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  • UNIVERSIDADE TECNOLGICA FEDERAL DO PARAN CAMPUS ECOVILLE

    DEPARTAMENTO ACADMICO DE CONSTRUO CIVIL

    CURSO DE TECNOLOGIA EM CONCRETO

    DENIS MEIER

    ANLISE DA QUALIDADE DO AGREGADO MIDO FORNECIDO EM

    CURITIBA E REGIO METROPOLITANA

    TRABALHO DE CONCLUSO DE CURSO

    CURITIBA

    2011

  • DENIS MEIER

    ANLISE DA QUALIDADE DO AGREGADO MIDO FORNECIDO EM

    CURITIBA E REGIO METROPOLITANA

    Trabalho de Concluso de Curso,

    apresentado ao curso de graduao de

    Tecnologia em Concreto, da Universidade

    Tecnolgica Federal do Paran.

    Orientador: Prof. Rodrigo C. Kanning

    CURITIBA

    2011

  • AGRADECIMENTOS

    A minha me e esposa por todo o apoio e incentivo, pela pacincia e

    dedicao nestes anos de graduao.

    Ao professor Kanning pelo apoio e empenho durante todos estes messes. E

    pela grande quantidade de informaes repassadas em sala de aula.

    Aos amigos, os quais tive que faltar, pela compreenso.

  • Se eu vi mais longe, foi por estar de p

    sobre ombros de gigantes.

    (Isaac Newton)

  • RESUMO

    Com o constante crescimento da construo civil em Curitiba, faz-se

    necessrio um melhor controle tecnolgico do agregado mido, visto que a areia

    largamente utilizada na construo mas, de forma geral, apenas as grandes obras

    analisam mais efetivamente os agregados. Esta falta de controle propicia um

    aumento razovel do custo da obra e uma queda na qualidade do produto final,

    podendo ainda surgir patologias indesejveis devido presena de materiais

    deletrios na areia, como torres de argila e impurezas orgnicas. Este trabalho tem

    por finalidade analisar a qualidade das areias fornecidas em Curitiba e regio

    metropolitana caracterizando cinco amostras, colhidas em: Pinhais, Mandirituba,

    Piraquara e So Jos dos Pinhais, atravs dos ensaios de massa especfica, massa

    unitria, inchamento, absoro de gua, teor de partculas leves, umidade superficial

    e determinao da composio granulomtrica. Concomitantemente com a

    caracterizao do agregado mido, vamos analisar a presena de substncias

    nocivas atravs dos ensaios de determinao do teor de argila em torres nos

    agregados, determinao do teor de materiais pulverulentos e determinao de

    impurezas orgnicas hmicas, finalizando com os ensaios de resistncia a trao na

    flexo e compresso axial, com trao padro de 1:3, visando comparar os resultados

    encontrados com a caracterizao da areia e a quantidade de materiais deletrios

    encontrados nas amostras.

    Palavras-chave: Argamassa, agregado mido, qualidade.

  • ABSTRACT

    With the growing of building market in Curitiba, it is necessary that we have a

    better way to control technologically the fine aggregate, once that sand is largely

    used in buildings, but in a general way, only in the greatest works the use of this

    material is effectively analyzed. This lack of control raises the cost of the building and

    causes a bad quality in the end product, and allows that some diseases appear

    because of the presence of deleterious materials in the sand, like lumps of clay and

    organic dross. This essay has the objective of analyze the quality of the sand

    provided in Curitiba and metropolitan area featuring five samples kept in: Pinhais,

    Mandirituba, Piraquara and So Jos dos Pinhais throught the writings of density of

    some specific mass, unitary mass, swelling, water absorption, content of light

    particles, surface moisture and determination of particle size. Concomitantly with the

    characterization of humic organic impurities, we are going to analyze the presence of

    harmful substances over some researches and we are going to determine the clods

    of clay content in the aggregates, as well as the powdery materials and what

    determinates the organic impurities humic ending with some resistance tests in

    strength in bending and axial compression, with 1:3 standard dash in order to

    compare the results found with the sand characterization and the amount of

    deleterious materials found in some samples.

