apostila preparatÓria para os exames de arrais- amador .união, o capitão dos portos. - a nível

Download APOSTILA PREPARATÓRIA PARA OS EXAMES DE ARRAIS- AMADOR .União, o Capitão dos Portos. - A nível

Post on 08-Nov-2018

219 views

Category:

Documents

0 download

Embed Size (px)

TRANSCRIPT

  • APOSTILA PREPARATRIA PARA OS EXAMES DE ARRAIS-AMADOR E MOTONAUTA. OBTENO DA CARTEIRA DE HABILITAO PARA CONDUZIR EMBARCAES E PILOTAR MOTO AQUTICA (JET-SKI OU SIMILAR) NA ATIVIDADE DE ESPORTE E RECREIO, NOS LIMITES DA NAVEGAO INTERIOR.

    7 Edio Janeiro de 2018

    IMPORTANTE: Esta edio da Apostila tem como base os assuntos relacionados no programa constante do Anexo 5-A da Norma da Autoridade Martima (NORMAM-03/DPC), atualizada pela Portaria n 006, de 06 de janeiro de 2018, para o exame de habilitao nas categorias de Arrais-Amador ou Motonauta (ou ambos), conforme opo do candidato, com o diferencial de sintetizar o programa e a relao das disciplinas sugeridas pela Marinha do Brasil, com foco especfico no contedo para as citadas categorias, sem a necessidade de leituras extras por parte do candidato.

    (84) 9 9697-5028 WhatsApp

  • www.portaldoamador.com.br [LEGISLAO NUTICA]

    Arrais-Amador e Motonauta 1

    Unidade 1

    Introduo

    Conhea as Normas bsicas de

    segurana! DPC - Diretoria de Portos de Costas.

    A segurana da navegao, nas guas brasileiras rege-se pela Lei n 9.537, de 11/12/1997 e Legislao Conexa, conhecida como Lei de Segurana do Trfego Aquavirio - LESTA, e pelo Decreto n 2.596, de 18/05/1998, conhecido como RLESTA, que a regulamenta.

    Todas as embarcaes classificadas na atividade de esporte e/ou recreio (lazer), devero tambm observar a NORMAM-03/DPC, que a Norma da Autoridade Martima para Amadores, Embarcaes de Esporte e/ou Recreio e para Cadastramento e Funcionamento das Marinas, Clubes e Entidades Desportivas Nuticas.

    A NORMAM-03/DPC decorre do que estabelece a Lei n 9.537/97 (LESTA) e do Decreto n 2.596/98 (RLESTA), que a regulamenta.

    Competncias Representantes da Autoridade Martima: - A nvel Nacional, a Diretoria de Portos e Costas (DPC). - A nvel Regional, nos Estados da Unio, o Capito dos Portos. - A nvel Local, nas reas das Delegacias ou Agncias, os respectivos Delegados e Agentes. - No exterior, a autoridade diplomtica representa a autoridade martima, no que for pertinente a lei.

    reas adjacentes s praias - compreende a rea em todo o entorno de uma faixa de praia, seja martima, fluvial ou lacustre, at o limite de 200 metros medidos a partir da linha da arrebentao das ondas ou, no caso de rios, lagos e lagoas onde se inicia o espelho dgua. Ou seja, a partir da linha base.

    Organizao Martima Internacional (IMO) - Agncia especializada da ONU, que trata de assuntos relativos navegao, orientando os pases membros.

    Marinha do Brasil (MB) - Segundo a LESTA, a Autoridade Martima Brasileira exercida pela Marinha do Brasil.

    Diretoria de Portos e Costas (DPC) - Compete a DPC estabelecer as normas de trfego e permanncia nas guas nacionais para as embarcaes.

    Capitanias (CP), suas Delegacias (DL) e Agncias (AG) - So os responsveis diretos pela fiscalizao do trfego aquavirio, nos aspectos relativos segurana da navegao, salvaguarda da vida humana no mar e preveno da poluio ambiental, bem como o estabelecimento de Normas de Procedimentos relativas rea sob sua jurisdio.

    Nas reas prximas s praias, sejam elas, martimas, fluviais ou lacustres, tambm competncia das Capitanias, Delegacias e Agncias fiscalizarem, podendo delegar competncia para rgos pblicos, Estaduais ou Municipais, visando a dar proteo integridade fsica de qualquer pessoa.

    Municpios - Compete aos Municpios estabelecer o ordenamento do uso das praias, especificando as reas destinadas a banhistas e prtica de esportes aquticos o qual poder ser incorporado ao Plano Municipal de Gerenciamento Costeiro.

    Portanto, uma infrao cometida nas reas adjacentes s praias poder ter pena de multa aplicada pelos rgos municipais.

    Extrato da Lei 9.537/97 - Lei de Segurana do Trfego Aquavirio - LESTA

    A segurana da navegao, nas guas sob jurisdio nacional rege-se por esta Lei.

    Definies

    Amador - todo aquele com habilitao certificada pela autoridade martima para operar embarcaes de esporte e recreio, em carter no profissional.

    Conforme entendimento genrico, amador aquele que NO atua como profissional, ou seja, aquele que faz da navegao aquavria uma opo de esporte e/ou lazer. Desta forma, um amador no poder ser contratado para conduzir embarcao.

  • www.portaldoamador.com.br [LEGISLAO NUTICA]

    Arrais-Amador e Motonauta 2

    Ateno: - Conduzir uma embarcao sem habilitao acarretar na pena de MULTA do grupo E (de R$ 40,00 a R$ 2.200,00).

