Apostila de Análise Fundamentalista - ?· Apostila de Análise Fundamentalista ... Questões específicas…

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<ul><li><p>Apostila de Anlise Fundamentalista Fale com a gora 4004-8282 (Regies Metropolitanas) 0800 742 8282 (demais localidades) www.agorainvest.com.br </p><p>http://www.agorainvest.com.br</p></li><li><p>Apostila de Anlise Fundamentalista </p><p> Esse texto foi desenvolvido pela gora Corretora de Ttulos e Valores Mobilirios S.A. e no constitui uma recomendao de investimento. Para mais esclarecimentos, sugerimos entrar em contato com o setor de atendimento da gora. expressamente proibida a reproduo de parte ou da totalidade de seu contedo, mediante qualquer forma ou meio, sem prvia e formal autorizao, nos termos da Lei 9.610/98. </p><p>2</p><p>APOSTILA DE ANLISE FUNDAMENTALISTA Elaborada pela Equipe de Anlise Fundamentalista da gora </p><p>NDICE </p><p> I. Em que consiste a Anlise Fundamentalista........................................... 3 </p><p> II. Principais medidas de retorno: Valorizao em Bolsa e Dividendos......... 3 </p><p> III. Estrutura Acionria Bsica das Empresas.................................................. 5 </p><p> IV. Noes de Contabilidade......................................................................... 7 </p><p> V. Anlise de Balanos................................................................................ 11 </p><p> VI. O que se deve levar em conta na projeo de balanos........................ 17 </p><p> VII. A importncia da anlise da gerao de caixa......................................... 18 </p><p> VIII. Indicadores Fundamentalistas: LPA, VPA, CFS...................................... 20 </p><p> XI. Enterprise Value (EV) e Valor Justo - O Modelo VALUATION................... 21 </p><p> X. Mltiplos de Mercado: P/L, P/VPA, P/CFS, EV/EBITDA........................... 24 </p><p> Bibliografia Recomendada.............................................................................. 26 </p></li><li><p>Apostila de Anlise Fundamentalista </p><p> Esse texto foi desenvolvido pela gora Corretora de Ttulos e Valores Mobilirios S.A. e no constitui uma recomendao de investimento. Para mais esclarecimentos, sugerimos entrar em contato com o setor de atendimento da gora. expressamente proibida a reproduo de parte ou da totalidade de seu contedo, mediante qualquer forma ou meio, sem prvia e formal autorizao, nos termos da Lei 9.610/98. </p><p>3</p><p>I. Em que consiste a Anlise Fundamentalista </p><p>A anlise fundamentalista tem o objetivo de avaliar alternativas de investimento a partir do processamento de informaes obtidas junto s empresas, aliadas ao entendimento da conjuntura macroeconmica e do panorama setorial nos quais a companhia se insere, passando pela anlise retrospectiva de suas demonstraes financeiras e estabelecendo previses para o seu desempenho. Cabe anlise fundamentalista estabelecer o valor justo para uma empresa, respaldando decises de investimentos. A premissa bsica da anlise fundamentalista de que o valor justo para uma empresa se d pela definio da sua capacidade de gerar lucros no futuro. </p><p>II. Principais medidas de retorno: Valorizao em Bolsa e Dividendos Em se tratando de companhias abertas, a valorizao da ao em Bolsa , sem dvida, o principal parmetro de avaliao da sua performance como investimento. Entretanto, o acionista tem como atrativo adicional a possibilidade de ser remunerado atravs do recebimento de dividendos. Neste caso, possvel criar uma expectativa de recebimento futuro de dividendos e consider-la como um desconto sobre o preo atual da ao. Isto possvel da seguinte maneira: se a empresa sob anlise apresenta um histrico estvel em sua distribuio de resultados, pode ser estimado o dividendo a ser recebido no prximo exerccio, partindo de uma projeo para suas demonstraes financeiras. </p><p> Frmulas de clculo de Pay-Out e Yield Pay-Out: a taxa de distribuio do lucro da empresa para os acionistas na forma