APOSTILA EVANGELISMO INTENSIVO

Download APOSTILA EVANGELISMO INTENSIVO

Post on 26-Nov-2015

38 views

Category:

Documents

0 download

Embed Size (px)

TRANSCRIPT

<ul><li><p>http://projeto-mobilizacao.blogspot.com.br / https://www.facebook.com/gildelanio / https://twitter.com/GildelanioS /88853936 Pg. 1 </p><p>APOSTILA DE EVANGELISMO INTENSIVO </p><p>INTRODUO1 </p><p>Evangelizar sempre foi tarefa apenas para alguns que se destacam dentro do </p><p>corpo de Cristo e, assim, desenvolvem sozinhos o trabalho que de todos. Alm disso, o </p><p>contedo da evangelizao, que se realiza no Brasil, ainda muito superficial, detendo-se </p><p>muito na religiosidade das denominaes, ataques s demais religies e uma explorao dos </p><p>efeitos do pecado na vida dos homens e no, na sua causa principal. No entanto, nesses </p><p>ltimos anos, o Esprito Santo tem despertado um grande nmero de irmos na igreja local </p><p>para a obra de evangelizao. J existe uma sede muito grande de muitos serem teis, </p><p>produzirem e frutificarem para o Reino de Deus. Sendo assim, h uma enorme necessidade de </p><p>se possuir mais conhecimento bblico sobre evangelismo, como aprendermos vrias </p><p>estratgias, tcnicas e dicas de como evangelizar dentro da nossa prpria famlia, vizinhos, </p><p>colegas etc. nas pginas, a seguir, voc ter uma verdadeira aula sobre esse assunto to </p><p>relevante e urgente dentro da igreja evanglica Brasileira. (Pontes, Aprenda como </p><p>evangelizar, Misso Juvep) </p><p>Devido evangelizao ser uma ordem direta de Jesus, importante para o crente </p><p>salvo tomar como uma tarefa a ser cumprida. Na Igreja primitiva todos os crentes tinham o </p><p>desejo ardente de anunciar o Evangelho, tinham o amor de Deus em seus coraes pelas </p><p>almas perdidas. (At 4. 31 - E, tendo eles orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos; </p><p>e todos foram cheios do Esprito Santo e anunciavam com ousadia a palavra de Deus.) </p><p>As perseguies do dia a dia no tiravam o nimo deles, mas confiando na mensagem </p><p>de Jesus (Jo 16. 33 - Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis </p><p>aflies; mas tende bom nimo, eu venci o mundo.), cada vez mais se enchiam do poder de </p><p>Deus para continuarem o trabalho, pois eles haviam visto e ouvido tudo o que fora realizado </p><p>pelo querido Mestre, portanto, no podiam parar. (At 4.20 - porque no podemos deixar de </p><p>falar do que temos visto e ouvido.) </p><p>Todo aquele que tiver esta chamada, deve estar convicto de uma salvao completa; </p><p>certo do poder que Jesus tem para salvar ainda hoje; pregar aquilo que enche o seu interior e </p><p>cair na graa do povo, para que o Senhor acrescente a cada dia aqueles que devero ser salvos. </p><p>(At. 2. 47 - louvando a Deus e caindo na graa de todo o povo. E todos os dia acrescentava </p><p>o Senhor igreja aqueles que se haviam de salvar.) </p><p>"Por que algum deveria ouvir do evangelho duas vezes, quando h </p><p>pessoas que no ouviram nenhuma vez" - Oswald Smith. </p><p>"A misso da Igreja misses. Somente quando a Igreja cumpre sua </p><p>obrigao missionria que justifica a sua existncia. possvel orar </p><p>"Venha o Teu Reino" sem nunca dizer Envia-me a mim?" (Prof </p><p>Gildelnio). </p><p> 1 http://projeto-mobilizacao.blogspot.com.br/2012/01/apostila-de-evangelismo-pessoal.html </p></li><li><p>http://projeto-mobilizacao.blogspot.com.br / https://www.facebook.com/gildelanio / https://twitter.com/GildelanioS /88853936 Pg. 2 </p><p>O QUE A EVANGELIZAO PROPRIAMENTE DITA? 2 </p><p> do conhecimento de todos que a palavra evangelho de origem grega e significa </p><p>boas novas ou boa notcia. Evangelho o nome dado aos quatro primeiros livros do Novo </p><p>Testamento, mas tambm chamado de o Evangelho da graa (At. 20.24), Evangelho do </p><p>reino (Mt. 4.23), Evangelho de Cristo (Rm. 1.16), Evangelho da Paz (Ef. 6.15), Evangelho da </p><p>Salvao (Ef. 1.13), Glorioso Evangelho (2 Co. 4.4) e Evangelho eterno (Ap. 14.6). Porm, o </p><p>evangelho barato e fcil