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Prematuros pequenos para a idade gestacional no so de alto risco para apresentarem colestase associada a nutrio parenteral Apresentao: Andr Gusmo (R3 UTI-Peditrica) Coordenao:Mrcia Pimentel de Castro www.paulomargotto.com.br Braslia, 29 de julho de 2011. - PowerPoint PPT Presentation

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  • Prematuros pequenos para a idade gestacional no so de alto risco para apresentarem colestase associada a nutrio parenteralApresentao: Andr Gusmo (R3 UTI-Peditrica)Coordenao:Mrcia Pimentel de Castrowww.paulomargotto.com.br Braslia, 29 de julho de 2011

  • Andr Gusmo R3 UTIPDra Mrcia Pimentel(J Pediatr 2010;156:575-9).

  • Nutrio parenteral desempenha um papel importante na unidade de terapia intensiva neonatal, e pode salvar a vida de recm-nascidos criticamente doentes que so incapazes de receber nutrio enteral adequada.

    NP avaliado como o principal fator de risco no desenvolvimento de colestase em prematuros.(J Pediatr 2010;156:575-9).

    (J Pediatr 2010;156:575-9).

  • Sobrecarga calrica

    A qualidade das solues de aminocidos

    A infuso de lipdios

    A presena de alumnio na soluo parenteral

    A presena de mangans associado com nutrio parenteral.(J Pediatr 2010;156:575-9).

    (J Pediatr 2010;156:575-9).

  • (J Pediatr 2010;156:575-9).

    (J Pediatr 2010;156:575-9).

  • O PIG um fator de risco independente para desenvolvimento de PNAC??(J Pediatr 2010;156:575-9).

    (J Pediatr 2010;156:575-9).

  • Foi realizada uma reviso retrospectiva de todas as crianas com peso de nascimento menor ou igual a 1500 g assistida em unidade de terapia intensiva neonatal (UTIN) de 1 de janeiro de 1996, at 31 dezembro de 2006, que receberam NP por mais de 14 dias e que ainda estavam vivos em 28 dias de vida

    PNAC foi definida como BD maior que 2,0 mg/dL persistente por pelo menos dois testes consecutivos durante a administrao da PN, no associada a outras causas conhecidas de colestase.(J Pediatr 2010;156:575-9).

    (J Pediatr 2010;156:575-9).

  • Causas genticas ou metablicas de colestaseInfeces congnitasObstrues extra-hepticasPatologias gastrointestinais congnitas

    Acompanhamento: Em todos os bebs que receberam NP, nvel de bilirrubina direta foi testado semanalmente.(J Pediatr 2010;156:575-9).

    (J Pediatr 2010;156:575-9).

  • Dados auxolgicos e clnicos, bem como uma histria completa e detalhada nutricional, foram coletadas em todas as crianas durante os primeiros 28 dias de vida.

    A IG foi determinada pela melhor estimativa obsttrica com base no primeiro dia do ltimo perodo menstrual, ultra-som pr-natal, e exame fsico ps-natal.

    PIG foram definidos com os valores Italianos de referncia intra-uterina como aqueles cujo peso ao nascer z-score ficou abaixo 1,28.

    (J Pediatr 2010;156:575-9).

    (J Pediatr 2010;156:575-9).

  • Enterocolite Necrosante (ECN) foi diagnosticado de acordo com os critrios de Bell, e somente crianas com um grau acima IIa foram considerados como afetados.

    Displasia Broncopulmonar (DBP) foi definida de acordo com as definies mais recentes.

    A Sepse foi definida com hemocultura positiva ou lquor positivo ou sinais clnicos sugestivos.(J Pediatr 2010;156:575-9).

    (J Pediatr 2010;156:575-9).

  • Durao da terapia de oxignio, ventilao mecnica, tratamento com antibiticos, bem como taxa de mortalidade e tempo de permanncia hospitalar tambm foram considerados.

    A histria nutricional inclua o nmero de dias sem dieta enteral durante os primeiros 28 dias de vida, bem como a quantidade da dieta enteral e parenteral usadas diariamente.(J Pediatr 2010;156:575-9).

    (J Pediatr 2010;156:575-9).

  • Dados sobre a alimentao enteral e parenteral (Nutrition database)

    Histria ante e perinatal

    Procedimentos neonatais (Neo database) Terapias e complicaes Anlise retrospectiva(J Pediatr 2010;156:575-9).

    (J Pediatr 2010;156:575-9).

  • NP foi iniciada para todos os RNMBP nas primeiras 24 horas de vida;

    A progresso da ingesto de nutrientes foi regulamentada com um programa eletrnico desenvolvido pela Unidade Neonatal.(J Pediatr 2010;156:575-9).

    (J Pediatr 2010;156:575-9).

  • Orientaes nutricionais foram iniciados em 1 a 2 g/kg/d de protena (Trophamine 6%) e aumento para atingir um mximo de 3,5 -4,0 g/kg/dia dentro da primeira semana de vida.

    Lipdios intravenosos (Intralipid 20%) iniciaram com 0,5 g/kg/d e aumenram at um mximo de 3,0 g/kg/d no dia 7 de vida.

    Administrao de glicose foi iniciado com uma infuso de 6g/kg/dia e avanou para um mximo de 12 a 14 g/kg/d, de acordo com a tolerncia glicmica diria. (J Pediatr 2010;156:575-9).

    (J Pediatr 2010;156:575-9).

  • NP foi interrompida quando os bebs foram capazes de tolerar a cerca de 120 mL/kg/dia da alimentao enteral e mostrou um crescimento sustentado, definida por pelo menos15g /kg/dia, durante as ltimas 72 horas.

