Apostila de esgoto sanitário e águas de... · esgoto viaja da nossa casa até a Estação de Tratamento…

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Faculdade de Tecnologia e Cincias Sociais Aplicada s FATECS Arquitetura e Urbanismo Professora Arquiteta Eliete de Pinho Araujo eliete.araujo@uniceub.br

Reitor: Getlio Lopes Diretor da FATECS: Jos Pereira da Luz Filho Coordenador: Jos Galbinski Curso: Arquitetura e Urbanismo Disciplina: Instalaes II Professora: Eliete de Pinho Araujo

Apostila de Esgoto Sanitrio e guas Pluviais

Revisada: 8/2012

Faculdade de Tecnologia e Cincias Sociais Aplicada s FATECS Arquitetura e Urbanismo Professora Arquiteta Eliete de Pinho Araujo eliete.araujo@uniceub.br

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ndice Pgina 1. Introduo..................................................................................................................................................03 2. Caminho do Esgoto...................................................................................................................................04 3. Sistema Pblico de Esgoto........................................................................................................................05 4. Tratamento do Esgoto...............................................................................................................................05 5. Esgoto Sanitrio........................................................................................................................................06

5.1. Rede Condutora...........................................................................................................................06 5.2. Tubos e Coneces......................................................................................................................07 5.3. Esgoto Primrio............................................................................................................................10

5.3.1. Coluna de Ventilao.................................................................................................10 5.3.2. Legenda.....................................................................................................................10 5.3.3. Esgotamento de Banheiro..........................................................................................11 5.3.4. Ventilador Primrio.....................................................................................................12 5.3.5. Esgotamento de Dois Banheiros de Uma Mesma Unidade.......................................13 5.3.6. Esgotamento de Dois Banheiros em Apartamentos Diferentes.................................13 5.3.7. Desvio do Tubo de Queda.........................................................................................14 5.3.8. Banheiro Localizado no Pavimento Correspondente ao Meio-Fio Sem Subsolo......15 5.3.9. Banheiro no Pavimento do Meio-Fio com Subsolo....................................................16 5.3.10. Normas de Ventilao................................................................................................17 5.3.11. Esquema Vertical.......................................................................................................17 5.3.12. Esgotamento do Subsolo sem Banheiro....................................................................18 5.3.13. Caixa de Areia............................................................................................................19 5.3.14. Esgotamento do Subsolo com Banheiro....................................................................20 5.3.15. Caixa de Inspeo......................................................................................................21 5.3.16. Poo de Visita.............................................................................................................21 5.3.17. Normas de Execuo..................................................................................................22

5.4. Esgoto Secundrio.........................................................................................................................23 5.4.1. Esgoto da Mquina de Lavar Roupa...........................................................................24 5.4.2. Caixa Sifonada............................................................................................................26 5.4.3. Esgotamento do Mictrio............................................................................................27 5.4.4. Tubo Secundrio.........................................................................................................27 5.4.5. Casos de Desvio na Tubulao Secundria...............................................................28

5.5. Esgoto de Gordura.........................................................................................................................28 5.5.1. Casos de Desvio na Tubulao de Gordura...............................................................29 5.5.2. Esgotamento da Pia....................................................................................................30 5.5.3. Caixa de Gordura (CG)...............................................................................................31 5.5.4. Tipos de Emprego de Caixa de Gordura.....................................................................32 5.5.5. Tampo de Ferro Fundido...........................................................................................34 5.5.6. Caixa de Gordura Especial (CGE)..............................................................................34

5.6. Dimensionamento de Tubulaes..................................................................................................35 5.7. Fossa Sptica.................................................................................................................................37

5.7.1. Dimensionamento da Fossa Sptica...........................................................................39 5.8. Tabelas...........................................................................................................................................40

6. Concluso....................................................................................................................................................42 7. Referncias Bibliogrficas...........................................................................................................................43

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1. Erro! Introduo: O abastecimento de gua para as cidades gera alguns problemas. Toda gua ir transformar-se em esgoto, que deve ser coletado e eliminado depois de tratado, se a situao local assim recomendar. Resduos industriais, dejetos humanos (fezes e urina) e guas servidas, que so poludos ou contaminados, compem o esgoto e podem contaminar as guas dos rios, dos lagos, dos mares, assim como o solo. Por isso, devem ser afastados rapidamente para locais onde no afetem a sade e onde sejam tratados antes de voltar para os rios e mares, mantendo tambm a sade do ambiente. Tratar o esgoto significa tirar dele detritos, substncias qumicas e microorganismos nocivos, deixando as guas to limpas quanto possveis antes de devolv-las natureza. Para isso so necessrios sistemas de esgotamento que garantam boas condies de higiene com ventilao, sistemas de inspeo e limpeza. As prescries bsicas para se fazer o tratamento de esgotos sanitrios relativas s instalaes prediais variam no pas conforme a municipalidade. Porm a norma mais seguida a Norma Brasileira NB-19, que fixa condies mnimas para o projeto e a execuo das referidas instalaes e que ser a base desta apostila.

