anurio estat­stico brasileiro do petr³leo, gs natural e biocombust­veis 2010

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    ANURIO ESTATSTICO BRASILEIRO DO PETRLEO, GS NATURAL E BIOCOMBUSTVEIS 200

    Presidente da Repblica

    Luiz Incio Lula da Silva

    Ministro de Minas e Energia

    Mrcio Pereira Zimmermann

    Agncia Nacional do Petrleo, Gs Natural e Biocombustveis

    Diretor-Geral

    Haroldo Borges Rodrigues Lima

    Diretores

    Allan Kardec Duailibe Barros Filho

    Magda Maria de Regina ChambriardVictor de Souza Martins

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    ANURIO ESTATSTICO BRASILEIRO DO PETRLEO, GS NATURAL E BIOCOMBUSTVEIS 200

    Ministrio de Minas e Energia

    Agncia Nacional do Petrleo,

    Gs Natural e Biocombustveis

    Anurio Estatstico Brasileiro do Petrleo,

    Gs Natural e Biocombustveis2010

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    ANURIO ESTATSTICO BRASILEIRO DO PETRLEO, GS NATURAL E BIOCOMBUSTVEIS 200

    Agncia Nacional do Petrleo, Gs Natural e Biocombustveis ANP

    Escritrio CentralAv. Rio Branco, n 6 2 ao 22 andar CentroCEP 20090-00 Rio de Janeiro RJ Brasilwww.anp.gov.brTel.: (-2) 22- 00Teleax: (-2) 22-29

    (-2) 22-9(-2) 22-9

    Copyright 200Catalogao na onte: Centro de Documentao e Inormao da ANP

    permitida a reproduo do contedo deste Anurio desde que obrigatoriamente citada a onte.Reprodues para ins comerciais so rigorosamente proibidas.

    CoordenaoFlorival Rodrigues de Carvalho Superintendente de Planejamento e Pesquisa

    Coordenao ExecutivaNey Mauricio Carneiro da CunhaJos Lopes de Souza

    Equipe TcnicaAlice Kinue Jomori de Pinho

    Andr Luis de Souza CanelasAntnio Adolo Freitas ValleFabiana da Silva DutraJos Carlos Soares TigreJulia DraghiKrongnon Wailamer de Souza RegueiraMaria Mendes da FonsecaRoberta Salomo Moraes da Silva

    Coordenao EditorialDurval Carvalho de Barros

    Equipe EditorialClaudia RabelloJoo Carlos MachadoRenata Moraes

    ExecuoAgncia Nacional do Petrleo, Gs Natural e Biocombustveis ANPSuperintendncia de Planejamento e PesquisaSuperintendncia de Divulgao e Comunicao Institucional

    Agncia Nacional do Petrleo, Gs Natural e Biocombustveis (Brasil).

    Anurio Estatstico Brasileiro do Petrleo, Gs Natural e Biocombustveis /Agncia Nacional do Petrleo, Gs Natural e Biocombustveis. - Rio de Janeiro: ANP, 200.

    v. : gr., tab. + CD-ROM.

    Anual.

    Ttulos anteriores: Anurio Estatstico do Departamento Nacional de Combustveis e Conselho Nacional do Petrleo 9-9;

    Anurio Estatstico do Departamento Nacional da Indstria do Petrleo 99-2000 (o volume de 99 inclui tambm dados reerentes

    a 996-99); Anurio Estatstico Brasileiro do Petrleo e do Gs Natural 200-200.

    ISSN 9-

    . Indstria do petrleo. 2. Petrleo Estatsticas. . Gs natural Estatsticas. . lcool Estatsticas. . Biocombustveis

    Estatsticas. I. Ttulo.

    CDD .222

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    A p r e s e n t a o

    O ano de 2009 oi marcado pela severa recesso decorrente da crise fnanceira iniciada em 200, e que atingiu principalmente

    as economias desenvolvidas, embora estas comeassem a mostrar sinais de recuperao a partir do segundo semestre doano. Como consequncia, a demanda mundial de petrleo fcou estagnada. Seu ritmo de crescimento, no uturo prximo,deve depender da expanso do consumo nas economias emergentes. O Brasil, por sua vez, tambm soreu os eeitos dacrise, sentidos primordialmente na queda das exportaes; mas sua economia apresentou uma boa recuperao no segundosemestre, o que se reetiu no desempenho do setor de petrleo, gs natural e biocombustveis.

