Análise Retrospectiva, Avaliação de Conjuntura ... ?· Análise Retrospectiva, Avaliação de Conjuntura,…

Download Análise Retrospectiva, Avaliação de Conjuntura ... ?· Análise Retrospectiva, Avaliação de Conjuntura,…

Post on 20-Jan-2019

213 views

Category:

Documents

0 download

Embed Size (px)

TRANSCRIPT

<p>1 </p> <p>PLANO DIRETOR DE RECURSOS HDRICOS DA BACIA </p> <p>HIDROGRFICA DO RIO SAPUCA </p> <p>Anlise Retrospectiva, Avaliao de Conjuntura, </p> <p>Diagnstico e Prognstico das Demandas </p> <p>Hdricas e Cenrio Tendencial. </p> <p>Elaborado para: </p> <p>Companhia de Saneamento de Minas Gerais - COPASA </p> <p>Elaborado por: </p> <p>Vida Prestao de Servios em Engenharia, Meio Ambiente e </p> <p>Reflorestamento Ltda. </p> <p> Belo Horizonte </p> <p>2010 </p> <p>2 </p> <p>CONSIDERAES INICIAIS </p> <p>Antes de se fazer um julgamento ou de se atribuir responsabilidades sobre o estudo </p> <p>realizado pela Vida Prestao de Servios em Engenharia, Meio Ambiente e </p> <p>Reflorestamento Ltda. (Vida Meio Ambiente) devem ser lidas as consideraes a </p> <p>seguir apresentadas. </p> <p>Este relatrio foi elaborado para e por solicitao da COPASA com o objetivo de </p> <p>apresentar o Diagnstico da Demanda Hdrica da Bacia do Rio Sapuca, como etapa </p> <p>para a elaborao do Plano Diretor de Recursos Hdricos do Rio Sapuca. </p> <p>Todos os estudos realizados durante a elaborao deste relatrio foram baseados no </p> <p>conhecimento profissional da empresa contratada sobre os padres, cdigos, </p> <p>tecnologia e legislaes Brasileiras atuais (janeiro de 2010). Mudanas nestes podem </p> <p>implicar que opinies, sugestes, recomendaes ou concluses apresentadas no </p> <p>relatrio tornem-se inapropriadas ou incorretas. </p> <p>3 </p> <p>NDICE </p> <p>1. IDENTIFICAO .................................................................................................. 4 </p> <p>1.1 Identificao da contratante ....................................................................... 4 </p> <p>1.2 Empresa contratada .................................................................................... 4 </p> <p>1.3 Responsveis tcnicos pela elaborao do projeto ................................. 5 </p> <p>2. OUTORGA DE DIREITO DE USO DE RECURSOS HDRICOS ........................... 6 </p> <p>2.1 Campanha de Regularizao do Uso da gua .......................................... 7 </p> <p>3. LEVANTAMENTO DAS INFORMAES SOBRE OUTORGA NA BACIA DO </p> <p>RIO SAPUCA .............................................................................................................. 9 </p> <p>3.1 Outorga de mananciais Superficiais ........................................................ 10 </p> <p>3.1.1 Evoluo Temporal das Outorgas ........................................................ 14 </p> <p>3.1.2 Outorgas de Mananciais Superficiais por Ponto Notvel ................... 15 </p> <p>3.2 Outorga de Mananciais Subterrneos ..................................................... 20 </p> <p>3.2.1 Evoluo das Outorgas ......................................................................... 23 </p> <p>3.3 Comparao entre as evolues temporais das outorgas superficiais e </p> <p>subterrneas ......................................................................................................... 