    Key-words: mortar, fine aggregate, quality.

  • LISTA DE FIGURAS

    Figura 2.1 Extrao manual da areia em um leito de rio.........................................20

    Figura 2.2 Peneiramento da areia em grelhas fixas................................................21

    Figura 2.3 Pilhas de decantao da areia...............................................................21

    Figura 3.1 Amostras das areias secas em estufa...................................................30

    Figura 3.2 Frasco de Chapman...............................................................................32

    Figura 3.3 Peneirador mecnico com peneiras da serie normal.............................33

    Figura 3.4 Amostra inicial........................................................................................36

    Figura 3.5 Amostra retida na peneira de 1,2mm.....................................................37

    Figura 3.6 Amostras no frasco Erlenmeyer.............................................................38

    Figura 3.7 Transferncia da soluo para os tubos de ensaio...............................39

    Figura 3.8 Tabela colorimtrica...............................................................................39

    Figura 3.9 Amostras de cimento e areia..................................................................40

    Figura 3.10 Amostra homogeneizada.....................................................................41

    Figura 3.11 Ensaio de consistncia na Flow Table...............................................41

    Figura 3.12 Moldagem dos corpos de prova...........................................................42

    Figura 3.13 Ensaio de resistncia trao na flexo.............................................43

    Figura 3.14 Ensaio de resistncia compresso....................................................43

    Figura 4.1 Massa unitria em estado solto..............................................................45

    Figura 4.2 Massa especfica pelo mtodo do frasco de Chapman.........................46

    Figura 4.3 Faixa granulomtrica dos agregados.....................................................47

    Figura 4.4 Mdulo de finura das amostras..............................................................48

    Figura 4.5 Inchamento da amostra A....................................................................49

    Figura 4.6 Inchamento da amostra B....................................................................49

    Figura 4.7 Inchamento da amostra C....................................................................50

    Figura 4.8 Inchamento da amostra D....................................................................50

    Figura 4.9 Inchamento da amostra E....................................................................51

    Figura 4.10 Teor de material pulverulento...............................................................51

    Figura 4.11 Teor de argila nas amostras.................................................................52

    Figura 4.12 Ensaio colorimtrico.............................................................................54

    Figura 4.13 Consistncia das argamassas.............................................................55

    Figura 4.14 Resistncia compresso...................................................................56

    Figura 4.15 Resistncia trao na flexo.............................................................57

  • LISTA DE QUADROS

    Quadro 2.1 Limites mximos aceitveis de substncias nocivas no agregado

    mido com relao massa do material....................................................................26

    Quadro 3.1 Conjunto de peneiras da serie normal e intermediria.........................32

  • LISTA DE TABELAS

    Tabela 3.1 Teor de umidade para inchamento do agregado mido........................38

    Tabela 4.1 Resumo dos resultados.........................................................................58

    Tabela A1 Massa unitria........................................................................................64

    Tabela A2 Massa especfica...................................................................................64

    Tabela A3 Anlise granulomtrica da amostra A..................................................65

    Tabela A4 Anlise granulomtrica da amostra B..................................................66

    Tabela A5 Anlise granulomtrica da amostra C..................................................76

    Tabela A6 Anlise granulomtrica da amostra D..................................................68

    Tabela A7 Anlise granulomtrica da amostra E..................................................69

    Tabela A8 Porcentagem de material pulverulento..................................................69

    Tabela A9 Torres de argila e materiais friveis.....................................................70

    Tabela A10 Resistncia compresso...................................................................70

    Tabela A11 Resistncia flexo.............................................................................71

  • LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS

    ABRAMAT Associao Brasileira da Indstria de Materiais de Construo

    A/C Relao gua/c