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2. Caminho do Esgoto 1. Todo esgoto produzido em nossa casa passa por ralos e vai por tubos at chegar numa caixa de concreto chamada caixa de inspeo (CI) ; 2. O esgoto da pia da cozinha cai na caixa de gordura (CG) antes de chegar na caixa de inspeo (CI). Na caixa de gordura feita a separao de gorduras da gua. A gordura como mais leve que a gua, flutua e tem que ser retirada e jogada no lixo; 3. Da CI, o esgoto passa por tubos de rede pblica que podem passar no fundo de sua casa, no jardim ou na calada; 4. Estes tubos (no fundo do lote, jardim ou calada), so chamados de Ramal Condominial. Depois de coletado o esgoto de todas as casas do conjunto interligado a uma rede de dimetro maior chamada Rede Pblica; 5. A rede pblica coleta os esgotos de outros Ramais Condominiais, e vai aumentando de dimetro medida que aumenta o nmero de ligaes, at se transformar numa rede bem maior que chamada de Interceptor; 6. Todos estes tubos juntos so chamados de Rede Coletora de Esgotos por onde o esgoto viaja da nossa casa at a Estao de Tratamento de Esgoto, que ir tratar limpando a gua suja e devolvendo ao rio como gua tratada.

SE A GORDURA PASSAR PARA A TUBULAO, ELA COLA NO C ANO E DIMINUI A PASSAGEM DO ESGOTO. LOGO A LIMPEZA DESTA CAIXA TE M QUE SER SEMANAL.

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3. Sistemas Pblicos de Esgoto Os esgotos prediais so, ou deveriam ser, lanados na rede de esgotos da cidade. Essa rede, que toda cidade possui ou almeja possuir, pode ser instalada segundo um dos seguintes sistemas:

Sistema Unitrio: no qual as guas pluviais e as guas residurias e de infiltrao so conduzidas para uma mesma canalizao ou galeria. conhecido sob a denominao francesa tout- legout;

Sistema Separador Absoluto: no qual h duas redes pblicas inteiramente independentes: uma para guas pluviais e outra somente para guas residurias e de infiltrao. No Brasil o sistema adotado devido s vantagens que apresenta;

Sistema Misto ou Separador Combinado: no qual as guas de esgoto tm canalizaes prprias, mas esses condutos esto instalados dentro das galerias pluviais. Tambm se designa com o nome de sistema misto, sistema parcial ou ingls, aquele em que a rede de esgotos recebe uma parte das guas pluviais, que so as que caem nos telhados e ptios. No Brasil no empregado. Obs: O projeto de esgotamento das guas pluviais deve obedecer s prescries da NB 611, que rege as Instalaes Prediais de guas Pluviais. 4. Tratamento do Esgoto O processo de tratamento permitir a degradao da matria orgnica presente nos esgotos, alm de eliminar a maior parte dos microorganismos patognicos que podem transmitir doenas. O tratamento processar da seguinte forma:

Tratamento Preliminar: retira plsticos, estopas, panos e areia, protegendo os equipamentos da estao contra entupimentos que esses materiais poderiam causar.

Tratamento Primrio: separa e trata os slidos contidos nos esgotos, produzindo um rico composto que pode ser usado de maneira restrita como condicionador de solos para a agricultura.

Tratamento Biolgico: atravs de introduo de ar em tanques chamados reatores, cria-se microorganismos que so capazes de comer a matria orgnica e os nutrientes remanescentes do tratamento primrio. Aps passar pelas trs etapas, os esgotos tratados estaro em condies de serem lanados no crrego sem causar problemas de poluio.

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5. Esgoto Sanitrio A instalao predial de esgoto sanitrio dever ser projetada e construda de modo a permitir rpido escoamento dos despejos e fceis desobstrues, deve vetar a passagem de gases e animais das canalizaes para o interior dos prdios, alm de no permitir vazamentos, formao de depsitos no interior das canalizaes, escapamento de gases e contaminao da gua potvel. A instalao predial de esgotos sanitrios no receber, em hiptese alguma, guas pluviais. O esgoto sanitrio dever ser dividido de acordo com o tipo de dejetos que recebe e contar com sistema de canalizao e dispositivos prprios. Primrio vaso sanitrio ralo sifonado bebedouro lavatrio, banheira Esgoto Sanitrio Secundrio bid, tanque (predial) mictrio ralo simples ou seco mquina de lavar roupas Gordura pias de copa e cozinha mquina de lavar louas 5.1. Rede Condutora

Materiais Dimetro Tubo e conexes de

Ferro Fundido / Plstico 30, 40, 50, 75 mm 100, 150, 200 mm

Tubo de Chumbo 30mm 40mm 50mm

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5.2.Tubos e Conexes

Ferro Fundido ou Plstico Tubo

Bolsa

Ponta T sanitrio usado na ligao do vaso sanitrio ao tubo de queda - (TQ)

Joelho tambm usado na ligao VS TQ.