24 </p> <p>3.4 Certido de Uso insignificante ................................................................. 27 </p> <p>4. DEMANDA HDRICA SUPERFICIAL ................................................................. 30 </p> <p>4.1 Evoluo da demanda hdrica superficial ............................................... 32 </p> <p>4.1.1 Cenrio Tendencial para 10 anos ......................................................... 32 </p> <p>4.2 Concluses ................................................................................................ 41 </p> <p>5. BALANO HDRICO SUPERFICIAL .................................................................. 43 </p> <p>6. REFERNCIAS BIBLIOGRFICAS ................................................................... 49 </p> <p>7. ANEXOS ............................................................................................................. 50 </p> <p>7.1 Anexo A Cadastro da Campanha de Regularizao ............................ 50 </p> <p>7.2 Anexo B Mapa dos Usos das guas ..................................................... 51 </p> <p>7.3 Anexo C Resumo das Demandas outorgadas ...................................... 52 </p> <p>4 </p> <p>1. IDENTIFICAO </p> <p>1.1 Identificao da contratante </p> <p>Razo Social Companhia de Saneamento de Minas Gerais - COPASA </p> <p>CNPJ 17.281.106/0001-03 </p> <p>Endereo Rua Mar de Espanha, 453, Belo Horizonte, MG. </p> <p>Contato Paulo Emlio </p> <p>Telefone (31) 3250.2217 </p> <p>1.2 Empresa contratada </p> <p>Razo Social Vida Prestao de Servios em Engenharia, Meio Ambiente e Reflorestamento Ltda. </p> <p>Nome Fantasia Vida Meio Ambiente </p> <p>Endereo Rua da Bahia, 362, sala 901. Centro. Belo Horizonte - MG </p> <p>Contato Mrcio Augusto Mendes Ferreira </p> <p>Telefone (31) 3274.6642 </p> <p>E.mail marcio@vidameioambiente.com.br </p> <p>5 </p> <p>11..33 Responsveis tcnicos pela elaborao do projeto </p> <p> Coordenao </p> <p>Leandro Henrique de Melo Martins Engenheiro Ambiental CREA MG 107.802/D </p> <p>Mrcio Augusto Mendes Ferreira Engenheiro Civil CREA MG 79.414/D </p> <p> Equipe Tcnica </p> <p>Julimara Alves Devens Engenheira Civil, especialista </p> <p>em Recursos Hdricos CREA ES -9516/D </p> <p>Leandro Henrique de Melo Martins Engenheiro Ambiental CREA MG 107.802/D </p> <p>Mrcio Augusto Mendes Ferreira Engenheiro Civil CREA MG 79.414/D </p> <p> Equipe de Apoio </p> <p>Eric Oliveira Perreira Estagirio: Geografia MG 11.366.368 </p> <p>Leonardo Mateus Pfeilsticker de Knegt Estagirio: Geografia M 9031998 </p> <p>Malena Silva Nunes Estagiria: Geografia MG 13.103.027 </p> <p>Renata Melem de Oliveira Estagiria: Geografia MG 1.961.482 </p> <p>6 </p> <p>2. OUTORGA DE DIREITO DE USO DE RECURSOS HDRICOS </p> <p>A gua pode ser aproveitada para diversas finalidades, como: abastecimento humano, </p> <p>dessedentao animal, irrigao, indstria, gerao de energia eltrica, preservao </p> <p>ambiental, paisagismo, lazer, navegao, etc. Porm muitas vezes esse usos podem </p> <p>ser concorrentes, gerando conflitos entre setores usurios, ou mesmo impactos </p> <p>ambientais. Neste sentido, gerir recursos hdricos uma necessidade premente e que </p> <p>tem o objetivo de buscar acomodar as demandas econmicas, sociais e ambientais </p> <p>por gua em nveis sustentveis, de modo a permitir a convivncia dos usos atuais e </p> <p>futuros