que muitos esto pregando atualmente compromete todos estes </p><p>atributos citados acima. </p><p>No existe o evangelho do msico, do teatro, de rua, do show, do templo, dos jovens, </p><p>das crianas, dos idosos e de Deus. Nada disso! Evangelho Evangelho! Ou se prega ou no </p><p>se prega. Ou se vive ou no se vive. J ouvi muitos comentrios de pessoas que querem atrair </p><p>um pblico alvo para a igreja sem usar o evangelho de Cristo como proposta. Da, ao invs de </p><p>evangelizar as pessoas, muitos esto, igrejando as pessoas. A diferena que muitos esto </p><p>sendo atrados para a igreja, mas no para Cristo. Esto na igreja, porm no esto no Reino. </p><p>Entraram no evangelho, todavia o Evangelho no entrou neles. claro que no me refiro a </p><p>todos. Tem alguns que nasceram de novo realmente, contudo uma menoria. </p><p>O autor do livro Roubadores de Coraes, Tomaz de Aquino, escreve: Presenciamos </p><p>ambivalncias como a de Pedro que disse a Jesus morrerei por ti, mas logo em seguida </p><p>afirmava, em um grupo, no o conheo. Realmente podemos encontrar variedades de </p><p>crentes de acordo com a variedade de evangelhos modernos que se tem pregado nas </p><p>modernas igrejas denominadas crists. Pessoas como Ananias e Safira, Herodes, o jovem </p><p>rico e Saul, que no souberam valorizar os tesouros de Cristo e trocaram por vos terrestres </p><p>esplendores. </p><p>Evangelismo, de acordo com Dr.Thomas Wade Akins, descrito em seu livro </p><p>Evangelismo pioneiro, a reunio de princpios, mtodos e ferramentas para prtica da </p><p>evangelizao e da proclamao das boas-novas de Cristo. Gosto deste conceito porque </p><p>inclui a palavra princpio e aqui est o detalhe. Muitos tem se dedicado somente a mtodos e </p><p>ferramentas abandonando os princpios do Evangelho que resulta em crentes nominais e </p><p>descomprometidos com o evangelho santo. A comunicao de uma mensagem religiosa, por </p><p>qualquer meio, se no tiver o evangelho autntico no produzir f, nem arrependimento, nem </p><p>nova criatura. (Rm. 10.17, At. 3.19; 2Co. 5.17). Se uma msica, em qualquer ritmo, estilo ou </p><p>voz, um teatro ou um cartaz, um clipe ou filme, se neles houver um evangelho autntico, sem </p><p>dvidas iro gerar filhos para o Reino de Deus. Tenho visto muitos corromperem a mensagem </p><p>de Cristo dizendo est contextualizando o evangelho, mas contextualizar e corromper, </p><p>denegrir e manipular, so palavras extremamente antagnicas. </p><p>Pr. Adjovnio da Silva Lima diz em seu livro Evangelizando atravs do </p><p>Relacionamento: No devemos exigir que as pessoas nos ouam, mas devemos viver de tal </p><p>maneira que elas desejem nos ouvir. Aqui est o segredo! No temos que rebaixar o </p><p>evangelho ao nvel do pecador, porm devemos convidar os pecadores a humilhar-se perante </p><p>as Sagradas Escrituras atravs de um viver santo. Fao minhas as palavras de um cartaz que li </p><p>a pouco tempo: No consigo ouvir o que voc fala porque o que voc faz fala mais alto. </p><p>Os apstolos aprenderam que evangelizar fazer discpulos para Cristo, e Paulo </p><p>entendeu bem claro isso, quando falava a expresso: At que Cristo seja formado em vs </p><p> 2 http://projeto-mobilizacao.blogspot.com.br/2012/02/normal-0-21-false-false-false-pt-br-x.html </p></li><li><p>http://projeto-mobilizacao.blogspot.com.br / https://www.facebook.com/gildelanio / https://twitter.com/GildelanioS /88853936 Pg. 3 </p><p>(Gl. 4.19; Cl. 1.27). Eu acredito que a evangelizao propriamente dita essa. Mas ser que </p><p>os mtodos evangelsticos de hoje possui o contedo necessrio para transformar um pecador </p><p>em um discpulo de Cristo? Se a msica atualmente o mtodo mais utilizado para </p><p>evangelizar, ser que as msicas evanglicas so genuinamente evanglicas ao ponto de </p><p>formar Cristo nos ouvintes? Ou iremos nos satisfazer em igrejar as pessoas ou simplesmente </p><p>contentar-nos com que ouam as msicas e comprem um CD ou DVD dos nossos? </p><p>No devemos cantar o que contrasta a nossa vida. Isto soa