    Apesar de crescerem a uma taxa bem menor que a de 200, as vendas de combustveis no Brasil apresentaram um aumentode 2,%. O destaque, mais uma vez, fcou por conta do etanol hidratado, cujas vendas registraram uma expanso de cerca de2%, em uno da exploso das vendas de veculos ex uel. O biodiesel teve sua comercializao impulsionada pelo aumentodo teor da adio deste energtico ao diesel, de % para %, ocorrido em julho de 2009. Com isso, as vendas de biodiesel

    soreram um aumento de 9% em relao a 200, embora o crescimento se d sobre uma base ainda pequena. A disseminaodo consumo de etanol e do biodiesel vem reorar a posio pioneira do Brasil na utilizao de ontes de energia renovveis.

    No midstream, tanto a capacidade nominal quanto a produo de biodiesel soreram aumentos de 2,% e ,%,respectivamente. Entretanto, o ato que mereceu maior destaque oi a aprovao da Lei do Gs, que abre novas perspectivaspara o setor. Entre outras providncias, a nova lei estabeleceu o sistema de concesso para a construo de novos gasodutos,cabendo a esta Agncia promover o processo de licitao e elaborar os novos contratos. A expanso da malha de gasodutos detransporte, com a concluso de mais de 00 km de gasodutos, consolida a opo do Brasil pelo desenvolvimento da indstriado gs natural.

    No upstream, estimativas preliminares eitas pela Petrobras na rea do pr-sal indicam que a acumulao de Tupi possuivolumes recuperveis entre e bilhes de barris de leo equivalente, enquanto a de Guar, tambm situado na Bacia deSantos, tem um potencial entre , e 2 bilhes de leo leve e gs natural. As descobertas do pr-sal motivaram o GovernoFederal a propor um novo modelo para a explorao e a produo nestas reas, baseado nos contratos de partilha da produo,que est em discusso no Congresso Nacional. O novo modelo em geral usado quando h explorao com baixo risco eelevado potencial , na medida em que prev a apropriao pelo Estado do leo extrado, permite um controle da produoque se ajuste ao crescimento da indstria, prevenindo assim a chamada doena do petrleo.

    A proposta do Governo tambm prev a criao de um Fundo Social para as receitas advindas da atividade petrolera, quepermitir investimentos macios na educao e em projetos de desenvolvimento regional. Dessa orma, o novo modelo para

    o setor dever garantir a industrializao do Brasil, proporcionar maior participao da sociedade na renda proveniente dopetrleo; e a aplicao desse recurso na melhoria dos indicadores sociais do Pas.

    Haroldo Borges Rodrigues LimaDiretor-Geral

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    S u m r i o G e r a l

    Guia de Leitura ..................................................................................

    Sumrio de Sees ............................................................................. 9

    Sumrio de Tabelas .......................................................................... 0

    Sumrio de Quadros ........................................................................

    Sumrio de Grfcos .........................................................................

    Sumrio de Cartogramas ................................................................. 6

    Notas Gerais ....................................................................................

    Convenes ..................................................................................... 9

    Seo Panorama Internacional .................................................. 2

    Seo 2 Indstria Nacional do Petrleo e Gs Natural ................... 2

    Seo Comercializao .............................................................0

    Seo Biocombustveis ............................................................ 6

    Seo Licitaes de Blocos ....................................................... 6

    Seo 6 Resolues ANP ............................................................. 90

    Glossrio ....................................................................................... 9

    Fatores de Converso, Densidades e Poderes Calorfcos Ineriores .. 20

    Lista de Agentes Econmicos ......................................................... 209

    Relao de Fontes .......................................................................... 22

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    G u i a d e L e i t u r a

    O Anurio Estatstico Brasileiro de Petrleo, Gs Natural e Biocombustveis 2010 consolida os dados reerentes ao desempenho da

    indstria e do sistema de abastecimento nacionais de petrleo, gs natural e biocombustveis no perodo entre 2000 e 2009. O conhecimentodeste desempenho essencial tanto para o Governo quanto para os agentes econmicos em seus processos de planejamento e tomada de