da gua sem conflitos. nesse instante que o instrumento da Outorga se </p> <p>mostra necessrio, pois ordenando e regularizando o uso da gua possvel </p> <p>assegurar ao usurio o efetivo exerccio do direito de acesso gua, bem como </p> <p>realizar o controle quantitativo e qualitativo desse recurso. </p> <p>A outorga de direito de uso de recursos hdricos um instrumento da Poltica Nacional </p> <p>de Recursos Hdricos, estabelecido no inciso III, do art. 5 da Lei Federal n 9.433, de </p> <p>08 de janeiro de 1997. Esse instrumento tem como objetivo assegurar o controle </p> <p>quantitativo e qualitativo dos usos da gua e o efetivo exerccio dos direitos de acesso </p> <p>aos recursos hdricos. Em outras palavras, pode-se dizer que a outorga o </p> <p>instrumento legal que assegura ao usurio o direito de utilizar os recursos hdricos </p> <p>Compete Agncia Nacional de guas ANA, de acordo com o inciso IV, do art. 4 </p> <p>da Lei Federal n 9.984, de 17 de junho de 2000, outorgar, por intermdio de </p> <p>autorizao, o direito de uso de recursos hdricos em corpos de gua de domnio da </p> <p>Unio, bem como emitir outorga preventiva. Tambm competncia da ANA a </p> <p>emisso da reserva de disponibilidade hdrica para fins de aproveitamentos </p> <p>hidreltricos e sua conseqente converso em outorga de direito de uso de recursos </p> <p>hdricos. </p> <p>Em Minas Gerais, o rgo responsvel pelas outorgas dos rios estaduais o Instituto </p> <p>Mineiro de Gesto das guas IGAM. Atravs da outorga, o IGAM executa a gesto </p> <p>quantitativa e qualitativa do uso da gua, emitindo autorizao ou concesso para </p> <p>captaes e lanamentos, bem como para quaisquer intervenes nos rios, ribeires e </p> <p>crregos de Minas Gerais. </p> <p> importante salientar que a outorga no d ao usurio a propriedade de gua ou sua </p> <p>alienao, mas o simples direito de seu uso. Portanto, a outorga pode ser suspensa, </p> <p>parcial ou totalmente, em casos extremos de escassez ou de no cumprimento pelo </p> <p>7 </p> <p>outorgado dos termos de outorga previstos nas regulamentaes, ou por necessidade </p> <p>premente de se atenderem os usos prioritrios e de interesse coletivo. </p> <p>2.1 Campanha de Regularizao do Uso da gua </p> <p>A Campanha de Regularizao do Uso dos Recursos Hdricos em Minas Gerais </p> <p>GUA: FAA O USO LEGAL teve como objetivo informar e facilitar o acesso aos </p> <p>meios de regularizao do uso da gua, alm de levantar dados sobre a utilizao dos </p> <p>recursos hdricos no Estado. </p> <p>A Campanha foi voltada para todas as pessoas que realizam interveno em recursos </p> <p>hdricos, sejam guas superficiais ou subterrneas, como gua de poos artesianos, </p> <p>lagos, rios, crregos e ribeires. </p> <p>A Campanha instituiu por meio da Portaria IGAM n 30, de 22 de agosto de 2007, o </p> <p>Registro de Uso da gua, como instrumento para regularizao temporria. No </p> <p>primeiro momento, os usurios realizaram o registro e, com as informaes coletadas, </p> <p>o IGAM far o estudo de disponibilidade hdrica no Estado. Posteriormente, o Instituto </p> <p>convocar os cadastrados para regularizarem o uso da gua, com a concesso de </p> <p>outorga ou certificado de uso insignificante. Vale ressaltar que quem fizer o registro </p> <p>ficar isento de penalidades at que seja convocado para