de dividendos ou juros sobre o capital prprio. A legislao exige que seja distribudo, no mnimo, 25% do lucro lquido aps as dedues legais. Exemplificando, se uma empresa tem lucro de R$ 1,00/ao e distribui R$ 0,35/ao como dividendos, seu pay-out seria de 35%. Yield: calculado tendo como numerador o dividendo distribudo por ao e como denominador o preo atual da ao. Torna-se especialmente relevante se visto para o futuro, sendo neste caso necessrio que tenhamos uma projeo de lucro e seja estabelecido um pay-out realista. Assim, se uma ao custa hoje R$ 100,00 e esperamos receber R$ 10,00 em dividendos, o yield seria de 10%, podendo ser visto como um rendimento da ao, independentemente da valorizao em Bolsa. </p></li><li><p>Apostila de Anlise Fundamentalista </p><p> Esse texto foi desenvolvido pela gora Corretora de Ttulos e Valores Mobilirios S.A. e no constitui uma recomendao de investimento. Para mais esclarecimentos, sugerimos entrar em contato com o setor de atendimento da gora. expressamente proibida a reproduo de parte ou da totalidade de seu contedo, mediante qualquer forma ou meio, sem prvia e formal autorizao, nos termos da Lei 9.610/98. </p><p>4</p><p> Risco da Ao X Risco do Mercado Ao investirmos em determinada ao, devemos estar cientes de que as chances de retorno para tal aplicao sero determinadas por dois fatores bsicos, quais sejam, bom desempenho da companhia em foco, sobretudo o desempenho futuro, e um bom andamento do mercado acionrio no perodo para o qual se espera o retorno. O primeiro fator denominado Risco No Sistemtico (ou Diversificvel) e o segundo fator chamamos de Risco Sistemtico. As modernas teorias sobre administrao de carteiras mostram a possibilidade de anular o risco no sistemtico na montagem de carteiras de aes. bvio que alteraes nos rumos da economia, interna ou externa, causam oscilaes por vezes bruscas nos mercados de capitais e podem afetar a performance dos ttulos de determinada empresa, mesmo que seus negcios em nada estejam sendo afetados pelo(s) fato(s) ocorrido(s). Neste caso, a situao especfica dos papis da empresa tende a se ajustar com o tempo, podendo voltar curva anteriormente esperada de valorizao. Questes especficas do mercado de capitais tambm interferem nas movimentaes dos ttulos, como o caso da liquidez em Bolsa. Aes com baixa freqncia de negcios nos preges trazem um risco a mais para o investimento, pois no h garantia de que voc vai conseguir negoci-las sem dificuldades. Para que um mercado seja eficiente, a boa liquidez dos ttulos negociados premissa bsica. No podemos contar com respostas imediatas. Em essncia, o investimento em aes apresenta horizonte de retorno de mdio/longo prazo, uma vez que necessrio aguardar a confirmao dos fatos os quais nos baseamos para avaliar aquela ao como atrativa. Por outro lado, retornos rpidos tambm ocorrem com freqncia. No podemos tom-los como certos. Quando escolhemos determinada ao para aplicar recursos esperamos sempre que apresente nvel de rentabilidade superior a dos ativos de renda fixa disponveis no mercado, como ttulos do Governo ou de instituies privadas. </p></li><li><p>Apostila de Anlise Fundamentalista </p><p> Esse texto foi desenvolvido pela gora Corretora de Ttulos e Valores Mobilirios S.A. e no constitui uma recomendao de investimento. Para mais esclarecimentos, sugerimos entrar em contato com o setor de atendimento da gora. expressamente proibida a reproduo de parte ou da totalidade de seu contedo, mediante qualquer forma ou meio, sem prvia e formal autorizao, nos termos da Lei 9.610/98. </p><p>5</p><p>III. Estrutura Acionria Bsica das Empresas A Ao a menor frao do capital de uma sociedade annima. As aes podem ser ordinrias (com direito a voto nas Assemblias) ou preferenciais (tm preferncia na distribuio dos resultados). Necessariamente devem existir aes ordinrias no capital de uma empresa (pode ser 100% formado por ordinrias). Quanto s aes preferenciais, so limitadas a 50% do capital total para as empresas que abriram