    Aprestar - Aprontar, aparelhar, preparar.

    Moto Aqutica

    - Embarcao que no possui leme e sua propulso gerada por meio de um jato da gua ejetado da parte traseira da embarcao.

    Inspeo Naval

    Ateno: - proibido exceder a lotao estabelecida, sendo passvel de ocorrer interrupo da singradura (viagem) quando a embarcao estiver com excesso de lotao. Lembrando que, o excesso de passageiro ou carga ser passvel da mais alta pena de MULTA do grupo G (de R$ 80,00 a R$ 3.200,00).

    Praticagem - Ao de praticar; pilotagem. O prtico o navegante que conhece bem determinado caminho martimo. Fundeio - A distncia mnima de fundeio para uma plataforma de petrleo de 500 metros

    Aquavirio - todo aquele com habilitao certificada pela autoridade martima para operar embarcaes em carter profissional.

    Ao contrrio do amador, o aquavirio todo aquele que exerce sua profisso a bordo de embarcaes, ou seja, se o proprietrio de uma embarcao de esporte e recreio, no tem inteno de pilotar sua embarcao, poder contratar esse profissional para conduzir sua embarcao.

    Armador - pessoa fsica ou jurdica que, em seu nome e sob sua responsabilidade, apresta a embarcao com fins comerciais, pondo-a ou no a navegar por sua conta.

    Normalmente, o proprietrio da embarcao que por sua conta e risco, pe a embarcao em atividade comercial.

    Embarcao - qualquer construo, inclusive as plataformas flutuantes e, quando rebocadas, as fixas, sujeita inscrio na autoridade martima e suscetvel de se locomover na gua, por meios prprios ou no, transportando pessoas ou cargas.

    Do caiaque ao navio de grande porte, passando pela moto aqutica (jet-ski ou similar) e pelas plataformas de petrleo, todos so considerados embarcaes, pois se locomovem ngua por meios prprios ou no (como as chatas e as barcaas).

    Inspeo Naval - atividade de cunho administrativo que consiste na fiscalizao do cumprimento da LESTA e RLESTA, e das normas e regulamentos dela decorrentes.

    , portanto, o meio pelo qual as Capitanias, suas Delegacias e Agncias auxiliam a Diretoria de Portos e Costas (DPC) a exercer seu papel de fiscalizao das Normas.

    Lotao - quantidade mxima de pessoas autorizadas a embarcar, incluindo a tripulao.

    o nmero mximo de pessoas autorizadas a embarcar pela autoridade martima.

    Passageiro - todo aquele que transportado pela embarcao sem estar prestando servio a bordo.

    A definio no difere da existente para o transporte areo ou terrestre. Todo aquele que transportado pela embarcao sem estar prestando servio a bordo, passageiro, ainda que clandestino.

    Plataforma - instalao ou estrutura fixa ou flutuante, destinada s atividades direta ou indiretamente relacionadas com a pesquisa, explorao e explotao dos recursos oriundos do leito das guas interiores e seu subsolo ou do mar, inclusive da plataforma continental e seu subsolo.

    Plataformas de explorao de petrleo em guas sob jurisdio nacional, includa a plataforma continental e seu subsolo.

    Prtico - aquavirio no tripulante que presta servios de praticagem embarcado.

    Profissional que leva e traz embarcaes do ponto de espera de prtico para reas de fundeio ou atracadouros nos portos ou terminais privativos ou vice-versa.

    Profissional no tripulante - todo aquele que, sem exercer atribuies diretamente ligadas operao da embarcao, presta servios eventuais a bordo.

    So os que prestam servios a bordo, tais como, garom, msico, crupi, sem integrarem a tripulao.

  • www.portaldoamador.com.br [LEGISLAO NUTICA]

    Arrais-Amador e Motonauta 3

    Tribunal Martimo (TM) - O Tribunal Martimo, rgo autnomo, auxiliar do Poder Judicirio, vinculado ao Comando da Marinha, tem como atribuies julgar os acidentes e fatos da navegao, bem como manter o registro da propriedade martima das embarcaes (PRPM).

    Timoneiro - Quando navegando em guas interiores, o timoneiro de barco vela dever possuir habilitao mnima de veleiro. Se o barco a motor, dever ter idade superior a 18 anos e habilitao mnima de Arrais-Amador. Vistoria - o ato legal, previsto e prorrogvel, pelo qual a autoridade martima inspeciona a embarcao, no sentido de constatar o cumprimento da legislao em vigor. Tal ao gera um documento de comprovao denominado de Certificado de Segurana da Navegao (CSN). Ateno: - As embarcaes sujeitas a vistorias e com paradeiro ignorado por mais de trs (3) anos tero suas inscries canceladas. Arqueao - Arqueao a expresso do tamanho total da embarcao, determinada em funo do volume de todos os espaos fechados.

    Proprietrio - pessoa fsica ou jurdica, em nome de quem a embarcao est inscrita na autoridade martima e, quando legalmente exigido, registrado no Tribunal Martimo.

    Proprietrio aquele que legalmente detm, em seu nome, o ttulo de propriedade da embarcao.

    Timoneiro - o tripulante que manobra o leme da embarcao por ordem e responsabilidade do Comandante.

    Ainda em relao ao Timoneiro, pode-se afirmar que no necessariamente o Comandante da embarcao.

    Tripulao de Segurana - quantidade mnima de tripulantes necessria para operar, com segurana, a embarcao.

    o nmero mnimo de tripulantes dentro de padres de

    segurana, assim considerados por atos internacionais. Tripulante - todo amador

Recommended

View more >