regularizao formal. </p> <p>Na bacia do Rio Sapuca a Polcia de Meio Ambiente, Prefeitura de Itajub, Prefeitura </p> <p>de Pouso Alegre e a Prefeitura de Brazpolis so parceiros do IGAM no </p> <p>cadastramento de usurios de gua. </p> <p>De acordo com a Assessora da Diretoria de Monitoramento e Fiscalizao Ambiental </p> <p>DMFA do IGAM, responsvel pela compilao dos dados da campanha, e </p> <p>considerando os cadastros recebidos at Setembro de 2009, foram realizados 20.245 </p> <p>(vinte mil duzentos e quarenta e cinco) cadastros, nos municpio da bacia do Rio </p> <p>Sapuca (Anexo A Cadastro da Campanha de Regularizao). </p> <p>Dos cadastros realizados, 49,50% referem-se a consumo humano (Grfico 01). Um </p> <p>detalhe interessante que pode se observado analisando a Tabela do Anexo A a </p> <p>presena do uso piscicultura1 em todos os municpios. </p> <p> 1 ramo da aqicultura, que se preocupa com o cultivo de peixes, bem como de outros organismos aquticos </p> <p>8 </p> <p>Grfico 1 Campanha Uso Legal GD5 Finalidades de Uso </p> <p>FONTE: IGAM Campanha de Regularizao do Uso dos Recursos Hdricos em Minas Gerais/2009. </p> <p>A Campanha de Regularizao terminou no dia 31 de julho de 2009. A partir de agora </p> <p>os usurios de gua no Estado que no esto regulares e que no preencheram o </p> <p>Registro devem proceder regularizao formal, por meio da solicitao da Outorga </p> <p>ou do Certificado de Uso Insignificante. </p> <p>9 </p> <p>3. LEVANTAMENTO DAS INFORMAES SOBRE OUTORGA NA BACIA DO </p> <p>RIO SAPUCA </p> <p>Para compreender as informaes apresentadas neste captulo, necessrio entender </p> <p>o significado dos usos da gua encontrados na bacia. As informaes foram </p> <p>repassadas por IGAM e ANA. </p> <p> Abastecimento Pblico: captao de gua utilizada para o abastecimento de </p> <p>cidades, vilas e distritos. Normalmente solicitadas por empresa de distribuio </p> <p>de gua, como por exemplo a COPASA. </p> <p> Consumo humano: captao de gua destinada ao consumo humano em </p> <p>pequenas quantidades. </p> <p> Aquicultura: captao de gua para utilizao no cultivo de organismos </p> <p>aquticos, incluindo peixes, moluscos, crustceos, anfbios e plantas aquticas </p> <p>para uso do homem. </p> <p> Consumo agroindustrial: captao de gua destinadas a empresa que utilizam </p> <p>a gua na plantao e na indstria de beneficiamento. No procedimento de </p> <p>concesso de outorgas, a ANA desconsidera o termo Agroindstria e concede </p> <p>duas outorgas: uma para a utilizao de gua na lavoura, por exemplo, e outra </p> <p>para o processo produtivo industrial. </p> <p> Consumo industrial: captao de gua destinada a indstria, utilizada no </p> <p>processo produtivo. </p> <p> Consumo industrial e humano: captao de gua destinada ao processo </p> <p>produtivo da indstria e ao consumo dos funcionrios. </p> <p> Dessedentao de animais: captao de gua utilizada na criao de animais. </p> <p> Irrigao: captao de gua destinada a irrigao de plantaes. </p> <p> Paisagismo: captao de gua utilizada para manuteno do paisagismo em </p> <p>parques e praas </p> <p> Gerao de energia: captao de gua destinada a produo de energia. </p> <p>Exemplo: Hidreltricas </p> <p> Lava jato: captao de gua destinada a lavagem de veculos </p> <p> Asperso de vias: captao de gua destinada a asperso de vias. </p> <p> Minerao e