anurio de patentes usp 2016

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  • Anurio de Patentes

    2016

    1

  • UNIVERSIDADE DE SO PAULO

    Reitor:

    Prof. Dr. Marco Antonio Zago

    Vice-Reitor:

    Prof. Dr. Vahan Agopyan

    Pr-Reitor de Pesquisa: Prof. Dr. Jos Eduardo Krieger

    Pr-Reitora de Ps-Graduao:

    Prof. Dr. Carlos Gilberto Carlotti Jr.

    Pr-Reitor de Graduao

    Prof. Dr. Antonio Carlos Hernandes

    Pr-Reitora de Cultura e Extenso Universitria:

    Prof. Dr. Marcelo de Andrade Romro

    AGNCIA USP DE INOVAO

    Coordenador:

    Prof. Dr. Vanderlei Salvador Bagnato

    Vice Coordenadora:

    Prof. Dr. Luciane M. Ortega

    Transferncia de Tecnologia:

    Selma Midori Yamada Shibuya

    Paulo Roberto Trautevein Gil

    Alexandre Venturini Lima

    Estagirios Transferncia de Tecnologia:

    Adriana Marinho

    Camilla Tosi de Barros

    Dbora Castro

    Giovana Grizoto

    Johnny Francisco da Silva Joyce Melo Leticia Utagawa

    Marcelo Alvarenga

    Rebeca Braga

    Srgio Barbosa

    2

  • Nota de esclarecimento:

    Os textos e imagens exibidos neste material foram fornecidos pelo(s) autor(es) de cada tecnologia;

    As patentes aqui expostas no correspondem totalidade de patentes depositadas pela Universidade de So Paulo

    (ou em parceria com a USP) em 2016;

    Algumas tecnologias atendem mais de uma rea, portanto, podem se repetir ao longo deste caderno.

    Agradecemos pela compreenso.

    Setor de Transferncia de Tecnologia

    Agncia USP de Inovao

    3

  • Sumrio:

    4

    Agropecuria.............................................

    Alimentos...................................................

    Comunicao e Informao.......................

    Energia.......................................................

    Mquinas e Equipamentos........................

    Materiais....................................................

    Sade e Cuidados.....................................

    Tecnologias Ambientais e Sustentveis.....

    Tecnologia Assistiva..................................

    Outros......................................................

    Equipe da Agncia....................................

    05

    14

    20

    37

    46

    66

    71

    105

    108

    112

    122

  • Agropecuria

    5

    5

  • Vanderlei Salvador Bagnato, Lilian Tan Moriyana, Bruno Pereira de Oliveira

    PROCESSO DE FOTOALVEJAMENTO DE TECIDOS

    Introduo

    Objetivos

    Aplicaes e pblico alvo

    Patente protegida sob o n: BR 10 2016 014269-5 rea: Agropecuria Instituto de Fsica

    Fotoalvejamento de tecido, particularmente tecidos de algodo.

    O processo de alvejamento de tecidos tem como objetivo eliminar as impurezas presentes no tecido cru, preparando-os para os processos de beneficiamento secundrio e tercirio. Atualmente, os mtodos de alvejamento mais utilizados e difundidos consistem na aplicao de agentes oxidantes e adio de estabilizantes e solues para o controle e manipulao de pH.

    O processo de fotoalvejamento aqui apresentado utiliza perxido de hidrognio, sem a necessidade de pr-tratamento do tecido ou da adio de qualquer tipo de estabilizante e/ou oxidantes. O processo se beneficia da emisso de luz ultravioleta ou LED azul para realizar fotocatlise homognea em temperatura ambiente. Quando comparado ao processo tradicional de alvejamento, destacam-se os seguintes benefcios: 1) Elimina a necessidade de pr-tratamento do tecido; 2) No requer adio de agentes oxidantes e/ou estabilizantes; 3) Elimina procedimentos trmicos durante o alvejamento; 4) Diminuio do risco de impacto ambiental pelos resduos gerados; 5) Eliminao do uso do silicato de sdio, estabilizante mais comumente utilizado no processo tradicional de alvejamento, uma vez que aquele que oferece maiores qualidades ao processo, porm, se acumula nos equipamentos, que devem ser submetidos constante manuteno.

    0037/2015

    Estgio de desenvolvimento

    Fonte: CEPOF-USP

    6

  • Marcelo Falco de Oliveira, Luis Henrique Guilherme

    SISTEMA OPERACIONAL PORTTIL PARA ENSAIO ELETROQUMICO DE CORROSO EM MICRORREGIES EM ALTAS TEMPERATURAS E SEU USO

    Introduo

    Objetivos

    Aplicaes e pblico alvo

    Patente protegida sob o n: BR102016024247-9 rea: Agropecuria Escola de Engenharia de So Carlos

    A presente inveno se insere no campo da engenharia, mais precisamente na rea de engenharia de corroso, e descreve um sistema operacional para ensaios eletroqumicos de corroso em alta temperatura. A caracterstica de aquecimento controlado do eletrlito amplia as possibilidades de execuo dos ensaios e tcnicas, caracterizao dos materiais quanto corroso em alta temperatura, reproduo de processos industriais com corroso de equipamentos/componentes industriais, e o estudo dos mecanismos de corroso em tais condies.