S usado na vertical aproveitando a gravidade.

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Juno usado nas ligaes de ralos sifonados, vasos, desvios.

Curva 45 uso mltiplo auxiliando para o m elhor caimento.

Curva 90 usada para desvio no p do tubo de queda.

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Esse usado para pequenos desvios (10 a 12 cm). Luva usada para emendar tubos de mesmo dimetro.

Tubo Operculado ...... possui visita para inspeo - (TO)

2 ou 3 (50 ou 75 mm) 3, 4 ou 6 (75, 100 ou 150 mm)

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5.3. Esgoto Primrio 5.3.1.Coluna de Ventilao Ventila o ralo sifonado, ao qual est ligada, feita em fibrocimento ou PVC. Sua representao feita sempre com linha pontilhada - CV

5.3.2. Legenda TQ tubo de queda CI caixa de inspeo CV coluna de ventilao TS tubo secundrio VS vaso sanitrio CG caixa de gordura TG tubo de gordura VG ventilao de gordura RS ralo sifonado RSF ralo sifonado fechado R ralo simples ou seco FF ferro fundido VP ventilador primrio

CS caixa sifonada CA caixa de areia PV poco de visita B bujo VR vlvula de reteno CP coletor pblico CPr coletor predial TO tubo operculado ____ esgoto primrio _ _ _ esgoto secundrio ........ ventilao

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5.3.3. Esgotamento de Banheiro Esgoto Primrio:

Ralo Sifonado - dentro ou fora do box; Tubo de Queda; Coluna de Ventilao; Vaso Sanitrio - ligado ao TQ ou caixa de

inspeo no trreo. Esgoto Secundrio:

Ralo simples; Bid ou biducha; Lavatrio; Mictrio - ralo sifonado fechado de chumbo ou

PVC, com tampa aparafusada e hermeticamente fechada;

Banheira; Tanque; Bebedouro.

Representao Grfica Planta Baixa:

Legenda: Tubulao que sobe e desce. Tubulao que desce. Tubulao que sobe. TQ Exemplo: VP

Esquema Vertical:

TO 2

TQ

R

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Dimenses Recomendadas:

Tubo de Queda: 4" ou 100mm Coluna de Ventilao: 3"ou 75mm O tubo de queda depois do ltimo andar passa a ter ventilador primrio, com

dimetro igual ao do TQ Coluna de Ventilao: Ligada quase sempre ao TQ aps o ltimo esgotamento. Pode ser ligada ao ventilador primrio se o prdio tiver 4 (quatro) pavimentos de esgotamento. Acima de 5 (cinco) pavimentos, a CV sobe independente do TQ. 5.3.4. Ventilador Primrio Comea a 60 cm do piso. No ltimo pavimento, se a distncia RS -TQ for inferior a 2.40m, no necessrio ventilar o ralo sifonado, Se a distncia estiver entre 1.80m e 2.40m, tanto faz ligar na CV ou na VP.

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5.3.5. Esgotamento de Dois Banheiros de Uma Mesma U nidade Componentes Lavatrio (peas) Bid Ralo simples Bebedouro Em banheiros de uma mesma unidade devemos conectar as peas do esgoto primrio no mesmo ramal. 5.3.6. Esgotamento de Dois Banheiros em Apartamento s Diferentes Em banheiros de unidades diferentes devemos conectar as peas do esgoto primrio em ramais diferentes.

TQ

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5.3.7. Desvio do Tubo de Queda Quando o TQ sofre desvio obrigatria a instalao do TO (tubo operculado) antes da curva. O banheiro localizado no pavimento do desvio ligado ao TQ na nova descida. No pode ser ligado ao TQ que sobe e nem ao ramal de subida e descida.

permitida a ligao da CV ao ramal do vaso ao tubo de queda. Se esta ligao estiver at 2.40m da boca do vaso, no necessrio ventilar o ralo sifonado.

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Ateno: Se a distncia entre TQ-CI for menor ou igual a 2,4m, no h necessidade de se instalar o TO antes da curva. Se ultrapassar, obrigatria a instalao do TO. Se o tubo de queda sofre desvio no 1 pavimento, conveniente a instalao do TO, mesmo que a distncia TQ-CI seja menor ou igual que 2,4m. necessrio ventilar o VS quando a distncia entre CI-RS for maior que 2,4m. 5.3.8. Banheiro Localizado no Pavimento Corresponde nte ao Meio-Fio Sem Subsolo

Distncia mxima entre CI s 25m. Distncia mxima entre CI e CP 15m. Nota: Quando o vaso est localizado no pavimento correspondente ao meio fio, o esgoto do vaso sempre ligado diretamente caixa de inspeo.

