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  • 1. Faculdade Castro Alves
    Psicologia 1 Semestre - Noturno
    ANTROPOLOGIA FILOSFICA
    • Aline Lima
  • 2. AlineSilva

3. Andresa Silva 4. Dbora Sales 5. Eliene Ferreira 6. Elisngela Caldas 7. Elisngela Machado 8. Luana Teixeira 9. Noeme LacerdaOrientador: Prof Fabiano Viana
10. H trs mil anos, no havia explicaes cientficas para grande parte dos fenmenos da natureza ou para os acontecimentos histricos. Para buscar um significado, os gregos criaram uma srie de histrias, de origem imaginativa, que eram transmitidas, principalmente, atravs da literatura oral.Grande parte destas lendas e mitos chegou at os dias de hoje e so importantes fontes de informao para entendermos a histria da civilizao da Grcia Antiga. So histrias riqussimas em dados psicolgicos, econmicos, materiais, artsticos, polticos e culturais.
Mitologia Grega: um conjunto de crenas e prticas ritualsticas dos antigos gregos. composta basicamente de um conjunto de histrias e lendas sobre uma grande variedade de deuses. A mitologia grega enfatizava o contraste entre as fraquezas dos seres humanos e as grandes e aterradoras foras da natureza.
Mitos/mitologia grega
Minotauro : figura da mitologia grega
11. Pr-socrticos
12. Este perodo compreendeu os sculos IV e V a.C. e envolveu poucos, porm grandes intelectuais, pensadores e cientistas.
Os sofistas sistematizaram e transmitiram uma srie de conhecimentos estudados at os dias de hoje. Eles no ensinavam em um determinado local, eram conferencistas itinerantes, viajando constantemente. Ensinavam por meio de uma designao geral de filosofia que compreendia uma srie de conhecimentos no abordados pela escola regular, como: fsica, geometria, medicina, astronomia, retrica, artes e a filosofia em si.
sofistas
Sofistas
Para eles no interessava se o que estavam falando era verdadeiro, pois o essencial era conquistar a adeso do pblico ouvinte.
A retrica dos sofistas busca inculcar no ouvinte ideologias que sejam aproveitveis para a manipulao do povo.
Os sofistas cobravam por suas lies preos bastante elevados, diferente de Scrates que, lecionava mais por paixo que por uma compensao financeira.
A filosofia de vida dos sofistas adotava uma viso de mundo extremamente egosta e utilitria diante dos problemas da atividade prtica, por esse motivo Scrates se levantou fortemente contra esta doutrina.
13. Scrates
Nascido em Atenas em 470 ou 469 a.C, admirado pelos jovens e criticado por outros, Scrates dedicava-se ao que considerava sua misso: dialogar com as pessoas.
Com base no dilogo, Scrates buscava desconstruir a falsa idia de sabedoria presente nos cidados da sua poca atravs da ironia para depois incentiv-los a buscar respostas por si prprios, o que chamado Maiutica. Scrates sempre dizia que sua sabedoria era limitada sua prpria ignorncia (S sei que nada sei).
a partir de Scrates que surge a concepo de alma como sede da conscincia normal e do carter, a alma que no cotidiano de cada um aquela realidade interior que se manifesta mediante palavras e aes, podendo ter conhecimento ou ignorncia, bondade ou maldade. E que, por isso, deveria ser o objeto principal da preocupao e dos cuidados do homem.
Considerado uma ameaa estrutura poltica ateniense, Scrates . julgado e condenado morte, sendo esta executada em 399 a.C.. O filsofo foi obrigado a beber cicuta,um veneno muito utilizado na poca.
14. PLATO
Plato nasceu em Atenas, veio de uma famlia aristocrtica. Se interessou pela filosofia quando se encontrou com Scrates, tornando-se um grande discpulo.
Quando Scrates faleceu, o filsofo grego viajou durante muitos anos, por vrios lugares at se fixar no Egito. Logo depois, Plato voltou para Atenas e em 387 a.C fundou uma escola denominada AAcademia. Essa escola tinha como objetivo mostrar os ensinamentos de Scrates. A escola tambm estimulava o estudo e a pesquisa, principalmente nas reas de cincia, matemtica e retrica.
Quando o filsofo grego estava com cerca de oitenta anos serviu como exemplo para os outros filsofos. Haviam pessoas que aceitavam as suas teorias outros no, porm todos foram influenciados por Plato. Plato cria em reencarnao. Ele acreditava que pessoa que faziam maldade aqui na terra, no poderiam retornar novamente, pois essa era condenada.
As obras mais conhecidas so: Apologia de Scrates, Banquete e A Repblica. Plato morreu em 347 a.C. em Atenas.
15. ARISTTELES
Nasceu em Estagira, na Macednia e mudou-se para Atenas, aos 17 anos, a fim de estudar na Academia de Plato. Em 343 a.C., tornou-se preceptor do principe Alexandre, da Macednia, mas retornou Atenas oito anos depois, onde fundou a sua prpria escola: o Liceu.
Em 323 a.C., aps a morte de Alexandre, O grande, Aristteles obrigado a sair de Atenas, devido ao forte sentimento anti-macednico, decorrente da grande expanso territorial alcanada pelos macednios. Ele vai para Eubia, onde falece em 322 a.C.