Extrao Mineral: captao de gua destinada a minerao. Os </p> <p>termos extrao mineral e minerao, teoricamente, possuem o mesmo </p> <p>10 </p> <p>significado. Contudo, para a ANA, o termo extrao mineral mais empregado </p> <p>para identificar os nmeros pedidos de lavra para extrao de areia. Por isso, </p> <p>adotou-se o costume de utilizar o termo extrao mineral para a explorao de </p> <p>recursos superficiais e de minerao para aqueles de maior profundidade </p> <p>3.1 Outorga de mananciais Superficiais </p> <p>A partir dos dados fornecidos pelo IGAM em sua pgina eletrnica na Internet, e pela </p> <p>ANA estabeleceu-se a relao de outorgas concedidas de 1993 at junho de 2009 na </p> <p>bacia do Rio Sapuca. Alm disso, foram levantadas as outorgas da Companhia de </p> <p>Saneamento de Minas Gerias COPASA, para complementar os resultados. Esta </p> <p>complementao foi realizada uma vez que identificou-se que vrias outorgas da </p> <p>COPASA no apareciam nas listagens disponibilizadas pelo IGAM. Buscou-se </p> <p>tambm, uma consulta direta ao banco de dados do IGAM, mas at a finalizao deste </p> <p>trabalho nenhuma informao havia sido repassada. </p> <p>No total, foram concedidas pelo IGAM 127 (cento e vinte e sete) outorgas para uso de </p> <p>recursos hdricos superficiais, sendo 115 de uso consuntivo (onde h perdas entre o </p> <p>que retorna ao curso natural) e 12 outorgas de uso no consuntivo (no h perdas). </p> <p>A Tabela 01 mostra o nmero de outorgas e a porcentagem relativa a cada uso na </p> <p>bacia. </p> <p>Tabela 1 Outorgas Superficiais concedidas pelo IGAM na bacia no Rio Sapuca </p> <p>Uso N de Outorgas </p> <p>Nmero Porcentagem </p> <p>Abastecimento Pblico 50 39,84% </p> <p>Aquicultura 8 6,25% </p> <p>Consumo Agroindustrial 6 4,69% </p> <p>Consumo Industrial 18 14,06% </p> <p>Dessedentao de animais 2 1,56% </p> <p>Irrigao 28 21,88% </p> <p>Extrao mineral 4 3,13% </p> <p>Paisagismo 1 0,78% </p> <p>Transposio de corpo de gua 6 4,69% </p> <p>Gerao de energia 1 0,78% </p> <p>Outros 3 2,34% </p> <p>TOTAL* 127 100% </p> <p>Outros = Lava jato e Asperso de vias. </p> <p>FONTE: IGAM 2009 </p> <p>11 </p> <p> importante lembrar que optou-se por trabalhar com todas outorgas existentes na </p> <p>bacia: as vencidas e as vigentes. Isso porque a tendncia que as outorgas vencidas </p> <p>sejam renovadas. </p> <p>De acordo com as informaes da SUPRAN Sul de Minas, existem hoje 20 processos </p> <p>em anlise tcnica como pode ser observado na Tabela 02. </p> <p>Tabela 2 Processos em Anlise Tcnica - Superficial </p> <p>Uso Municpio </p> <p>1 Barramento sem captao Eli Mendes </p> <p>2 Canalizao e/ou retificao de curso de gua Congonhal </p> <p>3 Captao em barramento sem regularizao de vazo Machado </p> <p>4 Captao em barramento sem regularizao de vazo Paraguau </p> <p>5 Captao em barramento sem regularizao de vazo Pouso Alegre </p> <p>6 Captao em barramento sem regularizao de vazo Pouso Alegre </p> <p>7 Captao em barramento sem regularizao de vazo Pouso Alegre </p> <p>8 Captao em barramento sem regularizao de vazo Itajub </p> <p>9 Captao em corpos de gua Machado </p> <p>10 Captao em corpos de gua Silvianpolis </p> <p>11 Captao em corpos de gua Cambu </p> <p>12 Captao em corpos de gua Senador Amaral </p> <p>13 Captao em corpos de gua Carvalhpolis </p> <p>14 Captao em corpos