o capital desde a publicao da Lei 10.303, de 31/10/2001. Esta Lei alterou e complementou a Lei das Sociedades Annimas (Lei 6.404/76), que determinava um mximo de dois teros de preferenciais no capital total das sociedades annimas. As aes podem ser nominativas ou escriturais, sendo que, de qualquer modo, necessria a identificao dos acionistas, sejam eles de pequeno ou grande porte, minoritrios ou majoritrios. O nmero de aes de uma empresa pode sofrer modificaes por vrias razes, mas os trs principais eventos que o altera so os seguintes: Subscrio de Novas Aes (ou Aumento de Capital) Ocorre quando a empresa emite aes novas e as lana no mercado, buscando captar recursos novos para viabilizar um plano de investimentos, amortizao de dvidas ou por outro motivo. Esta emisso faz parte do chamado Mercado Primrio de aes. Bonificao em Aes Tambm representa um aumento do capital da empresa e se origina da incorporao de reservas acumuladas ao capital, com a emisso de novas aes, que so oferecidas aos acionistas. No envolve captao de recursos. Desdobramento do Nmero de Aes (ou Split) Neste caso, o que ocorre apenas a diviso do nmero de aes da empresa, que se desdobra em determinada proporo. Teoricamente no causa qualquer modificao no capital social da empresa, provocando apenas a multiplicao do nmero total de aes. Exemplo: se uma empresa tem 2 milhes de aes em seu capital e resolve desdobr-las na proporo de 100%, o capital desta empresa passa a contar com 4 milhes de aes e seu preo em Bolsa se ajusta proporcionalmente. Nada ocorre em termos fundamentalistas, mas esta deciso pode contribuir para uma melhor negociabilidade dos ttulos em Bolsa, pois no nosso exemplo a cotao cairia para a metade, o que poderia propiciar a realizao de mais negcios com tal ao, tendo em vista a maior facilidade para a formao de lotes mnimos de negociao. </p></li><li><p>Apostila de Anlise Fundamentalista </p><p> Esse texto foi desenvolvido pela gora Corretora de Ttulos e Valores Mobilirios S.A. e no constitui uma recomendao de investimento. Para mais esclarecimentos, sugerimos entrar em contato com o setor de atendimento da gora. expressamente proibida a reproduo de parte ou da totalidade de seu contedo, mediante qualquer forma ou meio, sem prvia e formal autorizao, nos termos da Lei 9.610/98. </p><p>6</p><p> O Valor de Mercado O valor de mercado de uma empresa representado pela cotao das suas aes em Bolsa, multiplicada pelo nmero total de aes que compe seu capital. Para o clculo adequado do valor de mercado, deveriam ser consideradas as cotaes em Bolsa de cada tipo de ao (ordinrias e preferenciais) e ponderadas pelas quantidades de cada tipo no capital da empresa. Entretanto, na maioria dos casos, no h negcios com os dois tipos em Bolsa, motivo pelo qual freqente utilizar-se como referncia a cotao da ao mais lquida (com mais negcios em Bolsa) e efetuar a multiplicao pelo nmero total de aes. Empresa XYZ S.A. Nmero de Aes milhares . Ordinrias 200.000 . Preferenciais 100.000 . Total 300.000 $ 360 milhes Cotao em Bolsa $/ao . Ao Ordinria 1,00 OU na hiptese de no haver </p><p>negcios . Ao Preferencial </p><p>1,20 com as aes ordinrias </p><p> Valor de Mercado $ milhes . Ordinrias 200,0 . Preferenciais 120,0 . Total 320,0 </p><p> Valor Contbil X Valor de Mercado O valor patrimonial das empresas no necessariamente prximo do valor de mercado. Isto se deve basicamente ao fato de que os dados contbeis so escriturais e podem conter defasagens em relao ao valor considerado justo para a ao, que um entendimento subjetivo e pode variar de investidor para investidor. Os diferentes julgamentos de valor que fazem, afinal, o mercado funcionar, havendo sempre compradores e vendedores e proporcionando liquidez para os ativos. importante saber que a contabilidade utiliza como parmetro o conceito de valor econmico, e no financeiro. Isto significa que os valores observados nos balanos no tm relao direta com o valor efetivo de realizao, o que dado pelo mercado. </p></li><li><p>Apostila