100 2%

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5.3.9. Banheiro no Pavimento do Meio-Fio Com Subsol o Os TQs continuam ligados CI por intermdio de uma tubulao horizontal com inclinao de 1 a 2 %, presa no teto do subsolo por braadeiras. O bujo (B) uma conexo ligada bolsa que serve para desentupir o ramal.

Se a distncia CI-B for maior que 25m, coloca-se um TO na canalizao horizontal, virado para cima e se for menor, no necessrio.

Trreo

Poo d e Captao

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5.3.10. Normas de Ventilao

Se a distncia do vaso caixa de inspeo for menor ou igual a 2,40m e se esta caixa de inspeo est esgotando o TQ (tubo de queda), no h necessidade de ventilao.

A distncia da conexo da ventilao no ramal VS-TQ ou VS-CI deve ser igual ou menor que 2,40 m do eixo do vaso. 5.3.11. Esquema Vertical

TQ

R S

C I

R ED E

VS

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A distncia mxima entre o coletor predial e o pblico no pode ser superior a 15m. TO CP (coletor pblico) B CP (coletor pblico) CI CP (coletor pblico) PV CP (coletor pblico) 5.3.12. Esgotamento do Subsolo Sem Banheiros gua de Lavagem Usado somente para gua de lavagem. O esgotamento feito, mecanicamente, por eletro-bomba com eixo vertical, potncia de 1 Hp e recalque 50mm (ferro galvanizado de 2).

Ralos de alvenaria com grelha de FF ou inox , podendo medir 20 x 20cm / 0x30cm / 40x40 cm;

Canaleta com grelha de FF ou ao inox; Bomba centrfuga; Poo de captao debaixo da escada; Caixa sifonada; Caixa de areia.

< 15m

CI rua

CP

R R R

CA CS

R

R R

Poo de Captao com Bomba

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5.3.13. Caixa de Areia

Retm material pesado. Ex.: porca, pedra, areia, etc. de alvenaria 30x30 ou 40x40 ou 60x60cm, onde a tubulao entra alta e sai alta.

No lugar de ralos podem ser colocadas canaletas com grelhas.

O recalque da bomba ligado diretamente CI no trreo ou ao ramal horizontal que liga os TQs ou a CA. 1 caso : Ligao do recalque CI

2 caso : Ligao do recalque ao TQ

R R

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5.3.14. Esgotamento do Subsolo Com Banheiro Componentes (peas) :

Ralos ou canaletas; Caixa de areia; Caixa sifonada; Caixa de inspeo; Poo de captao; Bomba centrfuga de eixo vertical; Recalque FG 75; Ventilao independente em 75 at o telhado.

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Recalque da bomba:

CI; Ao ramal horizontal dos TQs.

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5.3.15. Caixa de Inspeo

Quadrada: De alvenaria em tijolo macio, com 0,60 m de lado, parede com espessura de 0,20 m, fundo de concreto e altura mxima de 1 m, revestida internamente por argamassa alisada a colher.

Circular: Em anis pr-moldados, alturas de 7,5cm, 15cm e 30cm. Fundo de concreto, dimetro de 0.60m com altura mxima de 1,00m.

Retangular: De alvenaria, em casos especiais, de 0,45m x 0,60m e as demais caractersticas da caixa quadrada.

CI:H < 1,00m PV:H>1,00m 5.3.16. Poo de Visita

Quadrado: De alvenaria em tijolo macio, 0,60m de lado, parede com espessura de 0,20m, fundo de concreto e altura superior de 1,00m, revestida internamente por argamassa alisada a colher.

Circular: Em anis pr- moldados, com alturas de 25cm e 50cm. Fundo de concreto, dimetro de 1,10m com altura superior a 1,00m.

Retangular: De alvenaria, em casos especiais, de 0,70 x 1,10m e as demais caractersticas da caixa quadrada.

Ateno: Os PVs devero ser dotados de degraus de FF, com 40cm de espaamento, afim de facilitar o acesso ao seu interior. Devero ser instalados tampes de FF na parte superior da CI e PV que podem ser leve, meio-pesado ou pesado conforme o trnsito:

Leve: De forma retangular, +/- 52cm x 51cm, instalados em locais que no h trnsito de veculos com ou sem rebaixo, reas internas, varandas, jardins, etc.

Meio-Pesado: de forma circular, com dimetro de 0.60m instalados em locais com trnsito de veculos leves, garagens, pilotis.

Pesado: forma circular, com dimetro de 0.60m, instalado nos passeios e ruas, para qualquer tipo de trnsito,

PVV

CI

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A distncia mxima entre CI-PV ou peas de inspeo TO ou B de 25m. 5.3.17. Normas de Execuo

vedada a instalao de CI ou PV nos recintos das lojas, que recebam TQs.

permitida a instalao de CI ou PV nos recintos de lojas, se essa for para o esgotamento da unidade.

Quando o TQ sofre desvio e a distncia entre TQ-CI for menor ou igual a 2,00m, no h necessidade de pea de inspeo.