    A corroso um tipo de deteriorao que pode ser facilmente observada em equipamentos industriais. Trata-se de uma das principais causas de falhas em equipamentos e tubulaes. A utilizao de uma soluo de monitoramento para diagnosticar, controlar e gerenciar a evoluo dos processos corrosivos torna-se fundamental para evitar que os equipamentos possam causar riscos operacionais ou aos seus usurios.

    A presente inveno tem por objetivo possibilitar a execuo em alta temperatura de ensaios eletroqumicos de corroso em microrregies atravs do aquecimento do eletrlito, sendo este fornecido no sistema em fluxo contnuo. Os ensaios de corroso podem ser realizados em temperaturas fixas ou realizar a varredura de uma faixa de temperatura atravs de taxas controladas de aquecimento/resfriamento. Benefcios relacionados tecnologia: Os dispositivos so portteis e permitem que o ensaio de corroso seja executado em ambiente de laboratrio ou industrial; A execuo do ensaio eletroqumico pode ser realizada com temperatura esttica ou dinmica; Escoamento do eletrlito em fluxo contnuo com controle por gotejamento.

    0212/2015

    Estgio de desenvolvimento

    Figura: Representao da montagem do conjunto completo do Sistema Operacional, para ensaio de corroso, em alta temperatura

    pesquisa

    bsica

    produo

    em escala

    laboratorial

    prottipo planta

    piloto

    7

  • verton Sergio Estracanholli, Vanderlei Salvador Bagnato, Igor Polikarpov, Cristina Kurachi

    SISTEMA DE MONITORAMENTO DA PRODUO E FERMENTAO DO MOSTO CERVEJEIRO POR ESPECTROSCOPIA DE ABSORO NO INFRAVERMELHO

    Introduo

    Objetivos

    Aplicaes e pblico alvo

    Patente protegida sob o n: PI 1103305-3 rea: Agropecuria Instituto de Fsica de So Carlos

    Monitorar e quantificar a presena de carboidratos e lcool, em tempo real, na produo de cerveja a partir da absoro obtida pela reflexo da luz incidida sobre uma amostra de cerveja ou outro alimento industrial. Indstria cervejeira, includas as microcervejarias e fabricantes de cervejas especiais.

    O Brasil est entre os trs maiores produtores de cerveja do mundo, ficando atrs apenas da China e dos Estados Unidos. Nesse contexto, tanto as grandes empresas, quanto as microcervejarias relatam uma necessidade comum: um processo qualificado de monitoramento em tempo real da produo que garanta a qualidade e as caractersticas desejadas no produto final.

    A presente inveno trata-se de sistema de monitoramento da produo e fermentao do mosto cervejeiro que utiliza a absoro ptica na regio espectral do infravermelho, tornando o processo mais eficiente e obtendo um produto final mais apurado e com melhor qualidade. Atravs desta tecnologia, conseguimos ter a anlise do processo produtivo em tempo real, evitando o desperdcio na produo, consequentemente melhorando a qualidade do produto final com economia de tempo e recursos financeiros.

    0054/2011

    Estgio de desenvolvimento

    Fonte: Cesar, Eduardo. Revista Pesquisa FAPESP

    pesquisa

    bsica

    produo

    em escala

    laboratorial

    prottipo planta

    piloto

    8

  • Quando uma protena recombinante produzida por um microrganismo, varias outras protenas e demais molculas so tambm produzidas. No entanto, muitas vezes necessrio obter a protena na sua forma pura. Para isso, resinas de purificao por afinidade so aplicadas com a finalidade de se ligar apenas protena de interesse, separando-a completamente do meio repleto de molculas indesejveis em que estava imersa. As partculas aqui apresentadas permitem que a protena de interesse se ligue em um suporte magntico, o que estende sua utilidade alm da purificao de protenas, tambm podendo ser usado em reaes de catlise. A inveno traz um mtodo simples e rpido de produo de partculas ferromagnticas base de quitosana, glutaraldedo e AB-NTA, trazendo como avano tecnolgico a possibilidade de se purificar uma protena recombinante e, logo em seguida, utiliz-la como enzima imobilizada em uma reao cataltica. Alm de permitir que as partculas com a enzima imobilizada possam ser recuperadas atravs da ao de um campo magntico e assim serem reutilizadas em reaes posteriores.

    pesquisa bsica

    produo em escala

    laboratorial prottipo planta piloto

    Richard John Ward e Lara Aparecida Buffoni de Campos Carneiro

    MTODO SIMPLES E RPIDO DE PURIFICAO DE PROTENAS

    Introduo

    Objetivos

    Aplicaes e pblico alvo

    Estgio de desenvolvimento

    Patente protegida sob o n: BR102016021095-0 rea: Agropecuria . Faculdade de Filosofia, Cincias e Letras de Ribeiro Preto

    Setor qumico, farmacutico, txtil, biotecnolgico, agropecurio e de energia.

    A inveno tem como objetivo a produo e uso de partculas ferromagnticas r