ter pensado:Como posso eu comer, se esta gente est com fome? Vou entregar ao Senhor o que tenho3.2Algumas Benos preciosas da Liberalidade:a) Vida abenoada Sl 112:1-9b) Proviso abundante Pv 3:9-10c) Janelas dos Cus abertas Ml 3:10d) Multiplicao do que temos 1 Rs 17:8-164.O SEGREDO DA GRATIDO4.1 digno de nota, que o milagre da multiplicao precedido por uma atitude de gratido.E Jesus tomou os pes e, havendo dado graas(Jo 6:11).Crentes ingratos passam pela vida, sem verem o poder multiplicador da beno de Deus. Mas, o agradecido, vivencia a cada partir do po, o milagre da multiplicao. (1 Ts 5:18)(Cl 3:17)4.2 interessante como Deus trabalha na vida de quem a Ele agradecido. Quando agradecemos as benos recebidas (Sl 103:1,2), estamos preparando o caminho para mais benos. Deus ve o corao agradecido, como o solo mais frtil para seus gloriosos investimentos.Deus trabalha assim: A gente agradece e recebe. Recebe e agradece; e porque agradece, continua recebendo. Bendito ciclo. Queridos irmos, no interrompamos este divino processo em nossas vidas, mas sejamos a Ele agradecidos sempre.No milagre que Jesus operou purificando dez leprosos de uma s vez. Jesus no desejava apenas cur-los fisicamente, mas tambm salvar suas preciosas almas. Nove receberam apenas a cura para seus corpos; mas, um que tinha o corao cheio de gratido, voltou para render-lhe graas. Este foi duplamente abenoado: Foi curado da lepra completamente e foi salvo pelo poder de Deus (Lc 17:11-19). Voltemos sempre ao Senhor para agradecer-lhe. No tenha dvidas, que ao voltarmos a Ele, mais benos receberemos.5.O SEGREDO DA PARTILHA5.1 E Jesus tomou os pes e, havendo dado graas, repartiu pelos discpulos, e os discpulos pelos que estavam assentados; e igualmente tambm os peixes, quanto eles queriam.(Jo 6:11)O Milagre da multi