Se a distncia TQ-CI for maior que 2.00m e menor ou igual a 10 m, instala-se pea de inspeo TO, antes da curva.

TOO

PV

TOTO

BB

CICI

PVPV

CICI

CII

25m2

25m2

25m2

25m

TQTQ

CICI

< 2m A Rede

TO x

x TO

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Se o TQ sofre desvio no 1 teto, conveniente a instalao do TO, mesmo que a distncia entre TQ-CI seja menor ou igual 2,00m. Se a distncia for maior que 2,00 m, obrigatria a instalao do TO.

5.4. Esgoto Secundrio O esgoto secundrio se refere ao esgotamento de:

Mquina de lavar roupa; Tanque; Ralos da rea de servio e varanda; Mictrio; Bebedouro.

> 2,2m < 10m00m e

CII

TOTO

TQ

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5.4.1. Esgoto da Mquina de Lavar Roupas - (MLR) 1 caso: Quando o WC est contguo rea de servi o, a MLR no deve esgotar no RS e sim no TS (tubo secundrio). 2 caso: WC no contguo rea de servio.

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3 caso: No pavimento do meio-fio, em prdio sem su bsolo. Escoamento da MLR, do ralo da rea de servio e do tanque de lavar roupas . 4 caso: No pavimento do meio-fio, em prdio com subsolo. Escoamento de MLR, do r alo da rea de servio e do tanque.

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5.4.2. Caixa Sifonada Desconector usado para o escoamento da MRL, do ralo da rea de servio, da varanda, do mictrio e do bebedouro. A caixa sifonada feita de concreto pr-moldado, fabricada em 3 tipos, de acordo com as caractersticas do dimetro, fecho hdrico e altura. Composta de duas partes distintas:

Fundo, sifo e sada Anel com entrada e encaixe para receber um tampo de ferro fundido.

T A M P O D E F E R R O

V IS IT AE N T R A D A

S A D A A

C .I

F E C H OH D R IC O

Caixa Sifonada

Tipo Dimetro (m)

Fecho Hdrico (mm)

Altura (m)

Caixa Sifonada Individual - CSI 0,30 0,20 0,60

Caixa Sifonada Simples - CSS 0,40 0,20 0,60

Caixa Sifonada Dupla - CSD 0,60 0,35 0,80

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5.4.3. Esgotamento do Mictrio

O esgotamento do mictrio para o ralo sifonado fechado (RSF) feito com tampa aparafusada e ligado ao esgoto primrio TQ ou ao ramal vaso-TQ.

O RSF deve ser de plstico ou chumbo, no pode ser de cobre por causa da urina. A tubulao de sada do RSF deve ter o dimetro de 50mm ou 75mm.

5.4.4. Tubo Secundrio

O tubo secundrio (TS) a tubulao vertical do esgoto secundrio, sua representao o tracejado.

No ltimo pavimento, o primeiro esgotamento, passa a ser ventilador secundrio

(VS), com o mesmo dimetro do (TS). Na parte inferior ligado sempre ao desconector, que a caixa sifonada, e essa ligada

CI.

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5.4.5. Casos de Desvios da Tubulao Secundria 1 caso: Se o tubo secundrio (TS) sofre desvio no primeiro teto, obrigatria a instalao de um tubo operculado (TO) antes do desv io e as peas localizadas no pavimento do desvio sero ligadas em juno, depois da curva, na nova descida.

2 caso: Se o TS sofre desvio no ltimo pavimento, as peas localizadas nesse pavimento sero ligadas em juno, aps a curva.

5.5. Esgoto de Gordura O esgoto de gordura se refere ao esgotamento de:

Pias de copas e cozinha; Mquina de lavar louas. inteiramente independente do esgoto primrio. Junta-se a esse, aps passar

pelo desconector, que a caixa de gordura (CG).

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As peas so esgotadas por intermdio de um tubo de gordura (TG) de ferro fundido ou plstico, de ponta e bolsa, com dimetro mnimo de 75mm (3 ).

O TG aps o primeiro esgotamento no ltimo pavimento, passa a ser ventilador de gordura (VG) com o mesmo dimetro do TG, a uma altura de 1m do piso pronto, a parte inferior do tubo ligada CG e essa CI.

5.5.1. Casos de Desvios na Tubulao de Gordura 1 caso: Se o TG sofre desvio no 1 teto, antes da curva instalado um TO e a pia localizada no pavimento do desvio esgotada aps a curva, na nova descida.

conveniente o aumento do dimetro de 75mm (3 ) para 100 mm (4), devido ao esfriamento da gordura no trecho horizontal.

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2 caso: Se o TG sofre desvio no ltimo pavimento , a pia localizada nesse pavimento esgotada aps a curva, na nova descida.