falsamente. Sobre esta parte </p><p>musical da evangelizao falaremos nos prximos pontos deste trabalho. </p><p>"Mas vs sois a gerao eleita, o sacerdcio real, a nao santa, o povo adquirido, para que </p><p>anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz." (1 </p><p>Pedro 2:9) </p><p>"Mas qualquer que me negar diante dos homens, eu o negarei tambm diante de meu Pai, </p><p>que est nos cus" (Mateus 10:33) </p><p>"Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrar no reino dos cus, mas aquele que faz a </p><p>vontade de meu Pai, que est nos cus." (Mateus 7:21) </p><p>A IDENTIDADE DA IGREJA E SUA MISSO </p><p>NA VISO DO PACTO DE LAUSANNE3 </p><p>A natureza da evangelizao </p><p>Evangelizar difundir as boas novas de que Jesus Cristo morreu por nossos pecados e </p><p>ressuscitou segundo as Escrituras, e de que, como Senhor e Rei, ele agora oferece o perdo </p><p>dos pecados e o dom libertador do Esprito a todos os que se arrependem e crem. A nossa </p><p>presena crist no mundo indispensvel evangelizao, e o mesmo se d com aquele tipo </p><p>de dilogo cujo propsito ouvir com sensibilidade, a fim de compreender. Mas a </p><p>evangelizao propriamente dita a proclamao do Cristo bblico e histrico como Salvador </p><p>e Senhor, com o intuito de persuadir as pessoas a vir a ele pessoalmente e, assim, se </p><p>reconciliarem com Deus. Ao fazermos o convite do Evangelho, no temos o direito de </p><p>esconder o custo do discipulado. Jesus ainda convida todos os que queiram segui-lo e </p><p>negarem-se a si mesmos, tomarem a cruz e identificarem-se com a sua nova comunidade. Os </p><p>resultados da evangelizao incluem a obedincia a Cristo, o ingresso em sua Igreja e um </p><p>servio responsvel no mundo. </p><p> 3 http://projeto-mobilizacao.blogspot.com.br/2012/03/p-c-t-o-d-e-l-u-s-n-n-e-lausanne-suica.html </p></li><li><p>http://projeto-mobilizacao.blogspot.com.br / https://www.facebook.com/gildelanio / https://twitter.com/GildelanioS /88853936 Pg. 4 </p><p>A responsabilidade social crist </p><p>Afirmamos que Deus o Criador e o Juiz de todos os homens. Portanto, devemos </p><p>partilhar o seu interesse pela justia e pela conciliao em toda a sociedade humana, e pela </p><p>libertao dos homens de todo tipo de opresso. Porque a humanidade foi feita imagem de </p><p>Deus, toda pessoa, sem distino de raa, religio, cor, cultura, classe social, sexo ou idade </p><p>possui uma dignidade intrnseca em razo da qual deve ser respeitada e servida, e no </p><p>explorada. Aqui tambm nos arrependemos de nossa negligncia e de termos algumas vezes </p><p>considerado a evangelizao e a atividade social mutuamente exclusivas. Embora a </p><p>reconciliao com o homem no seja reconciliao com Deus, nem a ao social </p><p>evangelizao, nem a libertao poltica salvao, afirmamos que a evangelizao e o </p><p>envolvimento scio-poltico so, ambos, parte do nosso dever cristo. </p><p>Pois ambos so necessrias expresses de nossas doutrinas acerca de Deus e do </p><p>homem, de nosso amor por nosso prximo e de nossa obedincia a Jesus Cristo. A mensagem </p><p>da salvao implica tambm uma mensagem de juzo sobre toda forma de alienao, de </p><p>opresso e de discriminao, e no devemos ter medo de denunciar o mal e a injustia onde </p><p>quer que existam. Quando as pessoas recebem Cristo, nascem de novo em seu reino e devem </p><p>procurar no s evidenciar, mas tambm divulgar a retido do reino em meio a um mundo </p><p>injusto. A salvao que alegamos possuir deve estar nos transformando na totalidade de </p><p>nossas responsabilidades pessoais e sociais. A f sem obras morta. </p><p>A Igreja e a evangelizao </p><p>Afirmamos que Cristo envia o seu povo redimido ao mundo assim como o Pai o </p><p>enviou, e que isso requer uma penetrao de igual modo profunda e sacrificial. Precisamos </p><p>deixar os nossos guetos eclesisticos e penetrar na sociedade no-crist. Na misso de servio </p><p>sacrificial da Igreja a evangelizao primordial. A evangelizao mundial requer que a </p><p>Igreja inteira leve o Evangelho integral