    Alimentao enteral foi planejada para comear dentro das primeiras 24 a 120 horas de vida com o leite da me, pasteurizado ou com pool de leite humano

    Os prematuros que foram alimentados com leite da prpria me foram enriquecidos com Eoprotin (Milupa, Milan, Itlia), quando uma ingesto de 100 mL/kg foi bem tolerado, e nunca antes de 14 dias de vida.(J Pediatr 2010;156:575-9).

    (J Pediatr 2010;156:575-9).

  • Resultados: mostrados como mdia e desvio padro para variveis contnuas e como porcentagem para variveis categricas

    Os grupos foram comparados usando o teste de t-Student para dados paramtricos e testes Wilcoxon /Mann Whitney U para dados no paramtricos Variveis categricas foram comparadas com teste exato de Fisher (J Pediatr 2010;156:575-9).

    (J Pediatr 2010;156:575-9).

  • Anlise multivariada foi realizada por regresso logstica para definir o papel dos fatores especficos que podem afetar a PNAC.

    Backward stepwise foi utilizado para selecionar as variveis para entrar no modelo final com um nvel de significncia para a remoo e a adio, respectivamente, de 0,3 e 0,2.

    Um valor de 2-tailed de P

  • Durante o perodo de estudo,445 RNMBP que se encaixaram nos critrios de incluso foram identificados, e 55 deles (12,3%) tinham desenvolvimento do PNAC.

    A mdia de vida em que colestase foi detectada foi de 27,3 10.8

    O diagnstico de PNAC foi feita em 6 (11%) das crianas durante a quarta semana de vida, em 16 crianas (29%) durante a quinta semana de vida, e em 33 crianas (60%) aps a quinta semana de vida.(J Pediatr 2010;156:575-9).

    (J Pediatr 2010;156:575-9).

  • A mdia mxima do valor de bilirrubina direta foi de 5,11,7 mg/dL. A durao mdia do PNAC foi de 28,312,9 dias.

    (J Pediatr 2010;156:575-9).

    (J Pediatr 2010;156:575-9).

  • Crianas com PNAC receberam uma quantidade significativamente menor de nutrio enteral 0-14, 0 a 21, e de 0 a 28 dias de vida e precisavam de um longo perodo de jejum em comparao com crianas que no tiveram desenvolvimento do PNAC.(Tabela II)

    A quantidade mdia de protenas, glicose e lipdios intravenosos 0-14, 0-21 e 0 a 28 dias de vida foram significativamente maiores em crianas com PNAC.(Tabela II)(J Pediatr 2010;156:575-9).

    (J Pediatr 2010;156:575-9).

  • (J Pediatr 2010;156:575-9).

    (J Pediatr 2010;156:575-9).

  • Entre as crianascomPNAC,os pequenos para a idade gestacional (PIG)tiveram significativamente menorpeso de nascimento e estavammais maduro do queos apropriados para idade gestacional (TabelaIII).

    A taxa demorbidade foi semelhante nosdoisgrupos, exceto paraa prevalnciada enterocolite necrosante, mais freqente entre osRN adequados para a idade gestacional (AIG).(J Pediatr 2010;156:575-9).

    (J Pediatr 2010;156:575-9).

  • Durao da ventilao mecnica e oxigenoterapia,tempo de internao, e taxa de mortalidadeforam semelhantes entre osdoisgrupos

    O dia mdio de vida em que a PNACfoi detectadano diferiu significativamente entrePIGe RN AIG

    PIG e AIGreceberam quantidade semelhante dedieta enteral ediasde jejum(J Pediatr 2010;156:575-9).

    (J Pediatr 2010;156:575-9).

  • (J Pediatr 2010;156:575-9).

    (J Pediatr 2010;156:575-9).

  • Entre as variveis significativamente associada com PNAC na anlise univariada, a anlise de regresso reteve quatro variveis, mas apenas alimentao enteral e terapia com oxignio foram independentemente associados com PNAC (Tabela IV). (J Pediatr 2010;156:575-9).

    (J Pediatr 2010;156:575-9).

  • No estudo em questo ser PIG (pequeno para a idade gestacional) no se mostrou fator de risco independente para PNAC entre recm-nascidos de muito baixo peso (RNMBP) tratados com nutrio parenteral por pelo menos 14 dias.

    Alimentao enteral precoce e oxigenioterapia foram encontrados como preditores independentes. (J Pediatr 2010;156:575-9).

    (J Pediatr 2010;156:575-9).

  • A mdia de dieta enteral ingerida entre 0-21dias de vida foi negativamente associado com PNAC; cada 10 mL/kg de aumento significa uma reduo de risco de 34% do PNAC. O atraso no incio da dieta enteral aparece na literatura como o principal preditor positivo de PNAC.

    (J Pediatr 2010;156:575-9).

    (J Pediatr 2010;156:575-9).

  • MetablicasEndcrinasFgadoTGI Contrao da vescula biliarEstase intestinalTranslocao Bacteriana

    Sepse

    cido litoclico(J Pediatr 2010;156:575-9).

    (J Pediatr 2010;156:575-9).

  • A terapia de oxignio foi o segundo fator independente para PNAC; Cada semana adicional de oxigenioterapia foi associado a um risco aumentado para 5% PNAC No entanto o oxignio no deve ser considerado txico para o fgado, mas sim como parte da gravidade da doena e, portanto, dificuldade para receber e para sustentar a alimentao enteral. (J Pediatr 2010;156:575-9).

    (J Pediatr 2010;156:575-9).

  • O resultados desse estudo noest de acordo como deRobinsonetal, que relatouque os prematurosPIG, expostos anutrio parenteralpor pelo menos7 dias tiveram risco aumentado de PNAC.