5.5.2. Esgotamento da Pia O esgotamento da pia, no pavimento correspondente ao meio-fio, em prdio com ou sem subsolo, sempre ligado diretamente CG: Sem Subsolo:

Limite d o Terreno

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Com Subsolo

Observaes relativas s plantas baixas anteriores:

Os TGs provenientes dos andares superiores so ligados a uma tubulao horizontal, presa no teto do subsolo por braadeiras at a CG.

Uma pea de inspeo, bujo (B), instalada na parte posterior da CG. Na ligao do TG ao ramal horizontal ser instalado o TO. A pia localizada no pavimento trreo esgotada na CG, por intermdio de um

ramal horizontal independente do anterior, com as mesmas caractersticas deste. 1 caso: 2 caso:

Trreo

Limite do Subsolo

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5.5.3. Caixa de Gordura (CG) A caixa de gordura (CG) pode ser feita de alvenaria, concreto pr-moldado ou de ferro fundido. dividida em duas cmaras receptora e vertedora, que se comunicam na parte inferior a 0,20m do fundo. Composta de duas partes distintas:

Fundo, septo e sada; Anel, entrada e dispositivo para receber o tampo feito de ferro fundido

hermeticamente fechado na parte superior do anel.

5.5.4. Tipos e Emprego da CG

CGI - Caixa de Gordura Individual: Para uma s pia, instalada em pavimentos superiores, com dimetro de sada de 75mm (3), podendo ser ligada diretamente ao TQ ou ao ramal, vaso-TQ.

Visita Septo

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CGS - Caixa de Gordura Simples: Feita de concreto pr-moldado, usada para mais de uma pia ou at duas cozinhas. Caractersticas de acordo com o uso:

Tipo Dimetro (m) Fecho Hdrico

(m) Altura (m) Uso

Caixa de Gordura Individual 1 CGI

0,30 0,20 0,60 1 cozinha

Caixa de Gordura Simples 2- CGS

0,40 0,20 0,60 2 cozinhas

CGD - Caixa de Gordura Dupla: Feita de concreto pr- moldado, usada para at

12 cozinhas com 100 mm (4) de dimetro de sada para a CI, com a mesma simbologia da CGS.

Tipo Dimetro (m) Fecho Hdrico (m) Altura (m) Uso

Caixa de Gordura Dupla - CGD

0,60 0,30 0,80 At 12 cozinhas

5.5.6. Caixa de Gordura Especial - ( CGE)

Quadrada: Feita de alvenaria com 0,60m de lado e altura mxima de 1,00m, parede em tijolo macio com espessura de 0,20m, fundo em concreto, revestida internamente de argamassa alisada a colher.

Circular: Em anis pr-moldados, alturas de 7,5cm, 15cm e 30cm, fundo de concreto, dimetro de 0,60m, com altura mxima de 1,00m.

Retangular: De alvenaria em casos especiais, de 0,45m x 0,60m e as demais caractersticas da quadrada.

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CGE - Caixa de Gordura Especial: Feita de alvenaria, retangular ou quadrada, em tijolo macio, espessura mnima de 0,20m. Revestida internamente com argamassa de areia e cimento, alisada a colher sobre p de cimento, fundo de concreto. Usada para coletar mais de 12 cozinhas residenciais ou para restaurantes, lanchonetes, hospitais, quartis, escolas, etc. Possui duas cmaras separadas por uma placa de concreto armado com espessura de 5 cm, dispositivo de visita, distanciado 0,20 m do fundo. A tubulao de entrada fica a 0,10 m acima da tubulao de sada. Na parte superior da caixa instalada uma tampa de concreto armado com uma abertura correspondente ao tampo de FF. Os tampes podem ser do tipo leve, meio pesado e pesado e possuem as mesmas dimenses usadas na CI. Dimenses mnimas, cmaras receptoras 0,80 x 0,90m, cmara vertedora 0,20x 0,80m, altura de 0,90. O dimensionamento da CGE est relacionado com o nmero de pessoas que se alimentam no local.

Dimensionamento da CGE de Acordo com o Uso N. de pessoas Largura (m) Comprimento (m) Altura (m)

At 200 0.80 0.90 0.90 300 1.00 1.00 0.90 350 1.00 1.00 0.90 420 1.20 1.20 0.90 450 1.20 1.20 0.90 550 1.20 1.50 0.90 700 1.50 1.50 0.90

Acima de 900 1.50 2.00 0.90

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5.5.5. Tampo de Ferro Fundido Devero ser instalados tampes de FF na parte superior da CI e PV. A distncia mxima entre CI-PV ou peas de inspeo, TO e bujo B, de 25m. Tipos:

Leve: de forma retangular, +/- 0.52 x 0.51, instalados em locais que no haja trnsito de veculos com ou sem rebaixo, reas internas, varandas, jardins, etc.

Meio-Pesado: de forma circular, de dimetro 0.60m, instalados em locais de trnsito de veculos leves, garagens, pilotis.