de gua Conceio Dos Ouros </p> <p>15 Captao em corpos de gua Conceio Dos Ouros </p> <p>16 Captao em corpos de gua Turvolndia </p> <p>17 Dragagem de curso de gua para minerao Estiva </p> <p>18 Dragagem de curso de gua para minerao Conceio Dos Ouros </p> <p>19 Dragagem de curso de gua para minerao So Gonalo do Sapuca </p> <p>20 Dragagem de curso de gua para minerao Careau </p> <p>FONTE: SUPRAN Sul de Minas 2009 </p> <p>Se somarmos as outorgas superficiais concedidas pela ANA na bacia do Rio Sapuca, </p> <p>com as outorgas concedidas pelo IGAM teremos um total de 167 outorgas (uso </p> <p>consuntivo e no consuntivo) conforme a Tabela 03 e Grfico 01. </p> <p>12 </p> <p>Tabela 3 Outorgas superficiais concedidas pelo IGAM e ANA na bacia do Rio </p> <p>Sapuca </p> <p>USO N de outorgas Vazo </p> <p>Nmero Porcentagem m/s Porcentagem </p> <p>Abastecimento Pblico 52 31,33% 2,5074 77,11% </p> <p>Aqicultura 8 4,82% 0,0099 0,30% </p> <p>Consumo Agroindustrial 6 3,61% 0,1004 3,09% </p> <p>Consumo Industrial 21 12,65% 0,1519 4,67% </p> <p>Minerao 30 18,07% 0,1760 5,41% </p> <p>Dessedentao de animais 2 1,20% 0,0001 0,03% </p> <p>Irrigao 32 19,28% 0,3011 9,26% </p> <p>Outros 3 1,81% 0,0051 0,16% </p> <p>Extrao mineral 4 2,41% 0,0000 0 </p> <p>Paisagismo 1 0,60% 0,0000 0 </p> <p>Transposio de corpo de gua 6 3,61% 0,0000 0 </p> <p>Gerao de energia 1 0,60% 0,0000 0 </p> <p>TOTAL* 166 100% 3,25 100% </p> <p>FONTE: IGAM 2009 e ANA 2008 </p> <p>Grfico 2 Outorgas Superficiais na bacia do Rio Sapuca (numero de outorgas) </p> <p>FONTE: IGAM 2009 e ANA 2008 </p> <p>De acordo com a Tabela 03 e Grfico 02 os principais usos na bacia do Rio Sapuca, </p> <p>de acordo com o nmero de outorgas so Abastecimento Pblico, Irrigao, </p> <p>Minerao e Consumo Industrial. </p> <p>13 </p> <p>Em termos de vazo, os principais usos tambm so Abastecimento Pblico, Irrigao, </p> <p>Minerao e Consumo Industrial (Grfico 3). </p> <p>2,51</p> <p>0,010,10</p> <p>0,15</p> <p>0,18</p> <p>0,0001 0,30</p> <p>0,010,00</p> <p>0,00 0,00</p> <p>0,00</p> <p>Uso - vazo (m/s)</p> <p>Abastecimento Pblico - 2,51</p> <p>Aquicultura - 0,01</p> <p>Consumo Agroindustrial - 0,10</p> <p>Consumo Industrial - 0,15</p> <p>Minerao - 0,18</p> <p>Dessedentao de animais - 0,0001</p> <p>Irrigao - 0,30</p> <p>Outros - 0,01</p> <p>Extrao mineral</p> <p>Paisagismo</p> <p>Transposio de corpo de gua</p> <p>Gerao de energia </p> <p>Grfico 3 Outorgas Superficiais na bacia do Rio Sapuca (vazo) </p> <p>FONTE: IGAM 2009 e ANA 2008 </p> <p>A Tabela 04 mostra o nmero de outorgas dividas por regio da Bacia. Percebe-se </p> <p>uma concentrao na regio do Baixo e Mdio Sapuca. Esta distribuio tambm </p> <p>pode ser vista no Anexo B (Mapa dos Usos das guas da Bacia do Rio Sapuca). </p> <p>Tabela 4 Outorgas Superficiais divididas por regio da bacia </p> <p>Regio da bacia N de outorgas </p> <p>Numero Porcentagem </p> <p>Alto 42 25,30% </p> <p>Mdio 78 46,99% </p> <p>Baixo 46 27,71% </p> <p>Total 166 100% </p> <p>FONTE: IGAM 2009 e ANA 2008 </p> <p>14 </p> <p>3.1.1 Evoluo Temporal das Outorgas </p> <p>A evoluo temporal das outorgas na bacia do Rio Sapuca pode ser visualizada no </p> <p>Grfico 04. </p> <p>Grfico 4 Evoluo Temporal do nmero de Outorgas Superficiais na Bacia do Rio Sapuca </p> <p>FONTE: IGAM 2009 e ANA 2008 </p> <p>Analisa

Recommended

View more >