de Anlise Fundamentalista </p><p> Esse texto foi desenvolvido pela gora Corretora de Ttulos e Valores Mobilirios S.A. e no constitui uma recomendao de investimento. Para mais esclarecimentos, sugerimos entrar em contato com o setor de atendimento da gora. expressamente proibida a reproduo de parte ou da totalidade de seu contedo, mediante qualquer forma ou meio, sem prvia e formal autorizao, nos termos da Lei 9.610/98. </p><p>7</p><p>IV. Noes de Contabilidade Para avanarmos em nosso propsito de conhecer as bases da Anlise Fundamentalista, necessrio que sejam transmitidos alguns conceitos bsicos de contabilidade. As empresas de capital aberto no Brasil tm a obrigao de divulgar balanos trimestrais, que so enviados CVM (Comisso de Valores Mobilirios), autarquia vinculada ao Ministrio da Fazenda, a qual compete, dentre outras funes, a de fiscalizao das companhias abertas, tendo poderes para examinar livros e documentos, exigir esclarecimentos e at republicao de balanos, na hiptese de ser encontrada qualquer anormalidade na apresentao dos mesmos. Geralmente, as empresas brasileiras tm o exerccio social coincidente com o ano calendrio, de modo que os balanos anuais, normalmente os mais ricos em informaes, se encerram em dezembro. As demonstraes financeiras devem seguir a Lei das Sociedades Annimas (Lei 6.404/76, alterada e complementada pela Lei 10.303, de 31/10/2001 e pela Lei 11.638/07) e exprimir com clareza a situao patrimonial da empresa e as mutaes ocorridas no exerccio. Devem observar as normas exigidas pela CVM, serem auditadas por auditores independentes credenciados e assinadas pelos administradores e contadores legalmente habilitados. Os principais itens das demonstraes financeiras so o Balano Patrimonial e a Demonstrao dos Resultados do Exerccio. Balano Patrimonial No Balano Patrimonial so registrados os bens, direitos e obrigaes da empresa num determinado momento, agrupados em contas dispostas em ordem decrescente de liquidez. Vejamos o Balano Patrimonial da Empresa XYZ S.A. Empresa XYZ S.A. -- ATIVO 1.800 . Ativo Circulante 800 - Disponibilidades 180 - Clientes 300 - Estoques 200 - Outros 120 - No Circulante . Realizvel a Longo Prazo 100 . Permanente 900 - Investimentos 200 - Imobilizado 600 </p></li><li><p>Apostila de Anlise Fundamentalista </p><p> Esse texto foi desenvolvido pela gora Corretora de Ttulos e Valores Mobilirios S.A. e no constitui uma recomendao de investimento. Para mais esclarecimentos, sugerimos entrar em contato com o setor de atendimento da gora. expressamente proibida a reproduo de parte ou da totalidade de seu contedo, mediante qualquer forma ou meio, sem prvia e formal autorizao, nos termos da Lei 9.610/98. </p><p>8</p><p> - Intangvel 100 -- PASSIVO 1.800 . Passivo Circulante 600 - Fornecedores 180 - Emprstimos Bancrios 150 - Impostos e Outros 270 - No Circulante . Exigvel a Longo Prazo 200 - Emprstimos Bancrios 200 . Patrimnio Lquido 1.000 - Capital Social 600 - Reservas 400 F A soma de todos os itens do Ativo ser SEMPRE igual soma dos itens do Passivo. No Ativo Circulante esto contabilizadas as disponibilidades (caixa, valores depositados em bancos, aplicaes financeiras de curto prazo, etc.) e os direitos realizveis no prazo de um ano (contas a receber de clientes, estoques, etc.). Como No Circulante, podemos destacar dois grupos: o Realizvel a Longo Prazo e o Ativo Permanente. O Realizvel a Longo Prazo tambm registra direitos e obrigaes, porm aqueles que somente tm expectativa de realizao aps um ano a partir da data do balano (exemplos: vendas com prazo superior a um ano, emprstimos concedidos a empresas do mesmo grupo controlador, dentre outras operaes consideradas de longo prazo). O Ativo Permanente pode ser dividido em trs parcelas bsicas: Investimentos, Imobilizado e Intangvel. Em Investimentos classificam-se as participaes societrias de carter permanente em outras empresas. No Imobilizado esto os bens destinados s operaes da companhia, como suas