ao mundo todo. A Igreja ocupa o ponto central do </p><p>propsito divino para com o mundo, e o agente que ele promoveu para difundir o </p><p>Evangelho. Mas uma Igreja que pregue a Cruz deve, ela prpria, ser marcada pela Cruz. Ela </p><p>torna-se uma pedra de tropeo para a evangelizao quando trai o Evangelho ou quando lhe </p><p>falta uma f viva em Deus, um amor genuno pelas pessoas, ou uma honestidade escrupulosa </p><p>em todas as coisas, inclusive em promoo e finanas. A Igreja antes a comunidade do povo </p><p>de Deus do que uma instituio, e no pode ser identificada com qualquer cultura em </p><p>particular, nem com qualquer sistema social ou poltico, nem com ideologias humanas. </p><p>Cooperao na evangelizao </p><p>Afirmamos que propsito de Deus haver na Igreja uma unidade visvel de </p><p>pensamento quanto verdade. A evangelizao tambm nos convoca unidade, porque o ser </p><p>um s corpo refora o nosso testemunho, assim como a nossa desunio enfraquece o nosso </p></li><li><p>http://projeto-mobilizacao.blogspot.com.br / https://www.facebook.com/gildelanio / https://twitter.com/GildelanioS /88853936 Pg. 5 </p><p>Evangelho de reconciliao. Reconhecemos, entretanto, que a unidade organizacional pode </p><p>tomar muitas formas e no ativa necessariamente a evangelizao. Contudo, ns, que </p><p>partilhamos a mesma f bblica, devemos estar intimamente unidos na comunho uns com os </p><p>outros, nas obras e no testemunho. Confessamos que o nosso testemunho, algumas vezes, tem </p><p>sido manchado por pecaminoso individualismo e desnecessria duplicao de esforo. </p><p>Empenhamo-nos por encontrar uma unidade mais profunda na verdade, na adorao, na </p><p>santidade e na misso. Instamos para que se apresse o desenvolvimento de uma cooperao </p><p>regional e funcional para maior amplitude da misso da Igreja, para o planejamento </p><p>estratgico, para o encorajamento mtuo, e para o compartilhamento de recursos e de </p><p>experincias. </p><p>Esforo conjugado de Igrejas na evangelizao </p><p>Regozijamo-nos com o alvorecer de uma nova era missionria. O papel dominante das </p><p>misses ocidentais est desaparecendo rapidamente. Deus est levantando das Igrejas mais </p><p>jovens um grande e novo recurso para a evangelizao mundial, demonstrando assim que a </p><p>responsabilidade de evangelizar pertence a todo o corpo de Cristo. Todas as Igrejas, portanto, </p><p>devem perguntar a Deus, e a si prprias, o que deveriam estar fazendo tanto para alcanar </p><p>suas prprias reas como para enviar missionrios a outras partes do mundo. Deve ser </p><p>permanente o processo de reavaliao da nossa responsabilidade e atuao missionria. </p><p>Assim, haver um crescente esforo conjugado pelas Igrejas, o que revelar com maior </p><p>clareza o carter universal da Igreja de Cristo. Tambm agradecemos a Deus pela existncia </p><p>de instituies que laboram na traduo da Bblia, na educao teolgica, no uso dos meios de </p><p>comunicao de massa, na literatura crist, na evangelizao, em misses, no avivamento de </p><p>Igrejas e em outros campos especializados. Elas tambm devem empenhar-se em constante </p><p>auto-exame que as levem a uma avaliao correta de sua eficcia como parte da misso da </p><p>Igreja. </p><p>Urgncia da tarefa evangelstica </p><p>Mais de dois bilhes e setecentos milhes de pessoas, ou seja, mais de dois teros da </p><p>humanidade, ainda esto por serem evangelizadas. Causa-nos vergonha ver tanta gente </p><p>esquecida; continua sendo uma reprimenda para ns e para toda a Igreja. Existe agora, </p><p>entretanto, em muitas partes do mundo, uma receptividade sem precedentes ao Senhor Jesus </p><p>Cristo. Estamos convencidos de que esta a ocasio para que as Igrejas e as instituies para-</p><p>eclesisticas orem com seriedade pela salvao dos no-alcanados e se lancem em novos </p><p>esforos para realizarem a evangelizao mundial. </p><p>A reduo de missionrios estrangeiros e de dinheiro num pas evangelizado algumas </p><p>vezes talvez seja necessria para facilitar o cresciment...</p></li></ul>