Aristteles iniciou o estudo sistematizado do que viria a ser conhecido como lgica e dialtica, alm de ter contribudo substancialmente para a evoluo de diversas reas de conhecimento, como: tica, poltica, fsica, metafsica, lgica, psicologia, poesia, retrica, zoologia, biologia, histria natural.
16. Agostinho considerado uma das figuramais importante no desenvolvimento do Cristianismo no ocidente, sendo influenciadofortemente pelo Maniquesmo pelo Neoplatonismo de Platino. Agostinho foi importante para baptismo do pensamento grego e sua entrada na tradio crist na orientao da viso do homem medieval sobre a relao entre a f crist e o estado da natureza. Ele reconhecia a importncia do conhecimento f em cristo que vinha restaurar a condio decaida da razo humana sendo portanto mais importante. Agostinho afirmava que a interpretao da bblia deveria ser feita de acordo com os conhecimento de cada poca sobre mundo natural. Ele desenvolveu a sua prpria abordagem sobre a filosofia e teologia, Santo Agostinho ele no se preocupa em traar fronteiras entre f e a razo, para ele, o processo do conhecimento ajuda o homem alcanar a f, de seguida a f orientar e iluminar a razo que por sua vez contribuir para alcanar os contedos da f. Em seu ponto de vista o homem uma alma racional quer serve de um corpo mortal e terrestre, distingue, a alma em dois aspectosa razo inferior tem por objetivo o conhecimento da realidade sensvel e mutvel: a cincia, conhecimento que permite cobrir as nossas necessidades. A razo superior tem por objetivo a sabedoria, isto o conhecimento das idias, do inteligvel, para se elevar at Deus.
Filosofia medieval (santo agostinho)
17. So Tomas de Aquino foi chamado mais sbio dos Santos e mais sbio dos Santos. Seu maior mrito foi a sntese do Cristianismo com viso Aristotlica do mundo, descoberto na idade Mdia na Escolstica anterior, compaginou uma forma a obter uma slida base filosfica para a teologia e retificando o materiasmo de Aristteles.
Explica que toda a criao boa, tudo o que existe bom, por participar do ser de Deus, o mal a ausncia de uma perfeio devida e a essncia do mal a privao ou ausncia do bem. Ele faz uma simples demonstrao a existncia de Deus, prope as cinco vias: 1 Motor imvel, 2 Causa - e - efeito, 3 Ser, 4 Perfeito, 5 Inteligncia.
Tomas de Aquino conclui que a descoberta da verdade ai alem do que visvel, acreditava que coisas todas so reais, visvel ou invisvel ele explica que uma coisas no deixar de ser real e verdade s porque no pode ser vista a verdade meio pela qual se manifesta aquilo que , a verdade estar nas coisas e no intelecto e o torna conhecida ou seja , isso aprendido atravs da razo . Aquino conclui que s se pode conhecer a verdadese voc conhece o que o ser.
Filosofia medieval (so tomaz de aquino)
18. A Passagem da idade mdia idade moderna trouxe-nos profundas mudanas,to profundas que se caracterizaram tanto no campo poltico,econmico e cientifico.
As foras econmicas e polticas com novo modo de produo,na passagem do feudalismo ao capitalismo,na derrubada nobreza e no clero,tendo assim uma nova forma de pensar e agir,se distanciando do controle teolgico em to pouco tempo que possibilitou um definitivo modelo de sociedade que perdura at nos dias de hoje.Trata-se de estabelecer bases ao pensamento moderno,o termo pensamento moderno de difcil preciso ou seja composto por diretrizes fundamentadas em torno da postura relacional homem/natureza. A partir desta perspectiva que podemos compreender a realidade,pois percebe-se que as antigas concepes esto se desmoronando por causa dos avanos no campo da cincia e do surgimento de novas instncias. Por exemplo: no perodo que h grande confiana no homem e no seu poder racional diferentemente das concepes antigas e medievaisque se fundamentavam em Deus ou no ser.
Pensamento moderno
19. Perodo histrico que sucedeu a Idade Mdia, durante os sculos XV e XVI. Intensificou-se na Europa, a produo artstica e cientfica.
Foi na Pennsula Itlica que o comrcio mais se desenvolveu neste perodo. Por este motivo, a Itlia passou a ser conhecida como o bero do Renascimento.
Caractersticas Principais

  • Valorizao da cultura greco-romana.

20. A inteligncia, o conhecimento e o domnio artstico passaram a ser mais valorizados no ser humano. 21. Antropocentrismo 22. O Homem renascentista passou a utilizar mtodos experimentais e de conservao da natureza e do universo.renascena
Arte Renascentista - Teto da capela Sistina Roma, Michelangelo ( 1475 1564)
23. O Humanismo pode ser definido como um conjunto de ideais e princpios que valorizam as aes humanas e valores morais.
Para os humanistas, os seres humanos so os responsveis pela criao e desenvolvimento destes valores, idia esta que se ope ao pensamento religioso, que tem Deus como criador destes valo