fbricas, equipamentos, instalaes, etc. Com relao ao Intangvel, alguns exemplos seriam marcas, patentes e licenas de uso de software. No Passivo Circulante esto classificadas as obrigaes de curto prazo da companhia, como dvida com fornecedores, impostos, instituies financeiras, etc. O Exigvel a Longo Prazo, da mesma forma, registra dvidas e obrigaes, com a nica diferena situada no prazo de pagamento, ou seja, aqui se incluem aquelas com prazo superior a um ano. Finalmente, chegamos ao Patrimnio Lquido, que representa o capital prprio da empresa. Nele esto includas as contas de Capital Social, Reserva de Capital, Reserva de Lucros e outras reservas, alm dos </p></li><li><p>Apostila de Anlise Fundamentalista </p><p> Esse texto foi desenvolvido pela gora Corretora de Ttulos e Valores Mobilirios S.A. e no constitui uma recomendao de investimento. Para mais esclarecimentos, sugerimos entrar em contato com o setor de atendimento da gora. expressamente proibida a reproduo de parte ou da totalidade de seu contedo, mediante qualquer forma ou meio, sem prvia e formal autorizao, nos termos da Lei 9.610/98. </p><p>9</p><p>Prejuzos Acumulados (caso existam). Em outras palavras, este grupo se caracteriza pela diferena entre o valor total dos ativos (bens e direitos) e dos passivos (obrigaes). Demonstrao dos Resultados Na Demonstrao dos Resultados do Exerccio que iremos verificar a performance da empresa dentro de um determinado perodo. Cabe aqui lembrar que o Balano Patrimonial representa uma fotografia dos nmeros da empresa em certa data. No caso da Demonstrao dos Resultados a viso outra, ou seja, so valores acumulados num espao de tempo (receitas e despesas), cujo somatrio vai nos mostrar se houve lucro ou prejuzo. A classificao das contas segue uma seqncia lgica e se inicia com o faturamento da empresa (ou Receita Operacional) no perodo. Vamos tomar como referncia a Demonstrao de Resultados da empresa fictcia XYZ S.A., mostrada a seguir: Empresa XYZ S.A. (+) Receita Operacional Bruta 1.000 (-) Impostos Incidentes sobre Vendas </p><p>(80) </p><p>(-) Devolues e Abatimentos (20) (=) Receita Operacional Lquida 900 (-) Custo dos Produtos Vendidos (400) (=) Lucro Bruto 500 (-) Despesas Operacionais (240) . Vendas (100) . Administrativas (60) . Financeiras (lquidas) (80) . Equivalncia Patrimonial </p><p>30 </p><p> . Outras (30) (=) Lucro Operacional e Antes IR e CS </p><p>260 </p><p>(-) Imposto de Renda e Contrib. Social </p><p>(80) </p><p>(=) Lucro Lquido 180 A contabilidade utiliza o chamado regime de competncia, e no de caixa, o que significa que todos os valores so lanados na Demonstrao dos Resultados, sejam eles efetivamente recebidos ou no. A Receita Operacional Bruta se relaciona com as vendas da empresa no perodo, no importando se foram feitas vista ou prazo. Da receita bruta so deduzidos os impostos, como IPI, ICMS e outros, e ainda eventuais devolues de vendas e abatimentos concedidos posteriormente entrega dos produtos. Chegamos ento Receita Operacional Lquida. </p></li><li><p>Apostila de Anlise Fundamentalista </p><p> Esse texto foi desenvolvido pela gora Corretora de Ttulos e Valores Mobilirios S.A. e no constitui uma recomendao de investimento. Para mais esclarecimentos, sugerimos entrar em contato com o setor de atendimento da gora. expressamente proibida a reproduo de parte ou da totalidade de seu contedo, mediante qualquer forma ou meio, sem prvia e formal autorizao, nos termos da Lei 9.610/98. </p><p>10</p><p> O Custo dos Produtos Vendidos, ou simplesmente CPV, representa a parcela dos estoques que foi vendida no perodo, incorporando todo o custo envolvido na produo, como matrias-primas, mo-de-obra, energia, depreciao, etc. Numa empresa industrial, a frmula bsica do CPV a seguinte: CPV = EI + CPP EF Onde: EI = Estoque Inicial CPP = Custo de Produo no Perodo EF = Estoque Final O Custo de Produo obedece a seguinte composio: CPP = MC + MO + CI Onde: MC = Materiais Consumidos MO =

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