Pesado: circular, dimetro de 0.60 m, instalado em qualquer local de trnsito, passeio, ruas.

5.5.6. Caixa De Gordura Especial - (CGE)

Quadrada: Feita de alvenaria com 0,60m de lado e altura mxima de 1,00m, parede em tijolo macio com espessura de 0,20m, fundo em concreto, revestida internamente de argamassa alisada a colher.

Circular: Em anis pr-moldados, alturas de 7,5cm, 15cm e 30cm, fundo de concreto, dimetro de 0,60m, com altura mxima de 1,00m.

Retangular: De alvenaria em casos especiais, de 0,45mx0,60m e as demais caractersticas da quadrada.

5.6. Dimensionamento das Tubulaes (TQ, CV, TS e TG)

0 .9 0 0 .2 0

0.80 C I

4 " = 1 0 0 m m

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Uma tubulao dimensionada de acordo com o tipo e o nmero de aparelhos ligados a ela. Exemplo 1: Prdio de 10 pavimentos sem subsolo Dimensione os tubos secundrios, de gordura e de queda, de um prdio de 10 pavimentos, sem subsolo, sabendo que TQ1 esgota um tanque, o TS2 esgota uma MLR, o TG esgota uma pia, o TQ1 esgota um chuveiro e o TQ2 esgota um lavatrio. Tabela I: Na tabela I, temos as unidades de descarga correspondentes para aparelhos sanitrios: TS1 1 tanque 2 1 ralo 1 3 x 10 andares = 30 + 2 =32 UD TS2 Mquina lavar roupa 4 x 10 = 40 UD TG Pia de cozinha 3 x 10 = 30 +3 = 33 UD TQ1 Banheiro Completo Vaso 6

Lavatrio 1 Chuveiro 2 Bid 2 Banheira 3 Ralo 1 15 x 10 = 150 UD

TQ2 No lavabo

1 Vaso 6 1 Lavatrio 1 1 Ralo 1 8 x 10 = 80 UD

A = TS1+ TS2 + TG2 + TQ1 = 293 B = A+ TQ2 = 363

TQ 2

TQ 1

TG

TS2

TS 1

B

CI

150

CI

CSD

CGD

A 150

Rede

1

2

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Tabela II: Na Tabela 2, temos = 4 ou 150mm - vazo de 363 UD, Para vazo at 600 UD - tubulao de 4 (100 mm) Tabela III: Para vazo de acima de 600 UD - tubulao de 6 (150 mm)

Soluo

Quantidade Aparelhos Vazo por Banheiro Unidades de Descarga

Vazo Total Unidades de Descarga

2 Vaso 6 12 2 Lavatrio 1 2 2 Chuveiro 2 4 2 Bid 2 4 2 Banheira 3 6 2 Ralo 1 2

Total - 15 30 Exemplo 2: Prdio de 10 pavimentos, sem subsolo Dimensione os tubos de queda, sabendo que: TQ1 esgota dois banheiros completos 30 UD. TQ2 esgota um banheiro completo 15 UD. TQ3 esgota um lavabo ( um vaso, um lavatrio, um ralo). 8 UD. Soluo: Com base na tabela acima, com as unidades de descarga temos:

1 5 0 = 6 "

3 0 0 + 1 5 0 = 4 5 0

4 5 0 + 7 0 = 5 2 0

T Q

1 0 03

C

1 0 0

1 0 0

T Q

T Q

2

B

A

1

1 5 0 = 6 "

1 5 0 = 6 "

A

B

C

CI

Rede

B TO

TO

TO

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TQ1 esgotaria 300 unidades de descarga; TQ2 esgotaria 150 unidades de descarga; TQ3 esgotaria 80 unidades de descarga.

Nos trechos A, B, C, a vazo vai se acumulando medida que recebe o esgoto. Teremos:

Trecho A a prpria unidade de descarga 150 UD. Trecho B a soma de trecho A com a unidade de descarga do TQ2 450 UD. Trecho C a soma de trecho B com a unidade de descarga do TQ3 520 UD.

Na tabela II teremos os dimetros recomendados pela norma: 6 (150mm).

5.7. Fossa Sptica Fossa sptica e sumidouro so usados quando no existe rede coletora de esgoto no logradouro.

Fossa: um depsito hermeticamente fechado onde so jogados os dejetos. necessria a colocao de um respiro para eliminao dos gases do esgoto.

Anaerbios: Utiliza os germes que se alimentam da matria inorgnica existente nas fossas.

Sumidouro: S pode existir em terreno arenoso, permevel. um reservatrio que recebe lquido da fossa.

A sada da fossa tambm chamada de efluente e pode ser feita por intermdio de:

valas, crregos, riachos ou galerias de guas pluviais ou sumidouro.

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Tipos de Ligao: 1) 2) 3) Com Rede

TQ

CS

CGD

CIREDE DE ESGOTO

CS

Fossa

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5.7.1. Dimensionamento da Fossa Sptica Para dimensionar uma fossa, utilizam-se as seguintes informaes:

Tempo de reteno -1 dia pelo menos. Comprimento - 3 x largura. Profundidade - 1,5 a 2,5 m. Declividade do fundo em relao sada - 0,5% ou 5 mm/m. Sada do efluente a 5 cm abaixo da entrada.

Exemplo: Fossa para 100 pessoas

Dimensionar uma fossa para 100 pessoas, sabendo-se que a cota de gua por pessoa = 200 litros/dia.

Profundidade 2,00m, comprimento 3 x largura. Cota total de 200 litros x 100 pessoas = 20.000 litros/dia = 20 m3/dia Como a cota dada em volume e o volume H x L x C, ento: 20 = 2 x L x 3L => 6 L2 = 20 => L2 = 3,3 => L = 1,8 m Ento, a dimenso da fossa deve ser: H = 2,00m L = 1,80m Comprimento = 5,40m

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5.8. Tabelas

Tabela I Nmero de Unidades de Descarga dos Aparelhos Sanit rios

e Dimetro Nominal dos Ramais de Descarga

Aparelho Nmeros de Unidades de

Descarga Dimetro Mnimo do

Ramal de Descarga (mm)

Banheira - - Residncia 3 40 (1 1/2") Uso geral 4 40 (1 1/2") Bebedouro 0,5 40 (1 1/2") Bid 2 30 (1 1/4") Chuveiro - - Residncia 2 40 (1 1/2") Uso geral 4 40 (1 1/2") Lavatrio - - Residncia 1 40 (1 1/2") Uso geral 2 40 (1 1/2") Uso coletivo (torneira) 1 50 (2") Mictrio - - Com vlvula 4 50 (2") Com descarga automtica 2 40 (1 1/2") De calha, por metro 2 50 (2") Pia - - Residncia 3 40 (1 1/2") Grandes cozinhas 6 50 (2") Despejo 3 75 (3") Ralo Sifonado 1 40 (1 1/2") Tanque de Lavar - - Pequeno 2 30 (1 1/4") Grande 3 40 (1 1/2") Mquina de Lavar Roupa/Lavar Loua 4 40 (1 1/2") Vaso Sanitrio 6 100 (4")

Tabela II

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Nmero de Unidades de Descarga

Dimetro Mnimo (mm) Em um Pavimento Em Todo o Tubo de

Queda 1 2 30 (1 1/4") 2 8 40 (1 1/2") 6 24 50 (2") 14 70 75 (3") 100 600 100 (4") 420 2200 150 (6")

Nota: Exige-se o dimetro mnimo de 100mm (4") para as canalizaes que recebem despejos de vasos sanitrios

Tabela III

Coletores Prediais, Subcoletores e Ramais de Esgoto s (Dimetros Mnimos) Nmero de Unidades de Descarga Dimetro Mnimo (mm)

1 30 (1 1/4") 4 40 (1 1/2") 7 50 (2") 24 75 (3") 192 100 (4") 742 150 (6")

Tabela IV

Distncia Mxima de um Desconector ao Tubo Ventilad or Dimetro Mnimo do Ramal de Descarga

(mm) Dimetro Mxima (m) 30 (1 1/4") 0,70 40 (1 1/2") 1,00 50 (2") 1,20 75 (3") 1,80 100 (4") 2,40

Tabela V

Ramais de Ventilao

Grupos de Aparelhos (Sem Vaso Sanitrio) Grupos de Aparelhos (Com Vaso

Sanitrio) Unidades de

Descarga Dimetro do Ramal de

Ventilao (mm) Unidades de

Descarga Dimetro do Ramal

de Ventilao At 8 40 (1 1/4") At 17 50 (2")

De 9 a 18 50 (2") De 18 a 60 75 (3") De 19 a 36 75 (3") Acima de 60 100 (4")

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Acima de 36 100 (4")

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6. Concluso

Pode-se concluir a importncia que se deve dar ao esgoto das cidades, ou seja, todo o esgoto das cidades deve ser coletado e eliminado depois de tratado, evitando com isso prejuzo para a sade de todos. Conclui-se que alguns critrios so importantes para a instalao adequada do esgoto sanitrio, partindo inicialmente das residncias e lojas, seguindo pelo esgoto predial, alcanando o esgoto dos sistema pblico, sendo tratado nas estaes de tratamento e por fim devolvidos natureza, sem nenhuma impureza.

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7. Referncias Bibliogrficas 1. Araujo, Eliete de Pinho, Apostila 1994. 2. Archibald, Joseph Macintyre, Instalaes Hidrulicas. Guanabara Dois, Rio de Janeiro,

1982. 3. Creder, Hlio, Instalaes Hidrulicas e Sanitrias . 5 edio, Livros Tcnicos e

Cientficos Editora, UFRJ, Rio de Janeiro, 1996. 4. Site CAESB : www.caesb.com.br

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